A Gente Aprende com as Decepções
Cada dia que passa muita gente não gosta de pôr as mãos na massa; daí já podemos sentir quem é que fracassa.
Quando a gente clica em saiba mais deveria abrir as Escrituras para saber muito mais o que fazer com tudo o que aprendemos de Deus.
Há gente falsa, hipócrita e mentirosa: suas ações descrevem os frutos infrutíferos ao longo do tempo.
Muita gente não quebrou a cara ainda com suas mentiras, porque acha que ninguém tem a coragem
de revelar a verdade.
Acesso e toques gratuitos existem milhares; mas, conteúdo que é bom a gente paga pela qualidade e dá testemunho da verdade que presta, edifica, transforma e enriquece vidas.
Muita gente vende seus produtos, mas nunca venda a sua reputação e o seu caráter, pois eles têm um preço impagável.
Quando a gente deixa de amar e começa a compreender
Existem momentos na vida em que o amor não acaba — ele se transforma.
E não é porque o outro mudou, se afastou, traiu, perdeu a cor.
É porque, pela primeira vez, a gente abre os olhos de dentro.
Percebe que o que chamava de amor era, na verdade, medo de ficar só.
Que o que chamava de saudade era apego ao que feriu.
Que o que chamava de intensidade era carência fantasiada de destino.
E aí, algo muda.
Já não é mais sobre conquistar, nem sobre provar.
Não é mais sobre ser vista, nem escolhida.
Não é mais sobre ter razão, nem vencer discussão.
É sobre reconhecer os ciclos internos que o corpo já vinha avisando.
É sobre honrar a alma que já estava cansada de ser rebaixada em troca de migalhas.
É sobre olhar no espelho e saber:
“Eu não preciso ser amada pra saber quem sou. Eu preciso ser inteira pra reconhecer o que é amor.”
E então a gente percebe:
Aquele “eu te amo” que mexia com a gente
mexia muito mais com o ego
do que com a essência.
E que a saudade dele ou dela
não era de quem a pessoa era,
mas de quem a gente queria acreditar que ela poderia ser.
E aí vem a virada.
Quando a gente deixa de amar como dependência.
E passa a compreender como consciência.
Quando o desejo deixa de ser “volta pra mim”
e se torna “se encontre, por favor”.
Porque o verdadeiro amor — o amor final —
não é aquele que força reencontros,
mas o que deseja cura.
Mesmo que seja longe daqui.
E quando isso acontece, não dói mais.
Não arde mais.
Não prende mais.
Só devolve paz.
Porque o amor que fica,
depois que o apego vai embora,
não é sobre posse —
é sobre presença.
Um dia bem agitado
Que eu pude vivenciar
Muita gente está de férias
No meio do mundo a passear
Mas como estou na labuta
Nesta minha diária luta
Sou grata por poder trabalhar.
Tem gente que sempre arruma uma desculpa pra ser do jeito que é. Eu nunca tive problema com as escolhas que cada um faz sobre como quer viver. Mas, sinceramente, ainda me surpreendo com quem prefere ser chato com tudo, sorrir pouco e reclamar demais. Nada tá bom. E aí eu fico pensando: quantos 'bom dia', quantas 'boa tarde' e quantas 'boa noite' a gente perde por causa dessa mania de reclamar de tudo o tempo todo.
Tem gente que parece não ter nada, mas tem tudo: brilho, carisma, alegria de viver e fé para agradecer cada dia, porque é isso que realmente importa.
É uma mistura estranha, sabe? Eu olho em volta e fico tentando entender por que a gente muda tanto de uma hora pra outra. Por que tem gente que parece tão boa num dia, e no outro tá agindo como se nunca tivesse conhecido a gentileza. É gritante isso, essa confusão toda. Parece que o mundo perdeu o compasso, e ninguém mais tem tempo de olhar pro outro com calma.
Oferecer o bem é uma das poucas coisas que só dependem da gente. Sigo fazendo a minha parte enquanto há tempo.
Com o passar do tempo, vou entendendo as minhas colheitas e as mudanças que a gente deveria ter feito lá atrás. Carrego comigo a culpa por não ter feito diferente quando podia, mas também o aprendizado que a vida traz com o tempo. Continuo seguindo nessa caminhada, buscando bons resultados e esperando colher frutos melhores na próxima estação. Que venha o novo tempo, com novas colheitas e novos começos.
Ninguém entra num túnel desses por vontade própria.
A gente entra porque a vida empurra
e porque sair, às vezes, parece mais difícil que continuar.
Lá dentro, havia gente demais.
Corpos se esbarrando, pensamentos fora de lugar.
O túnel pulsava como um organismo antigo,
estreito demais para quem carregava pressa, culpa ou medo.
No chão, pequenos orifícios deixavam passar guias —
fios, artérias, destinos.
Disseram que aquilo mantinha a cidade viva.
Disseram também que, se rompesse, tudo viraria água.
Foi quando vi a janelinha.
Redonda, pequena, quase tímida.
Atrás dela, peixes atravessavam o silêncio
como se o mar não soubesse do nosso pânico.
Alguém gritou que ia romper.
A palavra bateu nas paredes
e voltou maior.
As pessoas correram sem saber para onde.
Eu fiquei.
Nem coragem, nem medo.
Só cansaço.
Então surgiram elas.
Criaturas compridas, estranhas,
como enguias que aprenderam a sorrir.
Uma parou, juntou as mãos
e agradeceu a Deus pela comida.
Ninguém riu.
O túnel respeitou.
Pouco depois, apareceu uma princesa brasileira.
Vestido simples.
Dignidade sem brilho.
Ela olhou o túnel, respirou fundo
e disse que ainda não era a hora de entrar.
Quando percebi, já estava na água.
Um lago que parecia piscina,
ou uma piscina que fingia ser lago.
A água era morna.
O corpo flutuava sem pedir licença à mente.
Havia pessoas conhecidas.
Sem passado pesado.
Sem perguntas difíceis.
Alguém trouxe um bolo de chocolate.
Comi.
E o mundo não desabou.
Em volta do lago, hotéis.
Todos provisórios.
Como quase tudo que dói
quando a gente insiste em chamar de definitivo.
Fiquei ali muito tempo.
Tempo suficiente para entender
que o túnel não era prisão.
Era travessia.
E que o mar, lá embaixo,
escuta melhor
quando a gente finalmente para de lutar.
Nereu Alves
O próprio apego que temos a determinadas formas de pensar cria bloqueios para que a gente compreenda ou ao menos tenha racionalidade ao ouvir alguém dizer o diferente. — Ignorância não é o problema, o problema nosso é a rejeição ao saber por causa dos conteúdos morais que um pensamento novo nos trás.
Há dias em que a dor é só uma marola... suave, quase mansa.
A gente até acredita que aprendeu a lidar. Mas então vem outra onda, maior, e nos engole por inteiro.
Tem gente que vive de aparência para ter fama de metida, gasta o que não pode a noite e come pão com mortadela durante o dia.
Arrota vantagem sem olhar suas decadências, ser hipócrita tá no sangue, ser idiota é demência.
Pessoas sem conteúdo e embalagem sem valor, todo mundo tem um preço no jardim dos corruptos.
O fogo do amor não precisa deixar de arder porque alguém não soube se aquecer...
Tanta gente com frio... Precisando de você;
A vida é cair e levantar. A gente cai, mas a gente levanta mais forte. Cada tombo é um novo aprendizado. Quanto maior o tombo, maior a lição aprendida.
