Abriguei-me a teu ninho as duras penas da felicidade em um universo em que criei para minhas ilusões
Em meu interior as chaves inebriantes da minha própria natureza esfíngica
Verdades sombrias da realidade de ser eu no meu egocentrismo não abarquei minha consciência externa
A exatidão dos assomais sentimentos seguem-se a inverter a doçura que destila da minha excessiva ironia
A felicidade eufórica é um estado de espírito que prolonga a vida mas engana a alma. A tristeza, todavia, torna a alma ciente de sua miséria e submete o corpo a buscar a presença de Deus que enche a alma de vida.
O homem só se torna feliz de verdade quando age como ser humano. E esta felicidade só será completa quando exercemos nossos valores, nossas virtudes e a nossa sabedoria.