Voce foi meu Pecado
Por cada dia vivido, eu agradeço
Por cada pecado cometido
Eu peço perdão
Para meu FILHO
Peço amor, saúde e proteção.
Meu jeitinho de ser
Meu beijo pode ter o sabor de um delicioso pecado, mas meus sentimentos são tão puros, que possuem a segurança para voarmos de mãos dadas nas nuvens brancas de nossa felicidade.
Anderson Ramos
-Meu amor é um pecado
Meu amor é um pecado...
Meu amor é uma mulher...
Meu coração está quebrado...
E eu nasci doente...
Mas eu amo isto...
Você toma meu pecado para que eu me sinta livre?
Mas eu me sinto como um cachorro obediente...
Amém, amém, amém...
Oh bom homem, salve-me da escuridão...
Eu me sinto como uma boneca quebrada...
Eu sinto como se estivesse me afogando...
Em um oceano de minhas lágrimas...
Não consigo respirar...
Alguém me salve por favor...
Porque já não tenho forças para continuar...
Oh meu bom Deus me ajude por favor...
Amante da Lua
Oh, meu amor, minha linda,
Oh, meu doce pecado,
És de fases como a lua,
brilhando no céu estrelado
Tem dias que és cheia
E te vejo por inteira
E me dizes sou tua
Há dias em que te vejo
Apenas pela metade
E só recebo um pouquinho
Do seu lindo brilho ofuscado
Mas as noites mais tristes
Oh noites difíceis
São as noites de céu nublado
Onde nem um pouco te tenho
E na escuridão da saudade
As lágrimas no rosto retenho
Em um pranto desesperado.
Não existe tamanho de pecado, existe tamanho da ofensa do meu pecado.
Quanto maior o meu conhecimento, maior será a minha intimidade, sendo assim, maior é a ofensa do meu pecado, pois se trata de um pecado consciente.
Mas alguém poderia dizer: Se é esta a condição, não buscarei conhecimento, para que a que o meu pecado não seja de grande ofensa. Diria eu: Pior que o pecado consciente, é a rejeição consciente.
Prefiro alguém que erre, mas que me ame, do que não ser amado.
Se peco - entende - o meu pecado é idôneo
e tem a inocência dos golfinhos,
e tem o vôo azul dos passarinhos,
e tem a fome infausta de um demônio.
Te deixo meu beijo com sabor de pecado, meus olhos com gosto de desejo...te deixo com vontade de quero mais !
Tentaram comprar a minha vida
Com maravilhas que o pecado oferece
Mas eu escolho andar com meu Deus
Porque a minha salvação não tem preço algum.
Tentaram calar a minha boca
Com mentiras que santanas gosta de falar
Mas eu escolho, louvar ao meu Senhor
Porque o meu louvor não alegre santanas
Não adianta tentarem me comprar ou me calar
Porque eu não tenho preço algum
e minha voz foi Deus que me deu.
O meu maior pecado consiste em se querer demais tudo o que almejo...Tudo em mim é intensidade, apoteótico! Em mim não comporta poucas coisas, pequenos sonhos, vagas idéias...Tenho a obsessão em ser ganhar o mundo, ainda que este mundo já tenha dono e este dono não seja eu!
Pensar é Pecado !!!
Se pensar é pecado,
então recebe em teus braços
o meu maior pecado:
pensar, tocar o invisível,
reviver o que o tempo jurou ter levado.
Deixa então que eu peque mais um pouco,
que eu pense, que eu sinta, que eu sonhe —
porque é assim que eu existo:
amando o que não cabe,
procurando o que não se vê,
tateando memórias que ainda respiram
nos corredores da alma.
E foi assim, nesse extravio silencioso,
que o passado voltou a me chamar pelo nome.
Um reencontro,
um eco antigo,
uma lembrança que caminhou até mim
como quem pergunta:
“você ainda sente?”
E eu, pecador de pensamento,
não soube mentir.
Confessei:
o que viveu em nós não morreu,
apenas dormiu —
esperando o instante certo
para abrir os olhos de novo.
Se pensar é pecado,
que eu continue pecando,
porque no toque invisível do passado
eu descobri que ainda há vida
onde o mundo só vê silêncio.
— Valter Martins / Santo da Favela Poesia Marginal o Poeta das Ruas
A inclinação da carne me leva ao pecado.
Mas a inclinação do meu espirito me leva aos pés da Cruz! Ali encontro graça!
A sombra do meu pecado me trai — um vulto que conhece meus passos antes de eu os dar.
Atrai-me para o submundo onde a escuridão tem voz e os nomes se desfazem,
um convite sem luz, uma promessa que cheira a ferro e a lama.
Somos dois náufragos: eu e essa sombra que me habita,
invisíveis aos olhos que ainda acreditam em salvação.
Envolvidos como raízes emaranhadas, presos no pântano do desejo,
onde o tempo apodrece e as horas se tornam moscas.
Caímos sem alarde, amordaçados pela própria culpa,
a boca cheia de terra, o grito reduzido a um eco de ossos.
A decomposição não é só do corpo — é do nome que eu dava às coisas,
do mapa que traçava para me encontrar, agora rasgado e úmido.
Há um frio que não passa, uma sede que não se sacia;
cada passo afunda mais, cada lembrança vira lodo.
E, no entanto, há uma clareira de silêncio dentro desse breu,
um lugar onde a traição aprende a dizer o seu próprio nome.
Não peço perdão — não ainda — porque o perdão exige luz que não trago.
Quero apenas ver, por um instante, a sombra desvelada:
que se revele inteira, sem disfarces, para que eu saiba com quem divido o corpo.
Se a escuridão é casa, que seja ao menos honesta;
se o pântano é prisão, que me mostre a porta que não consigo ver.
E se a decomposição é destino, que me ensine a colher do próprio fim
a semente que, talvez, um dia, resista e floresça na lama.
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