A Medida que o Tempo Passa

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“A escrita ensinou o conhecimento a sobreviver ao tempo. O transístor ensinou-o a se multiplicar. A inteligência artificial começou a ensiná-lo a se recombinar.”

"A saudade que o tempo não roubou"


Às vezes me pego em silêncio, imaginando como você estaria hoje. Consigo ver seu rosto, o brilho de um homem feito e bonito. Fico pensando no caminho que você teria escolhido, na profissão que exerceria com orgulho e no nome da mulher que caminharia ao seu lado.
Gosto de acreditar que você seria imensamente feliz. Que teria filhos com o seu sorriso, perpetuando sua existência.
Mas aí a memória me volta para aquele dia cinza... sinto de novo o aperto no peito, o peso no corpo e aquela queda que feriu o joelho, mas não tanto quanto a notícia que veio logo depois: você tinha partido.
O tempo passou, mas meu coração de tia continua lá, estacionado naquela saudade. Eu nunca perdoei a vida por te levar, nem o destino por nos roubar os momentos que não vivemos. Sinto falta até do que não aconteceu, como o dia em que você me ensinaria a andar de patinete.
Saiba que eu te amo e te amarei para sempre.

Perverso é o tempo, que levou de mim o meu coral de anjos. Um dia, seus olhares me admiravam, seus abraços buscavam o meu colo, e seus sorrisos enchiam a minha alma.
Mas o amor de tia permanece o mesmo: imenso, eterno e incondicional

O teletransporte quântico é mais do que ciência — é o início da comunicação sem tempo, onde a informação viaja pela consciência do universo.

Se minhas ideias sobreviverem ao tempo, é porque tocaram algo maior que a minha própria existência.

Quem entende o tempo certo de avançar vence até inimigos maiores.

A multidão se encanta com promessas; o tempo reverencia resultados.

A natureza humana é um paradoxo: abriga, ao mesmo tempo, o hedonismo e o pudor.

O que há de errado com o tempo?


Talvez o erro seja o intento
de não aprendermos, enquanto vivemos,
a contá-lo no convívio, no movimento.
Enquanto ele ecoa, convivemos, às vezes,
sós entre nós mesmos.
E não percebemos que o tempo pode afastar
ou atrair sentimentos.
Bons ou ruins, eles vão e vêm
sem que percebamos.
Ele nos leva por caminhos
e cria atalhos inteiros.
Ele vai passando como quem escorre
entre nossos dedos,
sem aviso às vezes rápido,
às vezes lento, mas sempre indeciso.
Vivemos tudo o que nos permitimos:
com a família, sozinhos ou entre amigos.
Ele corre quando queremos presença,
nos arrasta quando a dor pede licença.
Ele voa quando estamos atrasados,
e para, sem que percebamos,
no sorriso de quem somos apaixonados.
Vinte e quatro horas nos são dadas,
todos os dias, sempre depositadas.
Caem em nossa conta sem permissão,
sem pedido, sem merecimento ou explicação.
Prometemos a nós mesmos
não deixar o tempo passar em vão.
Quando crianças, o tempo era mágico,
e não tentávamos controlá-lo com um celular nas mãos.
Estávamos ocupados colecionando momentos,
dádivas nos dadas pelo próprio tempo,
para que, quando estivermos perdidos,
possamos lembrar… e voltar ilesos.
Há dias em que queremos doar,
nem que seja um fragmento do que nos resta guardar,
quando percebemos que o outro já não terá
o tempo que a vida prometeu entregar.
Então entendemos o inevitável:
o tempo, sim, ele é temporário.
Nascemos, crescemos e morremos
um roteiro que segue fiel itinerário.
Mas como se espera? pergunta o coração.
O tempo do último olhar, da despedida em vão?
Ou o tempo que passa sem quem amamos,
tentando ser inteiros… quando já nos faltamos?

As escolhas que fazemos têm seu tempo.Têm seu preço.Sem promessas, por mais que tenhamos pressa.


Escolhas que, às vezes, causam danos,por mais que não estejam em nossos planos.


Eu escolho cuidar de mim,mesmo tendo que dar um fima algo que já não faz mais sentido.


Podemos nos arrepender de tudo,menos de termos nos escolhido.

Um teste de DNA tem por finalidade revelar a paternidade de um pai ao filho.
Com o tempo, esse suposto filho revelará traços genéticos que fará com que ele se pareça com seu pai.
Através dos testes que passamos neste mundo, seja tribulações ou provações, os traços da paternidade definirá de quem somos filhos.

24/09/2024 Hoje sonhei um sonho bom, legal e ao mesmo tempo preocupante...


O lugar que nunca existiu...



08:13 da manhã!
Estou aqui sentada em uma cadeira de macarrão e irei escrever o sonho tive há pouco tempo atrás, antes de acordar.


Bom, sonhei que andava em uma rua, onde havia uma lanchonete ou um restaurante, não sei ao certo, só sei que era muito movimentado e entrei para ver o que vendia no balcão.


Quando entrei, me surpreendi, porque era muita coisa gostosa, pizza, outras massas e receitas que eu ainda não havia experimentado, também havia melancia cortada em fatias e outras coisas.


Eu fui só pedindo e o dono que me atendeu, ele começou a colocar, mas acabou saindo para resolver outra coisa e me deixou lá esperando.


Ele dava muita atenção aos funcionários e parecia ser um bom patrão, desejei trabalhar naquele lugar.


Havia duas meninas, de óculos. Uma usava óculos espelhado e a outra usava um óculos rosa muito bonito.


Elas também vestia camisa social, tipo chamise.


Elas pareciam estarem felizes com o emprego delas.


Eu as observava enquanto via elas rindo e o patrão delas falando com elas, que gostava delas vestidas daquele jeito.
Se quisessem tirar o óculos podiam tirar, mas ele preferia elas de óculos.


Então, chamei uma delas para me atender, elas foram e terminaram o meu atendimento, eu olhava para fora e havia muitas pessoas sentadas, sorrindo e felizes nas mesas.


Eu pedi para colocarem em uma caixa, porém não consegui levar, chamei meu marido e ele também quase não conseguiu levar a caixa.


Antes de terminarem uma atendente me perguntou se eu realmente queria as duas pizzas pequenas que pedi, cada uma custava 50,00 eu disse sim!
Porque eu não estava me importando com o preço, embora não tivesse dinheiro, eu queria experimentar aquelas guloseimas todas.


Eu paguei tudo no crédito!


Na hora, pensei como que eu iria conseguir pagar?
Mas, mesmo assim comprei.


Meu marido levou a caixa e a gente começou a subir uma ladeira muito íngreme, mas por sorte, achamos a moto do Sansão que parecia que ele havia deixado lá pra nós, para levar às coisas.
Bom, meu marido pegou a caixa, amarrou na garupa da moto, mas como ele não tinha habilidade em dirigir, a moto começou foi a fazer muita fumaça, de tanto ele tentar colocar ela pra funcionar.


Dois caras, pararam em uma moto e achei que eles fossem assaltar ele, então tive a ideia de fazer eles sentirem pena da situação.


Pedi para eles, ajudarem ele a colocar a moto para funcionar, um deles desceu e começou a fazer isso.


Eu somente olhava e observava.


Na verdade, a moto estava velha demais!


Antes disso tudo, meu sogro passou com uma sacola de pão e eu pedi para ele esperar aonde eu havia comprado as guloseimas, para nós voltar juntos.


Ele esperou, porém, quando lembrei dele, e voltei lá, já estava tudo fechado, as pessoas tinham sumido, era como se aquele lugar nunca tivesse existido.


Então, até pensei que eu estava vendo coisas, meu sogro também não estava lá, ele já tinha voltado para casa.


Essa parte foi bem estranha.


Depois eu fui bater um raio-x e quando vi as imagens, havia várias fissuras no meu pulmão, pedi para o rapaz tirar de todos os ângulos e cada vez, aparecia mais fissuras e eu estava bem preocupada com aquilo.


Então, acordei!


Que sonho tenso!!

10:34 11 de setembro de 2024


"Sonhei em um hospital, que ao mesmo tempo se tornava um mercado, eu estava procurando queijo e presunto para comprar, mas eu não podia comê-los, por causa da minha saúde.
Mesmo assim, comprei bastante, uma peça de cada, e junto, comprei vários litros de iogurte de vários sabores para meu marido, mas também não podia beber.
Levei para casa e a gente não tinha geladeira, então coloquei os iogurtes misturados em uma vasilha, depois fui coletar alguns frutos selvagens para misturar neles, mas quando fui comer, senti tudo muito amargo na boca e cuspi tudo! Embora estivesse junto aquelas delícias de iogurte parecendo sorvete, tudo quase derretido, eu não podia tomar nada, tudo o que fiz foi pegar os frutos selvagens do fundo da vasilha e colocar na boca, mas mesmo assim não consegui comer, porque eram muito amargos. "

14 de novembro de 2022
Às 11:50


"Bom, faz muito tempo que não escrevo meus sonhos, só relato em vídeos.
Mas, agora irei fazer um resumo de todos que lembro, desde a morte da minha avó paterna, em maio deste ano.
Uma semana antes dela morrer, eu havia sonhado que passava em frente ao cemitério do qual ela foi enterrada, após morrer, e estava acontecendo um cortejo e eu conhecia todas aquelas pessoas, eu olhei para a porta do cemitério, enquanto passava com meu marido e via 2 meninas e um rapaz entrando, e eu conhecia essas pessoas, mas não consegui ver quem elas eram.
Uma semana depois, recebo uma ligação da esposa do meu tio, irmão do meu pai, falando que minha vó havia morrido, era 9:40 da manhã.
Eu lembrei desse sonho, o que eu não sabia ainda é que iria ao velório dela.
Porque não gosto de velórios.
Tenho pavor!
Então, pela tarde eu e meu marido nos arrumamos para ir até lá.
Meu marido também havia sonhado dias antes, que carregava um caixão.
Chegamos até lá!
Às 6 da tarde, foi o sepultamento.
Eu ia atrás do pessoal filmando tudo, quando entrei na porta do cemitério, senti um frio estranho percorrendo todo o meu corpo.
Foi quando lembrei da parte do sonho, que eu via as 3 pessoas entrando...
Bem no momento que eu, a esposa do meu tio mais novo e ele entrava.
Me arrepiei toda! A mesma cena, as mesmas roupas, as mesmas pessoas que vi no sonho.
Então, observei meu marido levando o caixão e tive outro arrepio, quando percebi que a roupa dele e a minha, era exatamente aquela que nós usava no sonho de uma semana atrás, passando em frente ao cemitério.
Muito bizarro!
Foi onde deu lugar, a outra lembrança, que foi meu marido carregando o caixão, do qual ele havia sonhado.
Não tinha homens suficiente pra carregar, então, ele teve que ajudar, fazendo assim, o sonho dele e o meu, se tornar mais arrepiante ainda.
Eu não sei porque, mas tenho medo dos meus sonhos, porque eles acontecem na vida real, com detalhes.

14 de novembro de 2022


É. Só hoje tive tempo pra escrever esse sonho confuso e meio louco.
Estava eu em pé diante de uma porta fechada.
Havia um homem que eu não conhecia, ele estava segurando um machado.
O machado era novinho!
Talvez tivesse acabado de sair de uma loja.
Eu olhava pra ele como se quisesse abrir a porta então ele pegou o seu machado e começou a bater com o objeto com muita força na porta.
Ela não quebrava, nem abria.
Ele e eu nos olhavamos com olhares de frustração.
Então eu acordei, e a porta não havia sido aberta.
Bem estranho esse sonho.
Ultimamente, estou tendo cada sonho maluco.
Parece tudo fazer parte da realidade, pra me impor medo e insegurança nas minhas realizações.
Mas, isso não depende de sonhos, nem mesmo do que eu desejo.
Deus, se ele quiser ele me honra.
Porquê eu me conheço, sou uma pessoa de coração puro.
Deus me conhece.
E no momento certo, ele me dará tudo o que ele achar que seja necessário na minha vida.
Preciso muito de um milagre na vida dos meus pais...
Mas, tudo isso, pertence ao Pai.
E, ele sabe o que fazer no momento exato.

Eu desconheço quem um dia conheci, não sei mais se vi ali, se era ou não era.


O tempo faz mudanças, e me mudou também.


Aprendi tanto nesses últimos anos, eu me libertei das correntes, que me prendiam ao passado, que tanto me fez derramar lágrimas de dor, eu achava que era de amor...


O amor dói tanto assim?

Eu não queria voltar no tempo. Eu só queria que tudo tivesse sido real, porque para mim, foi um belo sonho, onde poucas cenas, me fazem escrever milhões de vezes sobre a mesma coisa.


Curta história?




Ela é tão longa, que se eterniza todos os dias em cada palavra que escrevo.

Você vive como se o tempo fosse elástico. Como se amanhã fosse garantido. Como se sempre houvesse uma próxima chance para dizer, fazer, escolher, corrigir. Mas a verdade é mais seca. Você nasce, cresce, às vezes amadurece, às vezes não. Às vezes envelhece, às vezes não chega lá. E mesmo quando chega, não passa disso. O corpo desacelera, a memória falha, o mundo segue sem pedir licença. Não existe estágio secreto depois do envelhecimento onde tudo finalmente se resolve. Existe apenas o que foi feito antes e o que não foi.

Se os vilões fossem maioria, a humanidade já teria entrado em colapso há muito tempo. O que mantém a sociedade funcionando são milhões de heróis anônimos que acordam cedo, trabalham honestamente, cuidam dos filhos, ajudam desconhecidos, respeitam os outros e fazem o certo mesmo quando ninguém está olhando.

Você está gastando seu tempo criando uma história da qual se orgulhará no futuro ou apenas colecionando distrações para esquecer o presente?