A Gente se Entende
Quando a gente entende que poucas pessoas nessa vida merece a nossa satisfação ou o sacrifício de algumas renúncias, a vida se torna mais leve porque deixamos de carregar como se fosse nosso o peso do julgamento alheio.
Parece complicado, mas tem pessoas que metade do que
falam não se entende, e a outra metade a gente discorda.
Parece que a gente se entende, e isso é tão natural nas sagas e rotinas da vivência de um casal. É fato que teremos momentos de impasses, mas logo a vitória acontece.
A gente se entende no silêncio, no olhar — como se nossas almas conversassem numa linguagem só nossa. É algo tão natural, tão intrínseco, que se confunde com a rotina e, sem alarde, vai tecendo os fios da história que construímos juntos, dia após dia.
Depois de um tempo, a gente entende e aceita que descansar também é cuidado e responsabilidade consigo.
Ser grato é um presente do nosso coração. É quando a gente
entende que para crescer, precisamos das tempestades
Das pessoas desagradáveis. Das experiências ruins. Da
decepção. E essas experiências não podem definir a nossa
vida. Nao devem manipular as nossas escolhas, pois tudo
tem um início, um processo e o seu fim. Feche o seu ciclo,
recomece. Olhe para trás com gratidão por tudo o que tem
hoje. Valorize o que ficou de bom, valorize o quanto você
melhorou. O quanto todas as tempestades que enfrentou te
fez olhar para a vida de uma forma mais bonita. Quando o
coração nos presenteia com o sentimento da gratiđão,
passamos a atrair o que há de bom nas novas experiências
A ter mais cuidado com quem andamos, pois energia faz
1ma diferença porreta na nossa jornada. E para ganhar esse
presente do coração, basta se conhecer melhor. Deixar de
reclamar pelo que se foi e abrir os braços para o que ficou.
Abrir os braços para as novidades. Admirar com o pé no
chão a realidade do que é, sem deixar de acreditar que
também é possível e infinita a sensação de liberdade para
quem aprendeu a ser e a existir agradecendo por tudo o que
tem. O resto, te juro, acontece.
Enquanto você insiste em técnicas, perde o essencial.....
Entender gente.
E para entender de gente, você precisa dominar o Heteroconhecimento!
Como calar as vozes da nossa mente?
Quando morre a mãe da gente, é o momento que a gente entende de verdade que não somos imortais.
É como se caísse a ficha de uma vez por todas que, o colo que só uma mãe pode nos dar, não nos pertencesse mais, mãe é aquela que nos alicerça
E como lidar com o desamparo que maltrata tanto?
Uma vez me questionaram sobre o tempo do luto e quando isso ia passar?
As pessoas só entendem essa dor, quando dói na carne delas.
E não é sobre superar, é sobre resignificar.
A saudade vem , numa terça feira qualquer, as vezes vem num almoço de domingo, ou mesmo numa festa incrível que você só queria a companhia daquela pessoa.
A vida tem que continuar, e continua mesmo, nos primeiros segundos da perda a gente já sente o desabor do luto.
Mas muitas vezes o mundo está a todo vapor e você no meio disso tudo não tem outro caminho a não ser correr junto nessa maratona que é a vida.
Que possamos nos curar das dores silenciadas, das palavras ouvidas, dos julgamentos. Das vezes que dissermos que estava tudo bem e sorria para camuflar a dor.
Das indiferenças, dos pesos, dos julgamentos.
A gente percebe que é livre quando entende que não é dono da verdade mas, que tem liberdade para mudar ou não de opinião sempre que um outro ponto de vista nos for apresentado.
Bah…
depois que a dor acalma um pouco,
a gente entende uma coisa importante:
nem todo amor nasce pra ficar.
Alguns chegam só pra ensinar.
Ensinar que coração forte não é o que nunca sofre,
é o que sofre
e ainda assim continua acreditando na vida.
Porque perder alguém
não pode significar perder a si mesma.
E uma gaúcha de verdade pode até chorar escondido,
mas nunca deixa de seguir estrada.
Às vezes, a vida toma rumos que a gente não entende.
E o coração, inquieto, pergunta baixinho: "Por quê?"
Mas há uma sabedoria mansa nos planos de Deus...
mesmo quando eles não parecem com os nossos.
Confia.
O que hoje confunde, um dia se alinha.
O tempo d’Ele é exato, mesmo quando nos parece silêncio.
No fim, seus passos e os Dele vão se encontrar.
E vai fazer sentido — de um jeito bonito.
— Edna Andrade
A maturidade chega quando a gente entende que paz não é ter tudo resolvido.
Paz é descansar no que somos, mesmo enquanto ainda estamos nos reconstruindo.
É seguir sem a obrigação de acertar sempre.
É reconhecer o próprio valor sem depender da aprovação de ninguém.
É confiar que Deus continua fazendo florescer, em silêncio, aquilo que plantou em nós.
— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna
Há dias em que a gente não entende o porquê das pausas,
o silêncio parece longo demais
e o coração quase perde o compasso.
Mas Deus conhece os caminhos que os nossos pés ainda não pisaram.
Ele planta esperança na terra mais seca
e faz brotar beleza onde parecia não haver vida.
Confiar é respirar fundo,
soltar o controle
e acreditar que o amanhã já está cuidado.
Há sempre um recomeço sendo preparado no céu —
e quando chegar, vai fazer sentido.
— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna
Oxente, Oxe, Danosse, Visse.
Nosso idioma é peculiar, só a gente entende. É o nosso falar, um idioma dentro do outro, que quem não é daqui, às vezes nem compreende.
Vamos começar pelo Oxente:
Interjeição popular, sinal de espanto, surpresa, dúvida, impaciência ou indignação. Tudo depende do contexto:
“Oxente, menino, como assim?”
E o que dizer do Oxe?
Diminutivo de oxente, carrega o mesmo sentido na mente:
“Oxe, que bicho chato da gota!”
E o Danosse?
Parecido com os primos de cima, mas serve também para o espanto, a surpresa e a admiração:
“Danosse, que negócio caro é esse?”
Por fim, o nosso Visse:
Forma reduzida de “ouvisse”, serve para pedir atenção ou reforçar um pedido do coração: “Vamos hoje às 20h, visse?”
Viva Pernambuco, Viva o Nordeste, Viva o Brasil !
James Alessandre
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