Voce foi meu Pecado
Foi assim, mansinho, quietinho, mineirinho e se apossou de tudo, quando fui ver já tinha me levado o coração.
O que queres de mim
Quem foi que lhe disse que amar demais não é sofrer
É muito para mim e pra você
Não quero ver a morte de longe
Não pretendo me arrastar
Às vezes sufoca, e como sufoca
Onde está a minha melhor amiga
Isso não é brincadeira é submersão
Ah conflito
Ah dúvida
Ah esperança
Ah intenções enérgicas e alérgicas
Alegria que me desculpe, nem me lembro
Por isso pretendo querer, e
Só lhe peço um pouquinho de paciência
Dê um basta nessa dor
Mais não mude de idéia
Não lhe desobedeça jamais
E se insistir em sofrer;
Que sofra bem devagarzinho
Para que eu tenha mais tempo para curar essa dor
E se for me amar, que me ame aos poucos
Para que nunca se esgote o que você sente por mim
Mais se for me abandonar, não tenha pressa
Sei que tenho muito medo, e
Ainda não aprendi me defender do seu amor
Porem se um dia não houver mais nada a fazer
Conte-me outra história
O sono se foi
Vamos nos aventurar outra vez.
TUDO JÁ FOI DITO
Tudo já foi dito
Mesmo que não se tenha tudo entendido
Pode ser que nem tudo tenha sido escrito
Mas tudo já foi dito
Até o que falta dizer
Até o que já se entendeu
Um amor fala com os olhos
E o que os olhos podem dizer
Tudo já foi respondido
Tudo já foi repetido
Mesmo que em sussurros
Mesmo que por mímica
Ou por códigos da boca.
Tudo já foi dito
Um coro de vozes numa ribalta
Vai até ao final da cantilena
E aí tudo terá sido dito
E cantado
Mesmo que na apoteose
O coro de outras vozes
Tenham sido só ouvidas
E não reconhecidas.
Mesmo os sinônimos
Os antônimos, os anônimos
Que se calam quando gesticulam
Quando andam a pensar baixinho
Tudo terá sido dito.
Tenho certeza que nada foi por acaso, pense um pouco tudo começou de um jeito diferente uma sensação estranha,um friozinho na barriga e eu tomei coragem, decidi falar contigo mesmo não querendo amar, assim do nada e com o tempo, a gente foi percebendo que eramos um. Até se afastamos, mais recomeçamos.. e a cada dia que passava sem te ver minha saudade aumentava , acabei conhecendo você mais&mais e me apaixonei, pelo seu sorriso, pelo seu jeito, o que eu sentia acabou me consumindo, ainda tentei resistir mas acabei deixando acontecer, agora hoje me pergunto se errei, não sei responder, por que o que eu ainda sinto sufoca qualquer resposta, lembrando dos momentos que passamos juntos, e se eu tentasse explicar não ia conseguir, peço desculpas pelo que eu deixei de fazer, mais na verdade a gente só pode desculpas se houver arrependimento eu acredito ter feito o possível e não me arrependo de nada!
Nunca vou me arrepender de ’’VOCÊ’’ , você faz parte de minha vida, e eu irei lembrar de todos os momentos com muita felicidade somente porque pude tê-los. Queria sim dar um final para tudo isso mais não consigo, por que você não sai de meu pensamento, e é tão dificil lidar com isso, pois a cada vez que penso em você, eu me conecto de alguma forma. Se ao menos eu tivesse você do meu lado, poderia ser tudo diferente, tenho que aprender a lidar com a dor que me consome, e sei que um dia eu conseguirei te superar,e derrotei a solidão com um novo amor.
Não é que eu tenha medo de ser besteira,o medo é de não ser de tanta importância quanto foi para mim .
" Maria a mãe de Jesus Cristo é minha mãe também. Foi dEla que recebi carinhos, zelo, amor, e bênçaos. Foi Ela quem fez minha farda e me matriculou na escola de Deus".
*Tudo já foi dito, mesmo que não se tenha tudo entendido
pode ser que nem tudo tenha sido escrito. Mas tudo já foi dito, até o que se falta dizer*
Saudades...
daquilo que não foi vivido
na plenitude da verdade.
do amor sonhado, iludido..
mas que deixa muita saudade.
do abraço arregado de alguém
que nunca amou-me...
e que talvez nem ame ninguém.
dos bons momentos precocemente interrompidos...
na ligereza do que se faz escondido.
Dos cinco , dez minutos talvez...
que nunca serão esquecidos.
Dedico a meu "anjo"
Tabuleiro da Vida
Cada passo que dei na vida foi um jogo de campo minado, com pernas firmes brinquei, por vezes falhei, por vezes andei várias casas do tabuleiro sem errar, e dessa forma fui ganhando mesmo quando errei, e erro, o que seria do tabuleiro da vida sem o erro, se é no estouro das minas que aprendemos até onde podemos ir, e no caminho dessas minas perdidas saberemos onde chegar. As vezes sozinho, as vezes acompanhado, em alguns momentos a companhia era uma mina, e que mina, talvez a mais potente mina, dessas vieram as queimaduras mais incuráveis, porém era parte do jogo, e de tudo isso ficou a vitória, brinquei, chorei, sofri, sorri, busquei e posso garantir que dei meu melhor, mesmo quando tive que expor meu pior
Não acredito em finais felizes, se teve um final é porque não foi feliz. Histórias felizes são eternas.
Foi quando olhamos nos olhos um do outro
e nos despimos das convenções, ele não precisava ser mais o super-herói
E eu poderia abraçá- lo, cuidando das suas fragilidades.
Foi quando nos olhamos e o descobri humano
E os laços entre pai e filha(o) ficaram mais estreitos,
Ali, humanos, ao nos ver semelhantes nos tornavam mais próximos.
Shakespeare & eu
“Aceito”. Foi essa a palavra que deu início à primeira estrofe de minha vida ao lado de Ana Judite. E, talvez (pensando bem) tenha sido esta mesma palavra que tenha selado meu acordo com a infelicidade.
Era tão jovem, ela! Seus olhos não eram azuis. Muito pelo contrário: eram pretos e arredondados. Olhos de boneca, certamente. No entanto, não foi isso que achei logo que a vi. Da primeira vez, não senti todas aquelas coisas que são ditas como “sintomas de amor”: não senti as pernas tremerem (nem mesmo as mãos); não senti o suor escorrendo desenfreado pelo rosto; meus lábios não ficaram secos e, o mais importante, meu coração não acelerou. Achei-a muito sem graça.
Num outro dia, a vi sentada, em um banquinho da praça chorando lastimavelmente. Aproximei-me.
-Tudo bem?
-Por acaso se chora feito uma louca quando se está tudo bem?
-Realmente, foi uma pergunta sem sentido. É claro que não está bem...
-Que idiotice...
-O que?
-Você! Não sabe nem o que falar.
-Garotinha com personalidade você, hein? Gostei.
Ela então soltou o sorriso mais lindo que já havia visto em toda minha vida e falou:
-“Fortes razões, fazem fortes ações!” Shakespeare!
-Hum... Conheço. Legal, ele.
-Ele morreu há mais de 200 anos.
-Sério? Triste isso, não é?
Conversamos como se o dia tivesse mais de 24 horas.
Daquele dia em diante tivemos vários encontros, a fim de jogarmos conversa fora. Logo fui percebendo que Ana Judite não era “sem sal”- ela tinha o tempero na dosagem certa para minha fórmula do amor perfeito.
Nosso relacionamento teve muitos altos e baixos, mas, ao fim de quatro anos de namoro, finalmente iríamos nos casar. Eu já havia me tornado um verdadeiro perito em Shakespeare e, nas horas que não a via, era ele quem me acompanhava com suas mais que perfeitas tragicomédias.
“Aceito”. Sim, ela aceitou estar comigo na doença e na tristeza, na riqueza e na pobreza... Até que a morte nos separasse. No entanto, uma frase não constava no “contrato”: a de estar comigo na sanidade e na loucura.
Foi como um “click”. Acordei mais cedo do que de costume, pois tive uma daquelas crises de insônia devido ao elevado nível de estresse no trabalho- às vezes até esquecia-me qual a data.
Judite não estava em casa. Então logo cogitei a possibilidade de ter ido à padaria. Espreguicei-me, escovei os dentes e fui até a cozinha. O café-da-manhã estava posto. E na geladeira havia um bilhete que dizia:
“Fui até a casa de minha irmã. Irei ajudá-la a fazer compras. Não demoro.
Beijos, Judi. ♥”
A irmã dela estava grávida; e preocupado fui até sua casa. Caso precisassem do carro, eu estaria lá.
Quem me recebeu foi a própria Laura, com a barriga quase que insustentável.
-Vocês ainda não foram?
-... Para onde?
-Fazer compras.
-Ah! O Mário foi com a Judi. Não estou me sentindo muito bem, sabe?
-Sei. Então, posso entrar?
-Claro. Entre.
Laura jogou-se no sofá e perguntou se eu aceitaria um café. Respondi que sim e me dispus a ir pegá-lo.
Eu havia esquecido onde ficavam as xícaras e fui abrindo todas as portas dos armários. Mas... A dispensa estava lotada!
-Laura, eles irão demorar?- Gritei.
-Acho que sim. Falta muita coisa, sabe? Os armários estão praticamente vazios. O Mário disse que falta até açúcar.
Não faltava. O açúcar estava lá! Não faltava nada.
Não podia ser. Há semanas que a Judite me vinha com reclamações a respeito do cunhado: o chamava de atrevido, insuportável e coisas do gênero. E, de repente, foram juntos fazer compras que não eram necessárias. Senti-me um completo idiota. Só poderiam estar tendo um caso.
Pedi desculpas e disse à Laura que voltaria logo. Despedi-me.
Quando estava na metade do caminho para o supermercado, parei ao sinal. Até que uma mulher veio em direção a meu carro. Era uma das amigas dela.
-Oi Júnior!- disse sorridente- vai rolar o que hoje?
-Como assim?
-Ué! Eu acabei de ver a Judi com um amigo, comprando uma montanha de cervejas!
Fiquei meio sem jeito. E disse irônico:
-Vai rolar o maior espetáculo.
Estava de cabeça quente e resolvi não ir ao trabalho. Fui para casa. Chegando lá, a porta estava aberta. Na cozinha estavam os dois. Rindo, bebendo cerveja. Ela então se virou e fez uma cara de quem parecia ter visto um fantasma.
-Ju... Júnior! Você não trabalharia até tarde, hoje?
-Surpresa?
-Muito- disse, desconfiada.
-Mário, você quer sair daqui, por favor?
-O quê?- disse Mário.
-Eu te disse para sair agora!
-Mas, Júnior, o que está havendo?
-Droga Mário, você deve estar achando que sou burro. Saia agora! Quero falar a sós com ela.
Mário atendeu ao meu pedido.
-Isso é jeito de tratar o meu cunhado; e que eu saiba, seu amigo?
-AMIGO? Amigos por acaso o apunhalam pelas costas?
-Que conversa é essa? O que ele fez?
-Não se faça de desentendida, meu amor!
-É... Eu não acredito amor. Já entendi: você ficou com ciúmes não é? Você realmente acha que eu o escolheria ao invés de você?
-“É comum perder-se o bom por querer-se o melhor”.
-O que aconteceu Júnior? “Algum desgosto prova muito amor, mas muito desgosto revela demasiada falta de espírito!” Lembra? No fundo você sabe que não é nada disso, amor.
Senti-me sem chão. Pode parecer piegas, mas foi exatamente assim que me senti. Como alguém a quem tanto amava pôde me trair de tal forma?
E, num piscar de olhos, minhas mãos estavam manchadas por uma das tintas que dispunha em minha aquarela. Tinta esta, de cor “quente”. Um vermelho sem igual. Mas, não pude compreender porque Judite; minha querida Judi se encontrava caída ao chão, rasgada como que por garras de um grande felino. E muito menos o porquê de estar pintada, abstratamente, com a mesma tinta que lambuzava meus dedos.
Afastei-me de seu corpo a fim de achar pistas. Ao abrir a geladeira pude ver uma caixa e nela havia um bolo acompanhado de um bilhete que dizia:
“O destino é o que embaralha as cartas, mas somos nós que a jogamos...”
Feliz aniversário. Com amor,
Laura, Mário e Judite (sua Judi) ♥”
“Ser ou não ser- eis a questão. Será mais nobre sofrer na alma pedradas e flechadas do destino feroz, ou pegar em armas contra o mar de angústias e combatendo-o dar-lhe fim? Morrer; dormir; só isso. E com o sono- dizem- extinguir dores do coração e as mil mazelas naturais a que a carne é sujeita; eis uma consumação ardentemente desejável.”
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