Vocês

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Vocês podem ter certeza que eu faço o que amo, então tem 99% de chance de eu ser feliz.

Enquanto vocês lutam por partidos políticos, o governador e o prefeito de São Paulo se unem para atacar os que manifestam contra o aumento das passagens de ônibus.

Quem de vocês dá ao filho uma pedra, quando ele pede um pão? / Ou lhe dá uma cobra, quando ele pede um peixe? / Se vocês, que são maus, sabem dar coisas boas a seus filhos, quanto mais o Pai de vocês que está no céu dará coisas boas aos que lhe pedirem.
Mt 7,9-11

Amor altruísta

Se você tem uma pessoa especial em sua vida, mas vocês encontram-se discutindo, irritados ou brigando de repente, ambos precisam parar e tentar dar um passo para trás, ser altruísta e pensar na outra pessoa, sem ego de ambos os lados. Sem ego. Estamos todos lidando com as nossas próprias questões difíceis. Podemos mantê-las apenas para nós mesmos, mas todos nós temos lutas. Se ambos se permitem calçar os sapatos um do outro, ter consciência e respeito pelas questões e lutas do outro, provavelmente permitirão que o amor que vocês têm brilhe em toda sua resplandecência.

Haverá altos e baixos – ambos terão sentimentos de estarem sendo subestimados. Isso vai acontecer. Mas deixe que seja a pior coisa que aconteça. Unidade na diversidade. Esse é o maior amor. Um amor altruísta. É paradoxal, mas cada um de vocês gostaria de receber mais do que vocês dão. Amor altruísta é o amor que vence todas as coisas. Isso vai ser um desafio e tanto, mas vale a pena.

Irmãos são prêmios que Deus nos dá. Contar com vocês é sempre muito bom. Apesar de todas as brigas, apesar de todos os erros, vocês são os únicos que eu tenho certeza que faria qualquer coisa por mim! Obrigada meus irmãos.

Quero agradecer a todos pela noite inesquecível e maravilhosa que vocês proporcionaram a minha filha. Cada um contribuiu um pouco para o sucesso desse sonho. Saibam que deixaram ainda mais bonita a festa de formatura, pois cada um de vocês são muito especiais e nos alegraram com a sua presença. Obrigado a todos.

Paisagens em movimento

Quando vocês estiverem lendo isto aqui, estarei viajando. E estarei bem porque estarei viajando. Vem de longe essa sensação. Não apenas desde a infância, viagens de carro para a fronteira com a Argentina, muitas vezes atolando noite adentro, puxados por carro de boi, ou em trem Maria Fumaça, longuíssima viagem até Porto Alegre, com baldeação em Santa Maria da Boca do Monte. Outro dia, seguindo informações vagas de parentes, remexendo em livros de História, descobri que um de meus antepassados foi Cristóvão Pereira de Abreu, tropeiro solitário que abriu caminho pela primeira vez entre o Rio Grande do Sul e Sorocaba, imagino que talvez lá pelo século XVII ou XVIII. Deve estar no sangue, portanto, no DNA. Como afirmam que “quem herda aos seus não rouba”, está tudo certo e é assim que é e assim que sou.
Pois adoro viajar. Quem sabe porque o transitório que é a vida, em viagem deixa de ser metáfora e passa a ser real? Para mim, nada mais vivo do que ver o povo e paisagem passar e passar além de uma janela em movimento. Talvez trouxe esta mania dos trens (janela de trem é a melhor que existe), carros e ônibus da infância, porque mesmo em avião hoje em dia, só viajo na janela. Quem já viu de cima Paris, o Rio de Janeiro ou a antiga Berlim do muro sabe que vale a pena.
Topo qualquer negócio por uma viagem. Quando mais jovem, cheguei a fazer mais de uma vez São Paulo-Salvador de ônibus (na altura de Jequié você entende o sentido da palavra exaustão), há três anos naveguei São Luís do Maranhão-Alcântara num barquinho saltitante (na maré baixa, você caminha quilômetros pelo manguezal), e exatamente um ano atrás, já bastante bombardeado, encarei Paris-Lisboa de ônibus, e logo depois Paris-Oslo de ônibus também. Não por economia, a diferença de avião é mínima — mas por pura paixão pela janela. Sábia paixão. Não fosse isso, jamais teria comprado aquela f i ta de Nina Hagen numa lanchonete de beira de estrada nos Países Bascos (tristes e feios) à margem dos Pireneus, ou visto a cidadezinha onde nasceu Ingrid Bergman, num vale belíssimo na fronteira da Suécia com a Noruega.

Para suportar tais fadigas, é preciso não só gostar de viajar, mas principalmente de ver. Para um verdadeiro apaixonado pelo ver, não há necessidade sequer de fotografar, vídeo então seria ridículo. Quando não se tem a voracidade de registrar o que se vê, vê-se mais e melhor, sem ânsia de guardar, mostrar ou contar o visto. Vê-se solitária e talvez inutilmente, para dentro, secretamente, pois ninguém poderá provar jamais que viu mesmo. Além do mais a memória filtra e enfeita as coisas. Até hoje não sei se aquela Ciudad Rodrigo que vi pela janela do ônibus, envolta em névoas no alto de uma colina no norte da Espanha, seria mesmo real ou metade efeito de um Lexotan dado por meu amigo Gianni Crotti em Lisboa. Cá entre nós, nem preciso saber.

Mando esta da estrada, ando com o pé que é um leque outra vez. Lembro um velho poema de Manuel Bandeira — “café com pão/ café com pão” — recriando a sonoridade dos trens de antigamente. Pois aqui nesta janela, além dela, passa boi, passa boiada, passa cascata, matagal, vilarejo e tudo mais que compõe a paisagem das coisas viventes, embora passe também cemitério e fome. Coisas belas, coisas feias: o bom é que passam, passam, passam. Deixa passar.
Caio Fernando Abreu, in Pequenas epifanias

Apresento a vocês os melhores votos para o ano novo, como se costuma dizer. Por que "novo"? Ele é como a lua, entretanto, quando termina recomeça. E esse ponto de término e de recomeço, talvez pudéssemos colocá-lo em qualquer ponto, a diferança da lua, que foi feita, como todos sabem e como uma locução familiar o recorda, à intenção de não importa quem. E há um momento no qual a lua desaparece, razão para declará-la "nova" depois. Mas quanto ao ano, e para muitas outras coisas e, em geral, o que chamamos de "real", ele não tem um começo estabelecido. Entretanto, é necessário que ele tenha um, a partir do momento em que foi denominado "ano", em razão da demarcação significante do que, para uma parte desse real, definimos como ciclo. É um ciclo não completamente exato, como todos os ciclos no real. Mas, a partir do momento em que o apreendemos como ciclo, há um significante que não cola interiramente com o real. Nós o corrigimos falando, por exemplo, de ano grande a propósito de uma coisinha que varia de ano em ano até fazer vinte e oito mil anos. Em suma, se recicla. E então, o começo do ano, por exemplo, onde colocá-lo? E aí que está o ato. [...] Um ato é ligado a determinação do começo, e muito especialmente, ali onde há a necessidade de fazer um, precisamente porque não existe.

Vocês não imaginam o que é viver com Fibromialgia , imagine o que é ter dores pelo corpo todo, um cansaço tão grande que aos poucos vai limitando a minha vida, alguns dias fico sem energia e tarefas simples do cotidiano se tornam verdadeiramente impossíveis de concretizar. À noite, não consigo dormir, acordo constantemente, fico irritada, estressada, choro... Quando acordo estou mais cansada, mal consigo mexer meu corpo,uma rigidez sem explicação e as dores continuam presentes e até aumentam. Esqueço com facilidade os nomes das pessoas, o que estava a falar ou não me lembro de fatos que aconteceram, é como se a vida se apresentasse vazia. Uma dificuldade em me concentrar nas tarefas que envolvem a cognição e o intelecto, parece que nada sei, não consigo relacionar os fatos, as pessoas, por isso eu escrevo diariamente tudo que eu fiz, as tarefas que preciso fazer e eu sinto um medo imenso de esquecer alguma coisa importante. As tarefas que outras pessoas tomam por garantidas passam a ser enormemente difíceis, tudo me parece assustador. E é mesmo. Muitas pessoas ignoram, não acreditam, acham impossível alguém sentir tanta dor, por isso eu nem reclamo, fico quieta, afinal de nada servem as lamentações. Tenho procurado incansavelmente uma forma menos dolorida de viver, tudo que li até hoje sobre fibromialgia,nada consta sobre a cura, mas eu acredito na cura e eu vou confiar muito em Deus, vou ter muita fé e buscar o meu último limite para vencer.
Se me amas, procure entender isso, tem dias que estou sensível demais, tem dias que me atrapalho, tem dias que não posso estar presente e tem dias que eu esqueço de tanta coisa, é por isso que eu preciso tanto das pessoas que me dedicam amizade e respeito.

Até vocês brigados parecem um casal. Até longe um do outro parecem um casal. Até não sendo um casal vocês parecem um casal.

Morri.

Agora sei o que é
E desejo a vocês
que morram todos.
Não se apresse vento
não me responda
Na morte não há tempo.

A vida deveria ser
uma história de
homem-forte
definido em virtude.
Forte é aquele
que não cansa
não desiste e avança.

Muitos confundem com covardia
pouquíssimos veem coragem
que pode haver na desistência.

E aquela do Mário Quintana
a do passarinho
como verbo passar
em ilusão de sobrepujar
é belo
é só ilusão.

A força do coração
sempre surpreende.
Mas não me acostumo como são
as surpresas do coração.

O que é uma pena
gostaria de estar errado.
mas um falcão
não é um passarinho.

Apesar de figura perigosa
este e o outro
sim passaram.
Acho a tempos
e ainda vejo o beija-flor
como o mais forte.

E nem ele foge da morte.
Combina com a minha pessoa
a figura do forte.
mas como este não
que para no ar
em estática posição.

É também a sua figura
que causa maravilha
frágil como o amor.
Como um hiato.
Entre
a Estase
e
o êxtase.

Também o morrer
como o amor
é um hiato.
só se poder morrer
se estiver vivo
só vale a pena de viver
se for amando.

Vocês desejam aquele amor de cinema, mas esquecem que ele dura no máximo apenas 2 horas.

Acostumem-se a compreender aquilo de que vocês não gostam a fim de vir a gostar daquilo que não compreendem.

Refrao. Atras dos muros

Tudo o que eu tenho
Tudo o que eu quero
Todos os meus erros voces ja sabem, supero
Eu quero ser livre ir pras ruas, é o que eu quero
Ver o sol nascer e ver o pôr do sol
Esse dia vai chegar
Eu espero
Agradeço os manos valeu a familia
Esse dia vai chegar
Voltar da estaca zero

Se o Espírito daquele que ressuscitou Jesus dentre os mortos habita em vocês, aquele que ressuscitou a Cristo dentre os mortos também dará vida a seus corpos mortais, por meio do seu Espírito, que habita em vocês.

Bíblia Sagrada
Romanos 8:11.

Cas: Por que nenhum de vocês me ouvem?

Queria presentear vocês, mas não tenho dinheiro para isso...então escolhe uma estrela no céu e guarde em seu coração para sempre, como lembrança minha!
Sergio Fornasari

Que a chuva serena purifique o ódio que existe no mundo, e desejo-lhes a vocês bons sonhos e que descansem bem para uma nova semana de bom humor e gentilezas.

Vocês criaram o monstro agora aprenda a lidar com ele.

Porque vocês sabem quem eles são e o que fazem.