Voce foi meu Pecado

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"Em vão foi termos lutado por uma Angola livre, pacífica, justa e independente..."

Saudade é o vazio que pulsa, um eco silencioso do que já foi e não volta. Não é mera ausência; é a presença fantasmagórica de momentos que se infiltram na alma como brisa úmida do mar. Ela chega sem aviso, num cheiro de café antigo, numa melodia esquecida ou no contorno de um rosto que o tempo borrou.
No peito brasileiro, saudade é patria: o samba que embala ausências, o carnaval que mascara lutos, o abraço que o oceano separou. É o que nos humaniza, nos faz poetas involuntários. Dor agridoce, ela entrelaça fios invisíveis ligando o agora ao ontem, transformando perdas em relíquias eternas.
Mas cuidado: saudade em demasia paralisa, vira prisão de memórias. Aprenda a dançá-la, como frevo leve, deixando que ela venha e vá, sem raízes profundas. Pois viver é saudade em movimento – do que partiu, do que virá. Ela nos lembra: o amor verdadeiro nunca some; apenas espera, paciente, no limbo do coração.

Tudo o que foi feito para os mais pobres é, sem dúvidas, manipulado e questionável em todas as escalas. Simplesmente porque é ruim quando comparado ao que é caro e sofisticado. As urnas eletrônicas no Brasil comprovam essa afirmação no momento em que se faz a mesma comparação entre os que recebem os votos e são eleitos e aquela massa de eleitores que carrega o peso da liberdade de alguns.

Carlos Alberto Blanc

Se o autoconhecimento foi uma grande conquista da humanidade, o heteroconhecimento pode ser o próximo passo da nossa evolução relacional!

lixão


Sempre é assim,
Jogam lixo na rua,
A consciencîa nunca foi grande,
Eles acham que o mundo é lixão,
Não é não.
Quando dormir eu vou fazer um pedido:
Que esse mundo mude,
Façam uma limpeza,
porque se o mundo é seu você deve cuidá-lo muito bem...

E agora ele voa,
Sem olhar pra trás.
A dor foi a mola
Que o fez ser capaz.
Ninguém mais o para,
Ninguém diz que não.
Seguiu a própria direção.

AMOR X SOLIDÃO



Na guerra entre o amor e a solidão

Quem venceu foi o amor

Que destruiu a solidão

⁠O maior acontecimento não foi o homem pisar na Lua, foi Deus pisar na Terra...

⁠Não foi o homem, mas Deus, quem removeu a barreira que separava o judeu do gentio. Deus abre as portas do céu aos gentios.

"O que ontem não deu certo, não foi por falta de tentar... 'Bora' levantar e começar tudo de novo?!"

-Aline Lopes

Pessoas que se acham superiores
sendo apenas coadjuvantes em uma história que nem foi escrita por elas,
sendo apenas mais um personagem.
Não faz diferença nenhuma na história dos outros.

Após muitos anos de doação a outrem
me descobri.
Foi chocante! De repente me dei conta da minha existência.
Me percebi como um ser humano com
desejos, necessidades e pela primeira vez com uma vontade imensa de fazer parte de tudo que podia e tinha direito .
Do meu peito exalava uma energia indescritível mal cabia.
Meu coração gritava você está viva, ame e seja amada.
Meus pensamentos dizia você pode tudo, " vá !"
Com toda essa alegria preparava planos : oque farei primeiro?
De repente alguém gritou e perguntou " vó " quantos anos você vai fazer mesmo?
Eu respondi :70 meu filho.

⁠Tudo dando errado e ninguém sabe o que fazer, traçamos metas, fizemos planos e mais uma vez foi tudo um grande engano.
E eu me pergunto, até quando vamos continuar acreditando que tudo é novo depois das 00h do dia 31/12?

Não vou mais lutar comigo mesmo. Essa guerra íntima sempre foi injusta: eu de um lado, tentando caber; o mundo do outro, oferecendo moldes apertados demais. Passei tempo suficiente tentando negociar minha existência, arredondar arestas, suavizar excessos, traduzir quem sou para ver se assim eu era aceito. Não funcionou. Nunca funcionou.

Nunca coube nas expectativas porque elas nascem pequenas demais para o que pulsa em mim. Nunca me ajustei para pertencer porque pertença, quando exige mutilação, vira cárcere elegante. Aprendi isso do jeito mais cansativo: insistindo. E só agora entendo que insistir contra si é uma forma sofisticada de abandono.

Sou o que sou. Não por rebeldia, nem como defesa. Sou o que sou como quem finalmente pousa as armas no chão e senta. Há uma paz estranha nisso. Não a paz da acomodação, mas a paz de quem para de se ferir tentando ser outra coisa. Sustentar-se dá trabalho, mas lutar contra si cobra um preço alto demais.

Escolho, então, essa trégua radical comigo. Não para me tornar imutável, mas para mudar sem me violentar. Não para agradar, mas para existir com decência. Sou o que sou — e isso, hoje, não é sentença. É abrigo.

O difícil nunca foi me reconhecer, foi sustentar. Autenticidade cobra caro. Ela retira aplausos fáceis, desmonta personagens bem avaliados, afasta quem só se aproximava enquanto eu me moldava.

Ser eu exigiu cortes precisos. Abandonei negociações afetivas, rasguei expectativas alheias, aceitei que nem todo vínculo sobrevive quando a gente para de pedir permissão para existir.

Hoje sou mais direto, menos explicável. Não tento convencer, sustento. E isso, curiosamente, é o gesto mais delicado e mais ácido que já aprendi.

Porque nada desconcerta mais o mundo do que alguém que decidiu ficar inteiro.

Assumi comigo um compromisso que não foi bonito de fazer. Não veio em forma de promessa leve, nem de entusiasmo. Veio quase como um pacto silencioso depois de atravessar dias em que existir parecia excessivo demais.

Houve momentos em que desejei não estar. Não por falta de coragem, mas por cansaço. Um cansaço que não se explica, apenas se instala e vai apagando as bordas da vida. E, ainda assim, entre um intervalo e outro dessa vontade de desaparecer, havia algo mínimo que insistia.

Um resto de vida. Quase nada, mas suficiente. E foi nesse quase que eu me agarrei. Não por certeza, mas por decisão. Porque, se ainda havia algo em mim que pulsava, por menor que fosse, então talvez valesse a pena sustentar isso um pouco mais.

Foi ali que assumi esse compromisso. Não o de ser feliz o tempo todo, mas o de não abandonar a possibilidade de viver com verdade enquanto eu estiver aqui. De não desperdiçar completamente aquilo que, de alguma forma, ainda insiste em mim.

A felicidade, entendi, não viria como estado permanente. Mas poderia existir em fragmentos, em respiros, em pequenos instantes que, somados, sustentam a travessia.

Se estou aqui, então que valha. Que atravesse. Que sinta. Que, apesar de tudo, eu não me recuse a viver a vida que ainda me vive.

⁠Revisitei o passado
e foi uma das piores escolhas
Que eu já fiz.
O animo que eu estava
Para viver tudo de novo
Se desfez em nevoa
Que pairava sobre mim.
E na minha frente tudo destruído.
Tudo em pedaços,
E com cheiro de mofo.
A nevoa gritava feliz
E lá via eu.
Os sentimentos e tudo
Absolutamente tudo
Deixando de existir
No sopro do vento.

⁠Não vi quando cair !


Três metros de altura,
foi um impacto atordoante.
Mas se hoje estou aqui,
porque Deus; me fez triunfante.

Não vi quando cair, quando
do chão levantei; ouvir o meu
espírito agradecendo a Deus,
isso sim: eu escutei.

Deus muito obrigado
pelo o que o Senhor
fez por mim.
Se não fosse o seu amor
eu não estaria mais aqui.

Não sabemos a hora,
devemos pois nos preparar,
aliançados com Deus;
pra quando a morte chegar.

Israel

Por que Deus formou o povo de Israel? Foi da mesma forma que chamou Noé e sua família, para fazer juízo contra os homens pecadores, antes do dilúvio. Deus tinha mandado um dilúvio para matar os homens pecadores! Também os gigantes que eram o fruto do pecado, dos anjos caídos, que no "Monte Hermom"fizeram um pacto entre 200 anjos, que todos eles possuiriam as "Filhas dos homens, para terem filhos delas. Assim apareceram antes do dilúvio os gigantes. Foi por isso que Deus mandou o dilúvio.

Assim morreram afogados os homens pecadores e os gigantes! Mas depois do dilúvio no meio da humanidade nova, algo aconteceu. Nem toda a humanidade era pura.

Aconteceu o mesmo que tinha acontecido antes do dilúvio. Especialmente no meio do povo cananeu. De igual, alguns anjos caídos voltaram a entrar a algumas mulheres cananeias. Assim estas geraram outra vez "gigantes"! Estes gigantes com os cananeus, faziam toda a injustiça. Foi por isso que Deus chamou o povo de Israel para matar totalmente os homens pecadores, adoradores de Demônios com os gigantes.

Deus não tolera o pecado, por isso nunca o tolerou! Nem tolera nos nossos dias! A não ser que os pecadores se arrependam, com um arrependimento tão grande como o seu pecado. E isto é concedido, somente pela graça de Deus. Pela fé em Jesus Cristo. Ainda hoje também é assim. Foi por isso que Deus formou o povo de Israel. Para executar um segundo dilúvio de sangue no mundo. De Israel veio o Messias, para morrer, pela humanidade. Isto porque Deus não tolera o pecado. Pois não poupou seu filho amado, que morreu e ressuscitou para justificação dos homens.

A escravidão continua viva quando quem foi oprimido chama de salvação aquilo que só existia para mantê-lo de joelhos.