Voce foi meu Pecado

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Mas o que é viver, meu parceiro?
…Mas entendi que a vida é uma sequência de armadilhas!

A Tua presença ilumina o meu caminho e cada ação na Tua presença, Deus.

Filosofia, meu fí, é coisa de bacana, dúvida que nunca se engana
Pergunta que o universo emana
Não importa se é leite ou cana
Tomar as dores do tempo
E pendurar lá em torno
Do meio do céu
A Infâmia do destino mal consturado

Meu maior âmbito é ser bem sucedido de forma lícita. Eu escolho acreditar nas minhas verdades.

"Meu maior âmbito é ser bem sucedido"

Eu sou arquiteto do meu futuro.

“Maldita voz! Sem pudor; cala-te, meu interior.”

“Busco os anjos da paz, para entregar-lhes meu olhar.”

" minha rebeldia me faz lembrar vc ,
Tento me acalmar, mais só penso em ti vê
Meu amor é o mais singelo ,
Só que , cada vez grito eu te amo ,
A distância acaba ficando longa .
Pois esse sou eu sem vc .
Um louco apaixonado ,
sem vc ao meu lado ,
o que me resta é fazer um poema desesperado para vc.

“Em um segundo, seu olhar virou meu mundo de cabeça para baixo, e meu coração soube que nunca mais seria o mesmo.”

Pai, Estou na tua casa para te adorar e de ti aprender, reforçar este meu andar e este meu merecer. Que eu possa caminhar no teu caminho, que eu possa ajudar quem de mim necessita, que possa lutar por quem precisa e mais necessita. Que possa olhar para mim próprio e dizer que sou capaz: de lutar, de rir e até chorar, desde que seja por ti, meu Pai. Pois te amo e te quero seguir. Obrigado pela força e pela sua bênção. Concede-me a atitude de te venerar, a atitude de te amar, meu Pai. Obrigado por tudo, meu querido Pai. Que o culto de hoje nos ensine mais sobre ti e nos guie na sua boa obra. Amém.

Se for falar mal de mim, me chame... sei de coisas terríveis ao meu respeito por: Drykka Oficial

Em ti, meu amor, um templo se revela,
Onde a beleza reside, pura e singela.
Teu corpo, Sapekinha, obra prima divina,
Esculpido em encantos, que a alma fascina.


Cada curva, um traço de arte sem igual,
Um convite ao toque, um desejo imortal.
Na suavidade da pele, o calor que me aquece,
No contorno do corpo, o amor que floresce.


Teus olhos brilham, mas teu corpo irradia,
Uma luz própria, que me guia.
Sou o admirador humilde, que em ti encontra,
A mais pura poesia, que o coração aponta.


Que a minha admiração seja eterna,
Por essa beleza que me acende, serena.
Teu corpo, meu amor, é a canção que eu canto,
O meu mais belo verso, em cada encanto.

“Podem prender-me em algemas
Em grades ou podem amarrar meus pés
Mas meu conhecimento não!
Ah! Isso não!
É o meu escudo, minha proteção
Meu grito de guerra
Minha libertação!”


Análise do poema da escritora Priscila Mancussi


Pequeno no tamanho, mas grande na potência, este poema nos lembra que o saber é uma arma contra qualquer forma de opressão.

Meu mundo está colapsando, estou perdido.

Meu amor se encerrou em suas mãos.

Deixei a dor tomar conta do meu coração, e agora ele só vomita ódio.

Meu maior problema é viver em sociedade… sério, eu devia ganhar bolsa por tolerância social.

Trago comigo parte do mundo, no meu DNA, muito mais do que a maioria das pessoas, trago energia, trago caos , trago incoerência, inconsistência, trago a paz, o amor, a sorte e a paixão
Trago o whisky, trago a sorte, trago a morte.
Trago o mistério e a resposta, a dúvida oculta, a pista e o norte
Trago a vida, trago o espelho, a coragem, a luxúria selvagem, trago o ventre e o fogo já dormente, "aburrido..."
E se te trago é uma dádiva, uma troca, um pouco de mim vai, um pouco de ti fica
Em um grito, um eco, um gemido




Trago comigo o mundo em pedaços,
cravado no sangue, bordado nos traços —
mais do que muitos, mais do que sei,
trago o que sou, e o que deixei.
Trago energia, trago o caos,
sou incoerência, sou vendaval.
Trago a paz que dorme em silêncio,
o amor febril, a sorte — o incêndio.
Trago o whisky queima-garganta,
trago a morte que nunca espanta.
Sou mistério e sou resposta,
sou a dúvida oculta, a pista, a rota.
Trago a vida em seu espelho,
a coragem, o desejo vermelho.
Luxúria em carne, ventre em brasas,
o fogo adormecido nas madrugadas.
“Aburrido...” — murmura o tempo,
mas sou um grito, um eco, um lamento.
E se te trago, é dádiva e troca:
um pouco de mim vai,
um pouco de ti, ainda me toca.
Trago tudo — e nada explico.
Sou o verbo antes do grito.

Meu tremoreu transformei em dança.