Voce foi o meu Momento Inesquecivel Amor
Durante muito tempo, pais e mães se orgulharam de dizer: “meu filho é obediente”. E, por trás desse orgulho, quase sempre havia um menino ou uma menina que sabia exatamente o que devia fazer para não contrariar os adultos, para não desagradar, para ser aceito. Crianças silenciosas, contidas, adaptadas. Crianças que aprendem cedo a dizer “sim”, mesmo quando querem dizer “não”.
Mas obediência cega não é virtude — é risco.
Tenho cultivado um ambiente de fé ao meu redor, ou permitido que a dúvida e o desânimo ganhem espaço entre aqueles que caminham comigo?
Tenho discernido as provações como oportunidades para o meu amadurecimento espiritual, ou as tenho visto como ameaças que me fazem recuar?
Meu diário público (Aline Caira-Aline Kayra) pseudônimo
Ao me recolher neste espaço que, embora desordenado, chamo de lar, a reflexão me invade. Há mais de dois meses, em um momento de extrema vulnerabilidade, recorri a familiares, testemunhando a indiferença de outros que, diante do meu desespero, abandono e sofrimento incomensuráveis, optaram pela exploração em vez do amparo.
Aqueles a quem supliquei por auxílio vislumbraram, em sua ganância, não a minha recuperação, mas a apropriação de bens materiais desprovidos de valor intrínseco, objetos que adornavam meu lar e que, em seus olhos egoístas, representavam meras oportunidades para benefício próprio. Em sua busca implacável por vantagens pessoais, almejaram, em essência, a minha desestabilização em nome de seus próprios interesses.
Minha reputação foi injustamente maculada. Um passado que deveria permanecer adormecido por duas décadas foi despertado, exposto e distorcido perante a sociedade, com o objetivo de me fragilizar, desmoralizar e contaminar minha dignidade. Não satisfeitos, teceram uma teia de mentiras cruéis, incitando o linchamento moral por parte de uma comunidade manipulada. Apelos por socorro a familiares, incluindo duas tias que prometeram união e apoio, foram recebidos com silêncio e negligência. Nenhuma ligação, nenhuma visita, nenhuma demonstração de preocupação genuína; nada, absolutamente nada.
Paradoxalmente, o auxílio que me permitiu sobreviver veio de fontes inesperadas: desconhecidos que estenderam a mão sem segundas intenções, movidos pela nobreza de seus corações. Em momentos de angústia, a prioridade deveria ser o cuidado e o amparo àqueles que clamam por ajuda. Contudo, a crueldade humana, essa patologia que infelizmente aflige a nossa espécie, prevaleceu.
É lamentável que, apesar do sacrifício redentor do filho de Deus, que nos ensinou o amor, a compaixão e a cura para a aflição alheia, a humanidade ainda sucumba à indiferença e à exploração. Mas, enfim...
Apesar da dor lancinante e da traição sofrida, recuso-me a ser definida por essa experiência monstruosa. Escolho transformar a amargura em resiliência, a desesperança em força. A cicatriz que carrego será um lembrete constante da capacidade humana para o mal, mas também da extraordinária bondade que reside em corações inesperados. A partir deste ponto, a minha jornada será guiada pela gratidão àqueles que me estenderam a mão e pela determinação de reconstruir a minha vida sobre alicerces de integridade e esperança. O silêncio dos que deveriam ter me amparado será um combustível para a minha voz, uma voz que ecoará em defesa daqueles que, como eu, foram abandonados à própria sorte. A minha história não será um epitáfio, mas um manifesto de superação e renascimento.
Adoeceram-me, mas a fé me curou. Estou aqui, saudável e lutando como uma leoa em defesa de minha prole. Alcançarei um lar para nós. Tenho fé em Deus; na rua não permaneceremos. Se necessário, buscaremos o amparo do abrigo da prefeitura até que eu possa proporcionar um lar digno e pacífico para mim e minha amada filha, para que possamos seguir nossas vidas na santa paz de Deus.
O importante é que estamos lutando e não desistiremos. Onde existe amor, o fracasso não prevalece.
Eu desisti de desistir.
Meu fim? Só o tempo e Deus conhecerão.
Hoje, decidi que parar não é mais uma opção.
O que sinto não será calado pela culpa de não ter feito diferente.
Minhas dores existem. Minhas angústias também.
Mas nenhuma delas é maior do que a força que vive em mim.
Nenhuma é mais forte que a minha vontade de vencer.
Um passo por vez.
Um dia de cada vez.
Mesmo com dor, eu sigo. Mesmo cansado, eu continuo.
Agora eu entendo: talvez nunca tenha sido por mim…
Mas, já que estou aqui, eu vou lutar — e vou vencer.
A alegria pode não vir com o amanhecer, mas o choro também não vai me dominar.
A decisão é minha.
E eu escolho continuar.
Eu escolho viver.
Eu escolho vencer.
Soneto da doce melancolia
Quando, felizmente, ponho minha cabeça em meu colchão,
Hei de lembrar de novo do porquê da minha solidão.
Lembrarei-me de um amor passado,
Que ainda pode ser encontrado no fundo do meu coração.
E quando as versáteis dores vierem dizer:
“Doce o amor e a companhia que não hei de ter...”
Ah, força que me cumprimenta sempre à noite
E volta pela manhã, sempre tão cedo.
E à tarde, à madrugada, sempre acendo
Uma vela pra distanciar pensamentos péssimos.
Pois, a mim mesmo, não entendo
O porquê de certas pessoas darem tiros a esmo.
Mas creio que o sideral é algo fatorial a dois
E que muda sempre que passa do depois.
Pois o que falta em mim, eu não busco sozinho.
Tempo...
Há muito tempo, no passado, com pena do meu coração, tranquei-o numa caixa com uma chave velha e gasta, não queria que ninguém, além de mim, tivesse acesso ao que já foi ferido e enganado tanto. Portanto, fiz um favor a mim mesma, perdi a chave na suposição de que ninguém, nem mesmo eu, jamais a encontraria. Assim, eu não teria que me preocupar com a possibilidade da caixa ser aberta novamente.
Eu não prometo nada, nem garanto instabilidade emocional ao meu lado.
Só quero as boas oportunidades para ter a possibilidade de melhorar.
Eu vi o dia nascer
E no mesmo dia eu morrer.
Eu vi a minha mãe chorar.
E no mesmo dia meu pai sorrir.
Eu vi você, e você me viu.
Meu diário público (Aline Caira-Aline Kayra)
Prezados,
Gostaria de compartilhar a experiência enriquecedora que tivemos hoje na missa na paróquia São Pedro situada na Rua Osvaldo de Oliveira Campos, n°2720, Vila Europa, 14403-218
A celebração, presidida pelo Padre Diego Carlos Gonçalves, foi um momento singular, marcado por suas palavras inspiradoras que tocaram profundamente a alma e fortaleceram nossa espiritualidade.
A beleza da missa foi evidente na expressiva participação da comunidade e na harmonia dos cânticos, que elevavam o espírito e transmitiam a presença divina. As mensagens de amor, paz e serenidade, transmitidas pelo Padre Diego, nos motivam a colocar em prática esses valores em nosso dia a dia.
Eu e minha filha expressamos nossa sincera gratidão por essa experiência abençoada. Que Deus continue a nos iluminar e guiar em nossos caminhos.
Boa noite!
Obrigada, Senhor pelo dia de hoje... Obrigada, por estar ao meu lado....
Obrigada, por tantas bençãos derramada em minha vida...
Obrigada, por tudo Deus.
Te amo, te amo, te amo!
Senhor, obrigado por mais um dia. Hoje Te entrego meu coração, minhas lutas e meus sonhos. Enche meu dia de paz, livra-me do mal escondido, fortalece minha fé e sustenta minha alma. Que eu veja Teu cuidado em cada detalhe. Multiplica a bênção sobre mim, sobre minha casa e sobre tudo que eu colocar as mãos. Sei que o Senhor está comigo e com Deus, tudo é possível! Salmo 37:5 "Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e o mais ele fará." Em nome de Jesus, Amém!
Bom Dia Paz E Graça.
Não vou ficar rico com o meu trabalho. Mas vou viver riquezas que com dinheiro não consigo comprar.
Fogueira de São João
Ah, fogueira de São João,
Por que tumultuou meu coração
Com cinzas que partiram…
Vai, seguindo nessa luz,
Todo amor que me conduz
Nesse céu azul sem cor.
Pra quê falar de amor
Nessas noites que não passam,
Nas promessas que se foram?
Ah, que tristeza se eu tivesse
Uma amiga, uma peste,
Pra me fazer amar?
Vem, segue-me avante,
E me mande que cante —
Por favor, não precisa pedir.
Vai, sem mim agora, e olhe lá fora:
Será que a fogueira apagou?
Ah, fogueira de São João,
Por que tumultuou meu coração
Com cinzas que se partiram…
Vai, seguindo nessa luz,
Todo amor que eu compus
Nestes papéis sem cor.
Vai, e vê se não reluz
Cada cor que não seduz
Nesse novo amor...
Fogueira de São João,
Partiu meu coração…
Clareia a lua — que está tão só —
E me devolve o chão.
Meu filho ouviu o chamado do pecado. Mas o bom Senhor nos chamou para sermos pescadores de homens que pecam e mostrarmos a eles o caminho.
Por muito tempo, eu ficava irritado ao ver voltar para o meu lado uma bola que batia querendo que fosse indefensável.
A beleza do tênis, porém — assim como da vida — está muito mais na troca, no ponto bem disputado.
Encare a bola que retorna como uma nova oportunidade de fazer o seu melhor.
Nossa vida hoje é igual meu celular de 32 GB, tem que escolher a dedo quem fica e quem sai!
Ou fica tão pesado que trava tudo!
