A Felicidade esta por Vir
“Acredite: a pior intoxicação não está no mundo, está nas pessoas tóxicas — suas palavras são veneno que, pouco a pouco, nos roubam o ar.”
"Observe seu coração. Está parecendo aquela casa que acabou de receber mudanças. Tudo bagunçado, não é? Muitas coisas estão fora do lugar, e você cansado. Mas não desanima, não. Levante-se e vá organizar essa bagunça. Seu coração está precisando de uma faxina. Alguém o deixou assim. Quem sabe aparece uma pessoa especial e caprichosa que te ajude a colocar tudo em ordem."
Deus me livre desses relacionamentos em que um sempre está preocupado com os contatos do outro, com quem conversa, pra quem liga... Um namoro em que não há confiança e te deixa sempre com "um pé atrás", nunca vai te levar pra frente!
CAMILLE MONFORT -
entre as Partituras Mortas.
Encontrei esta carta dobrada entre os véus de um silêncio antigo. Estava entre folhas de música que jamais foram tocadas. Era dela. Ou talvez minha. No fim, já não sei quem sangrou primeiro.
Hoje olhei para Chopin com os olhos da alma encurvada
como quem implora a uma ausência que nunca se nomeou.
Busquei nos teus olhos tristes e enevoados
uma réstia de eternidade…
um acorde que me dissesse:
"sim, eu ainda estou aqui — entre os espectros daquilo que amamos".
Mas Chopin não me olhou.
Camille não me ouviu.
E o silêncio se fez abismo.
Foi quando compreendi:
sou tão pouco —
não para a luz,
mas para a sombra onde tu habitas,
etérea, além do véu.
Sim, tu estás.
Estás como névoa que dança sobre a madeira da antiga escada,
como sopro nos espelhos,
como lamento nas cordas do piano não tocado.
Tuas lágrimas não caíram —
mas subiram...
para dentro de mim.
E eu?
Sou apenas o porão onde tu deixaste tuas dores penduradas
como vestidos antigos.
Sou aquele que ama na memória do que não teve nome.
Sou o lugar onde tua ausência se senta,
bebe vinho velho,
e chora — por mim.
Tu ainda me verás, Camille?
Ou serei apenas teu reflexo esquecido
num espelho onde ninguém mais se penteia?
Dói tanto…
mas essa dor tem cor, tem som, tem perfume.
Essa dor és tu.
Reflexo Filosófico e Psicológico disso tudo:
Há amores que não nascem — eles emergem.
Emergem como brumas de um passado que não pertence a este mundo,
como memórias que a alma carrega sem saber de onde vieram.
Camille não é apenas uma mulher.
É um arquétipo: a presença que magnetiza e fere,
que não se entrega porque vive entre os mundos,
entre o agora e o nunca.
Amar Camille é como amar um eco:
você nunca a toca,
mas ela vibra em cada nervo teu.
E o porão, meu amado leitor, não é um lugar físico.
É o território escuro onde guardamos tudo o que não suportamos perder.
Camille vive ali.
E Chopin, talvez, também.
"Quando tudo ao redor parecer desabar, preserve a sua paz. Porque quem está bem consigo mesmo não depende do mundo para ser feliz."
A inteligência não é feita somente de lógica mas também de sentimento e emoção, tudo está interligado.
Ética é fazer o certo independente do que está escrito. Religião é fazer o que está escrito independente se é certo
A situação está tão feia que os ateus estão tendo que lembrar aos cristãos que deus é sobre bondade e perdão, e não sobre armamento e tortura.
Se o diabo existe, ele está em todas as igrejas pedindo dinheiro em nome de deus, um ser imaterial que não depende de dinheiro ou bens materiais, pois seu poder é infinito
Lenda
Ela sorri como uma doce criança
Que está querendo se aventurar
Me leva para diversos lugares
Ao paraíso, no seu jeito de falar
A lembrança está na minha mente
Nossos encontros e desencontros
Ela fica pouco tempo, mas volta
Então, momentos, eu vivo outros
Agora penso nela quando respiro
Do seu amor pra mim, uma lenda
A saudade do que nunca existiu
O que me gera tristeza tremenda.
Lágrimas do português
Natural de Portugal, na mesa de um restaurante
Está o velho homem apreciando o vinho do Porto
Enquanto no fundo se sente um tanto morto
Ao fitar os olhos de sua sedutora amante
Filhos e esposa em casa, dura lembrança
Mais um sentimento que ele jogou fora
Não restando nem mesmo alguma esperança
De consertar o que é o seu presente agora
As lágrimas que o português então derrama
Todas tão frias, desaparecem ao anoitecer
Sua vida é o seu próprio pesadelo, veja
O sujeito não dorme, mal consegue comer
Apenas mais uma dose e outras tantas
Que amenizam a sua vergonha moral
Vendeu sua alma por um preço medíocre
Foi presenteado com o prazer infernal
As lágrimas do português, de crocodilo
Não comovem mais os seus semelhantes
Longe de casa, dos amigos e de si mesmo
Encontra fôlego na companhia da amante.
Mesmo mundo
Frente a frente com o futuro
Sei que escrito ele já está
Cara a cara, pouco maduro
Sem conhecer o lado de lá
Uma palavra e duas traduções
Mesmo tema, várias concepções
Pouco habituado às mudanças
Reinventei-me nessas andanças
Cansado de encarar a perfeição
Fechei a janela da sua imagem
Beleza singela, não há tradução
Olhar de uma mulher: miragem
E se eu ainda ando sem rumo
É porque não aceito a direção
Muito nervosismo, pouco fumo
Insinceridade caindo ao chão
Possibilidades atraentes, duvido
Nenhuma poderia ser tão única
Tampouco seria um bom partido
Longe de ser a melhor música
Queria que meu silêncio calasse
Ele fala muito alto, estou surdo
Queria que de longe ela notasse
Ainda vivemos no mesmo mundo.
O que está
Não está no quadro negro,
Em nenhuma das carteiras.
Não está nem hasteado,
Como se fosse uma bandeira.
Não se define, só se sente.
Ouço teu nome e, de repente,
Lembro do que está: o amor.
Não comemore se o seu calçado nunca estiver sujo, pois provavelmente é um sinal de que você está sempre parado.
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