Vovo Vou Sentir sua falta

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Imagina se eu vou gostar de uma pessoa que não gosta de mim. Eu quero que ela faleça.

"Vou te ensinar algo: a namorada que tu pensas ser só tua, pertence a muitos nem sempre no corpo, mas nos desejos e nas conversas escondidas."


#Binilson Quissama

Até quando vou finjir que estou feliz, escondendo a minha tristeza atrás de um lindo sorriso, tá na hora de ser feliz de verdade!

Acordo de madrugada com o pensamento em você, imaginando como está agora, vou confessar que eu não me lembro do teu rosto, mas guardo na minha memória seu sorriso.
Há muito tempo não te vejo, já nem sei como está, o engraçado é que faz tempo que não tenho alguma notícia de você, mas eu me lembro perfeitamente do dia em que partiu, o dia mais triste da minha vida, pois o meu alicerce caiu, naquele momento eu me afogava em meu pranto, as coisas perdiam as cores e o mundo entristecia.
Anos se passaram e eu ainda me pego lembrando o teu nome, não sei de onde sinto seu cheiro, a casa mais bela e colorida, hoje já não tem cor, no jardim sequer uma flor, no coração ainda uma dor, que é consequência de um falso amor.
Tente tirar você da minha mente mas quando a dor é constante sofremos tanto que esquecemos do tempo, e com o tempo se passando eu me acostumei a viver assim, tentei mentir para mim mesmo, mas não consegui, e a solidão que me castigava, hoje é minha melhor amiga, é que está sempre comigo. Desde que se foi eu tento me concertar, tento fazer o que você achava certo.
Bom onde estiver espero que esteja feliz de coração...quero ver seus sonhos realizados, porém não quero que lembre de mim, que o meu romance se perca em tua memória, eu a amei e ainda a amo, e vou te amar, e com todo esse amor eu só desejo uma coisa: que você seja feliz, desejo sua plena felicidade, mesmo que eu não faça parte dela.
Hoje estou saindo deste mundo, para aonde vou? eu não sei, eu vivia por amor, por amor a você, mesmo não estando ao meu lado, eu te protegia. Para aonde vou, não irei conseguir ve-la. Apenas lamento por não ter dado certo, lamento por tudo que vivemos, pois o que foi especial para mim, para você não fazia sentido.
Eu vou embora e como havia dito espero que não se lembre de mim, eu sofri para te ver feliz...
PS: EU AINDA TE AMO

Fico angustiado e saudoso quando as vezes lembrar,pessoas e lugares donde já não posso estar...vou leva-la sempre comigo e o sonho nunca vai se apagar!..

Por todos os lados aceitos
e considerados condenados
com beijos latinos de Bacupari
vou alcançando sem regresso
o teu fino avesso com sucesso


Para junto ir rumo ao universo
subverso cálido e metaverso
criptografado nos teus sensores
finos que pelos meus respondem
entusiasmados plenos de amores


No paraíso austral secreto
tem se revelado para os olhos certos
do teu jeito pleno que quero
o quê nunca sequer sonhado
nem pela História neste Hemisfério.

Toco o céu com a mão

Com tanta inspiração...,

E tão puro contentamento

Vou ao sabor do vento

Em busca de alento...



Alma forte como [ventania,

Assim é a alma austríaca.

Alma leve que rodopia...,

Ao som da valsa é [alegria.



Artesã da palavra poética,

Filósofa do tempo poema,

Amante de vida em expansão,

Escrevendo a poesia própria,

Cheia de paixão e sentimento.



Alma forte tão [alpina,

Assim é a alma austríaca,

Alma doce que fascina...,

De um acorde que [harmoniza.



Sabe ser feliz ao seu jeito,

Como poesia que [valsa

Talvez não tão perfeito,

Mas amor não faz [falta].

Voz:




Eu vou comprar,
um celular novo.

E olha… eu vou te contar uma coisa que a gente só entende depois de apanhar emocionalmente igual tapete em dia de limpeza pesada… amor que marca é barulhento. Faz escândalo, quebra prato invisível, deixa cicatriz que a gente até mostra com um certo orgulho, tipo troféu de guerra que ninguém pediu pra disputar. Já o amor que permanece… ah, esse quase não faz barulho nenhum. Ele chega de mansinho, senta do seu lado e, quando você percebe, já está ali há anos, dividindo até o último pedaço de pão e o último suspiro de paciência.


Eu já fui dessas que confundia intensidade com destino. Achava que quanto mais difícil, mais verdadeiro. Quanto mais lágrimas, mais profundo. Basicamente uma novela mexicana ambulante, só faltava a trilha sonora dramática e uma câmera dando zoom no meu rosto enquanto eu olhava pro nada pensando “por quê?”. E o pior é que a gente romantiza isso. A gente acha bonito sofrer. Olha que perigo.


Mas aí a vida, essa professora sem paciência e sem filtro, vem e fala “minha filha, senta aqui que você ainda não entendeu nada”. E foi aí que eu comecei a perceber que o amor que fica não precisa te convencer de nada. Ele não te deixa em dúvida, não te faz virar detetive emocional, não exige interpretação de texto às três da manhã.


O amor que permanece é quase sem graça… e é justamente por isso que ele é extraordinário. Ele não te dá frio na barriga todo dia, porque te dá algo muito melhor: paz. E paz, minha querida, não viraliza, não rende história caótica pra contar pras amigas, não dá engajamento… mas sustenta uma vida inteira.


Entre o amor que marca e o amor que permanece, eu também fico com o que fica. Porque o que marca às vezes só prova que doeu. O que permanece prova que deu certo. E no final das contas, depois de tanto drama desnecessário, tudo o que a gente quer é alguém que fique. Que fique quando o encanto dá uma cochilada, quando o dia é comum, quando a gente não está interessante, quando a gente só é… humana.


E é curioso, porque o amor que fica não grita “eu sou o amor da sua vida”. Ele só… fica. E nisso, ele vence.


Agora me diz, você ainda está escolhendo emoção ou já está escolhendo permanência?

Eu vou te dizer uma coisa que ninguém gosta de ouvir, mas todo mundo já sentiu na pele em algum momento: não é o silêncio que machuca, é o que a gente imagina dentro dele. Porque o silêncio, por si só, é só ausência de som… mas na cabeça da gente ele vira roteiro de filme dramático, com trilha sonora triste e direito a prêmio de sofrimento interno.

Tem gente que olha pra vida como quem olha pra um espelho quebrado e pensa assim, vou deixar um pedaço meu espalhado por aí, quem sabe assim eu não sumo por completo. Aí faz filho como quem planta uma placa escrita “eu estive aqui”, como se o tempo fosse um porteiro educado que respeita avisos. Mas o tempo não respeita nada, minha filha. O tempo entra sem bater, apaga luz, leva os móveis e ainda sai assobiando.

A gente cresce ouvindo nomes de família como se fossem heranças eternas, como se aquele sobrenome fosse uma espécie de colete à prova de esquecimento. Só que aí você para pra pensar com calma, numa terça-feira qualquer, lavando uma panela ou dobrando roupa, e percebe que mal lembra o nome dos seus bisavós. Às vezes nem foto tem. Viraram um vulto, uma história mal contada, uma frase começando com “dizem que...”. E pronto. Foi assim que uma vida inteira virou rodapé.

E não é falta de amor, não. É excesso de tempo mesmo. O tempo vai empilhando gerações como quem guarda caixa em cima de caixa no fundo do armário. Uma hora ninguém mais abre. E lá dentro ficam risadas que ninguém mais escuta, medos que ninguém mais entende, sonhos que ninguém mais sabe que existiram. Tudo guardado, tudo esquecido, tudo tão humano.

Aí me vem essa ideia de imortalidade através de filho, e eu fico meio assim, meio rindo, meio pensativa. Porque não é sobre permanecer no mundo, é sobre ter feito sentido enquanto esteve aqui. Não adianta querer eco eterno se a própria voz nunca foi ouvida de verdade nem por si mesma. Não adianta deixar descendência se a existência foi vazia de presença.

No fim, a gente não fica. O que fica é um gesto, um jeito, uma frase repetida sem saber de onde veio. Fica um costume, um traço no rosto de alguém, uma mania de rir em hora errada. A gente vira detalhe. E talvez isso seja até mais bonito do que virar monumento. Monumento ninguém toca. Detalhe vive sem pedir licença.

Então talvez o segredo não seja tentar não ser esquecida. Talvez seja viver de um jeito que, mesmo esquecida, tenha valido cada segundo. Porque a verdade, meio sem glamour nenhum, é essa: o esquecimento não é o contrário da importância. É só o destino comum de quem passou por aqui.

E eu, sinceramente, acho libertador. Dá um alívio danado saber que não preciso carregar o peso de ser eterna. Já basta ser inteira enquanto dura.

Eu amei. Eu amo, e por milênios ainda vou amar...

Vou soltar o escudo, deixar a espada no chão,trocar o barulho da guerra pela paz do meu ser. pois no fim dessa estrada, a maior lição é saber que parar também é um jeito de vencer.⁠

Falando comigo

Vou trabalhar,
desenho o percurso.

Planejo o dia,
refaço tudo.

Às vezes sou fraco,
sempre busco ser justo.

Pela manhã sou bicho,
à noite sou manso.

Suplico a Deus,
demoro a acreditar.

Quero mudar,
tento me controlar.

Assovio um canto,
escrevo um mote.

Levo pancadas,
levanto na fé.

Trabalho a mente,
oxigeno o corpo.

Penso na vida,
lembro do ontem.

Desisto no início,
mas ergo a cabeça.

Dedico meu tempo,
espero o dia passar.

Leio um livro,
aumento o som da TV.

Ajudo o próximo,
sinto-me útil.

Lembro da infância,
enxugo as lágrimas.

A lua daqui

Eu não vou mentir: por onde quer que eu vá, sinto que o luar nunca é igual ao de minha cidade, Apodi. Aqui não há montanhas gigantes, nem encostas que façam o luar ser único. Mas, no Calçadão da Lagoa do Apodi, na parte meridional da cidade, a lua se matiza de prata, refletindo sobre a água como se o céu tivesse derramado um bujão de gás luminoso. Ela fica tão reluzente que encanta, apaixona e já fez gente simples se tornar famosa só por morar na cidade da lua platinada.

Percebo que as grandes cidades, com suas selvas de pedra ou litorais recortados por ilhas, nem de longe produzem luas como a daqui. Nossa jaci é uma verdadeira belezura: casais se enamoram e até brigam, mas, ao perceberem o luar, desarmam-se das intrigas e voltam a se amar.

Aqui nem pensar em lobisomens. Pelo contrário, o que a lua enfeitiça são os gatos, que deixam de ser apenas gatos e ganham nomes dignos de celebridade: Nâno, Tufão, Fábio Assunção, Nega Véia, Melissa Mel, Florinda, Bob Mel, Frida Mel, Pedro de Canoanés, Ceguinha, Morcego e até Paulo Jorge. Longe de quererem se tornar feras, eles só se deixam encantar. E, assim como nossos felinos se transformam em personagens, nossa cidade carrega consigo uma rica gama de apelidos, que vão desde as crianças até os idosos, passando por todos que têm história e memória por aqui.

A lua daqui parece tornar nosso povo ainda mais hospitaleiro, e quem bebe da água de Apodi tende a não sair jamais, encantado pelo luar, pela lagoa e pelo calor silencioso da nossa gente.

*REFÚGIO & PAZ*


Debaixo das Tuas asas eu vou descansar
Quando a noite vier eu não vou temer
Teu Nome é refúgio, abrigo e paz
E no Teu coração encontrarei lugar
Se o medo me cercar, Teu verdadeiro amor me trará paz


_Van Escher -

Amor-próprio também é dizer: hoje eu só vou ser colo pra mim mesma.


Van Escher

Vou despir-me de sensualidade
Para que o teu desejo
Me vistas com o teu
Mais requintado prazer.
Tua loucura a querer-me
Desejar-me...
Nesses nossos
Loucos momentos...
Pura paixão.

Hannah Lessa

0399 "Eu disse para Meus Parentes: 'Meu aniversário vou comemorar numa 'Hora Feliz', em Ipanema. Não entenderam? Se eu tivesse dito 'Happy Hour', entenderiam, né? Ah, Papagaiada!"

1680 "No Carnaval vou ficar recolhido, mas Fantasiado. É para deixar bem claro que gosto e aprovo Carnaval. E sem chance para os Fanáticos de Sempre!"