Voce me Deixou sem Folego
"Familia Mais Ampla" / Espirito Bezerra de Menezes / Psi. Francisco Candido Xavier / Livro: Bezerra, Chico e Voce.
Ttantas vezes nos referimos aos problemas da família no mundo!
Filhos difíceis, pais – problemas, parentes que erigem a condição de antagonistas, companheiros do lar que nos relegam ao abandono!
E, em conseqüência, as lutas aparecem, agressivas e contundentes.
É aí no instituto doméstico que somos chamados a praticar a paciência e a exercitar a compreensão.
Muitos de nós se acham detidos nessa oficina de burilamento e melhoria, incapazes de ultrapassar a órbita da consangüinidade para a construção do amor a que as Leis do Senhor nos destinam.
Entretanto, a nós outros, os espíritas, compete a obrigação de enxergar mais longe e reconhecer mais amplos os deveres que nos prendem à experiência comunitária.
Não somente suportar os conflitos de casa com denodo e serenidade, abraçando os entes queridos com a certeza de que os amamos, livre de nós, se assim o desejam, para serem mais cativos aos desígnios de Deus.
Não apenas isso. Entender também nos grupos em que nos movimentamos a nossa família maior. E amar, auxiliar, apoiar construtivamente e servir sempre a todos os que nos compartilhem o trabalho e a esperança.
A independência existe unicamente na base da interdependência. As Leis Divinas criaram com tamanha sabedoria os mecanismos da evolução que todos nós, de algum modo, dependemos uns dos outros.
Não se renasce na Terra, sem o concurso dos pais ou dos valores genéticos que forneçam.
Não se adquire cultura sem professores ou recursos que eles decidam a formar.
Não se obtém alimento sem esforço próprio, nem sob o amparo do esforço alheio.
E nem se alcança experiência por osmose, já que todos somos conduzidos à arena da existência, uns à frente dos outros, a fim de aprendermos a amar-nos e compreender mutuamente.
Reportamo-nos a isso para dizer-vos que as tarefas em nossas mãos constituem núcleos de serviço e união, dentro dos quais, por devotamento às realizações que nos cabe efetuar, é preciso nos inclinemos à fraternidade autêntica, abençoando e ajudando a quantos nos cerquem.
...há famílias de ordem material e aquelas outras de ordem espiritual – afirma-nos o Evangelho, na Doutrina Espírita.
Atendamos, por isso, ao nosso conceito de família mais ampla.
...grande é a luta, entretanto, isso se verifica , a fim que a nossa vitória seja igualmente maior.
Conduzamos a nossa mensagem de paz e amor a quantos nos partilhem a estrada do dia – a – dia .
Esse é mais forte e pode oferecer-nos apoio em certo sentido, mas aquele que se revela mais fraco é o companheiro que espera de nós o auxílio necessário para fortalecer-se.
Aqui, encontramos alguém que se nos afina com o modo de pensar e de ser, transformando-se-nos em fonte de estímulo, no entanto, ali, surge outro alguém que ainda não edificou em si os valores espirituais que lhe desejamos, aguardando-nos abnegação e entendimento para se harmonizar com as aspirações e os ideais de mais alta expressão.
Além, identificamos a presença daqueles que conseguem ombrear conosco no mesmo nível de trabalho, incentivando-nos a servir, mas, adiante, observamos a ação daqueles outros que nos afligem ou atrapalham, exigindo, porém, da nossa compreensão o auxílio preciso para se tornarem simpáticos e produtivos na obra em que fomos engajados pelo Senhor.
...família e família!
Família do coração entre algumas paredes e família maior do espírito a espraiar-se em todos os domínios da Humanidade!
Sigamos, à frente de nossas tarefas, amando e abençoando por amor a construção que nos foi confiada o que, na essência, quer dizer por amor à nossa própria felicidade.
...filhos queridos!
Recordemos, cada criatura, que nos desfruta o caminho ou a experiência, é semelhante a planta que se ajudarmos nos ajuda.
Somos todos clientes uns dos outros no trabalho em que a vida nos situou.
Agradecemos a oportunidade de entender isso e o privilégio de trabalhar por um Mundo Melhor com o nosso Espírito Melhorado, seguindo para a Vida Maior.
Mensagem recebida em 24.2.1971.
Psicografia Chico Xavier - Livro "Bezerra, Chico e Você"
As vezes, estamos tão concentradas em achar nosso final feliz que não aprendemos a ler os sinais.
Como distinguir os que nos querem e os que não? Distinguir os que vão ficar e os que vão embora?
Talvez o final feliz seja apenas seguir em frente.
Talvez, o final feliz seja este: apesar das ligações não retornadas e corações partidos,apesar dos erros e sinais mal interpretados, apesar da dor e constrangimento. VOCê NUNCA, NUNCA PERDE A ESPERANÇA!
Sorriso
Hoje acordei e olhei para a fresta da janela do meu quarto
E vir um feixe de luz lindo entrando
Corri para ver pensando ser o sol
Me enganei, era seu sorriso!
Eu quero achar uma prova concreta de que você não me amava tanto. Eu quero muito achar para que eu finalmente consiga te esquecer. E se eu não fizer isso, como é que eu vou conseguir te esquecer?
Vocês tiveram uma amizade linda. Talvez mais do que uma amizade. E eu o invejo. No meu lugar, a maioria dos pais esperaria que tudo passasse. Rezariam para que os filhos ficassem bem, mas eu não sou esse tipo de pai.
Os músculos são firmes. (...) Não há corpos retos nessas estátuas, elas são puras curvas. Às vezes impossivelmente curvas e tão indiferentes… daí a ambiguidade sempre jovem delas. Como se nos desafiassem a desejá-las.
Dois ratos caíram em um pote de nata, O primeiro rato desistiu e se afogou, O segundo rato se esforçou tanto que transformou a nata em manteiga e saiu.
Respira fundo:
pela frente ainda tem
Respira fundo:
pela frente ainda tem
muito mundo.
reencontro você em outra despedida.
Não era amor
Era um sentimento muito mais bonito
Um sentimento nascido no meio de um término
Sem ter no mínimo tido tempo de ter se feito compreendido
Ah, se todo amor fosse correspondido...
Mas enfim, não era amor, era um sentimento muito mais bonito
E as coisas precisam nascer de algum jeito
Nem que seja para morrer, logo ali, no seu peito
Nem que seja para renascer, bem aqui, por respeito
Ou se esconder em nós até que um de nós resolva se desatar
Em tantos
Em tontos
Em prantos
E pronto:
Estamos felizes novamente!
Pra que chorar?
Se nem a sua lágrima sabe por que cai
Sem nem a sua mágoa sabe quem é seu pai
Se nem a sua dor sabe por que ai!
Se nem o seu passo sabe por que vai
Gostava de você quando dávamos as mãos
E andávamos bêbados pelos becos
Gostava de você quando eu soltava a sua mão
Para escrever: não era amor
E você soltava da minha
Para completar: era um sentimento muito mais bonito
E a gente ria.
E não se amava.
Éramos muito mais bonitos.
Na falta do que fazer, fizemos saudade.
coração não faz sentido
nem bate continência.
Ainda me lembro do dia em que dissemos: seremos felizes até que a poesia nos repare. Primeiro, você riu, eu gargalhei e nós casamos. Depois, eu li, você ouviu e, nus, transamos. Por fim, eu lembrei, você se esqueceu e nós cansamos. Hoje, ainda que me falte você, nunca me faltará poesia. Um poema é o próprio abandono descrito em versos, diversas vezes. É o poeta em estado onírico implorando em rimas, alexandrinos, decassílabos decadentes: “Volta para mim, palavra bonita. Volta!”. Seu mundo sempre foi confuso, uma mistura moderna de Garcia Márquez com qualquer pintura de Velásquez. Você só parece amar quem pisoteia nos seus sonhos, quem tapa os seus sorrisos com lágrimas, quem lhe abandona sem roupa, sem mundo, sem beijo. Veja só: As Meninas na corte do rei parecem cortejar o seu coração. Corta a cena: seu azar foi ter vivido Cem anos de Solidão em uma única relação. Talvez por isso nada lhe emocione mais: nem o piano que toca algumas notas de jazz, nem o coração em guerra que, no peito, hasteia uma bandeira de paz. Talvez por isso nada lhe interesse mais: nem as cartas nem as caras de amor. Todas elas são ridículas, já dizia o poeta, todas elas são partículas de sentimento que não insiste mais… Contudo ainda me pego algumas vezes tateando uma sombra incompreensível que fala e que fuma e que finge estar viva. Só finge! Uma sombra precisa de luz para ser viva. Um amor precisa de vida para reluzir. Eu preciso de ambos para existir.
Ex-amiga
você me perdeu
quando deixou de me regar,me por ao sol,
conversar comigo
então nossa amizade murchou e morreu.
Você deixou uma confusão de sentimentos aqui dentro, tenho tentado decifrar-te, mas você se esconde, eu não me acho, não me explico, só sinto!
O medo segue os nossos sonhos, menina linda eu quero morar na sua rua, você deixou saudade. quero te ver outra vez, você deixou saudade.
O quanto você confia em si mesmo? Quantas situações, trabalhos, pessoas, você não deixou passar simplesmente por não confiar mais em si? Autoconfiança é importante para todas as pessoas, em todas as áreas da vida, é uma questão de sobrevivência. A premissa básica é que ninguém consegue transmitir confiança se não confia em si mesmo, seja na relação afetiva, pessoal, profissional. Por exemplo, como uma pessoa pode vender um produto se não confiar em si mesma? Acredito que o diferencial é acreditar em si mesmo, o que irá se refletir no seu produto e na empresa em que trabalha, o que irá com certeza ser transmitido ao cliente. Como transmitir confiança na relação afetiva, sem conflitos gerados pela insegurança, se não confiar em si mesmo? Enfim, a confiança no outro depende muito da confiança em si.
A insegurança, ou falta de confiança em si mesmo, pode trazer algumas características como medo de amar, da mudança, de cometer erros, da solidão, de assumir compromissos, responsabilidades, entre outros. O inseguro não confia em seu valor pessoal, não acredita em suas habilidades, nem em sua capacidade, o que o impulsiona a se apoiar nos outros. Por não confiar em si, acaba por desenvolver a dependência nos filhos, marido, esposa, amigos, colegas de trabalho, etc. Em vez de se unir pelo amor, se une pela insegurança, o que o faz controlar as atitudes, quando não os sentimentos do outro. Controla e vigia em razão das dúvidas que tem sobre si mesmo, criando cobranças, conflitos e muitas dificuldades em seu relacionamento. É como se quisesse uma certeza daquilo que não encontra dentro de si.
A falta de autoconfiança pode se manifestar em sentimentos de incapacidade, impotência, e dúvidas paralisantes sobre si mesmo. Quando questionado, abre mão com muita facilidade de suas opiniões, mesmo quando são boas, deixando de expressar muitas vezes ideias valiosas. Nunca possui certeza suficiente e quer sempre se certificar das coisas e controlar as pessoas. É excessivamente cauteloso e vigilante, desconfia de tudo e de todos, como reflexo de falta de confiança em si mesmo. Quem não confia em si sente muita dificuldade para enfrentar desafios, e cada fracasso, quando acontece, confirma uma sensação de incompetência, trazendo muito sofrimento. São pessoas indecisas, principalmente sob pressão. A insegurança pode chegar a tal ponto de fazer com que a pessoa, na ânsia de ser amada, transforma a necessidade natural de amar em uma necessidade patológica, doente, alcançada pela possessividade.
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