A Amizade Surge quando Aprendemos a Admirar
Síndrome do desespero
A verdade doi mais que a mentira.
Quando nao se acredita nas verdade
Torna se objeto num objetivo num caminho sem rumo.
Portanto todo caminho tem ter responsabilidade de um rumo mesmo para o abismo.
A felicidade de estar caindo num precipício de emoção.
Pode ser entender melhor como felicidade.
Paradoxo de existência tornasse uma parabula nas lafacias de um loucutor.
Tristeza e alegrias ao mesmo tempo são parte do paradoxo do infinito ate o caos absoluto.
Foi ontem, quando começou nossa eternidade! Quando nos reconhecemos, assim o amor se fez, de uma vez para nunca mais se repetir igual e tão perfeito!
"Quando nos for permitido conhecer a alma de alguém, em suas mais profundas nunces e possibilidades, logo teremos acesso irrestrito a todos os seus segredos e desejos inconfessáveis..."
Giovanna & Benício
Quando a vida se tornar difícil
Busquem um livro
Ou escutem uma canção do seu eterno vozinho.
O Amor será sempre nosso guia neste mundo caótico.
Morte do Artista
Quando morre um homem,
a vida segue no sangue,
à sombra das gerações,
na memória que existe,
na existência suprimida,
no eco da lembrança que persiste.
Quando morre um artista,
seu corpo é palavra,
acorde metafísico,
sua ausência,
presença indomável.
E no silêncio do século
sua alma repousa
até que outra mão desperte o imponderável.
Sua obra vira fogo,
matéria inextinguível,
atravessa o tempo,
se faz eternidade.
A Crueldade da Poesia
A poesia me abriu o peito
e pediu meu sangue.
Quando a entreguei,
ela leu em silêncio, sorriu
e foi embora.
Fiquei ali,
com o coração pingando,
verbo amputado, sem sentido,
entendendo — tarde demais —
que a poesia não consola,
nem o poeta, nem a musa.
Poeta não é herói:
ela o consome,
o destrói.
O AMOR, QUANDO ELE CHEGA
I
O amor, quando ele chega,
altera o tempo e o clima,
transforma a rota do vento,
desloca o eixo da Terra
e o hemisfério se inclina.
II
O amor, quando ele chega,
organiza o caos infindo,
desmantela o imponderável,
rasga as vestes da razão,
e o que antes era utópico,
nas cordas do coração,
desamarra o improvável.
III
O amor, quando ele chega,
desperta o desconhecido,
faz oscilar estações
pra confundir os sentidos.
IV
E, nessa linha de sombra,
respira uma verdade fatal:
o amor, quando ele chega,
nos expõe à vil tragédia
que não raro é seu final.
Todo e qualquer projeto ao qual o homem se dedique está fadado ao fracasso quando confrontado com a complexidade do universo.
Onde moramos, onde desejamos viver — quando amamos alguém, esse alguém torna-se nosso lugar de repouso. A ausência seria o desespero de não ter para onde voltar. Assim eu sinto: ela é minha casa, meu lugar de morada. Não desejo outro canto, ainda que às vezes eu saia; sei que existe um lugar no mundo para o qual posso sempre retornar em segurança. Contudo, essa certeza também é conflitante: saber que, sem ela, meu mundo se perderia, sumiria junto com sua ida. Se um dia isso ocorrer, serei nômade, alguém em fuga, em profundo desamparo, à procura daquilo que já não pode mais ser encontrado.
Tudo o que amei, amei sozinho. A solidão é o estado original da alma quando ela não negocia consigo mesma. É nesse espaço sem plateia que o amor existe inteiro, sem função, sem utilidade, sem promessa. Só somos nós quando estamos sós. O resto é adaptação ao olhar alheio, ruído social, sobrevivência simbólica.
Sou um completo desconhecido para os outros. O que chega até eles são fragmentos, gestos toleráveis, versões aceitáveis. O essencial não atravessa. A identidade real não circula, não se presta, não se oferece. Ela permanece recolhida, densa, silenciosa. A alma humana não se deixa tocar sem perder forma.
Minha canção nasce no silêncio. No silêncio onde se cria o absurdo. Onde o impossível se organiza. Onde a palavra não explica, apenas existe. No silêncio onde se esconde o medo. O silêncio sustenta aquilo que não pede tradução, aquilo que não aceita clareza.
Essa é a autópsia da alma humana. Amar sozinho. Pensar sozinho. Existir sem testemunha. Permanecer inteiro longe da compreensão. O que importa não se anuncia. Não se justifica. Não se resolve. Fica. Em silêncio.
Quando o amor encontra seu lar, ali permanece, não por inércia, mas por escolha. Ele se acomoda nos gestos mínimos, na repetição dos dias, no reconhecimento silencioso de um no outro. Ficar não é fraqueza, é decisão cotidiana. O amor cria raízes, aprende o ritmo da casa, conhece seus ruídos, suas sombras e suas promessas.
O vento não chega de uma vez. Ele começa como estagnação, como descuido quase imperceptível, como a falsa segurança de que tudo está garantido. É a falta de escuta, a ausência de curiosidade pelo outro, o adiamento constante do cuidado. O vento é o silêncio que se prolonga, a palavra que deixa de ser dita, o toque que vira hábito sem presença.
A casa não cai por ódio, nem por grandes tragédias. Cai porque deixa de ser habitada por dentro. O vento apenas revela o que já estava frágil. O amor não acaba quando o vento sopra; ele se desfaz quando ninguém mais sustenta as paredes.
Quando a vela apagou,
não foi só a chama que sumiu.
Foi tudo que dependia dela,
inclusive o pouco de clareza
DeBrunoParaCarla
As bocas falam sem parar,
mesmo quando deveriam calar.
E no excesso de vozes,
a verdade se perde fácil
DeBrunoParaCarla
A saudade é o imposto que pagamos por vivermos algo extraordinário. Mesmo quando a separação é breve, sinto um deslocamento, como se uma parte essencial de mim tivesse ficado na tua mala. O meu lado inquieto conta os segundos, enquanto o meu lado paciente revisita as memórias para manter o teu calor por perto. A saudade, contigo, é uma ferida que eu não quero que cure, pois ela prova que o que temos é insubstituível.
DeBrunoParaCarla
As vozes chegam antes do pensamento,
confundem, misturam, distorcem.
E quando você tenta entender,
já não sabe mais o que é seu.
DeBrunoParaCarla
Não foi de repente, foi aos poucos,
como quem aprende a sumir devagar. Quando percebi, já era vazio, e eu ainda chamando por você.
DeBrunoParaCarla
Quando ridicularizamos as entidades públicas superiores do país, é legítimo questionar se ponderamos outras realidades políticas. Por exemplo, o que aconteceria se vivêssemos num Estado em que a liberdade de expressão fosse severamente limitada, ou mesmo anulada pelo medo?
Há contextos internacionais onde o exercício de direitos fundamentais é drasticamente restringido. Em países como a Coreia do Norte, a liberdade política é praticamente inexistente, com relatos de campos de prisioneiros, vigilância extrema e punições severas. Já na Síria, sobretudo desde o início da guerra civil, têm sido documentados casos de tortura, detenções arbitrárias e repressão violenta da oposição. Situações semelhantes são apontadas no Irão e no Afeganistão sob domínio talibã, onde a repressão da dissidência e limitações aos direitos civis são amplamente denunciadas.
Esses exemplos não significam que outras realidades estejam isentas de problemas, mas evidenciam que há contextos em que a crítica pública pode implicar consequências graves, incluindo perseguição, prisão ou até a morte.
Retomando a questão central: se Angola fosse governada por um regime assente no medo — com repressão sistemática, perseguições e eliminação de opositores — ousaríamos, com a mesma liberdade, ofender ou ridicularizar figuras públicas ligadas ao poder? É plausível supor que não. Em contextos de forte repressão, a sobrevivência tende a sobrepor-se à crítica.
Daí emerge um ponto essencial: a liberdade de expressão não é absoluta, mas também não pode ser confundida com licença para a degradação do outro. Numa sociedade democrática, tanto o cidadão comum quanto as figuras públicas partilham direitos fundamentais — incluindo o direito à dignidade e à integridade moral.
Isso não implica silenciar a crítica — pelo contrário, ela é essencial. Contudo, impõe-se distinguir entre crítica legítima e ataque gratuito. A primeira fortalece a democracia; o segundo tende a degradá-la.
Assim, convém reconhecer: muitas vezes só exercemos a liberdade de forma despreocupada porque ela nos é garantida. E é precisamente por isso que deve ser usada com responsabilidade.
“A partir do momento em que a minha liberdade se transforma em instrumento para ferir o outro, a própria democracia começa a ceder. Onde termina a minha liberdade, começa a do outro.”
Porque viver não é sobre nunca cair,
é sobre aprender a continuar…
mesmo quando a gente não entende o porquê. No fim, cada um de nós está lutando uma batalha silenciosa.
E talvez a maior dificuldade que todos temos seja fingir que está tudo bem,
quando, no fundo, a gente só queria um pouco de paz.
Tudo bem...
DeBrunoParaCarla
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