A Gente Aprende com as Decepções

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⁠A gente era feliz e sabia, só não sabia que era a última vez. 🥺🧸"

O “quase” tem esse jeito estranho de permanecer aberto dentro da gente. Não termina completamente. Não vai embora por inteiro. Fica ali… como uma porta entreaberta na alma.

Às vezes, o cansaço não vem do que a gente perdeu, mas de continuar morando em um passado que Deus já deixou para trás.

O problema em querer começar as coisas cedo demais é que por vezes a gente se sente perdido...

Gente que entende a gente.

A cura de uma ferida por um atropelamento, para voltar a ter vida de gente

Quando a gente ama,
aparência nada manda,
mas a honestidade...
Pois tudo é ilusão,
só não,
a fidelidade!

A simplicidade é uma janela por onde a gente espia a infância mesmo com ela fechada.

Humildade não é coisa de gente pequena, é coisa de gente grande.

A gente negligencia as pessoas porque as confunde com a paisagem, achando que estarão sempre ali, como as árvores na beira da estrada.

O amor começa
quando a gente para de mendigar espaço
na história dos outros
e começa a escrever,
com coragem,
a nossa própria história.

A gente vive como se tivesse tempo de sobra. E o tempo… anda de fininho, pregando peça na gente. Poucas coisas nos humanizam tanto quanto o luto. É um choque seco, direto. Um corte na ilusão de que tudo pode esperar, de que dá pra deixar pra amanhã. Porque, quando a perda chega, de repente, o amanhã que a gente guardava com tanto cuidado… não existe mais.

A gente passa a vida fazendo planos como se o calendário fosse o nosso aliado, como se o relógio estivesse do nosso lado. E o luto escancara isso sem delicadeza nenhuma. Perder alguém muda o jeito como a gente enxerga o tempo. Você percebe que ele não era tão longo quanto parecia. Que aquela conversa podia ter acontecido. Que aquele abraço podia ter sido dado. Que aquele café não precisava ter esfriado.

É como se o relógio risse da nossa pressa. A gente corre para tudo… menos para o amor, menos para o afeto. E aí, quando não dá mais, a gente entende. Entende tarde. Entende na dor.

O luto humaniza porque tira a gente do automático. Ele quebra essa ideia de controle que a gente insiste em ter. Ele lembra que a vida não é um projeto infinito. É uma travessia. Uma viagem.

O tempo não avisa quando vai acabar. Mas sempre mostra, do jeito mais duro, que ele nunca foi garantido. Zero garantias.

Às vezes, a gente considera uma pessoa especial não porque, de fato, ela seja, mas por ser parecida conosco.

Tanto casas quanto corações necessecitam de faxinas frequentes e a gente até as faz mas, assim como casas todo coração tem um canto difícil de varrer.

Quando descobrimos que só pedimos o que não temos, a gente para de pedir amor e começa a se preocupar em doá-lo.

Tem gente na internet que consegue se apaixonar por perfil fake… porque, aparentemente, filtro e conversa pronta já viraram prova de amor moderno.

Tem gente na internet que acaba se apaixonando por perfil fake… hoje em dia nem o cupido precisa trabalhar, o estelionatário já faz o serviço completo.

A gente não cansa de uma vida cheia de compromissos, dia a dia corrido, agenda lotada, excesso de trabalho. A gente cansa de uma vida vazia, sem objetivos, sem sonhos e nenhuma emoção.

A gente sabe que o amanhã não nos pertence, mas insiste em complicar, ao invés de viver com a simplicidade, leveza e encanto de quem já entendeu que está só de passagem nessa vida.

Quando a gente descobre que o carinho certo é o da reciprocidade nunca mais pega atalhos.