A Medida que o Tempo Passa
Quando a gente passa dos 40, a gente quer construir pontes seguras, não atravessar uma tábua no meio do rio.
Olham para você como derrotado mas só você sabe as batalhas interna que você passa para ficar de pé siga em frente.
A HIPOCRISIA DO ESPORTE BRASILEIRO
A cada dia que passa eu me decepciono cada vez mais com a sociedade brasileira. Atualmente estamos em ano de copa do mundo, claro todo brasileiro vai à loucura, não vejo nada de errado nisso até certo ponto, acho muito bom inclusive, mas minha indignação não está diretamente relacionada a isso, mas sim a uma grande hipocrisia que vem acompanhada dessa excitação. O brasileiro simplesmente esquece que o país está virado de cabeça pra baixo em diversos sentidos, nos esporte, na saúde, na educação, enfim, se for de listar tudo daria para escrever um livro.
Nós, trabalhadores, acordamos cedo todos os dias, trabalhamos duro e no fim do mês recebemos nosso abençoado dinheiro, com muito suor e dedicação. Por outro lado, enquanto isso, os jogadores da seleção brasileira estão nadando em dinheiro, e tudo bem ganhar muito dinheiro, se eles realmente fossem apaixonados pelo esporte, dedicados e acima de tudo honrassem sua camisa. Mas tem um porém muito grande nessa história, a impressão que passam é que uma grande parcela deles - que fique bem claro que não estou generalizando - não amam o que fazem, entram em campo para se mostrar para os patrocínios. Boa parte de seu pensamento está no status que receberão, e em alguns casos, parece até um desfile de moda. Esqueceram há muito tempo a verdadeira essência do futebol, não conseguem fazer o mínimo que é jogar futebol decentemente, entregando o que o torcedor espera e merece.
Quando assisto os jogos antigos de nossa seleção, chega a dar emoção, partidas incríveis aconteciam, os jogadores treinavam muito, e mesmo ganhando uma mixaria de dinheiro, eles estavam lá, porque honraram sua camisa. E se quiser uma prova disso, pergunte para alguém de umas duas gerações passadas, o que acha dos jogos do Brasil de hoje em dia. A decepção em seus olhos é clara, e na maioria dos casos nem acompanham a copa do mundo, e eu não julgo de forma alguma, já que a situação é crítica. E por que ficou dessa forma? Boa pergunta. Acredito que seja pelo fato de ter muito marketing em cima, muita marca querendo ter visibilidade fácil, talvez tenha sido aí que começou a se perder o amor em campo.
E quando falamos dos outros esportes, não tem visibilidade alguma. Já fui atleta profissional de natação e o incentivo quase não existe, não é à toa que quase nenhum brasileiro chega no topo nas outras modalidades. Me sinto péssima com isso, pois esse foi um dos motivos por eu ter deixado o alto rendimento no esporte, a natação é um desporto extremamente caro de se praticar, além de você ter de treinar muito. Hoje no Brasil não é viável viver do esporte profissional, com certeza vai passar muito aperto financeiro se escolher esse destino, a menos que você seja do futebol, de resto esquece. Além disso, vai ter que implorar por patrocínio, enquanto os jogadores lucram milhões por mês, sendo que um atleta de vôlei, natação, corrida, e outras diversas modalidades, muitas vezes fazem o dobro e não ganham nem um por cento daqueles milhões. Que fique claro que não é por falta de dedicação!
O que quero dizer aqui é, se você quer torcer pra seleção brasileira, vá em frente, torça! Acho isso ótimo inclusive, precisamos de alguma esperança, mas não se esqueça dos podres que tem por trás. Da mesma forma, não julgue alguém que torce para outro país, provavelmente essa pessoa viu naquele outro grupo, a emoção que sentia quando o Brasil jogava antigamente, e que hoje em dia não consegue sentir com o próprio país jogando. E não só por isso, tem muita gente por aí que não aceita essa hipocrisia, inclusive eu, e está tudo bem. Eu realmente queria conseguir torcer para o Brasil, é meu país, onde eu nasci, mas eu não consigo mais, não depois de tudo o que vivi e percebi.
"A Educação Especial na perspectiva inclusiva deixa de ser uma utopia e passa a ser uma realidade quando cada profissional compreende que ninguém inclui sozinho. A verdadeira inclusão nasce da colaboração entre o professor da sala comum, o professor do AEE e o professor colaborador, unidos por um único propósito: garantir que todo estudante tenha acesso, participação, aprendizagem e pertencimento."
No mínimo, Ela se deixaria atravessar por cada paisagem. Como quem não passa, mas fica.
Tentaria fotografar. Não só com os olhos, mas com aquilo que n’Ela sabe sentir cada instante que, em milésimos de segundo, lhe rouba o ar ou abre seus olhos em espanto manso… daqueles que Ela nem quer entender, só permanecer.
Esse momento é rápido, é muito breve. Talvez dure um “click”. Mas, quando acontece, já não é mais do mundo — é d’Ela. E fica.
Fica nos cheiros que não se explicam, nas cores que não se repetem, nos sons que atravessam sem pedir licença, na música, no barulho, no sol, no vento, no corpo…
E foi exatamente esse pequeno pedaço de eternidade que escolheu morar dentro d’Ela.
De repente, Ela olharia para o lado… (quero dizer, para frente… é mais provável, rs) e veria Ele.
E, então, tudo faria ainda mais sentido. Ficaria ainda mais bonito… não, bonito não. SU BLI ME.
ELE. A pessoa que tornou tudo isso possível, com uma dedicação silenciosa e uma entrega que não se mede, só se percebe, se nota.
E Ela… talvez não dissesse nada. Só agradeceria.
Pensando bem, Ele seria a paisagem da qual Ela não conseguiria (nem por vontade própria, caso existisse) desviar o olhar.
E, sim… acho que Ela estaria aproveitando. Na verdade… vivendo.
... coisas sobre Ela e Ele
Tem gente que passa pela vida como quem pisa em areia molhada, achando que vai deixar pegadas eternas… e o mar vem, educado e cruel, e apaga tudo sem pedir licença. Aí a pessoa olha para o horizonte e pensa “preciso ser lembrada”, como se a memória dos outros fosse um cofre inviolável. Spoiler nada é.
Olha o caso de Franz Kafka. O homem escreveu como quem sangra em silêncio, pediu ainda por cima que queimassem tudo depois da morte, quase sabotou a própria eternidade. E o que aconteceu Virou um dos nomes mais estudados do planeta. Agora me diz, com toda sinceridade, de que adianta essa fama póstuma Ele não está aqui para ver alguém sublinhando suas frases num domingo chuvoso, tomando café e fingindo que entendeu tudo.
Mesma coisa com Emily Dickinson. Viveu reclusa, escreveu centenas de poemas, guardou tudo como quem esconde cartas de amor numa gaveta. Morreu sem saber que seria lida por gerações. Bonito para a história, meio sem graça para ela, convenhamos.
E aí a gente fica nessa obsessão estranha de querer ser eterno. Como se virar nome de rua ou tema de prova de escola fosse a grande vitória da existência. A verdade é que tem uma certa vaidade nisso, uma tentativa desesperada de negociar com o tempo, como se dissesse “olha, eu vou morrer, mas me deixa aqui pelo menos em forma de citação”.
Mas a vida não é citação de rodapé. A vida é agora, bagunçada, meio torta, com café derramado e pensamentos pela metade.
Tem gente que tenta se imortalizar nos filhos, como se eles fossem uma continuação garantida. Só que não são. São outras histórias, outros caminhos, outras versões do mundo. Um dia, inevitavelmente, alguém lá na frente vai olhar uma foto antiga e perguntar “quem era mesmo essa pessoa?” e pronto, acabou a eternidade familiar.
E não é triste. É só real.
Talvez o verdadeiro legado não esteja em ser lembrada para sempre, mas em ser sentida enquanto existe. É no que a gente constrói, no que ensina, no jeito que marca alguém sem perceber. É aquela conversa que muda um pensamento, aquele gesto simples que fica ecoando na memória de alguém por anos, mesmo sem virar livro, estátua ou documentário.
Porque no fim das contas, a eternidade é superestimada. O agora é que é subestimado.
E tem uma coisa que eu acho quase revolucionária escrever sobre si mesma. Guardar pedaços da própria vida em palavras, como quem cria um arquivo secreto de sentimentos. Não para o mundo, não para a posteridade, mas para aquela versão futura da gente, meio esquecida, meio cansada, que um dia vai abrir um caderno ou um arquivo e pensar “nossa, eu já fui assim”.
Isso sim tem graça. Isso sim tem vida.
Porque ser lembrada pelos outros é incerto. Mas se reencontrar dentro das próprias palavras… isso é um tipo de eternidade que acontece em vida.
Agora me diz, não é muito mais interessante ser protagonista da própria memória do que virar curiosidade histórica?
E já que você chegou até aqui, clica no link da descrição do meu perfil e vem conhecer meus e-books… vai que um deles vira aquele pedaço de você que o tempo não apaga.
Devemos ser confiante e saber que a tempestade passa e tudo volta pro lugar e se não voltar aprendemos a recomeçar.
E se recomeçar aliar com DEUS para força e fé não faltar.
Quem realmente passa pelo despertar consciencial inevitavelmente também despertará para a compreensão de que não é a morte do ego, mas a morte do personagem dominado pelo ego desequilibrado. Muitos se perdem nesse momento, porque passamos por uma desidentificação, ou seja, deixamos de nos identificar com o personagem que carregamos a vida inteira, moldado por tudo que nos cerca, desde nosso nascimento: lugar, pessoas, situações, regras sociais...que não era, de fato, o nosso "Eu". Então passamos a descamar vários "Eus", na busca de nossa real essência e acabamos acessando tudo o que nos limita, controla, bloqueia... Vemos todas as influências que nos mantém num padrão de comportamentos e, por consequência, nos autoconhecendo profundamente, através de nossa autoavaliação, vemos todas as nossas sombras (tudo o que rejeitamos sobre nós mesmos, tudo o que fizemos), passamos a nos ver como somos, sem filtros e, reconhecemos que só existimos de verdade, em essência, quando integramos nossa totalidade, sombras e luz e, assim equilibramos nosso ego. Não existe ego bom ou ego ruim. Existe ego desequilibrado! Essa é a análise que estou fazendo, durante todo meu processo de despertar. 🙌 Sou o que sou e sendo o que sou, sou tudo o que deveria ser! Jane Fernanda Nogueira 🙏🏻 JaneFernandaN ✨🦋🌿
Todo mundo passa por dificuldades, seja fisicamente, mentalmente, financeiramente, internamente, externamente, de qualquer maneira, todos passam por dificuldades na vida. Não tem como fugir disso, e não precisa fugir. Quanto mais foge, mais fraco e mais frágil fica. Você não é exclusivo, não é o único a passar por dificuldades. É preciso parar com o egoísmo, com a ilusão de achar que é o único no planeta que passa por isso, que sofre com isso, que sua dor é maior ou pior que a dos outros. Deixe o medo e o drama de lado, pare de dramatizar, pare de temer as dificuldades que surgirem. Comece a olhar para elas de uma maneira diferente, sempre olhando para dentro de si mesmo, em um aspecto didático, onde se aprende com as dificuldades. Toda dor, toda dificuldade está ali querendo te ensinar algo. Basta olhar de outro lado, de outra perspectiva, de outra maneira, e perceber: "O que essa dor está querendo me ensinar? O que essa dor está querendo me dizer?" Não se deixe levar pelo orgulho, pelo ego, nem pelo drama, nem pelo medo. Aprenda com a dificuldade que você vai enfrentar. A cada dificuldade encarada, menos dor você sentirá e mais forte ficará para enfrentar as próximas dificuldades. Cada um aprende com sua dor, quando quer, da maneira que quer, no tempo que quiser. E ninguém muda ninguém, a não ser a própria pessoa.
Sabe, a gente passa a vida toda tentando achar um atalho, um jeito de fazer o mundo girar a nosso favor só com o pensamento. Mas o jogo real é muito mais divertido. É tipo um laboratório onde você é o cientista e a cobaia ao mesmo tempo. Não tenha medo de estragar o experimento — o fracasso é só o dado que te avisa onde a sua teoria está errada. Foque em consertar o método, e o sucesso vira apenas uma questão de tempo
A vida é feita de momentos e, quando você passa pela prova, você valoriza muito mais as pessoas que realmente importam na sua vida, sem arrependimento nenhum do que se foi e agradecendo o que permanece.
Essa é uma reflexão muito bonita e verdadeira. A superação de desafios frequentemente nos proporciona uma clareza renovada sobre o que e quem realmente tem valor em nossas vidas.
Agradecer pelo que permanece e pelas pessoas que nos apoiam nos momentos difíceis é uma forma poderosa de encontrar força e gratidão. Isso nos ajuda a focar no presente e a construir relacionamentos mais profundos e significativos, sem o peso de arrependimentos passados.
É um lembrete valioso para apreciarmos os laços que resistem ao tempo e às dificuldades .
Que a semana comece recheada de coisinhas boas e principalmente gratidão.
Coragem e fé sempre!
A única coisa que eu sei. Nada.
Diante da realidade que se passa no mundo atual.
Tudo é muito anormal, porém a doida sou eu por buscar o certo.
“Todo sonho ganha vida quando deixa de morar na esperança e passa a habitar nossas atitudes.” Os`Cálmi
Quando você passa a compreender o encanto das palavras dos mais velhos... passa a ouvir mais e dar mais atenção!
Quem aprende com a dor deixa de ser vítima e passa a ser autor da própria história. 🎭
-Jouberth Toffoli
Quem não acorda para a realidade passa a vida dando beijos em sapos na esperança de um dia encontrar um príncipe encantado.
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