Vovo Vou Sentir sua falta

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Vou trabalhar duro por que quero ser reconhecido pelos outros. Foi isso que eu pensei quando olhei para Uzumaki Naruto. Laços com os outros até agora eu só conhecia por ódio e intenções assassinas. Mas me pergunto, que laço é esse que ele sempre almejou? Agora acho que entendo, mesmo que só um pouco. Dor, tristeza e alegria estes sentimentos permitem que você entenda os outros.

Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo..." "ou jogá-las na cabeça de quem as colocou ali!"

Personalidade que incomoda,felicidade que se esbanja

Sob o olhar curioso do tempo vou despetalando as horas, e deixando em meu caminho um rastro único de perfume.

Se eu desistir, eu vou desmoronar Talvez seja um teste Porque eu sinto que sou o pior

Soneto da Despedida

Eu aprendo com o tempo
e tudo isso irá mudar
eu vou seguir o vento
e espero aprender a amar

Esse destino incerto
que assombra minha vida
mostrando tudo de perto
a doce e vã batalha perdida

Irei sem olhar adiante
levando apenas a saudade
como um simples viajante

Alguma coisa nessa cidade
me parece muito importante,
ou seria somente... vontade

Eu sou do meu jeito.
Sou assim como eu quero e vou ao meu compasso;
Eu sou o meu tempo, minha hora e minhas próprias experiências,
Eu sou o que eu acho certo,
Da maneira como eu gosto e me sinto muito bem,
Sou o meu limite, vou até onde sei que posso e até onde vejo que vale apena seguir,
Eu sou a poesia das canções que mexem com minhas emoções, e aquele monte de papel embrulhado no lixo, quando eu pensava estar escrevendo alguma coisa.
Eu sou um rio extraído do mar, cheio de peixes de várias espécies e também com muitas perdas,
Eu sou a minha realidade...
Minha verdade e isso parece bem, pois não tenho que me preocupar com o fim de nenhum efeito a meia noite.
Eu sou o que vejo, o que respiro, o que aspiro, o que sinto...
Todas as coisas que estão guardadas dentro do meu coração.
Eu sou minha consciência tranqüila, leve e serena.
E acredito que essa é uma grande virtude em tempos como hoje.
Eu sou amiga de muita gente quando eu quero,
E sou também inimiga de quem eu nem imagino, mesmo quando eu não planejava ser.
Eu sou o estudo da geometria mais completo que a matemática já viu, porém, confesso, que não acho nada legal quando ando em círculo.
Eu sou uma fórmula feita do tamanho de mim mesma, e porém, jamais me enquadraria dentro de outro corpo.
Eu sou a minha própria natureza,
E prefiro me aceitar assim;
Do que ter todo o trabalho cansativo de fingir ser quem eu não sou.

Vou voar até você com as asas de um anjo...que nasceu pra te cuidar...que com essa missão decidiu morrer...Vou chorar as tuas lágrimas até elas cessarem...vou enxugá-las com meus dedos e limpar teus olhos com meu lenço...Vou sorrir tuas travessuras...vou brotar-te sorrisos em meio as desventuras...vou te envenenar de paz em meio a tortura...vou alimentar tua alma em meio a seca...
Vou fazer chover no teu deserto e fazer brotar em sua plantação...vou me fazer estranho em seu paraíso e recompor sua canção...vou construir a estrada do teu destino...e caminhar pelo teu rio...Desaguar-me por inteiro em tua cachoeira...entregar-me em tua tristeza...
Vou ser tua ama...tua escrava...tua dama...
Vou ser a que te consome...a que te alimenta...a que te abriga na tormenta...
Vou ser tua doença...vou ser tua cura...
Vou ser tua ânsia e tua loucura...
Vou ser teu caminho...tua estrada...teu vazio...tua água...
Vou ser tua...já sou tua...com um inevitável destino sou tua alma...meu doce menino.

- Um sujeito encontra um velho amigo - que vive tentando acertar na vida, sem resultado. "Vou ter que dar uns trocados para ele", pensa. Acontece que, naquela noite, descobre que seu velho amigo esta rico, e veio pagar todas as dividas que havia contraído no decorrer dos anos.
Vão até um bar que costumavam freqüentar juntos, e ele paga a bebida de todos. Quando lhe indagam a razão de tanto êxito, responde que até dias atrás estava vivendo o Outro.
- O que é o Outro? - perguntam.
- O Outro é aquele que me ensinaram a ser, mas que não sou eu. O Outro acredita que a obrigação do homem é passar a vida inteira pensando em como juntar dinheiro para não morrer de fome quando ficar velho. Tanto pensa, e tanto faz planos, que só descobre que está vivo quando seus dias na Terra estão quase terminando. Mas aí é tarde demais.
- E você, quem é?
- Eu sou o que qualquer um de nós é, se escutar seu coração. Uma pessoa que se deslumbra diante do mistério da vida, que está aberta aos milagres, que sente alegria e entusiasmo pelo que faz. Só que o Outro, com medo de decepcionar-se, não me deixava agir.
- Mas existe sofrimento - dizem as pessoas no bar.
- Existem derrotas. Mas ninguém escapa delas. Por isso, é melhor perder alguns combates na luta por seus sonhos que ser derrotado sem sequer saber porque você está lutando.
- Só isto? - perguntam as pessoas no bar.
- Sim. Quando descobri isto, acordei decidido a ser o que realmente sempre desejei. O Outro ficou ali, no meu quarto, me olhando, mas não o deixei mais entrar - embora tenha procurado me assustar algumas vezes, me alertando para os riscos de não pensar no futuro.
"A partir do momento em que expulsei o Outro da minha vida, a energia Divina operou seus milagres."

Paulo Coelho

Nota: Trecho de "Na Margem do Rio Piedra eu Sentei e Chorei"

Nem que eu leve a vida inteira, mas vou chegar lá dando a volta por cima de quem pensa que me derrotou.

Vou cuidar do dia, pois a noite foi boa.

Se quer tamanho vou despir a alma
E afogar a calma salivando um beijo teu

Pegue minha mão e me mostre o para sempre, mostre-me o nunca vou deixar você ir. Vamos escrever a nossa história e cantar a nossa canção, pendurar nossos quadros na parede.Todos esses momentos preciosos que esculpimos nas pedras
São apenas memórias,afinal

Preciso me Encontrar

Deixe-me ir
Preciso andar
Vou por aí a procurar
Rir prá não chorar...

Quero assistir ao sol nascer
Ver as águas dos rios correr
Ouvir os pássaros cantar
Eu quero nascer, quero viver...

Deixe-me ir
Preciso andar
Vou por aí a procurar
Rir prá não chorar...

Se alguém por mim perguntar
Diga que eu só vou voltar
Quando eu me encontrar...

Quero assistir ao sol nascer
Ver as águas dos rios correr
Ouvir os pássaros cantar
Eu quero nascer, quero viver...

Deixe-me ir
Preciso andar
Vou por aí a procurar
Rir prá não chorar...

Se alguém por mim perguntar
Diga que eu só vou voltar
Quando eu me encontrar
Quando eu me encontrar
Quando eu me encontrar
Depois que eu me encontrar
Quando eu me encontrar
Depois, depois
Que eu me encontrar
Quando eu me encontrar
Depois, depois
Depois que eu me encontrar.

Decidi mudar.
Vou mudar tudo.
Vou acordar antes do sol, vou recebê-lo e desejar um bom dia.
Vou deixar sua luz entrar pela janela entrar e sentir seu calor me aquecer.
Vou abrir os meus ouvidos e ouvir os pássaros cantarem.
Vou levantar da cama, agradecer por mais um dia que foi me dado para poder
mudar.
Antes de sair de casa, não vou olhar para o espelho.
Não vou escolher com qual roupa sair.
Hoje quero ser apenas eu mesmo sem influência do meio, livre dos preconceitos e
dogmas.
Vou sair na rua, desejar bom dia para os vizinhos, deixar flores para os velhinhos.
Vou mudar tudo, abraçar as crianças e viver com elas a infância.
Vou mudar tudo, vou pegar meu telefone e ligar pra os amigos que estão longe.
Vou abraçar a família e mostrar seu valor.
Vou mudar tudo, vou sair pelas esquinas distribuindo sorrisos e espalhando alegrias.
Vou cumprimentar os desconhecidos e dizer que a vida é cheia de alegria e amor.
Vou mudar tudo, meu jeito de falar, minha maneira de olhar.
Vou falar das coisas boas do passado, comentar o presente e sonhar com o futuro.
Hoje resolvi mudar, vou mudar tudo, inclusive o mundo.
Essa tarefa é difícil, mas já comecei muito bem, pois resolvi mudar a mim mesmo.
Vou espalhar amor e alegria para toda gente.
Vou fazer com que a vida seja leve e contente.
Não vou olhar suas roupas, não vou olhar sua cor.
Vou olhar pra mim mesmo e ver que tudo mudou, que tudo agora é amor.
Hoje resolvi mudar, resolvi viver, quero que você decida mudar.
Levante seus olhos, e mude você.

Vou abrir a caixa do quanto eu me importo! Hm, espera aí... Está vazia!

AMOR PRÓPRIO

Decidi hoje
Que não vou mais sofrer de amor
Nem de dor
Nem de nada
Decidi hoje que eu me amo
Acima de tudo, de todos e de qualquer coisa

Decidi que vou fazer amor comigo
E me apaixonar por mim mesma
Antes de decidir qualquer outra coisa nessa vida
Por que já levei tanto tombo
Que aprendi a gostar da dor de cair

Decidi por mim mesma
Me amar mais
Me desejar mais
Me acarinhar mais
Por que tem dias que ninguém vai fazer isso por mim
E eu tenho boas mãos
Posso me virar sozinha

Eu tenho pés para ir
E tenho carona pra voltar
Tenho coragem de decidir
E lágrimas para chorar

Não preciso que ninguém me diga sim
O não já me pertence e eu posso aceitar
O que eu preciso é me dizer sim
E me abraçar
E dançar
E extravazar
Eu decidi hoje
Que a partir de amanhã
Não vou mais parar

Não entenda mal, eu vou querer um romance. Sem gelo, por favor.

Eu vou me fazer feliz... Siga-me, você será feliz também! Não quero ser feliz sozinha... Se você gosta de mim, será igualmente feliz!

Boa Noite

Boa noite, Maria! Eu vou,me embora.
A lua nas janelas bate em cheio.
Boa noite, Maria! É tarde... é tarde. .
Não me apertes assim contra teu seio.

Boa noite! ... E tu dizes - Boa noite.
Mas não digas assim por entre beijos...
Mas não mo digas descobrindo o peito,
— Mar de amor onde vagam meus desejos!

Julieta do céu! Ouve... a calhandra
já rumoreja o canto da matina.
Tu dizes que eu menti? ... pois foi mentira...
Quem cantou foi teu hálito, divina!

Se a estrela-d'alva os derradeiros raios
Derrama nos jardins do Capuleto,
Eu direi, me esquecendo d'alvorada:
"É noite ainda em teu cabelo preto..."

É noite ainda! Brilha na cambraia
— Desmanchado o roupão, a espádua nua
O globo de teu peito entre os arminhos
Como entre as névoas se balouça a lua. . .

É noite, pois! Durmamos, Julieta!
Recende a alcova ao trescalar das flores.
Fechemos sobre nós estas cortinas...
— São as asas do arcanjo dos amores.

A frouxa luz da alabastrina lâmpada
Lambe voluptuosa os teus contornos...
Oh! Deixa-me aquecer teus pés divinos
Ao doudo afago de meus lábios mornos.

Mulher do meu amor! Quando aos meus beijos
Treme tua alma, como a lira ao vento,
Das teclas de teu seio que harmonias,
Que escalas de suspiros, bebo atento!

Ai! Canta a cavatina do delírio,
Ri, suspira, soluça, anseia e chora. . .
Marion! Marion!... É noite ainda.
Que importa os raios de uma nova aurora?!...

Como um negro e sombrio firmamento,
Sobre mim desenrola teu cabelo...
E deixa-me dormir balbuciando:
— Boa noite! — formosa Consuelo.

Castro Alves
ALVES, C., Espumas Flutuantes, 1870

Loki: Chega todos vocês estão abaixo de mim, eu sou um deus, criatura ridícula, e eu não vou ser intimidado por um...
Hulk: SOCOS, SOCOS, SOCOS