Voce foi meu Pecado
Boa tarde, meu Brasil Brasileiro!
Não permita que ninguém
destrua o seu sentimento
de país e expresse o seu
amor pela nossa Nação
pelo mundo inteiro.
Fevereiro é pura poesia
onde passo com o meu
Carnaval pela Avenida,
E renovo a minha alegria
para continuar vivendo
cada vez melhor a vida.
A poesia de janeiro
é o meu intenso desejo
de paz e tranquilidade
para cada um de vocês
e ao mundo o ano inteiro.
Monte Carlo
Meu Espinilho do peito,
Campina do Leite
da minha vida
e Fita Pisani adorada,
foram os teus nomes
até ser eleito Monte Carlo
da minha poesia
em homenagem
a uma corajosa viagem.
Caminho sublime
para os jesuítas,
para os apoiadores
do Monge e base
para a Guerra do Contestado,
Sublime joia do Oeste Catarinense
que tem o meu coração apaixonado.
Meu Butiá da memória
próxima a Taquaruçu da trajetória,
e dotada de muita História
para contar coberta araucárias
do nosso destino
e imbuias ancestrais.
A tua gente Kaigang e Xokleng
desta memória gentil
que lembra destes e de outros
povos originários do nosso Brasil,
honrando todos eles nos poemas.
Por tudo o quê fostes,
és e para sempre na vida será,
Monte Carlo amada,
a tua glória desbravadora
e a tua existência poema,
para sempre a tua gente toda
amável e batalhadora
para sempre se orgulhará.
Meu caminho a pé
da América do Sul profunda
e desta poesia acústica
por São Paulo, Paraná
e Santa e Bela Catarina.
Meu caminho glorioso
que leva ao céu fazendo
lembrar de tantas belezas
e recordar que passaram
por ele enormes riquezas.
Meu caminho transcendental
entre dois oceanos
que me faz amar ainda
mais este continente
e renova sempre os motivos
de manter viva a memória da gente.
Meu Caminho do Peabiru
que me divide em três
para amar esta terra sem males
de maneira ainda mais gigante
e amar ainda mais esta rota cativante.
O seu tom de paixão
na conversa mexeu
com o meu coração,
A poesia da estrada
será por nós escrita,
O meu consciente
e o inconsciente estão
na palma da tua mão.
O meu marcador
de vida é a ação
romântica e poetisa,
Cada poesia diária
cultivada é dedicada
para vir a merecer
ser amada por ti,
Exige de mim sempre
discernimento
poético para o agir
tornar-se sincrônico
em nome do nosso
perpétuo amor sincrético.
Coloco amavelmente aos pés
da Majestade e Guardião
das duas Mesquitas
o meu coração e a petição
de proteção ao Monte Uhud.
Recordo com devoção
os hadiths, as poesias
das memórias da Batalha,
do amigo beduíno
e que foi exatamente ali
que o Profeta foi ferido.
O Profeta nos ensinou
ali a voltar, a orar
e a amar a Montanha
como ela nos ama;
A Palavra do Profeta
nos ama assim como
amamos ela e a Montanha.
Ouvindo o Qawwali
distante a mente
gira como um sufi,
O meu amor ao Amor
de verdade e a poesia
permanecem no Vale
austral do meu destino.
e a Via Láctea nos rege.
Os mísseis que
caíram em Dnipro
caíram no meu DNA,
Nenhum deles
será esquecido,
nem mesmo quando
a Guerra acabar;
Escrevo poesia
nesta vida
mesmo sabendo
que é inútil,
porque não
consigo mais chorar.
A poesia das sete
cores místicas
correm do meu
sangue para o seu,
e não vai parar
o quê em nós
anda crescendo;
Não iremos calar
por muito tempo,
Disfarçar já não é
mais o meu forte,
e a culpa é sua.
Não nego que
sempre te atento
no meu pensamento.
Te ofereço o meu
poema do coração,
O nosso romance
não surgiu
do dia para noite,
e sim do mútuo
conhecimento;
O meu poema é
vermelho porque
por você eu
morro de paixão,
Sou capaz de beijar
de tamanha adoração
até as marcas
dos teus passos no chão.
O Poema Preto
é para celebrar
o nosso segredo,
Com o meu
amor apaixonado,
Tenho neste poema
junto com os outros
poemas das cores
místicas a devoção
sutil e perfeita
para te pertencer;
Serei perplexidade
extática olhando
nos teus olhos
apreciando
cada sinal teu
de muito prazer
ao me render
e te enternecer.
Nos teus olhos tenho
oceanos a cruzar,
Nunca vou os dominar
porque tu és meu
e feito de liberdade;
Na tua pele tenho
a poção do transe perfeito,
Nos teus passos
o caminho indelével
deste continente inabalável
profundo e místico
que nos une na poesia sidérea
sob a regência da Via Láctea.
Poetisa sem pressa
de publicar o meu
livro porque estou
vivendo a poesia;
Poesia sem livro
de um destino
a inundar é mais
difícil de capturar.
Do meu roseiral
poético colhi pétalas
para serem passadas
no açúcar do seu coração
na noite dos desejos,
Para ti guardo a safra
mais fina de beijos
para enveredar
sob os auspícios
da América Austral.
Meu poema absoluto
da América do Sul,
amor profundo,
e tesouro misterioso,
Sempre vou me render
ao seu charme sedoso,
Não haverá regresso
porque para ti irei viver
do amanhecer ao anoitecer.
Mais valioso que
todos os tesouros
da Rota da Seda
é o teu charme
meu doce poema
capaz de fazer
perder a cabeça;
porque mesmo
sem você saber
tenho previsto
o quê será escrito
em ti quando
estiver comigo.
As flores do açafrão
do meu cesto foram
espalhadas pelo vento,
E ele te trouxe bem
perto de mim porque é
ciente que moro dentro,
e assim resolvi pactuar
com a vida e o tempo;
Desafia mesmo é guardar
a poesia, a atração,
a volúpia e o sentimento
sem saber de fato se devo.
Entre sarandeios e sapateios
o meu tatu virá solto e livre
com os melhores galanteios,
Toda vestida de poesia com
ele dançarei em liberdade
porque quero envolvimento
além do salão em movimento,
para mostrar com intensidade
que eu sou a tal paixão
que desde sempre esteve,
e está (tatua)da no coração.
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