Voce foi o meu Momento Inesquecivel Amor

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⁠Uma casa é para onde você volta (...). Se não tem uma, por que não arranja algo parecido? Foi o que eu fiz. Um lugar para onde voltar.

Nenhuma corrida jamais foi vencida na primeira curva, mas muitas foram perdidas ali.

“Jamais se esforce para esquecer o que é inesquecível. Sofrer faz parte do amor. Encontrar um amor é quase impossível. Você tem poucas chances.”

Meu momento se divide em dois: falo o que penso, e foda-se quem não gostar

⁠Faça a sua vida valer a pena, todos os dias.
Aproveite cada momento, cada segundo. Só leve com você o que for bom!

⁠O momento é de gratidão. A gratidão preenche e alegra a alma. Traz calmaria e felicidade. Esse é o segredo para o caminho da prosperidade.

⁠Faça do hoje um momento único e incrível da sua vida.
Preste atenção nos detalhes que fazem o coração vibrar, o sorriso brilhar e a alma transparecer.
Veja o quanto é maravilhoso ser VOCÊ.

⁠Boa tarde!
Para a sua tarde:
Faça com o que cada momento do dia seja único e especial.
Seja otimista, coisas boas estão por vir.
Seja esperançoso. Deus está no controle de tudo, e no tempo dele o que há de melhor acontecerá.
Uma maravilhosa tarde!

Meu epitáfio será: Nunca foi um bom exemplo, mas era gente fina.

Meu anjo do perdão foi bom mais tá fraco.

Foi na simplicidade do seu jeito que encontrei meu apego e na timidez do seu abraço que encontrei meu abrigo.

No meu mundo solitário a tristeza é minha companheira fiel, ela foi a única que não me abandonou.

Foi numa noite sombria, que olhei pro céu, percebi a decepção, abri meus olhos e fechei meu coração.

Meu celeiro foi destruído pelo fogo e agora posso ver a lua

Essa cidade já foi meu lar. Eu a quero de volta.

Ilusões (I)

Hoje, voltei dez anos
em meu passado,
e vi um sonho,
que foi presente,
mas nunca
foi futuro.
Ilusão-criança,
que brotou um dia
(eu juro)
da espontaneidade
de um ideal
(paternal).

Voltei dez anos,
de espanto
e em pranto,
estarrecido
meço a extensão
do nada.
Calculo em milhões
de números,
a multiplicação,
fantástica,
do zero pelo zero.
A imagem juvenil
do que fui, confunde-se,
desfocada, na angústia
do que sou.

Um presente-passado,
sem futuro,
a enterrar
em profundas covas
as provas
de um erro.
E do sonho
desperta a figura
de um covarde
que treme e arde
de revolta,
mas cala.
(1972)

Foi assim……ode a meu povo

Foi assim…por mero acaso
que cheguei , certo dia,
à terra de meus pais.
Ainda um menino, pouco sabia
ou um quase nada
sobre os campos distantes
de ventos frios e cortantes
do extremo sul do País.
Essa terra guasca e lindeira
de gente pura e acolhedora
plena de simpatia e lealdade.
Terra de encantos, protetora,
que em realidade era a de todos
meus mais antigos ancestrais.
Rio Grande do Sul, uma nação
orgulhosa de seus feitos e tradições;
uma nação verdadeira,
cuja bandeira, tremulando,
carrega os traços rebeldes
de muitas guerras e peleias
nação com sangue forte nas veias,
curtida no amor à terra e,
a defendê-la fez jorrar esse sangue
por várias gerações.
Menino carioca, da capital
me achando soberano, o tal…
aprendi , muito cedo
a domar o potro da vaidade
e a me entregar de alma,
sangue e corpo
ao minuano campeiro.

Meu anjo do perdão foi bom,
Mas tá fraco,
Culpa dos imundo, do espírito opaco.

O dinheiro não representa tal valor como os homens colocaram em cima dele. Todo o meu dinheiro foi investido nas experiências com as quais eu fiz descobertas novas permitindo a humanidade de ter uma vida um pouco mais fácil.

Nikola Tesla
A Visit to Nikola Tesla, Dragislav L. Petković in Politik, 1927

O meu nirvana

No alheamento da obscura forma humana,
De que, pensando, me desencarcero,
Foi que eu, num grito de emoção, sincero
Encontrei, afinal, o meu Nirvana!

Nessa manumissão schopenhauereana,
Onde a Vida do humano aspeto fero
Se desarraiga, eu, feito força, impero
Na imanência da Idéia Soberana!

Destruída a sensação que oriunda fora
Do tato — ínfima antena aferidora
Destas tegumentárias mãos plebéias —

Gozo o prazer, que os anos não carcomem,
De haver trocado a minha forma de homem
Pela imortalidade das Idéias!

Augusto dos Anjos
ANJOS, A. Eu e Outras Poesias. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1998.