A Culpa é minha me Perdoe

Cerca de 5703 frases e pensamentos: A Culpa é minha me Perdoe

não vou jogar essa culpa em você.
a vida não se resolve tão fácil
como uma novela clichê,
porque eu sei que até você lutava contra teu próprio ser.

Te prometi não desistir da gente, mas se um dia isso acontecer, saiba que a culpa não foi minha ⁠

Ah, culpa, como eu amo você, adoro esse aperto no peito que você me faz sentir, amo a vontade de sumir que você faz eu querer ter, é apaixonante a forma que você vai me sufocando aos poucos, se você pudesse falar no meu ouvido... Até consigo escutar: "vai, se joga de um morro", é seduzente o jeito que você tira meu sono, é adorável a maneira como você esfrega na minha cara o fato de eu ser uma completa idiota. Ah, culpa, eu te amo, então por que não vai embora? Por que não se cansa de mim e some? Por que continua aqui? Talvez eu não te mereça, então te deixo livre para ir.

O ignorante coloca a culpa no outro;
O culto coloca a culpa em si;
O sábio não culpa ninguém.

É melhor ser chato, exagerar, se esmerar em cuidados por amor, do que por culpa da negligência, sofrer através da perda as agruras da dor.⁠

Quando quer fugir da culpa, o indivíduo se esconde atrás de ídolos e de crenças feitas sob medida pro próprio ego

Fui refém da culpa até o perdão me soltar, perdão abriu a porta da liberdade interna, soltar a culpa foi voltar a caminhar leve, liberdade veio quando deixei de me prender.

A culpa pode ser um espelho que não reflete somente você. Às vezes nele vejo traços alheios, histórias que carreguei por medo. Limpo o espelho com a verdade e descubro minha face inteira. Nem sempre bonita, mas minha, e por isso possível de amar. Aceitar o rosto próprio é desterrar a culpa que não é só minha.

Sua vida é o manuscrito sangrento que constitui seu único legado, viva-o sem o censor da culpa, pois o julgamento da plateia é um fantasma pálido diante da verdade brutal que reside em suas vísceras.

Quando o Amor Carrega o Crepúsculo da Culpa.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.


“Não há culpa em amar-te, mesmo quando esse amor me devora em mortes sucessivas. E, quando de ti necessito, aceito que venha envolto no presságio funesto que já habitava a primícia do próprio sentir.”

Nesta formulação, o amor surge como sacramento e sentença, um movimento que exime de culpa porque nasce inevitável, anterior à vontade. A “primícia funesta” torna-se o anúncio silencioso de que todo afeto profundo carrega sua sombra desde o primeiro gesto, e que ainda assim escolhemos permanecer.

Que o peso e a luz dessas palavras se tornem um caminho onde a dor e o desejo se reconciliam na busca pela imortalidade.

A grande parte das crenças religiosas envolve sentimentos de culpa, e provoca o pior que há dentro de seus adeptos, fazendo com que eles fiquem alheios à realidade ao mesmo tempo, em que se tornam sonhadores de suas próprias visões que dividem com outros do seu grupo de pensamentos semelhante.

⁠Durante anos e anos me culpei pelo nosso término,mas
só agora percebi que a culpa não foi minha.
Isso aconteceu por sua causa,todo o sofrimento,
a dor, foi por sua culpa.
Eu te amava, mas você nem ligava para os
meus sentimentos, nos momentos difíceis,eu
estava ao seu lado,mas você…você era muito
infantil, por isso tudo acabou.
Eu te amei do fundo do meu coração,e eu sofri
tanto mas tanto, quando terminamos, que parecia
que estava morrendo por dentro,quando eu te via,
sentia um vazio em meu peito,e só depois de um
tempo percebi, que você não é ,e nem era meu
grande amor, e sim uma pessoa que passou pela
minha vida apenas para me magoar e machucar,
espero que ache alguém que te ame, e que você
a ame muito, só não a magoe, pois isso ,quebra
por dentro,então é isso, adeus John.

⁠O Injusto Culpa o Justo Por Tudo.

Somos perdoados para que nossa culpa não nos afaste de Deus. Somos justificados para que nossa condenação não nos afaste de Deus.

Seja um incendiário de pontes sem culpa,
Tire o acesso de quem não foi recíproco.

O Limiar

Sinto tua falta como quem sente culpa,
não apenas dor.
Há um frio que não vem da ausência,
mas do que eu seria
se cruzasse a linha que me separa de ti.
Compreendi — tarde demais ou cedo demais —
que entre o querer e o tocar
existe um espaço que não me pertence.
O que me atrai não é a vida contigo,
é o risco, a queda,
a vertigem de um amor que cobra tudo.
Nada posso fazer.
Não por fraqueza,
mas porque há desejos que, ao serem atendidos,
destroem o que tocam.
Sou criatura do limiar:
preciso de permissão para entrar,
não na tua casa,
mas na região mais vulnerável da tua alma.
E sei que isso não seria amor.
Seria fome disfarçada de ternura.
Não me salvaria,
não te despertaria —
apenas nos perderia.
Eis o dilema humano:
amar e, ainda assim, escolher não tomar.
Ser condenado a observar,
não por falta de coragem,
mas por excesso de consciência.
Amaldiçoado não por amar demais,
mas por entender o preço do amor.

Quando a culpa aperta, ele se ajoelha diante de ídolos falsos para se sentir imune à própria imoralidade, que o adoece

Pra não encarar a culpa, ele se esconde em ídolos e crenças egoístas.

⁠Culpa não é um lugar para se viver.

Ritual de Encerramento da Culpa


Eu reconheço meu erro.
Não nego, não diminuo, não transfiro.
Foi uma atitude impulsiva, contrária aos meus valores,
e assumo inteira responsabilidade por ela.
Eu reconheço minha culpa,
mas não aceito mais viver como prisioneiro dela.
Culpa é consciência — não sentença eterna.
Eu já pedi perdão.
Eu já me desculpei.
Eu já entendi.
E mesmo que o perdão não venha do outro,
eu não posso continuar me condenando todos os dias.
O que aconteceu não define quem eu sou,
define apenas um limite que eu não voltarei a ultrapassar.
Hoje, eu encerro a fantasia do “e se”.
Encerro a tentativa de voltar ao que não existe mais.
Encerro a punição diária que só prolonga a dor.
Eu solto essa relação,
não por indiferença,
mas por respeito — a ela e a mim.
Eu aceito que há coisas que não têm volta.
E aceito que seguir em frente
não é falta de caráter — é maturidade.
A partir de hoje,
transformo culpa em aprendizado,
dor em vigilância,
erro em mudança real de hábito.
Eu não repetirei os comportamentos que me trouxeram até aqui.
Eu escolho ser um homem mais consciente, mais firme, mais íntegro.
O passado fica no passado.
O que carrego comigo é a lição — não a prisão.
Eu sigo.
Mesmo com medo.
Mesmo sem respostas.
Mesmo em silêncio.
Eu sigo.


“Eu fiz o que pude. Agora, eu sigo em paz.”