Vontade

Cerca de 16474 frases e pensamentos: Vontade

Faça o que tem vontade de fazer, as criticas sempre virão mesmo!

Palavras podem ser ditas a vontade, mas as atitudes e sinais são quem dirão o que você realmente é ou sente!

Só tenho vontade de pular da cama de manhã e encarar o mundo porque você está nele.

O que você vai ler às vezes terá um gosto tão ruim que terá vontade de cuspir. Mas vai engolir essas palavras a ponto de elas fazerem parte de você, das suas vísceras, a ponto de elas te machucarem.

Verity (livro)
HOOVER, Colleen. Verity. Rio de Janeiro: Record, 2020.

E se deu vontade.. tem que dar agua na boca...

Não sei o que fazer com essa vontade louca de te pertencer...
de te amar.. te possuir... trazer vc pra real... pegar vc pra mim..
chega desse joguinho de sedução.. chega de me enlouquecer.. ou vem matar a minha vontade... ou vê se me esquece de vez..

Crescer de verdade é escolher a paz ao invés do ego.
É calar a boca quando a vontade é provar que tem razão.
É sair da briga que você venceria,
só porque ganhar ia te custar a sua leveza.

É entender que nem toda guerra é sua.
Que silêncio também é resposta.
Que soltar também é vitória.

Ego quer aplauso.
Paz quer sono tranquilo.

E você tá escolhendo a paz.
Isso é maturidade na veia.

" Muitas vezes o 'desejo de sumir' não é vontade de morrer, é o grito da alma querendo renascer em um lugar onde as aparências não sufoquem a essência."

"A vontade educada converte obstáculos em degraus e fracassos em instrução moral."

"Vontade não é ímpeto momentâneo, é decisão renovada a cada escolha."

"O caráter revela-se quando a vontade permanece firme mesmo na ausência de aplausos."

"A força de vontade é silenciosa, porém invencível quando sustentada por convicções profundas."

CLADISSA.
CAPÍTULO IV
O SILÊNCIO DAS PEDRAS E A VONTADE DO SÉCULO.
A Úmbria do século XI não era apenas um território, mas um organismo espiritual submetido às tensões do poder imperial e às reformas eclesiásticas que se irradiavam desde Roma. As colinas que circundavam os mosteiros pareciam guardar, em suas entranhas calcárias, o eco das disputas entre o trono e o altar. A cristandade latina vivia o período que os historiadores designam como Reforma Gregoriana, cujo impulso maior se consolidaria sob o pontificado de Gregório VII, iniciado em 1073.
Cladissa, ainda jovem, percebia pouco das articulações políticas, mas sentia profundamente o peso do tempo. A investidura dos bispos tornara-se questão ardente entre o Império e a Sé Apostólica, conflito que culminaria no célebre episódio de Canossa em 1077, quando o imperador Henrique IV buscou reconciliação com o pontífice após excomunhão. Embora distante geograficamente, a reverberação desses acontecimentos alcançava os mosteiros úmbrios, onde a disciplina tornava se mais rígida e o estudo mais exigente.
No claustro onde Cladissa residia como oblata letrada, o scriptorium era o coração pulsante. Ali, sob a luz oblíqua das manhãs, monges copiavam manuscritos da Vulgata, consolidada séculos antes por Jerônimo no final do século IV. O latim ali empregado não era apenas língua, mas instrumento de coesão civilizatória. Copiar era preservar o mundo.
Cladissa, embora mulher, encontrara uma brecha rara naquele universo predominantemente masculino. Filha de pequena linhagem rural empobrecida por tributos e instabilidades feudais, fora entregue ao mosteiro não como penitente, mas como promessa de elevação intelectual. Sua instrução não era comum, mas também não era impossível. Algumas casas monásticas, especialmente influenciadas pela tradição beneditina, permitiam a presença feminina em alas separadas, sob rígida supervisão.
A Regra de São Bento, redigida no século VI, orientava não apenas o silêncio e a obediência, mas a ordem interior. Ora et labora. Rezar e trabalhar. O trabalho intelectual era considerado forma elevada de serviço a Deus. Cladissa compreendia que sua permanência ali dependia de discrição, disciplina e excelência. Não lhe bastava ser piedosa. Precisava ser irrepreensível.
Entretanto, sob a superfície da rotina litúrgica, agitavam se conflitos mais sutis. A espiritualidade medieval não era homogênea. Correntes de ascetismo rigoroso confrontavam práticas mais flexíveis. A preocupação com a simonia e com o celibato clerical intensificava se. A reforma exigia pureza. E pureza, naquele contexto, significava vigilância constante sobre desejos e ambições.
Cladissa sentia dentro de si uma tensão que não era carnal, mas intelectual. O desejo de compreender superava o de simplesmente obedecer. Ao copiar passagens do Evangelho de João, detinha se sobre a expressão Verbum caro factum est. O Verbo fez se carne. Perguntava se, silenciosamente, sobre o mistério da encarnação enquanto evento histórico e ontológico. Como o eterno pode submeter se ao tempo. Como o infinito pode caber na fragilidade.
Essas indagações não eram heresia, mas eram perigosas se mal formuladas. A linha entre contemplação e suspeita era tênue. A Europa do século XI ainda não conhecia a sistematização escolástica que floresceria nos séculos seguintes. O pensamento era teológico, porém ainda profundamente simbólico. Questionar exigia prudência.
Certa tarde, ao atravessar o pátio interno, Cladissa ouviu dois monges discutirem sobre as decisões romanas acerca das investiduras episcopais. A tensão política infiltrava se no vocabulário cotidiano. O mundo exterior não estava distante. O mosteiro era ilha, mas não era imune.
Ela compreendeu então que sua própria existência era atravessada pelo mesmo conflito estrutural que movia a cristandade. De um lado, a autoridade consolidada pelas tradições. De outro, a exigência de reforma moral e espiritual. Dentro dela, também havia tradição e reforma. Havia obediência e pensamento.
Naquela noite, recolheu se ao cubículo simples que lhe fora designado. A lamparina projetava sombras nas paredes de pedra. Tocou o pergaminho ainda inacabado e percebeu que cada letra traçada era um gesto de permanência. Em um mundo instável, escrever era resistir.
O século XI não lhe oferecia garantias. Oferecia provações. Contudo, no silêncio das pedras úmbrias, Cladissa começava a compreender que sua vocação não era apenas copiar palavras antigas, mas tornar se guardiã de uma chama interior que o próprio século, com todas as suas convulsões, não conseguiria extinguir.
E assim, entre o rigor da Regra e o tumulto do mundo, formava se lentamente uma consciência que aprenderia a sustentar se não pela força das armas, mas pela firmeza do espírito e pela lucidez da razão.

⁠Não é por falta de tempo que não oramos. É por falta de vontade.

Teologia Arminiana

Permita-se estar no centro da vontade de Deus, só assim prosperarás.

“Para subir o primeiro degrau é preciso, antes de tudo, ter vontade de realiza-lo.”

Domingo é dia de arrumar algumas gavetas,
Em uma delas adivinhem,
Está a saudade com vontade própria.

⁠O Fardo é Pesado Para Quem Não Aceita a Vontade de Deus.

⁠Minha Vontade é Fazer Somente a Vontade de Deus.

⁠Andar fora da Vontade de Deus é ir a lugar nenhum.