William Shakespeare Poema de Crianca
Minha Sardinha nacional,
Manjuba... Manjubinha...
Pititinga desaparecida!
Manjuba, Manjubinha,
Pititinga amada...
Minha Sardinha nacional,
que em porção tinha
um sabor sem igual!
Manjubinha querida,
volta aqui sua sumida!
Garapa, Melaço, Mel-de-furo,
é o quê você é capaz de fazer
com o meu coração tão duro,
É inegável que temos futuro.
As tuas loucuras
de amor têm todos
os dias erguido
jardins suspensos
para nos abrigar,
dando o luxo de contar
um com o outro acima
de todas as influências
que atentam contra o quê fascina.
O meu brio é herdeiro
de Anahí em resistência,
O meu coração é Ceibo
nascido em plena fogueira.
O meu coração é Ceibo
preservado nas paisagens
da Argentina e cantado
nas canções folclóricas.
Minha Pátria Grande é poesia,
sigo como continuidade
de tudo o quê com a terra liga.
Continuo a mesma que nem
em sonho te dá sossego,
sou o teu amor nascido perfeito.
Quem busca as caras
do amor pode ficar
condenado a jamais
encontrar porque
o amor verdadeiro
tem a ver com
o quê é do espírito,
e nada tem a ver
com o quê é físico.
Um guerreiro misterioso
buscando caminhos para entregar
o coração amoroso
para a sua amada absoluta,
Ele em breve surgirá
sob a luz da alvorada.
Não conheço
o seu nome,
o seu rosto,
o seu cheiro,
o seu corpo
e o seu gosto;
Mas hoje depois
de muito tempo
posso dizer que
conheço a sua
alma e que você
ocupa absoluto
a minha mente
e o meu coração,
Mesmo que você
se colocou distante
da minha mão,
Só quero que você
saiba que és
o único e inequívoco
amor perpétuo
que tenho neste mundo.
Estar na puba
é estar bem vestido,
Bolo de Puba
é bolo de aipim,
Eu prefiro os dois
para você e para mim.
Nunca mais ouvi
falar no Siri
que é o moço que
conduzia o lampião
para a marcha
das personagens
do Bumba-Meu-Boi,
Quando você aparece
diante dos meus olhos
ilumina bem parecido
colocando para dançar
cada um dia meus sentidos,
Se você ainda não percebeu
está na hora de começar,
Porque temos tudo para dar
certo para a gente namorar.
Ora, pipocas!
Uma expressão
feita para exclamar
o seu desabafar:
- Ora, pipocas!
Venero na vida mesmo
são as pipocas reais
sejam doces ou salgadas
que nos alegram demais:
- Longa vida as pipocas!
O Pastel de Nata é
uma herança portuguesa
na mesa brasileira,
Criado num convento
pelas freiras de lá,
Quem nunca comeu
nem sequer aqui ou além mar,
Nunca soube e nem leu
um poema feito para saborear
e sempre na vida venerar.
Pitombas para se referir
as pequenas
pancadas que a vida dá,
Prefiro mesmo
pitombas os pequenos
pedaços de Charque
vindos de lá do Ceará
Se você não provou,
um dia vou te preparar,
Com certeza
você vai se deliciar.
Contaram que há
muitos anos perderam
o Birico de vista,
Ele narrava histórias
do Bumba-Meu-Boi,
Não tem problema,
quem encontrou
o desaparecido foi o poema.
Tem Bochinche
para tudo até
para falar
o quê não deve,
Como existe este
tipo que na vida
alheia se intromete.
Me apaixonei
por um Beradeiro,
E hoje não sei
o quê fazer
e só estamos
em Janeiro,
Se é amor
verdadeiro,
Só o tempo
vai dizer.
Floresce La Mariposa
de Cuba com toda a pureza,
a unidade o patriotismo
e sobrenatural ternura.
Fonte de devocional das artes
e recordo que entre as suas
pétalas guardavam recados
para o Exército Libertador.
Só sei que no meu jardim
plantarei mais de uma flor
com todo o meu louvor.
Para estar preparada
para quando você chegar
com todo o seu amor.
O vento ninguém segura
tal qual o quê balança
a Palma Real que retribui
com a sua bela dança.
A Palma Real traz o sinal
espiritual de Cuba
replicado na fé e nas artes
de toda amorosa Nação.
As folhas quando tocadas
pelo vento cantam a canção
feita sob medida pro coração.
Quem for atento perceberá que
não só Palma Real é capaz de cantar,
e que há música por todo o lugar.
Chamar toda gente
de Bobó é sacrilégio,
Bobó é bom no prato
que sempre faz lembrar
que o melhor é saborear
para deixar quem
é resto no seu devido lugar.
