Você Nasceu pra Mim

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Pra mim, é quase um malabarismo
manter a lucidez
que é tão imprescindivel na vida...
-Haredita Angel
20.08,12

"Quer falar de mim, então me chama pra debater, que desse assunto eu entendo."
Haredita Angel
20.03.23

"Faz um aceno, e eu te dou todo esse amor
que tenho em mim e nunca dei a ninguém."
Haredita Angel
14.06.2004

"Aprendi sim a ser dura diante da vida para não permitir que ela fizesse de mim o que quisesse."
Haredita Angel
13.12.25

"Amor pra mim é não me podar...
É me deixar florescer aonde eu quiser!"
Haredita Angel
29.12.24

"Ainda carrego em mim aquele sentimento antigo que o amor tem que ser para sempre!"
Haredita Angel
18.02.26

"Sempre que você falar mal de mim,
por favor reze por mim também.
Pois, eu quero ser perfeita que nem você!"
Haredita Angel
07.01.23

"Tanto te amei e você não soube ficar.
Isso diz muito sobre você.
Quanto a mim, não sou de arrastar histórias que não conseguiram Ser...
Sou de Ter...
Paz!"
Haredita Angel
03.05.26

"Já perdi tanto nessa vida
que se eu vier a me perder de mim,
juro que não vou atrás ..."
Haredita Angel
04.07.21

"Acreditar em destino é para
aquele que quase vive.
Pra mim quem quase vive,
já morreu!"
Haredita Angel
16.08.14

-Faça de mim um pensamento bonito, pois serei para sempre uma estrelinha no céu da sua vida.
Haredita Angel
29.04.24

O bem que faço, faço a muitos e faço a mim. O mal que faço, só a mim é feito...
𝓙𝓾𝓻𝓾𝓷𝓪j

Acho que louco é quem dá ouvidos às loucuras que escuta... E pior: escreve. Eu estou rindo de mim mesmo.
𝓙𝓾𝓻𝓾𝓷𝓪j

O que tenho que me pertence?
Não é o que está em mim, porque até isso a vida pode me tirar.
É o que faço e deixo ir.
Minhas ações, minhas atitudes.
Quando vão, levam uma semente.
Quando voltam, trazem um fruto.
Esse, sim, me pertence O que está em mim me constitui.
O que sai de mim me revela.
O que volta para mim me transforma.O que está em mim me faz ser quem sou.
O que faço e deixo ir não deixa de me pertencer por ser de minha responsabilidade.
𝓙𝓾𝓻𝓾𝓷𝓪j

"As vezes que tentei me
ocultar de mim mesma
esquecendo quem sou por
aceitação e cabimento
custou caro ao meu equilíbrio
emocional e felicidade pessoal."

"Eterna doadora de mim,
raramenterecebi empatia
ou solidariedadecriando
emmim uma carapaça
emocional de proteção
onde prefiro asolitariedade
reflexão deinterior expansão."⁠

⁠Glória pra mim é ter conhecido a bíblia e ainda conseguir ser amigo do autor.

⁠⁠Sem as Divinas Lembranças Coloridas que Eternizastes em mim, jamais eu suportaria lembrar de um dia tão cinzento.

⁠Pai, se não puderes passar de mim esse cálice, poupe-me ao menos dos amantes da espetacularização.


Não temo os tropeços, as tempestades ou a morte — nem minha, nem dos meus — pois nenhum destes barulhos consegue ser mais ensurdecedor que o espetáculo feito deles.


Há cálices que não doem pelo amargor do conteúdo, mas pelo coro que se forma ao redor deles.


O tropeço ensina, a tempestade depura, a morte silencia — todas cumprem um papel sagrado no trato da alma.


O que fere é o aplauso, o holofote aceso sobre a dor alheia, a pressa em transformar cruz em palco e lágrima em argumento.


Quem caminha com fé não pede a ausência da noite, mas a dignidade do escuro.


Não implora pela fuga da provação, mas pelo recolhimento necessário para atravessá-la.


Há dores que só frutificam no segredo, há processos que se perdem quando exibidos.


O espetáculo rouba o sentido; o silêncio, ao contrário, devolve profundidade.


Por isso, minha súplica parece-me justa: se o cálice não puder ser afastado, que ao menos não venha acompanhado da plateia.


Que a dor seja escola, não vitrine.


E que o barulho venha do céu, não dos que confundem compaixão com curiosidade e fé com entretenimento.


Amém!

⁠Pai, se não puderes passar de mim esse cálice, permita-me ao menos cuidar dos meus antes de sucumbir-me ao cansaço da alma.


Há momentos em que a fé não implora o milagre da retirada do cálice, mas a misericórdia de adiá-lo por amor.


Não é a negação do sofrimento, mas o reconhecimento de que há responsabilidades que ainda pesam mais do que a própria dor.


Quando a alma se vê exausta, não é rebeldia suplicar por tempo; é humanidade.


É dizer: Pai, eu aceito o peso, mas deixa que minhas mãos ainda sirvam, que meu olhar ainda proteja, que minha presença ainda seja abrigo.


Pois, há dores que não escolhem hora, mas há amores que não aceitam partir sem antes cumprir o cuidado.


Cuidar dos seus, mesmo à beira do esgotamento, também é uma forma silenciosa de oração.


É fé traduzida em gesto, em permanência e renúncia…


Não se trata de heroísmo, mas de fidelidade: a fidelidade de quem sabe que o fim pode esperar alguns instantes quando o amor ainda precisa ficar.


E talvez seja nesse intervalo — entre o cálice e a rendição — que Deus mais se revele.


Não como quem afasta a dor, mas como quem sustenta o coração para que ele não se torne empedernido.


Porque às vezes, a maior graça não é ser poupado do sofrimento, mas não deixar de amar enquanto se sofre.