Vou Morrer
Quando eu morrer, estarei onde sempre desejo... Junto com as estrelas dormentes, e raios de sol... Ainda tocarei você mesmo que não veja, sou eu uma luz.
Não esqueça disto quando ver a escuridão, no escuro brilharei para você.
Se esquecer, lhe darei um choque!
Acorde ou morra...
-Bameyu
E a eternidade começou, mas o homem não nasceu para ser eterno. Nascemos para morrer, para nos tornarmos matéria orgânica. Para nos tornarmos memórias e esquecimento no coração dos homens.
Para eles, é melhor deixar morrer,
o rio secar, o amor de verdade
ir embora e nunca mais voltar.
os beijos e abraços que nunca vão rolar.
O fim do mundo que em toda televisão
vai passar.
E todo mundo correndo para se abraçar
só por que o mundo vai acabar.
A morte não é a única certeza da vida, visto que para morrer, é necessário estar vivo. A vida é a primeira certeza da vida.
Tempo de nascer, tempo de crescer, tempo de envelhecer, tempo de morrer. Mas viver tudo isso sem ao menos chegar o tempo de enriquecer! Assim não valeu apena, eu preciso renascer...
Errar não te torna menos humano, o que te torna menos humano é morrer sem perceber que esteve errado
Como disse que TUDO TEM SUA CAUSA:
-Quem "nasce(u) só uma vez", pode "morrer duas vezes";
-Mas quem "nasce(u) duas vezes", pode "morrer uma e única vez".
"Agora, a ESCOLHA É TUA!"
Essas condições são Bíblicas.
Eu prefiro morrer vivo, do que viver morto!
Morrendo vivo (ganharei a Vida Eterna); porém, viver morto (sofrerei a morte eterna).
A Boa É..
que a
alma tudo pode,
morrer desconhece.
Está onde todos a querem - claro sem ninguém perceber até se pensa que
está se escondê!
Mas prá quê?
se ninguém dela
querem saber.
Vê aquele
insignificante crystal?
Ali está uma alma
a florescer! que
todos descreem..
Quando eu morrer
Não desejo homenagens tardias, pois a morte não escuta aplausos nem recolhe flores.
Se algum tributo houver de existir, que seja enquanto ainda respiro, enquanto meus olhos veem e minhas mãos tocam o mundo.
Não me enviem coroas — a vida não se coroa após o fim.
Não proclamem grandezas quando já não posso contestá-las ou sorrir delas.
Não digam que fui extraordinário, nem o melhor jurista, nem o melhor delegado, nem o melhor escritor, nem o maior professor da história. Fui, antes de tudo, humano — falível, inquieto, em permanente construção.
Não batizem ruas com meu nome quando meus passos já não puderem percorrê-las.
Não eternizem o que não soube ser vivido no tempo certo.
Se desejam me honrar, que seja agora: no reconhecimento sincero, na palavra dita sem atraso, no gesto simples que alcança quem ainda caminha. A verdadeira homenagem não é póstuma — é presença.
Chega um momento que tudo que queremos e esperamos é morrer em paz, isso acontece quando viver em paz já não é possível.
Ser borderline é amar demais
e, no mesmo instante,
morrer de medo de perder.
É sentir tudo em volume máximo:
o carinho que salva,
o silêncio que machuca,
o olhar que acolhe
e o abandono que nem aconteceu
mas já dói.
Sou casa em chamas
e abrigo ao mesmo tempo.
Lobo que ataca para não sangrar,
criança que grita só para não ficar só.
Prometo ir embora,
imploro para ficar.
Construo pontes com o coração
e as explodo com o medo.
Ser borderline é pedir amor
sem saber recebê-lo,
é ferir enquanto tenta se proteger,
é ser o autor do caos
e, às vezes, a própria vítima.
Mas também é sentir bonito,
intenso, verdadeiro.
É amar com a alma inteira,
mesmo quando ela treme.
Não sou excesso por escolha.
Sou profundidade sem filtro.
E se sobrevivo a mim todos os dias,
é porque, apesar de tudo,
ainda acredito
que amar vale o risco.
