Voce vai ser pra Sempre

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É preciso muito mais

Não basta querer ser feliz
Desejar a vinda de jesus
Não é só fazer orações
Levantar as mãos, apontar a luz

Não é só pregar a palavra
Sair por aí falando de deus
Prometer uma vida feliz
Ou prosperidade para os filhos seus

É preciso muito mais
Viver no espírito
Seguir cristo para sempre
Ser como ele é
É preciso muito mais
Se entregar em plena fé
Seguir os passos de jesus
Ser como ele é... E viver em amor

um sonho
enfim

te ter
pra mim

sem ser
seu dono

velar
seu sono

encontrar
um plano

sem partir
ao meio

presença
que pensa

sentir
é sempre

MAIS.

''Palavras Iludem''

Hoje em dia as palavras que
iludem nunca deveriam ser ditas
sem motivo algum, irá ser só
mais um.

Que irá se jogar
nesse mar de ilusões que
futuramente irão
te machucar.

Ao acabar talvez não irá saber como agir,
Irá desejar que nunca queria ter que sair,
Melhor deixar-se iludir, do que sofrer , e a
Realidade vim a conhecer .

A realidade é algo duro para os que amam,
Pois quando a ilusão acaba as coisas desabam,
Reposicionar tudo é difícil,
Estaria acostumado com a ilusão
Que era um vício.

Iludir é a prática de ferir sentimentos,
Quebrar algo tão bom que o ser humano
Pode sentir, e quando decide sair,
Irá machucar muito por dentro.
A experiência ajuda a saber
como são as coisas, para estar
ciente do que pode acontecer
e saber o que fazer.

Arriscar é botar sua felicidade em jogo,
Pois a depressão é onde as levará,
Que se destrói em choro.

Precauções deveríamos tomar.
Para mais um perdido
na ilusão não virar.

Apenas gostamos de enxergar aquilo que é mais fácil de ser entendido, o que estamos acostumados a acreditar e o que todos acham certo - ou não

Por ganância o ser humano é capaz de tudo...Por amor, não é capaz de nada!

Ser vaidoso e cuidar da aparência nao é pecado;pecado é falar mal da vida alheia.

Omitir sem ser indagado, não é pecado!

As vezes, virar o jogo é saber perder. Essa é uma das coisas que aprendi, inclusive a ser feliz, junto com você.

Dentro do meu mundo vive um mudo, que ganha a vida rindo e encantando, uma pena ele não ser compreendido,pois na lingua do amor ele é gringo.

A cidade enlouquece em sonhos tortos
Na verdade nada é o que parece ser
As pessoas enlouquecem calmamente
Viciosamente, sem prazer...

Toda pessoa é uma pedra preciosa. Precisa ser descoberta, polida, cuidada. E no final resulta em uma inigualável jóia de inestimável valor...

Aguentar a imbecilidade humana todos os dias é uma tarefa muito difícil. Eu deveria ser remunerado por isso.

Tudo Pode Ser Perfeito...

Toda noite pode ser perfeita, basta querer. O amor tem o poder de mudar o impossível.
Lembre-se, sem amor nunca haverá PAZ. Ame cada vez mais, e assim, será amado MAIS.

Talvez eu devesse pedir desculpas as pessoas por não ser ingênua, mas é que o mundo me obrigou a isso, a vida me alertou dos perigos de amar pessoas desumanas.

Antes ser direta e grossa do que fazer rodeios e só chegar a falsidade.

Ser uma "Avalon" -
Requer primeiramente amor e respeito a si, ao semelhante e a natureza como um todo.
Requer doação.
Requer repasse.
Requer conhecimento nas áreas necessárias para que o semelhante caminhe e adquira paz, felicidade e saúde.

Esperança maldita.

Tudo em nada e nada em meio a tudo.
É assim que me sinto!
Ser sem sombra, sem rumo.
Ser de vida! Vida desgraçada, sem alento, nem lamento. Vida vivida, mal vivida, mas, vivida!

Olhar tosco, brilho vazio, sorriso sem luz, é assim que sou.
Sem esperanças, crenças ou coisa qualquer.

É assim que sou eu! Um ser sozinho...
Sem nada e sem ninguém.
Cheio de vazio. Vazio sem fim, sem luz, sem trevas... Apenas vazio!

Fúnebre. Assim é que é minha vida!
Esperança maldita, desgraçada, desgarrada, que teima apesar de tudo em ser feliz...

25/05/07

Não tenho nenhuma pretensão de ser admirada, sou como um personagem que esquece a fala.

III.

* Assumir, convictamente, a identidade… Seguramente, o maior esforço de todo o ser humano, neste Mundo de falsas identidades ou de identidades camufladas, mergulhadas no espaço camaliónico das “diferenças” impostas, improvisadas, por esta sociedade do “parecer-ser”, em nome de um tal “bem-estar” comum.
Pura hipocrisia anulativa das dissemelhanças, da diversidade, que faz a singela Beleza, intrínseca à essência de um Mundo, a que já não pertencemos mais.
Adulterámos as Leis da Natureza. Instaurámos o caos cósmico. A isso, chamamos progresso. Que progresso? O da rarefacção da camada de ozono? O do efeito de estufa e do degelo dos oceanos? O do “des-equilíbrio” dos ecossistemas? O da miséria das crianças sub-nutridas? O dos Povos famintos? O da infelicidade dos homens que clamam o Paraíso perdido?
O “progresso” da irracionalidade, das mentes inconscientes, dos pensamentos corroídos pelo ódio, instaurou-se, definitivamente, no seio desta massa humana, indefesa, des-norteada, que hoje somos.
Coitados dos homens. Tão potentes e tão frágeis, ao mesmo tempo. Meras peças soltas do grande puzzele, o puzzele universal, onde já não se encaixam mais.
Somos mero pó em incandescência dissonante. Brilho opaco dos restos do lixo cósmico, em degeneração total.
Corremos pelos leitos de todos os rios, que, no mar, não desaguam mais.
Perdemo-nos de nós mesmos. Não nos encontramos mais. Rodopiamos num círculo imperfeito de esferas desencontradas, de espaços sem intersecção, indefinidos, incertos, indeterminados, mas, ao mesmo tempo, “extra-ordinários”, libidinais, irrascíveis e concupiscentes.
Erramos, navegamos pelos espaços infinitos da imaginação. Buscamos o Infinito, o Eterno, o Imutável. Projectamos um futuro outro, apenas existente no mundo ficcional de todos os sonhos: do “princípio da realidade” se afastam, para erguer, sempre, o “princípio do prazer”.
Velejamos por todos os mares. Pairamos por todos os espaços siderais. Percorremos todos os caminhos da Floresta, sempre paralelos, sempre descontínuos. A escolha não é mais possível.
Esmagamos um Ego desesperado, descentrado de si mesmo, tão narcísico, quanto paradoxal. E, no entanto, ainda somos aves de rapina, predadores universais, dominadores de todas as possíveis presas, camuflados com o meio, que já não é mais natural.
Percorremos todos os atalhos. Edificamos uma nova ordem. A da caoticidade mundial. E, no entanto, ainda somos apelidados de “animais racionais”.
Que racionalidade é esta, criadora de um tempo de infortúnio? Que racionalidade é esta, “des-veladora” de todas as misérias? Que racionalidade é esta “re-veladora” da massa indigente das gentes vagueantes?

IV.

* Convivo com o Mundo dentro de mim própria. Basta-me.

* A “Paz Perpétua” reina dentro de mim. Conquistei a felicidade.

12/11/07

* Não quero viver no Inferno das noites claras,
Na solidão das gentes,
Nos espaços atópicos de cada pensamento,
Nos espaços indefinidos dos pensamentos dispersos.

* Não quero a luz opaca dos olhares indiscretos. O brilho negro dos falsos sorrisos. A demagogia retórica das palavras sórdidas. O cheiro nauseabundo dos corpos em putrefacção.

* O Mundo está podre. Rejeito-o completamente. Recuso-me a compactuar com a hipocrisia, com as falsas verosimilhanças, com as vãs ironias, com as inglórias inteligências dessas mentes foragidas, que nada vêm. São inúteis. Completamente inúteis. Perpetuam, apenas, um saber “fantasiado”, com longos rasgos de ignorância extrema.

15/11/07

* Distante, no meu Mundo, penso as trilhas da Vida e da Morte.

* Viver é o quê, afinal? As respostas são múltiplas. Nenhuma me satisfaz…

20/11/07

I.

* O meu corpo, morto, embala-se nas cinzas do chão que, um dia, o deixou esvanecer.

* Quero viver Tudo, intensamente, como se cada instante fosse o último dia do resto da minha Vida.

* Sou a exemplificação da Hipérbole…

II.

* A monotonia congela-me o cérebro. Irrita-me a alma, ávida do sempre novo, do perpetuamente diferente, da metamorfose, do mistério, do enigma, de todas as incógnitas…
A minha alma requer o desafio do desconhecido, do nunca visto ou imaginado. Do impensado e do impensável. Caminha para o impossível, para o reino efémero da ausência de limites, para o paralelamente infinito, para todos os caminhos, até mesmo para os mais recônditos.
Procura a inocência primeira, a leveza do Ser de todas as coisas, animadas e inanimadas, terrestres e celestes, no seio dos dois lados da quadratura perfeita: os Homens, a Terra; os Deuses, o Céu.
Busca o infinito, na esperança de encontrar um mundo novo, perfeito. Este já está gasto, saturado, desgovernado, demasiadamente costumeiro para quem deseja ver mais longe, para além das ilusórias aparências que ofuscam o olhar primogénito.
A minha alma procura, sem cessar, a liberdade, esse espaço aberto de expansão total do Tudo, onde não há o acaso, nem o vazio, nem o nada.
Quer percorrer os círculos viscerais de todos os entes. Ama a Totalidade, na sua grandeza, que foge aos estreitos limites do Tempo, do Espaço, do Destino.
Vagueia por todos os lugares. Não cabe dentro de si mesma. Procura o Aberto, onde Tudo se funde, em perpétua comunhão com o Ser, o Estar e o Pensar.
A minha alma pensa o Mundo. Esmorece perante o caótico cenário da miséria humana. Quer mudar o Mundo, a mente das gentes agrilhoadas à mesquinhez do mero sobreviver. Quer ultrapassar as barreiras do tempo e do espaço. Quer ser eterna.
Não é narcísica. Vê-se ao espelho. Reconhece a sua própria identidade. Sofre com todos os “Epimeteus”…Deseja todos os “Prometeus”…
Sente-se só. Desamparada, neste espaço cósmico “des-humanizado”, que não suporta a disparidade da alteridade.
Quer renascer num mundo novo, com a hierarquia axiológica adequada…. sem rótulos, sem rebanhos, sem congeminações forçadas e infundadas. Quer crescer no topos infinito de todos os oceanos…

A vida não é ter e obter. É ser e tornar-se.