Voce foi o meu Momento Inesquecivel Amor
Nada se compara ao ato de acolher!
Acolher é partilhar amor - um gesto que revela cuidado, compreensão e entrega.
É a marca viva de Jesus neste mundo - imitador Dele - filho de Deus.
"1 João 2.29 - Visto que sabemos que Deus é sempre bom e só faz o bem, podemos corretamente supor que todos aqueles que fazem o bem são seus filhos".
“Em ti eu tinha certeza do amor verdadeiro; de ti, eu tinha certeza de receber os melhores conselhos, os melhores abraços. E agora, quem poderá substitui-la mãe ? Certamente ninguém.”
Considerado o “Poderoso Chefão” dos sentimentos, todo mundo quer encontrar o grande amor. Mas, ao mesmo tempo, ninguém quer dividir tristezas e desilusões, sentir as incansáveis dores físicas, passar por torturas psicológicas ou ficar noites sem dormir.
Ninguém quer ter que aguentar o outro de mau humor, suportar as diferenças, compartilhar e ceder. As pessoas querem mesmo é viver apaixonadas, curtir aquele desejo e vontade de fazer sexo todas as noites, tomar sol em uma praia ao som dos pássaros cantando e viver o sonho da família Doriana. Por isso, os amores de hoje são tão descartáveis. A cada esquina se acha alguém para se apaixonar, mas ninguém para amar. Cadê as pessoas que estão dispostas a suportar, no dia a dia, as imperfeições e que estão afim a criar problemas e, depois, resolvê-los juntas?
Está tão clichê dizer eu te amo e fazer amor (que nem pode mais se chamar de amor), que andar de mãos dadas não reflete companheirismo e um elo, mas sim, só mais duas mãos e alguns passos, que podem seguir separados. O que mais me impressiona não é nem o fato do “felizes para sempre” estar quase que em extinção, mas a coragem que as pessoas têm de, quando não conseguirem fazer as coisas darem certo e enfrentarem dificuldades juntas, se consolarem com o simples “Não era pra ser…”. Porque afinal, a culpa toda é do destino.
Esses dias estava tentando resolver um cubo mágico e me irritei tão fácil que obviamente não cheguei nem na primeira lateral de cores. Fiquei pensando na quantidade de coisas na vida que deixamos passar por falta de força de vontade. Com o amor é assim. Não queremos unir o azul, o amarelo, o verde, o branco e o vermelho, queremos só o vermelho e pronto. Mas para tudo e todo tipo de amor, sejam entre homens e mulheres, amigos e familiares é preciso de uma união de cores, sentimentos e mais do que isso, paciência. Tudo precisa se encaixar no lugar certo. Só que nós precisamos fazer nossa parte para que isso aconteça. Tentar, quem sabe?
Muitas vezes nos contentamos em amar pela metade só porque achamos que felicidade é se manter apaixonado, sempre. Paixões são instantâneas. Isso vai e vem. São lindas, concordo, e fragmentos do amor, mas, meu caro, apesar de estourar fogos de artifício no seu estômago infelizmente não durarão por uma vida inteira. Não é só somando alegrias e momentos bonitos que se ama, é no meio da turbulência que se descobre o verdadeiro amor. Tem uma frase de Clarice que eu adoro que diz o seguinte: “Porque eu fazia do amor um cálculo matemático errado: pensava que, somando as compreensões, eu amava. Não sabia que, somando as incompreensões é que se ama verdadeiramente. Porque eu, só por ter tido carinho, pensei que amar é fácil.” E acho que isso resume tudo. Paixão e carinho caminham juntos, mas para amar precisa-se de muito mais.
Eduardo P Cardoso
Eu já vivi o amor
E com o amor da minha vida...só queria ter tido mais tempo.
Provar que é real e fazer acontecer nessa vida.
Amor de Barzinho
Cabeça quente,
Copo de whisky gelado
Tudo dará certo um dia,
Mesmo tendo tendência a dar errado.
E se o plano A falhar?
Nós aciona o plano B
Afinal, mais importante do que tentar,
É fazer acontecer.
Se o clima esquentar?
A gente dança agarradinho
Cola tua boca na minha boca,
E eu te deixando louca, te beijo a noite toda
Nesse mesmo barzinho.
Se o amor acontecer?
A gente sai para comemorar
Toma uns whisky por aí,
E faz love intenso na beira do mar.
E a gente vai viver,
Um amor proibidão
Se amando até o amanhecer,
Se pegando até a escuridão!
Deus Todo-Poderoso,
fonte da criação, da vida e do amor,
guia meus passos no caminho da luz.
Que minha fé seja forte na escuridão,
que meu coração promova o bem,
e que minhas ações elevem o mundo.
Ensina-me a verdade com humildade,
a empatia com coragem,
e a bondade com firmeza.
Que eu reconheça Tua presença em tudo,
e que a minha jornada me leve à eternidade.
Louvado e Glorificado seja meu Deus,
hoje e sempre.
Encontrar um amor verdadeiro e uma mulher que tenha valor é tão difícil quanto achar uma agulha em um palheiro. Essa frase popular mostra que é complicado descobrir um amor que seja leal e genuíno, quase uma missão impossível, similar a procurar uma agulha em uma pilha de feno. O desafio está em identificar o amor real entre tantas conexões superficiais ou temporárias. Relações rasas e interesseiras estão sempre à procura de dopamina, onde a expectativa surreal de fazer o outro feliz acaba sendo uma forma de transferir a responsabilidade para ele. A jornada em busca de um amor é um caminho duro e mais amargo do que o veneno. Jailton Patrício
"Amor em Camada de Valência"
No silêncio atômico do ser,
há um núcleo que só quer entender
por que falta algo no fim do dia,
como se a alma pedisse alquimia.
Sou ametal, um ser de atração,
não busco ouro, nem combustão.
O que me falta é só conexão,
um elétron que acalme meu coração.
Tua carga vem de longe, flutua,
como próton que à noite recua.
E eu, com fome de completar,
atraio o que tens pra doar.
Mas não é roubo, nem imposição —
é enlace, é química, é comunhão.
Compartilhamos elétrons com calma,
como quem entrelaça corpo e alma.
E se a vida é feita de ligações,
de forças fracas e paixões,
então que sejamos moléculas unidas,
pelo amor que dá sentido às vidas.
Te apresento um amor verdadeiro...
Que não te esquece;
Que não mente;
Que não te abandona;
Que não te trai;
Que não desmarca compromisso;
Que não atrasa;
Que não te traz tristeza;
Que não te faz chorar;
Que pensa em você a todo instante;
Que está contigo e todos os momentos;
Que não faz acepção de pessoas;
Que supre e supera todas as suas expectativas;
Que é real, recíproco e fiel.
Te apresento um amor que nenhum ser nessa terra consegue te dar...
O amor de Deus!
É sublime e eterno, e ninguém vai te amar como ele te ama.
Fique em paz, ele não vai acordar no outro dia e dizer que não te quer mais.
Deus te ama, com um amor sem igual.
Senhor, como é doce o teu amor.
Não há ninguém que eu ame como tu.
Tu és o Pastor da minha alma, e eu tua ovelha. Me fazes repousar em pastos verdes; me leva às águas tranquilas e refrigeras a minha alma.
Eu, medrosa, tu me destes a conhecer tua forte mão.
Eu, tão incrédula, teu Espírito me ensinou o quanto és fiel.
Eu, insegura, me mostrastes a tua bondade.
Me passo vacilante, tua forte mão me segurou.
Morta em transgressões e pecados, me destes vida junto com Cristo.
Quando achei que minhas chances tinham se esgotado, ouvi tua voz:" não te deixo para traz".
Maranata é a canção que quero aprender a cantar. Obrigada por me fazer tua morada, tua filha, tua amiga.
Quando nos rendemos a Deus, o Criador, e a Cristo, a Palavra encarnada, nos rendemos ao amor criativo e, portanto, somos criativos e realizados. Cantamos a caminho de nossas tarefas, obrigações e responsabilidades.
O “eu” não é anulado quando se entrega. É intensificado: um extra é acrescentado a tudo o que fazemos, dizemos e somos, um extra Divino.
Há casamentos que não estão morrendo por falta de amor, estão morrendo por falta de arrependimento.
E quando eu parecer boba… promete que não vai rir de mim?
É que o amor, às vezes, me escapa pelos olhos e se derrama em gestos simples.
Talvez eu seja romântica demais —
quem, em sã consciência, ainda perde o sono só pra conversar com a lua…
ou procura estrelas quando tudo em volta parece escuro demais?
O poeta fala de amor enquanto reúne os pedaços de seu coração apaixonado.
Fala da beleza de um sorriso e do brilho radiante nos olhos de quem ama
enquanto enxuga as lágrimas que escorre dos seus
O poeta fala de amor enquanto sofre silenciosamente sua tristeza.
O poeta fala de almas gêmeas mas tem a solidão como sua fiel companheira.
O poeta fala de amor,
e esse é incondicional...
O amor às vezes pode ser comparado com uma garrafa de vidro transparente e limpo, mas frágil e sensível.
E no final, apenas uma garrafa vazia simbolizando algo que um dia foi
A beleza nos cativa e nos inspira
Mas, às vezes, esquecemos de olhar além dos panos dourados de seda que a cobrem
Escondendo todo seu vazio e perdurando todos seu falsos sentimentos
“A beleza do feio” é algo o qual não nos atentamos
Como a esperança onde há guerra!
E na caridade dos que pouco têm!
A Dança das Ausências Preenchidas
O amor não é a cola que sela as fissuras de dois cacos, mas o abraço que permite a cada um ser vaso inteiro, ainda que rachado. Na completude de um relacionamento, não há soma de metades, mas a geometria sagrada de dois infinitos que se curvam até formar um círculo. Como ondas que se encontram no mesmo oceano, os amantes são feitos do mesmo sal e do mesmo desejo de voltar à origem — mas ali, na espuma do encontro, aprendem que a maré não os separa: os ensina a nadar juntos.
Sob o olhar simples, o amor é o espelho que não reflete o que falta, mas devolve o que sempre esteve lá, soterrado sob o medo de ser incompleto. Eu diria que desejamos no Outro aquilo que nos escapa, mas talvez, no amor maduro, deseje-se apenas *permitir* que o Outro escape, sem aprisioná-lo na cela do nosso vazio. Acredito que Eros como força que une, mas e se Eros fosse também o que nos desata? O amor que liberta é aquele que não teme as sombras alheias, pois sabe que a luz própria que cresce quando ilumina o escuro do outro.
O amor completo é um paradoxo: é pleno justamente por abraçar sua própria incompletude. Como escreveu Aristófanes no banquete de Platão, buscamos nossa “metade perdida”, mas a verdadeira, é completude está em entender que nunca fomos partes. Somos inteiros que se escolhem, não por carência, mas por reconhecer no outro um cosmos paralelo. Dois universos que, em órbita constante, criam sua própria gravidade — uma atração que não sufoca, mas sustenta.
Amar, então, é habitar o intervalo entre o “eu” e o “nós” sem colonizar nenhum dos territórios. É deixar que as raízes se entrelacem, mas não para se confundirem — para se fortalecerem. Na completude do amor, até o silêncio é diálogo, e a solidão, quando compartilhada, vira uma espécie de sagrado. Porque o todo não está no que preenchemos, mas no que ousamos deixar vazio: os espaços onde o mistério do outro respira, e nosso próprio desamparo aprende a dançar em sintonia 🙏❤️
