Voce foi o meu Momento Inesquecivel Amor
Eu entrego esse sonho a Deus: se for pra casar, que seja; se não, que Ele cure e direcione meu coração
Eu valorizo a crítica que me faz crescer, mas ignoro a crítica que nasce da inveja. Quem quer meu progresso me orienta. Quem quer minha queda me provoca. Eu escolho ouvir quem constrói.
Meu corpo,
é a morada do meu eu,
a vida aqui dentro,
e nele mora também todas as vidas que eu já vi.
2025, o meu ano!
Agradeço imensamente por cada dia de 2025.
Renasci de diversas formas, descobri quem eu sou e outros mundos.
Me virei do avesso — e ainda vou virar a vida de muita gente também.
Não existe transformação sem aprendizado, e tudo isso me fortaleceu.
Não me tornei mais fria nem rancorosa; ao contrário, hoje amo mais, sinto mais e compreendo melhor.
Hoje eu sei que força é ouvir o coração e o grito que a alma faz.
Foi um ano intenso, mas nada foi por acaso. Tudinho já estava escrito.
E, para fechar, conheci vocês.
Não imaginam o quanto gosto de todos — até dos que ainda não conheço pessoalmente, porque energeticamente já estamos ligados.
Obrigada por serem tão especiais, cada um do seu jeito, com a sua personalidade.
Somos todos complementos.
O silêncio da casa é um manto pesado,
Que me deixa a sós com o meu próprio ser.
Lá fora, o grilo está sempre acordado,
Fazendo a noite inteira tremer.
Um carro na estrada é um brilho fugaz,
Um cachorro que late pro escuro sem fim,
Fragmentos de um mundo que segue em paz,
Enquanto o vazio se instala em mim.
... para o espírito,
uma vida sem privações,
a meu ver, seria algo lastimável,
visto que o sujeitaria à penosa condição
de apenas consumi-la, porém, sem
as devidas retratações
e reparos!
Sempre que vejo religiosos divididos, digladiando e se julgando pela Mãe do meu Senhor, lembro o quão fácil foi persegui-lo.
E ainda há quem defenda o Céu com flechas e pedras na mão.
Quem diga amar o Cristo, mas incapaz de reconhecer o amor no olhar do irmão.
Quem cite versículos para erguer muros — e não pontes…
Sem se esquecer dos que se valem do nome de Deus e da igreja para se esconder, aparecer e se promover.
Talvez o maior escândalo da fé não esteja nas diferenças doutrinárias, mas na incapacidade de amar sem rótulos.
Foi esse mesmo zelo sem ternura que O condenou — não o ateísmo, não o império, mas a arrogância de quem julgava conhecer melhor a vontade do Pai.
E assim, em nome d’Ele, seguimos ferindo o que há de mais Divino: o Amor ao próximo!
Meu corpo não será velado, se alguém tiver a má intenção de lhe oferecer coroa de flores, pode se render à hombridade de convertê-la em quentinhas para tentar enganar a fome de moradores de rua.
Meu Pai só permitiu à Tristeza me abraçar até a minha alma aprender a chorar, porque Ele já havia tecido Lenços de Misericórdia.
Há dores que não chegam para nos destruir, mas para nos ensinar a linguagem que antes não sabíamos falar.
A Tristeza, quando autorizada pelo Pai, não vem como castigo, vem como professora silenciosa.
Ela nos abraça não para nos aprisionar, mas para que a alma — ainda rígida, ainda orgulhosa de resistir — aprenda a chorar.
Embora haja choros de remorsos e infortúnios, chorar é um verbo sagrado.
Ainda que muitos infalivelmente fortes considerem fraqueza.
Mas admitir isso seria também admitir que o Filho do Homem fraquejou.
É quando o coração finalmente admite que não é de ferro, que precisa ser cuidado, que não foi criado para atravessar desertos sozinho, longe do Pai.
E Ele sabe disso.
Por isso, Ele não impede o abraço da Tristeza de imediato.
Ele permite o tempo exato: nem um minuto além do necessário, nem um segundo aquém do aprendizado.
Enquanto a alma aprende a chorar, o céu trabalha em silêncio.
Cada lágrima encontra um destino, cada soluço é ouvido, cada queda é contada.
Antes mesmo que o pranto escorra pelo rosto, Lenços de Misericórdia já estavam sendo tecidos — fio por fio, com paciência eterna, do tamanho exato da dor.
Esses lenços não apagam a história, mas secam o excesso de peso.
Não negam a ferida, mas impedem que ela infeccione.
São gestos suaves de um Pai que nunca esteve ausente, apenas respeitou o processo.
Quando a Tristeza se retira, não leva consigo a fé; deixa uma alma mais humana no lugar, mais inteira, mais capaz de consolar.
Porque quem foi enxugado pela Misericórdia aprende, um dia, até a ser lenço nas mãos de Deus.
Hoje a Sorte me abraçou tão apertado, que quase cansei!
Gratidão por mais um dia vencido, meu Pai Amado!
