Vou Sentir Saudades
Mania besta esta de precisar ligar a televisão, a música, as luzes e precisar me sentir como se houvessem companhias em volta. Fragilidade infantil esta de não saber começar o dia em silêncio e com calma. Preciso abrir a geladeira e fingir que há mais alguém querendo um suco ou sanduíche. Preciso ouvir o noticiário esperando ter com quem debater política, economia ou qualquer outro assunto que apareça. O telefone vive por perto na necessidade de manter contatos, estar disponível. Mas que merda de mania é essa de não me bastar e precisar de barulhos, presenças, lembranças? Eu não me entendo mais! Ontem mesmo sobrevivi tão bem a uma noite solitária com filmes antigos na televisão e adormecendo cedo. Hoje isso, novamente. Acordei já ligando tudo, mostrando a cara para o dia, avisando: oi, eu estou aqui esperando algo acontecer! Eu não deveria querer que algo acontecesse. Deveria agradecer quando fico no silêncio, mas não consigo, eu não aguento o sossego. Eu nasci para o desassossego, pode anotar! Alguém entendeu alguma coisa? Não? Nem eu! Eu nunca entendo porque a gente não se basta quietinho no próprio canto.
Todas as noites quando durmo, vou de encontro a um tempo que passou! E me dou conta disso quando ao acordar me acodem ideias novas, de mim tão conhecidas!
SÓ POR HOJE NÃO VOU TOMAR MINHA DOSE DE VOCÊ
Ah como eu queria poder te dizer que te amo!
Que meu coração acelera quando te vejo.
Que fico contando as horas para te encontrar novamente!
Que basta pensar em você para meu dia ficar perfeito!
Que amo cada mensagem que me manda!
Que não largo do celular esperando você me chamar!
Mas eu não posso, preciso preservar meu coração.
Já me declarei, já demonstrei meu carinho.
Mas não mandamos no coração alheio.
Sei que gosta de mim, mas apesar de ter o corpo muito quente, parece que tem um coração de gelo.
Pois se guarda de uma forma, que não se abre por completo.
Você me domina em todos os sentidos.
Lê meus pensamentos, advinha meus passos.
Mas não me diz que o que sinto é recíproco!
Então para não sofrer, vou me guardar!
Vou calar a voz do meu coração!
Como dói!
Eu quando gosto é pra valer, se entro em um relacionamento é de cabeça.
Quero viver tudo exagerado.
Mas nem todo mundo é assim, pena você é um deles!
Todo certinho, com seu mundinho controlado.
O que sei de você? Apenas o que me diz!
Já você tem meu mapa astral na mão, sabe até a hora que to com fome.
Não posso mais te dizer pessoalmente, por isso escrevo para deixar registrado.
É tanto amor aqui dentro do meu peito, que preciso de alguma forma de me declarar!
Como eu queria poder viver intensamente todo esse amor!
Um dia de cada vez, será assim, entrei para os apaixonados anônimos!
Como os alcoolatras dizem, SÓ POR HOJE não vou "tomar minha dose de você".
Eu não quero, não vou, não pretendo passar pela vida na ponta dos pés, sem mostrar meu brilho, sem marcar presença!
Eu não sei para onde rios vão
...Eu não sei quão distante...não
sei como vem
.Mas eu vou morrer acreditando,
Que cada passo que eu dou
Não vale o chão no qual caminho...
E como мiυdσs dσs мiℓℓ:
Vou deixando ser mal entendido Persistindo no que eu acredito Resistindo com fé ao perigo
Não procuro mais ser aplaudido
basta-me apenas o teu respeito
Nova Poética
Vou lançar a teoria do poeta sórdido.
Poeta sórdido:
Aquele em cuja poesia há a marca suja da vida.
Vai um sujeito.
Sai um sujeito de casa com a roupa de brim branco muito bem engomada, e na primeira esquina passa um caminhão, salpica-lhe o paletó ou a calça de uma nódoa de lama:
É a vida.
O poema deve ser como a nódoa no brim:
Fazer o leitor satisfeito de si dar o desespero.
Sei que a poesia é também orvalho.
Mas este fica para as menininhas, as estrelas alfa, as virgens cem por cento e as amadas que envelheceram sem maldade.
Desculpe-me as coisas que jamais lhe darei.
Não vou fazer você sorrir.
Queria que envelhecêssemos juntos.
Dois velhos rindo enquanto nossos corpos decaíam.
Juntos no fim.
Há muitas coisa para sentir falta.
Livros... sonecas... beijos... e brigas.
Tivemos algumas fantásticas!
Agradeço por sua bondade.
Agradeço por nossos filhos.
Pela primeira vez que os vi.
Agradeço por ser alguém de quem sempre me orgulhei.
Por sua coragem e por sua doçura.
Pela sua aparencia, por sempre querer tocar em você.
você era a minha vida.
Desculpe-me pelas decepções... sobretudo está.
Você sempre esteve ao meu lado quando precisei de você. Na vida e na morte, sempre vou amar você. (pp. 287)
Vou levando a vida né? Pq sei mentir quando preciso, sei omitir se necessário, falo a verdade quando conveniente, sou falso se achar que devo e assim segue a humanidade ;)
Olha seu moço, eu ainda vou ser tão, mas tão feliz, que todo mundo vai olhar pra mim espantado e dizer: - olha, ela tem estrelas no olhar!
"No caso de você mudar de ideia, eu vou estar aqui esperando." Só que não né seu idiota, se quer, vem logo, porque a fila anda!
Vou-lhes contar um segredo: a vida é mortal.
Tão natural como a luz do dia, mas que preguiça boa, só vou gastar energia pra beijar sua boca (...)
Eu nunca vou conseguir falar de você. Para ninguém, ninguém. Eu posso até dizer umas coisinhas aqui, outras ali, posso até dizer que você é lindo, me faz um bem danado, etc. Mas dizer sobre você, sobre quem você é pra mim… nunca. Porque eu tenho essa coisa estúpida de não conseguir falar quando fico nervosa. E aparecer uma enxurrada de lágrimas na minha visão. E parecer que existe uma bola de pelo na minha garganta. Fica tudo uma merda. E eu nunca vou conseguir falar de você por causa disso. Porque eu fico nervosa, choro, sinto saudade, paixão acumulada, desejo, instinto de proteção, carinho, ciúme e amor. Isso tudo só de pronunciar as sílabas do seu nome.
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