25 anos

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Na vida encontrei grandes amigos...
Alguns levei anos para conhecer, outros levei apenas algumas horas...
De alguns obtive magoas, mas passou...
De alguns obtive alegrias e essas ficaram...
Aprendi e ensinei(ainda que através de maus exemplos)...
Encontrei amigos com qualidades que faltavam em mim....
Encontrei amigos que precisavam das minhas qualidades...
Creio que amigos são partes de mim que não nasceram comigo,
Algumas chegaram antes a este mundo
Outras chegaram depois...
E fica como uma das missões da minha vida:
Descobrir ou redescobrir essas partes e ir colocando elas no meu coração,
Pra que me tornem uma pessoa mais completa...
Meus amigos,como parte de mim, estão naquilo que eu sou,
estão nas minhas conquistas, nos meus sonhos, naquilo em que me torno melhor,
naquilo que me motiva a me reerguer quando de alguma maneira caio, naquilo que me motiva a lutar e naquilo que me faz ajoelhar a noite e agradecer a Deus pela vida que eu tenho...

Há cinco anos atrás, pensei que tinha perdido voce para sempre. Não há maldição que possa me afastar de você.

Se os governantes não construírem escolas, em 20 anos faltará dinheiro para construir presídios.

Tudo é uma questão de escala de tempo. Um evento inimaginável em uma centena de anos talvez seja inevitável em um milhão de anos.

Meu nome é Oliver Queen.
Depois de cinco anos
em uma ilha infernal...
Voltei para casa com um objetivo...
Salvar a minha cidade.
Mas, para isso,
não posso ser o assassino que eu era.
Para honrar a memória do meu amigo,
tenho que ser outra pessoa.
Tenho que ser algo...
...diferente.

Sempre te amarei mais a cada nascer do dia. Te amarei por dias, horas, meses, anos. Te amarei nos dias chuvosos. Te amarei ainda mais nas horas de alegrias. Te amarei em todas as estações. Te amarei por tudo, ou apesar de tudo. Te amarei com todo o meu coração, e para sempre. E é só contigo que a vida fica mais bonita.

3 de maio

Aprendi com meu filho de dez anos
Que a poesia é a descoberta
Das coisas que eu nunca vi

Oswald de Andrade
ANDRADE, O. Poesias reunidas. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1971

MM... Um dia eu acordei e percebi que 40 anos haviam ficado pra trás. Tomei um susto, afinal, metade da minha vida havia virado passado. Depois de tanto pensar e lembrar de tudo que vivi, meu coração voltou a bater tranquilo. Quem viveu 40 anos mais felizes que eu? Poucos. Meus 40 são valiosos porque em tudo eu fiz questão de ser intenso. Um dia eu acordei e 40 anos haviam se passado. Que bom poder trazer comigo a certeza de que tudo valeu à pena e que não há nada do que eu deva me envergonhar!

"Pensando em fazer
Pensando em fazer
Se passaram vinte anos...
Não consegui
Não consegui
Se passaram vinte anos...
Ai porque não fiz
Ai porque não fiz
Se passaram vinte anos...
Assim, se passaram sessenta anos
Essa é a história de uma vida vazia."

Não é a dor que nos muda, como há milhares de anos pensamos, mas a utilização inteligente dessa dor que fazemos ao longo da vida.

Ela, aos 15 anos: "o que você quer ser quando crescer?"
Ela, todo dia quando acorda: "Feliz!".

BEM, ACHO QUE NINGUÉM ACREDITA QUANDO EU DIGO QUE SÓ TENHO 15 ANOS, E ESCREVI ESSE TEXTO, MAS TUDO BEM, EU REALMENTE O ESCREVI .



Talvez, a história não seja verídica.
Talvez, nunca contem a verdade.
Talvez, tudo já esteja acabado, e nós, tolos, ainda não nos demos conta disso.
A única certeza que tenho nos dias conturbados, é que não sei de nada. A única certeza que me cabe, é a certeza de morrer um dia, hoje, amanhã, daqui a trinta minutos ou trinta anos.
As incertezas são formas de vivermos mais intensamente, afinal se soubéssemos o que acontecerá amanhã, isso não seria chamado de vida!
Vida são momentos únicos e especiais, que passam rápido demais para você julgar que conseguiu aproveitá-la o máximo que pode.
Não conheço os limites entre céu e inferno, não sei o que se passa, não sei quem entra e quem sai.
Não sei quem domina estes limites, mas se pudesse dizer que ao chegar em ambos lugares nós pudéssemos lembrar de nossas vidas, sei que nunca nos atreveríamos a dizer que aproveitamos ao máximo.
Poderíamos ter aproveitado muito mais.
Poderíamos ter gastado nem que fossem dez minutos de nossos dias olhando o sol cair ao invés de ficarmos presos em escritórios apertados fazendo horas extras por míseros... Extras.
Poderíamos ter “desperdiçado” um único dia para passá-lo com os amigos ou a família.
Deveríamos ter gastado mais tempo com quem a gente ama e admira.
Tínhamos a obrigação de viver para amar e conhecer a serenidade, mas o que nós nos tornamos?
Monstros! Pessoas sem coração, com ambição, com sede de poder, e cada vez mais e mais.
Pessoas com inveja no lugar da amizade, com ódio no lugar do perdão.
Pessoas com sede de guerra, de sangue, de morte.
Acredito que Deus não nos fez para cometermos tais atrocidades. Acredito que o amor de Deus é que o impediu de matar-nos. Ah! Se fosse eu no Seu lugar, pobres humanos.
Tão sujeitos a falhas, tão sensíveis, tão fracos.
Para onde o mundo vai dessa forma? Pessoas se matando por bens materiais? Pais obrigando seus filhos a trabalhar enquanto eles ficam em casa, esperando que as crianças voltem com o ganha pão.
Mulheres procurando homens. Fazendo tudo por eles. Os papéis estão se invertendo!
E todos estão colocando vendas nos olhos, e aceitando os fatos.
“Os tempos mudaram” – é o que todos dizem.
Onde foi parar o respeito e a dignidade? Onde estão os valores que tanto eram prezados naquele mundo antigo?
Onde estará o afeto e o cuidado? Será que já não é hora de apelar? De dizer que basta!
Os tempos podem ter mudado, mas a vida continua doce e venenosa como sempre foi.

Com o passar dos vinhos, os anos ficam melhores.

Nostalgia

Sei que em uma tarde ensolarada de terça-feira, daqui talvez uns 30 anos, sentirei saudades destas paredes tão silenciosas que assistem o meu adormecer há anos. Não minto quando afirmo que reclamarei a falta do aroma dos lençóis que agora me cobrem, lavados pelas mãos da minha mãe, assim como do travesseiro que a tanto tem sido feito de lenço de seda, nos momentos em que as lágrimas não podem ser contidas e caem como tempestades no final de um dia quente.
Não sou capaz de descrever o que despertou tal desejo de perceber o meu cotidiano, talvez no fundo, inconscientemente até o saiba, mas arrisco dizer que há uma grande chance que a causa deste olhar manso e amoroso pelo o que me cerca, por tudo o que está ao alcance das minhas mãos, esteja intrinsecamente relacionado ao tempo, pois ultimamente tenho pensado muito nele.
Às vezes, fico sentada na escada observando os cabelos brancos dos meus pais, que não me deixam esquecer que não sou mais aquela criança (por mais que deseje voltar a sê-la), e não posso negar que sinto medo do ponteiro do relógio que corre, dia após dia, noite após noite, sem parar por um único instante. È fato, todos nós estamos envelhecendo, dormimos mais novos e acordamos mais velhos, mas tenho a impressão que está passando tão rápido.
Parece que foi ontem que fiz dezoito anos, e agora, falta pouco para ter mais de um quarto de uma década; envelhecer não me assusta se de repente me olhar no espelho e ver uma linha riscando a minha face vou entender que são as marcas dos dias já vividos tomando forma, diante de mim; o que me apavora na realidade é o medo do que ficará para trás, do que poderá não seguir comigo, do que deverei deixar e de um dia acordar e ter certeza algumas coisas não voltaram jamais.
Dizem que não se deve pensar no futuro, mas talvez seja necessário, para podermos dar mais valor ao presente, e é isto o que estou fazendo, presto atenção a cada detalhe, não me canso de olhar as velhas paisagens, porque sei que hora ou outra, elas irão desaparecer, e só poderei as reconstruir nas entrelinhas da minha memória.
È de extrema importância valorizarmos todas as coisas, por mais simples que sejam, antes de perdê-las, como também não devemos viver no temor do que há de vir, e do que será, em detrimento do presente, nós só podemos optar por um dos verbos, o presente ou o passado.

Quando vejo que há mais de 2000 anos atrás existiam homens como Sócrates, me envergonho por ter todo o conhecimento que ele tinha e que ele não tinha em minha frente e não ser tão inteligente como eles. Me sinto na obrigação de evoluir

Eu cresci aprendendo que a vida tem fases e os anos, estações.
Só esqueceram de me ensinar que, numa dessas tardes loucas da vida, você me apareceria, linda e radiante, pra me mostrar uma fase de intermináveis dias bons.
Os invernos passaram a ser os verões dos nossos lençóis e, o outono, cenário intenso para as nossas primaveras perfeitas.

Ninguém explica essa felicidade até quando a gente briga - e fica aquele clima frio.

É que só a gente sabe que as pazes, quando forem feitas, serão sob o forte calor dos verões mais quentes.
Nem a meteorologia explica essa constante primavera em minha vida depois que você apareceu.

Se os teus projetos forem para um ano, semeia o grão; se forem para dez anos, plante uma árvore; se forem para cem, instrui o povo.

Gastei muitos anos perseguindo a excelência, porque é nisso que se pauta a música clássica... Agora eu me dedico a liberdade, o que é muito mais importante.

Aos onze anos, todo mundo sabe como consertar o mundo. Aos setenta, você olha para trás e vê que não conseguiu consertar nem mesmo o menor dos seus próprios defeitos.

Nos primeiros anos de minha juventude, só me seduziam as bibliotecas e os bordéis.