A Gente Aprende com as Decepções
Entre meus erros e meus acertos,
caminho como quem aprende a andar na própria sombra.
Cada passo guarda uma história silenciosa, onde o passado sussurra lições que o coração ainda tenta entender.
Minhas atitudes carregam consequências, como pedras lançadas no lago do tempo.
As ondas se espalham além do que vejo, lembrando que toda escolha ecoa mais longe do que imagino.
Entre confiança e desconfiança,
o coração constrói e derruba pontes.
Às vezes a decepção me deixa em silêncio, caminhando sozinho pelas ruas da própria alma.
E nos pensamentos
sem posicionamento,
aprendo que o silêncio
também decide caminhos.
Porque até na solidão nasce um espelho, onde descubro quem fui…
e quem ainda posso ser. 🌙
Teu amor me deu asas
Teu amor me deu asas
como as de um gavião
que aprende o céu sem medo.
Quando teu olhar encontra o meu,
o mundo fica pequeno lá embaixo
e meu coração voa alto,
só para te alcançar
no horizonte do sentimento.
Há algo em ti que chama o vento,
algo forte e livre como asas
abertas ao sol.
E eu, que antes caminhava
no chão das incertezas,
aprendi contigo a voar no silêncio
do amor, onde cada batida do peito
é como o bater das tuas asas perto de mim.
Se um dia o céu
escurecer e o mundo pesar,
deixa que meu amor seja teu vento.
Pois não quero te prender à terra,
quero voar contigo
— lado a lado
— como duas asas do mesmo destino cortando o infinito do amor.
Um amor para recordar
é aquele que não passa com o tempo —
ele aprende a morar na memória.
Como o pôr do sol que insiste em voltar todo dia,
teu nome ficou gravado no silêncio do meu peito,
como se o destino tivesse escrito nossa história
com tinta de eternidade.
Ligados pelo amor,
como duas estrelas que o céu aproximou sem pressa.
Mesmo quando o mundo gira depressa demais,
há um fio invisível que nos puxa de volta,
um laço feito de carinho, saudade e promessa.
E nele meu coração encontra abrigo
toda vez que pensa em você.
Se um dia o tempo tentar apagar os passos,
a lembrança ainda saberá o caminho.
Porque alguns amores não terminam —
eles apenas viram luz dentro da gente.
E no meu coração você permanece assim:
um amor que o tempo não leva,
um amor… para sempre recordar.
Coração do Noivo
No silêncio que antecede teus passos, meu peito aprende a bater diferente,
como se cada pulsar soubesse teu nome antes mesmo de eu dizê-lo.
Te vejo chegando e o mundo inteiro se curva em calma,
porque tudo em mim encontra sentido no teu olhar.
Prometi ser abrigo, mas é em você que eu descanso,
prometi amor, mas é você quem me ensina a amar além do tempo.
Se minhas mãos tremem, é porque seguram um destino bonito demais,
e nesse instante, sou inteiro por ter você ao meu lado.
Hoje não é só um “sim”, é o começo do infinito que escolhemos juntos,
é o meu coração encontrando o lar que sempre procurou.
E se o futuro nos chamar de surpresa, eu só preciso lembrar:
que te amar já é a mais perfeita certeza que existe em mim.
Quem aprende a viver em paz na própria companhia descobre que a solidão nem sempre é ausência de amor. Às vezes, ela é apenas o tempo necessário para que a alma deixe de procurar no outro aquilo que precisa encontrar em si mesma.
-Jouberth Toffoli
Depois de algumas feridas, a mente aprende a desconfiar até daquilo que poderia fazê-la feliz. O medo de conhecer alguém novo nem sempre nasce da falta de amor, mas da lembrança da dor que um dia já foi chamada de amor.
-Jouberth Toffoli
Quem aprende com a dor deixa de ser vítima e passa a ser autor da própria história. 🎭
-Jouberth Toffoli
Você aprende com pessoas traiçoeiras.
Três lições:
1. Nem todo mundo que diz que te ama quer o seu bem.
2. Nem todos em quem você confia serão leais.
3. Algumas pessoas passam pela nossa vida para nos ensinar a não sermos como elas.
A Sua Dor Mora em Mim
Colecionei luas quebradas no fundo dos bolsos, pedras antigas que aprenderam a chorar antes dos rios, areias que se tornaram partículas de sangue, meu nome dormia entre galáxias apagadas, enquanto teus passos atravessavam constelações e sem perceber as cinzas que deixava marcadas em mim, havia um jardim escondido dentro do meu peito, onde só raposa de nove caudas, aquela que sempre guardava os seus segredos, a que sempre trazia água quando você tinha sede, aquela que daria a alma pra salvar a sua, a que roubou as estrelas pra você pousavam e descansar e pós sobre meus ombros, levando em lugares que você sempre quis visitar.
Eu sempre te chamava teu nome em idiomas que os ventos esqueceram, mas a madrugada devolvia em forma de silêncio, por que minha dor é a sua dor e a sua dor é a minha dor, eu me desfiz lentamente, como um planeta que escolhe cair na órbita de um sol que nunca o viu o verdadeiro brilho, as noites em Saturno parece inclinar-se sobre o mundo, como um velho sacerdote observando aquela raposa se perder no seu próprio amor que se tornou proibido.
E me destruir em você, como cristal lançado ao mar, como cometa que aceita morrer apenas para iluminar um céu, o seu céu, nas cidades invisível que construir, mas pontes que ergui entre universos, nos oceanos que dei seu nome, nas cartas que pedi ao vento que lhe entregasse, nos planetas que inventei para que você pudesse habitar, mas na sua realidade você não me escolheu.
Enquanto eu recolhia as luvas quebradas e você caminhava por outras estações, eu aprendi o idioma das auroras somente por que você amava escutar os cantos delas, enquanto meu coração contruia moradas, o seu seguia caminhos que nao levavam até mim.
A esperava que ainda restava me fez sentir que existe chance, só que isso aconteceu nos meus pensamentos, porque na sua realidade, na sua realidade, você nunca me escolheu, ainda bem que tive as ametistas que guardaram meus segredos, e as obsidianas beberam minhas lágrimas, Saturno, velho sacerdote do tempo, escreveu meu nome nos anéis do esquecimento, eu conversava com estrelas adormecidas, pedindo que levassem até você as cartas que nunca tive coragem de enviar, que falei pro vento sopra, mas os meteoros retornaram vazios, trazendo apenas poeira e inverno onde era mais frio que Urano, no templo das coisas impossíveis, acendi velas feitas de auroras, e cada chama dizia teu nome como se amar fosse uma espécie de feitiço capaz de dobrar o destino.
Talvez eu tenha sido oceano para quem precisava apenas de chuva
Talvez eu tenha sido eclipse para quem procurava somente a luz
Talvez eu tenha sido fogo pra quem precisava de água
Talvez eu tenha sido inverno pra quem precisava do verão
E mesmo assim, dividi meu céu, minhas estrelas, meus desertos e meus marés, carreguei tua ausência como quem carrega uma constelação inteira nos braços.
Por que a minha dor é a sua dor, e a sua dor se tornou minha dor, mas somente dentro do universo que criei, porque no mundo onde as horas respiram, onde as pessoas fazem escolhas e os dias seguem seu curso, você caminhou por outra estrada e eu fiquei entre planetas partidos, em eras de histórias que já foram contadas, entre pedras antigas e luas sem nome, aprendendo que algumas almas se encontram apenas para morar nos sonhos.
Talvez, em algum horizonte distante, eu descubra que o amor não era pesado e sim leve por inteiro, enquanto o céu contempla mais uma vez o meu jardim florescer lentamente.
Quando o Coração Aprende a Escrever
Escrevemos porque, às vezes, o coração já não consegue guardar tudo aquilo que sentimos. Escrevemos e entregamos ao papel nossas imaginações, nossos sonhos, nossas lembranças e até aqueles sentimentos que nunca tivemos coragem de dizer em voz alta. Transformamos tudo em palavras, e as palavras, silenciosamente, começam a contar aquilo que durante tanto tempo viveu escondido dentro de nós. Talvez esta seja uma das obras mais bonitas que podemos criar: olhar para um pedaço de papel e descobrir que ali existe um pouco da nossa própria vida. Uma folha que antes estava vazia passa a carregar amores, saudades, encontros, despedidas, desejos e sonhos. E aquilo que estava preso dentro do peito ganha liberdade. Há algo profundamente romântico nisso. Quando escrevemos sobre o que sentimos, não estamos simplesmente contando uma história. Estamos permitindo que um instante sobreviva ao tempo. Um beijo que terminou continua existindo nas palavras. Um abraço que ficou no passado pode novamente aquecer o coração. Um olhar que durou apenas alguns segundos pode permanecer por anos entre duas linhas. E até uma saudade, quando escrita, encontra uma maneira delicada de continuar amando. Talvez por isso eu goste tanto de reencontrar meus sentimentos no papel. É como encontrar uma parte de mim que pensei ter ficado para trás. Leio aquilo que escrevi e, de repente, escuto novamente minha própria voz, reconheço minhas emoções e percebo que tudo aquilo que um dia esteve dentro do meu peito continua vivo. Algumas palavras me fazem sorrir. Outras me levam de volta a lugares onde somente a memória consegue chegar. E existem aquelas que fazem os olhos demorarem um pouco mais sobre a página, porque sabemos que não estamos apenas lendo: estamos sentindo outra vez. Mas existe algo ainda mais bonito. Quando aquilo que nasceu dentro de nós consegue tocar outra pessoa, nossos sentimentos deixam de pertencer somente à nossa história. Alguém lê nossas palavras e encontra nelas uma lembrança sua, um amor seu, uma saudade sua. É nesse momento que descobrimos que os sentimentos humanos, apesar de tão particulares, possuem caminhos secretos que ligam um coração ao outro. Talvez escrever seja exatamente isso: retirar delicadamente do peito aquilo que não queremos perder e confiar ao papel a missão de guardá-lo. Porque a memória pode esquecer detalhes, o tempo pode mudar paisagens e a vida pode nos levar para muito longe, mas aquilo que foi escrito permanece esperando por nós. E quando voltamos para lê-lo, encontramos novamente quem fomos, quem amamos, aquilo que sonhamos e tudo o que tivemos coragem de sentir. Então compreendo que nunca escrevemos apenas com as mãos. Escrevemos com aquilo que vivemos. Escrevemos com nossas lágrimas, nossos sorrisos, nossas ausências, nossos encontros e nossos amores. A caneta apenas acompanha. Quem realmente escreve é o coração. E talvez seja essa a maior beleza de transformar sentimentos em palavras: um dia, depois que o momento tiver passado, podemos abrir uma página e descobrir que aquilo que estava dentro do nosso peito ainda respira. Ainda emociona. Ainda encontra outros corações. Ainda está vivo.
A tentativa de agredir é positiva, quando não nos sentimos agredidos e aquele que agride aprende sobre si mesmo.
Quem duvida da sua força enquanto recebe sua amizade aprende a respeitar da pior forma, quando se torna adversário.
Filho não nasce sabendo limite. Aprende.
E quem tem que ensinar é pai e mãe, não a escola, não a internet, não a polícia.
Se for esperar o mundo ensinar, vai doer.
_Van Escher_
Aprende a olhar o erro com honestidade.
Negá-lo enfraquece,
justificá-lo confunde.
Quem reconhece
ajusta o passo,
e quem ajusta
não permanece onde caiu.
Aprende uma coisa menina, ninguém vale a tua dor , a tua lágrima , a tua mudança..apenas você mesma .. ninguém vale teu esforço, se fizer algo faça por você mesma ...
