A Gente vai se Vê de novo

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A gente se preocupa em deixar um mundo melhor para os nossos filhos, mas nós deveríamos nos preocuparmos em deixar filhos melhores para o mundo.

"Tem coisas que acontecem na vida da gente que não tem explicação perdemos a chance de amar e sermos amados por medo, por estar longe, por achar que as diferenças vão atrapalhar, ou a idade, mas esquecemos que um amor perdido jamais nos voltará e que a pior coisa no mundo é viver sem um amor."

Não há mal que perdure quando o bem mora dentro da gente.

Tem gente que gosta tanto de Carnaval que vive o ano inteiro de máscara.

A gente trata uma pessoa do mesmo jeito que queríamos que ela nos tratasse. Mas se você tratou bem, demonstrou, tentou e mesmo assim a pessoa te trata com indiferença, ta na hora de você partir para outra.

Quando ama alguém, ama de verdade. Não decepciona a gente, não deixa a gente na mão, não importa o que aconteça. Não deixe que os erros do passado dele, nem os possíveis erros do futuro, impeçam você de se deixar amar por um coração assim tão grande.

Ter alguém que não desiste da gente é presente generoso da vida

As coisas que a gente escolhia para enxergar nesse mundo eram parecidas. Apontávamos para os mesmos lugares...

Algum dia vai dar certo. Se não for do jeito que a gente sonha, vai ser de um jeito muito melhor.

Nossos espaços

Sempre tive a seguinte filosofia: as pessoas vão até onde a gente deixa. Sou eu que coloco os limites. É você que diz até onde a outra pessoa pode ir. Ninguém pode forçar a barra ou uma situação. Ninguém pode forçar amizade, cumplicidade ou intimidade. As coisas precisam ser naturais, simples, saudáveis, afinal, todo mundo está aqui para ser feliz, para conquistar todo dia alguma serenidade. É ou não é?
Percebo que hoje em dia tudo anda meio sem limites. Um se mete na vida do outro, o outro se mete na vida do um. Assim, sem a menor cerimônia, sem pedir licença. E não gosto. Sabe por quê? Sou reservada. Quem me vê por aí dizendo nas redes sociais hoje-comi-risoto-de-aspargos ou essa-é-a-Junoca ou estou-de-férias ou estou-na-Jamaica ou olha-que-linda-minha-sapatilha ou qualquer outra coisa não me conhece. Isso não é me conhecer. Para você ter uma ideia, não é todo mundo que convido para ir na minha casa. Acredito naquele lance de energia. Gosto que sente no meu sofá quem tem energia boa. Gosto que conheça minha intimidade quem eu quero.
Apesar de escrever tanto e sobre as coisas de dentro, me revelo para poucos. E acho, de verdade, que a internet dá margem para as pessoas acharem que conhecem as outras. Só pelo que falam. Só pelo que tuitam. Ninguém se dá conta que o "conhecer" é olho no olho, é tom de voz, é muito mais do que um bando de palavras perambulando por aí. Mesmo porque na internet todo mundo é lindo e feliz. Ou é chato e reclamão. Essas duas categorias são as que mais se destacam: o que reclama de tudo ou o que diz que tudo é lindo e maravilhoso. Extremos.
Quer saber um fato curioso? Fiz aniversário na segunda-feira. Recebi muito carinho e vários parabéns. Mas sabe quantas pessoas ligaram? Poucas. Poucas mesmo. A maioria usou a internet (Facebook, Twitter, email, MSN) ou mensagens no celular. Fiquei feliz com tantas felicitações, não estou reclamando, apenas fazendo uma observação: pouca gente ligou. Pouca gente ouviu minha voz. Antigamente, o telefone era o maior meio de comunicação. Você atendia e do outro lado alguém cantava "parabéns pra você". Você atendia e tinha uma telemensagem (lembra?). Hoje em dia a internet deixa tudo mais rápido. E mais impessoal. Desculpa, mas eu acho. Adoro cartão, carta, bilhete. Toque. Fico pensando como vai ser no futuro.
A internet aproxima e afasta, já falei sobre isso uma vez. É prática, sim. Mas até que ponto é realmente um meio de aproximação? Em um email você não sente a pessoa. Em uma carta, sim. Vê a letra, sente a emoção. Palavras digitadas são frequentemente mal interpretadas. Dia desses aconteceu isso comigo. Facebook. Falei uma coisa, uma pessoa interpretou errado e veio dando voadora. Feio. Não entendeu o que quis dizer. Mas como diz minha mãe "explicação a gente dá para porteiro".
Quem me conhece sabe exatamente como sou. E não tenho, mesmo, que me explicar para ninguém. Mesmo porque as pessoas juram que nos conhecem. Acham que podem sair palpitando a torto e a direito na nossa vida, nas nossas coisas. Quer um exemplo? Ontem, do nada, uma pessoa me chamou no MSN. Uma pessoa que eu não conheço e não fazia a menor ideia de como tinha meu MSN, afinal, uso ele para trabalho. Pouca gente tem, apenas amigos, colegas e família. Então, era de manhã, eu estava bem atrapalhada trabalhando e resolvendo pepinos gigantes. A pessoa chegou sem bater na porta, perguntei quem era, ela se apresentou e perguntou "é difícil publicar um livro?". Falei que sim, é. E ela automaticamente (por eu não ter dado atenção ou explicado melhor a dificuldade, talvez) disse "você parece menos seca nos seus textos". Como assim? Percebe o absurdo? Eu estou TRABALHANDO. Chega uma pessoa do além, que nem sei como tem meu MSN, faz uma pergunta e quer que eu ofereça um chá com biscoitos?
Insisto no seguinte: todo mundo tem que ter noção. De espaço. Aqui termina o meu, ali começa o seu. Não sou seca, pelo contrário. Só não gosto - e nunca gostei - de invasão, você gosta? A gente não consegue nada forçando as coisas. Ninguém vai gostar de mim se eu forçar uma situação. Mas você vai gostar (ou não) de mim se eu for natural, verdadeira, honesta. Se eu for exatamente como a vida é: simples.

A gente podia ter podido tudo. Podia ter feito surtir efeito. Já é abril. E você ainda nem percebeu que perdeu. Todos ganham presentes, mas nem todos abrem o pacote. Algumas pessoas ainda, guardam o sorvete pra mais tarde. Eu gostaria imensamente de entender, mas a minha compreensão enfraquecida não consegue suportar certas verdades, nem ver mais aberta as feridas, minha compreensão quer descansar.

⁠Pele de História

Sou tinta, sou tempo, sou grito, sou gente,
No peito, a memória que nunca se ausente.
No rastro do chão, no giro da dança,
Ecoa no corpo a fé e a esperança.

No som do tambor, sou força e brio,
No rio me lavo, renasço e sorrio.
Sou negro, sou canto, sou chão, sou raiz,
Sou Lambe-Sujo, sou povo feliz.

Sou Indiaroba, sou brilho no olhar,
A resistência que insiste em ficar.
Minhas lentes capturam o tempo e a cor,
Sou memória viva, sou força, sou dor.

O homem é um animal solitário, um animal infeliz, só a morte pode consertar a gente.

Um lugar só é bom quando a gente pode fugir para outro lugar.

Tem gente que não gosta do meu otimismo, mas eu sou corintiano, católico, brasileiro e ainda sou presidente do país. Como eu poderia não ser otimista?

Luiz Inácio Lula da Silva
Globo.com, Economia e Negócios, 12/01/2009

Nota: Frase proferida durante a abertura da 36.ª Couromoda no Anhembi, em SP, em 12/01/2009.

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Eu acho que com o tempo a gente aprende, que mendigar amor e atenção nunca é a melhor opção. Que pedir pra que alguém fique, quando o que ela mais quer é ir embora não faz ninguém feliz. A gente aprende que se afastar nem sempre é o melhor, mas é a coisa certa a se fazer. Que mesmo você amando muito alguém, ela possa não te amar da mesma forma. É isso que a gente aprende, que nem sempre a vida é como a gente quer que ela seja.

E nessa cumplicidade a gente se fez irmãs.

No balanço do trem
Gente que vai
Gente que vem
... Sonhos da janela do trem
Crianças, mães, olhares anônimos
Viagem com destino certo
Sonhos sem destino
Entre passado e futuro
Amor bandido
Desabafo em lágrimas
Fogo da paixão
É hora!
No balanço do trem
Sonhos sem destino
Vidas separadas
Até o próximo
Balanço do trem!

Falsidade... - Lucky


Imaginamos sempre que as pessoas são verdadeira s com a gente, doce ilusão, ledo engano, ninguém é verdadeiro, todos mentem, eu minto, você mente, nos mentimos, a mentira é necessária para a sobrevivência humana, muitas vezes são idiotas, pequenas, coisas simples, para ver alguém feliz, algumas para ver alguém triste, mas a grande maioria é egoísta e só serve para a gente mesmo se sentir bem.

Quantas vezes mentimos para magoar alguém por querer, ou fingimos gostar de alguém que não gostamos, que não suportamos, que não podemos nem ver perto da gente, mas fingimos adorar a pessoa, conversamos com ela, como se fossemos os melhores amigos, pelas costas falamos mal dela, todos são assim, se alguém me disser que não fala de pessoas, por favor, me ensine um assunto mais legal que eu não conheço.

Mas a pior falsidade é quando fingimos gostar de alguém, fazemos as coisas pensando em nos mesmos, mas fingimos que é pelo outro, dizemos eu te amo, fingimos ser a pessoa mais importante e na realidade, queremos é justamente o oposto, não se apegar a ela, somente aproveitar o tempo juntos, ficar longe dela é melhor que conviver com seus problemas, seus defeitos, e ate mesmo quem sabe suas qualidades insuportáveis.

Como é fácil diminuir alguém com mentiras, difamando, e ainda mais quando é pra ela mesma, dizendo que alguém falou isso, ou aquilo, colocar pra baixo a pessoa, como se ela fosse culpada dos nossos fracassos pessoais, e querer que ela sinta a culpa e carregue a dor por algo que ela não fez, a falsidade é tamanha, que conseguimos fazer o outro pensar que realmente errou.

Não sei de quem é a frase, mas uma mentira bem contada, pode se tornar uma grande verdade, se quem contar acreditar nela, então se fazemos isso, confiando que o problema é do outro e não nosso, fácil, transformamos a mentira em verdade absoluta pra nos mesmos, e continuamos com o mesmo defeito e acreditando que a culpa não é nossa... conseguimos o melhor agora, ser falso com a gente mesmo.

"Quem derruba a gente é a gente mesmo."