Voo

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PARABÉNS DEUSAS DO INFINITO
🌹❤️
"Adoro ver o vôo das borboletas...o renascer da Fênix...o transformar das fadas em bruxas...o despertar da cinderela...a metamorfose da injenua...em força...luta e poder...tudo isso...numa só...MULHER".

⁠Nas tuas asas, tua delicadeza, tua alma.
No teu voo, tua força, tua luta, teu coração.
No teu pouso, meu sossego, minha vida.
Flávia Abib

⁠Vôo atrasado...
É o desacelerar obrigatório da vida!
É o livramento, e a lição repetida de que não controlamos nada!
São muitas razões pelas quais alguns perdem a linha:
Um atraso, um imprevisto, um "fique calmo", um " não adianta reclamar"...
O jeito é tomar um suco ( de maracujá) e esperar,
Imaginar o céu azul sobre a neblina, rezar...
E agradecer!

⁠⁠Noite rotineira de lembranças e utopias, ⁠poesia é como uma ave, que alça voo no infinito. Entra a noite ela vem me visitar. Dona de mim és o sonho dourado que a solidão, me fez um dia elaborar. Deitado em minha cama sinto meu corpo cansado. Cansado da prisão do tempo. Cansei de ser observador e tentar entender o amor. Me olho no espelho a imagem que vejo não é a que eu gostaria, mais ela me diz; Intenda que muitas vezes as folhas caem mais a árvore não morre ela suporta firme o inverno . Na certeza que a primavera vai voltar. Por isso não desanime diante das dificuldades. Deus está presente em cada estação da sua vida . Assim eu vou deitar, não quero sonhar com nada nem ninguém, quero só meu sono tranquilo. Boa noite.

⁠Às vezes, no voo da vida, é preciso ir mais alto, para encontrar a paz.

"No suave fluir do tempo, meu amor transcende,
Permitindo-lhe o voo majestoso nas asas da liberdade.
Te amo, e assim, prefiro-te livre, livre para ser,
Para respirar ar fresco e descobrir novos horizontes.
Pois amar é saber que em seu voo livre estará,
E ser amado é ter a certeza de que voltará para mim."

“Com Ele, sinto a vida”

Quando falo com Ele, alço voo.
Sinto a vida!
Ao sentir Sua presença, e ouvir Sua voz no vento a sussurrar!
Minha imaginação alça voo.
Sinto a vida!

Vivendo Sua amorosidade e Teu zelo,
Posso atingir o céu!

No instante em que Ele bendiz o dia!
Eu simplesmente, agradeço
As inquietações facilmente desaparecem.
Sinto a vida!
Ele tem o poder de deixar meu corpo em brasas.
impregnas-me, com Teu amor!
Sinto atingir as nuvens.
Sinto a vida!

Sem Ele não chegaria até aqui.
Concedeu-me uma nova vida.
Meu espírito alçou voo!

Ele sabe, que é por Ele que prossigo de pé!
Em Sua companhia consigo atravessar momentos propícios e também desérticos!
Sinto a vida!
Tudo isso é tão somente o início.
Minha alma fica saltitante de alegria.
Mal consigo esperar pelo restante do muito que ainda tenho pra viver com Ele.

Com Deus, é assim
posso sentir a VIDA!

Rosely Meirelles

⁠Não interrompa o voo de sua alma; não perturbe o que há de melhor em você; não enfraqueça seu espírito com meias vontades e meios pensamentos. Pergunte a si mesmo e continue perguntando até encontrar a resposta, pois pode-se ter conhecido algo muitas vezes, reconhecido; pode-se ter desejado algo muitas vezes, tentado - e ainda assim, apenas o movimento interior profundo, apenas a emoção indescritível do coração, apenas isso irá convencê-lo de que o que você reconheceu pertence a você, que nenhum poder pode tirá-lo de você - pois somente a verdade que constrói é verdade para você.

Nada disso seria possível se não fosse pelo voo perdido, um cinto quebrado e a escolha de se amarem todos os dias.

⁠Não posso fazer um voo solo porque não consigo voar só.

⁠Meu vôo é a minha vida, feito das mais diversas manobras. Dou rasantes para ver melhor o que a vida me preparou, faço looping para jogar pra fora o que não serve mais pra mim, vôo alto, acima dos telhados das casas e dos prédios, para ver tudo de longe e analisando a melhor direção a seguir. Posso escolher se dou um mergulho para buscar forças e assim poder ir mais longe ou, se vou preferir planar nos ventos do destino.
Tudo isso para esperar sorrindo, que eles me levem aonde meus sonhos estão."

Ícaro à Meia-Noite


Como Ícaro, voo, mas noturno. Iludo-me, mais sagaz. Oculto na noite: espectro, vampiro, assombração. Evito a luz para sobreviver. Não almejo o brilho — é a altura.
Com asas de papel e sonhos colados em cera, enfim compreendo: o próprio voo já é queda.

O som do silêncio é tudo!!! É o som das falas vegetais... O som de uma folha caindo... do voo de um pássaro... o som da nossa respiração... do palpitar dos nossos corações... é a essência da vida. O som do silêncio é o verdadeiro som de DEUS!!!

É mais fácil uma minhoca levantar voo do que um corrupto abandonar as trevas.

⁠“O alcance da vida é como o voo de uma ave: depende da força das asas, mas também da direção do vento. e mesmo quando o vento muda, quem tem propósito aprende a usar as correntes para chegar mais longe.”

Educar é dar asas antes de ensinar o voo.

A poesia transcende os girassóis e, em seu voo, acaricia o mundo e os corações.

Às vezes, o que parece voo é apenas a distância do chão. Antes de subir, finque bem o pé.

Colibri Dourado

Colibri Dourado




Que minha penas alcem voo, que eu seja um ramo molhado para pousares, ó efêmera maravilha que danças com a chuva. E que estas palavras sejam as gotas que escorrem de tuas asas, contando o segredo que vieste me sussurrar.




Não me falaste da liberdade com os lábios, mulher-Pernambuco, colibri dourado.

Falaste com o arco de teus pés descalços na terra avermelhada,

Enquanto o aguaceiro te beijava, os cabelos loiros e te embalava o ritmo antigo.




Os tolos pensam que a liberdade é uma gaiola aberta,

Um voo para longe da nuvem negra, um abrigo.

Mas tu, naquele instante em que o céu se partiu em lágrimas,

Me mostyraste que a verdadeira liberdade é a coragem de dançar sob a tormenta.




Não fugiste. Não te encolheste.

Abriste os braços como quem aceita um manto de diamantes líquidos,

E teu corpo se moveu não apesar da chuva, mas por causa dela,

Num pacto ancestral com o temporal.




Era a alegria selvagem do cacto que floresce após a seca,

A sabedoria da cana-de-açúcar que se dobra ao vento sem se quebrar,

A memória do mar, que habita em teus ossos, celebrando a chegada da própria origem.




Disseste-me, sem uma palavra, que o ser livre não é aquele que evita a chuva,

Mas aquele que se torna um com ela,

Que deixa que a água lave suas certezas e que o vento desfaça seus cabelos,

E mesmo assim, no centro do caos, encontra a melodia para a sua dança.




Ó mulher-colibri, de penas banhadas de ouro e de água,

Tu és filha do sol e da nuvem pesada.

Ensina-me a ser terra, para receber a chuva sem medo.

Ensina-me a ser rio, para correr sem destino, apenas por correr.

Ensina-me a ser como tu: que encontra na queda da água a razão do seu voo...




E assim, sempre que a chuva descer,

Eu me lembrarei de ti.

E em vez de buscar um teto,

Estenderei meus braços para o céu,

E simplesmente dançarei.

Que minha penas alcem voo, que eu seja um ramo molhado para pousares, ó efêmera maravilha que danças com a chuva. E que estas palavras sejam as gotas que escorrem de tuas asas, contando o segredo que vieste me sussurrar.

Não me falaste da liberdade com os lábios, mulher-Pernambuco, colibri dourado.
Falaste com o arco de teus pés descalços na terra avermelhada,
Enquanto o aguaceiro te beijava, os cabelos loiros e te embalava o ritmo antigo.

Os tolos pensam que a liberdade é uma gaiola aberta,
Um voo para longe da nuvem negra, um abrigo.
Mas tu, naquele instante em que o céu se partiu em lágrimas,
Me mostyraste que a verdadeira liberdade é a coragem de dançar sob a tormenta.

Não fugiste. Não te encolheste.
Abriste os braços como quem aceita um manto de diamantes líquidos,
E teu corpo se moveu não apesar da chuva, mas por causa dela,
Num pacto ancestral com o temporal.

Era a alegria selvagem do cacto que floresce após a seca,
A sabedoria da cana-de-açúcar que se dobra ao vento sem se quebrar,
A memória do mar, que habita em teus ossos, celebrando a chegada da própria origem.

Disseste-me, sem uma palavra, que o ser livre não é aquele que evita a chuva,
Mas aquele que se torna um com ela,
Que deixa que a água lave suas certezas e que o vento desfaça seus cabelos,
E mesmo assim, no centro do caos, encontra a melodia para a sua dança.

Ó mulher-colibri, de penas banhadas de ouro e de água,
Tu és filha do sol e da nuvem pesada.
Ensina-me a ser terra, para receber a chuva sem medo.
Ensina-me a ser rio, para correr sem destino, apenas por correr.
Ensina-me a ser como tu: que encontra na queda da água a razão do seu voo...

E assim, sempre que a chuva descer,
Eu me lembrarei de ti.
E em vez de buscar um teto,
Estenderei meus braços para o céu,
E simplesmente dançarei.

“Quem pensa como águia não pode esperar ser entendido por quem tem a gaiola… o voo não cabe em correntes.”


Aurora Interior