A Gente Aprende com as Decepções
Em busca da menina perfeita!
já tenho uma pretendente
mais eu descobri que ela já magoou muita gente, não há mais gente como a gente,
as pessoas hoje em dia só tem uma coisa em mente, fama, tem gente que por causa da tal, machuca até quem ama, tudo para construir um império que depois de um tempo vai parar na lama.
Na escola, a gente conhece muita gente, mas não tem muitos amigos! E os contratos temporários são amigos do "rei"!
A vida das pessoas seria muito mais próspera se, a mesma energia que elas dispensam demonstrando sofrimento e vitimismo, fosse utilizada para demonstrar força e superação nas adversidades, com alegria e bom humor.
Às vezes, nos esforçamos tanto para nos adaptar, cuidar, lutar e demonstrar nossos sentimentos. Mas quando a pessoa que amamos não se esforça em retribuir, o amor parece não ser verdadeiro. Será que o orgulho está nos cegando? Será que estamos com medo de ir atrás do que realmente queremos? Afinal, quem ama de verdade não desiste facilmente. É preciso coragem para seguir em frente e buscar aquilo que faz nosso coração vibrar. E se precisarmos abrir mão de algo, que seja por escolha própria, não por medo ou insegurança. O amor é um sentimento forte e intenso, e merece ser vivido de forma plena e corajosa.
Sabe aquela ideia masoquista em sempre querer ser campeão em tudo?
Uma ideia doentia e deprimente de superação sobre o outro.
Não somos oponentes, somos coadjuvantes.
Não há vencedor quando o assunto evolução de todos.
De gente orgulhosa, insuportável e enjoada eu quero mais é distancia, prefiro estar ao lado de gente que me completa acrescenta e me faz feliz!
"Muitas alminhas ainda não descobriram a diferença entre "boa gente e gente boa ". Quando descobrirem passam a se "ferrar" menos !"
"Eu sei...
Tem gente melhor que eu.
Tem gente pior que eu.
Mas, igual a mim... Ninguém!"
Haredita Angel
19.04.1982
"Tem gente que a gente ama de graça.
Mas, tem gente que nem ao som de violino!"
Haredita Angel
22.05.16
A FAVOR DE GENTE DE VERDADE
Eu sou uma eterna apaixonada por palavras. Música. E pessoas inteiras. Não me importa seu sobrenome, onde você nasceu, quanto carrega no bolso. Pessoas vazias são chatas e me dão sono. Gosto de quem mete a cara, arrisca o verso, desafia a vida. Tem muita coisa dentro de você? Então jogue essa porra de identidade fora e senta aqui. Pára de falar da rave. Da viagem. Das 200 horas que ficou sem dormir ouvindo tuntztuntz. Ok, pode falar! Mas seja breve. Eu quero saber sobre você. VOCÊ! Você não é só uma festa, uma foto de orkut, um carro bonito que te custa caro. Você não é só um i-phone, uma tv de plasma, uma notícia barata de jornal. VOCÊ É GENTE! E gente sente. Gente ama, sofre, sente sono. E tem medo. EU TENHO MEDO. Eu, na verdade, tenho muitos medos. E um deles é que as pessoas virem apenas uma IMAGEM. Não para os outros (que se fodam os outros!), mas para si mesmo. Meu Deus, aonde vamos parar? Antes que a conversa se estenda, quero esclarecer logo. Não sou hipócrita, veja bem. Também adoro um auê, uma frescurinha, champagne boa. Tenho um ego chato que apaga fotos em máquinas alheias. Fico emburrada se a calça jeans não entra. Brigo cá com meus defeitos (que são caros, fartos e meus). E acho que todo mundo também. Mas o que vim dizer hoje não é isso. Ou melhor, é sim. O que eu quero falar na verdade é que: A GENTE PODE SER BEM MAIS QUE ISSO. Que tal preocupar-se um pouco mais com SER do que com o TER, nem que seja pra variar? Me conte suas viagens, me mostre sua história, mas seja sincero: você detestou aquele lugar que todo mundo ama! VOCÊ ODIOU, na verdade. Então pra quê dizer que foi uma viagem “do caralho” e colar aquelas fotos com aquela gente cretina bem no meio do seu mural? Não precisa fazer linha comigo, nasci desalinhada, você sabe. Lembre-se de quem você era, DE QUEM VOCÊ É. (Você se lembra?). É sua essência, tudo o que há por trás desse sorriso lindo e óculos escuros. É minha gente. Estou naqueles momentos silenciosos em que pouca coisa parece fazer sentido. Sigo a vida conforme o roteiro, sou quase normal por fora, pra ninguém desconfiar. Mas por dentro eu deliro e questiono. Não quero uma vida pequena, um amor pequeno, um alegria que caiba dentro da bolsa. Eu quero mais que isso. Quero o que não vejo. Quero o que não entendo. Quero muito e quero sem fim. Não cresci pra viver mais ou menos, nasci com dois pares de asas, vou aonde eu me levar. Por isso, não me venha com superfícies, nada raso me satisfaz. Eu quero é o mergulho. Entrar de roupa e tudo no infinito que é a vida. E rezar – se ainda acreditar – pra sair ainda bem melhor do outro lado de lá.
Que amor louco! A gente briga, se odeia e termina. Depois, sentimos saudades, choramos, fazemos amor e voltamos.
