A Cartomante Machado de Assis Poemas

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Ter o coração no chão


Traços ecoa um amor nunca vivido
Conduz mares para refazer um destino
Abraça o vão dessas maresias
Navega no mar onde busca um sentindo
Um chão para pisar sem tua presença.

Sussurros dos ventos


Singularidade dos ventos
Simplicidade do som
Suavidade de ventos
Refaz caminhos, pois escuta a tranquilidade do sons baixos
Onde busca ter paz
Para enfim navegar.

No meio do caos


Navego nas maresias
Onde há mares agitados
Envolvo de uma intensidade
Onde busco sensações inquietantes
Demasiado do pulsar
Abraça a singularidade da aventura.

Folhas do chão


Face de um chão entristecido
Leva parte de nós
Horizonte amplo do sentir
Conduz um passos para encontrar um destino chamado primavera.

Passos para o destino


Persisto andando
Sedento de rotas
Singularidade da aventuras
Direção de um sentido intenso
Para viver em um lugar melhor.

No meu horizonte


Navegar onde há mares agitados
Extensão única de uma aventura
Refaz rotas na intensidade
Navega buscando o porto seguro.

Quase


Quase fomos maresias
Quase única via desse navegar
Quase abraçamos sentido o pulsar
Quase seduzimos em toque quentes
Quase ecoamos nosso amor.

Quase parte 2


Não tivemos encontros
Não nos conectamos por falta de oportunidade
Por falta de oportunidade de fala
Por falta de iniciativa de nós.

A falta da dor


Abismo da Saudade
Entre a Dor e a Ausência
Fatalidade das cicatrizes
Laços de turbilhão de sensações
Intensidade das dores um dia vívidas.

Estrelas


Estado singular
De olhar para o céu
Ver a vastidão das estrelas
Lindeza ampla da sinergia das constelações.

Saudade


Singularidade do teu olhar
Nossos encontros e desencontro
Ausência caótica do meu amar
Demasiado das sensações
Ecoa instantes do amor a distância.

Inverno


Intensidade do vento do norte
Ventania envolvente
Refaz o navegar
Onde busca viver essa estação.

Tempo leva tudo


Tudo ecoa momentos
Partes desfeita de nós
Levam as sensações
Levam as inquietudes dos abraços
Levam as maresias de toques quentes.

Te apaguei das minhas linhas


Deixe nos versos parte de nós
Deixei as conexões dos olhares
Deixei as emoções pela razão
Deixei de navegar no amor
Deixei de enfim cair nas maresias das sensações.

Pedaços de nós


Partes de nós
Estiveram em abraços intensos
Demonstrações amorosas
Laços do amor diário entre nós
Sobrou pedaços de um amor vivido.

Despedida Inevitável


Demasiado de momentos
Espera sentir sua presença sempre
Passos envolvente de histórias
Intensa destacada mares das sensações
O momento da Despedida chega
Com o norte de mar maravilhoso.

Terei sempre que ir


Tenho sempre esse espírito aventureiro
Envolvente das maresias
Extensão dos mares
Intensidade singular
Medito nessa ida inevitável.

Um Poeta solitário


Um aventureiro
Busca maresias e sua amplitude
Palavras são como a vastidão dos ventos
Esse pulsar voraz por um norte
Singularidade de um sentir desolado.

Seu colo é meu preferido…
é onde o mundo desacelera
e o coração encontra paz.
Helaine Machado

O afeto seguro nasce no simples: presença, escuta e acolhimento.
Quando alguém se torna abrigo, o sistema emocional desacelera.
É ali que a mente silencia e o corpo entende que pode relaxar.
O colo não é apenas físico — é conexão, é pertencimento.
Amar também é oferecer um lugar onde o outro possa existir sem medo.
E quando isso acontece, a alma finalmente descansa.
Helaine Machado