Voce foi meu Pecado

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Tentação não é pecado, é um processo que leva ao pecado.

O crente não vive na prática do pecado, se o pecado acontecer é um acidente.

Quem sofreu na carne abandonou o pecado.

Um crente ocasionalmente vencido pelo pecado sente-se muito desconfortável.

A igreja é uma, porque o Corpo é um. Portanto qualquer razão para dividir a igreja é pecado.

Quem zomba do pecado é louco, diz a Bíblia.

Sentiam que o pecado de adorar ídolos era grande, mas o pecado de destruir a verdade era ainda maior.

Cometer pecado é uma questão pequena, mas não ter consciência dele é questão mais séria. ⁠

Não é o pecado que explica o caos; é a própria estrutura falha do criador.

O pecado original é uma manobra narrativa para culpar a criatura pelos erros do Criador.

... o pecado
visto como uma afronta ao
senso comum, por vezes, esconde
um ato de coragem na superação dos
próprios vícios e crenças — uma vez que a espontaneidade é fruto doautoconhecimento
adquirido, jamais refém de regras
estabelecidas!

Amante do Pecado Caseiro

"Seja amante:
sem burocracia ou
obrigações domésticas,
hoje, a melhor escolha.

Homem ou mulher
vivendo romances intensos,
sem se deixar apaixonar.

Seja amante:
beijo na boca,
abraço apertado
e toques safados.

Não há limites na
realização das fantasias —
aquelas que o marido
e a esposa esqueceram ou
nunca realizaram um do outro.

Seja amante:
será agraciado com
perfume presenteado
pelo marido ou esposa,
sem tirar do bolso um real.

Será o mistério nos pensamentos,
a ansiedade de cada encontro e
a realização dos sonhos mais
trancafiados nos segredos.

Seja amante:
a sociedade não pode julgar,
pois ela mesma provém da
infidelidade humana e das
falências de manter o velho
ao desejo de sobressair o novo.

Seja amante!
Homens ou mulheres,
se realizem sem responsabilidade.
Sejam, tão e somente, amantes de
seus cônjuges uma vez por mês,
para manter a libido em alta.

Seja amante!"

Mário Sérgio

Amar Não É Pecado


Amar jamais será errado, jamais será pecado, jamais será perversão. O amor entre duas pessoas capazes nunca será um crime, ainda que leis retrógradas, ignorantes, preconceituosas e criminosas tentem assim torná-lo. Não há barreiras que impeçam sentimentos, desejos e relações consensuais entre adultos conscientes ou adolescentes iniciando suas vidas sexuais e afetivas.
Não importa se a relação é entre duas mulheres, dois homens, um homem e uma mulher, se são pessoas não binárias ou binárias com não binárias. Nada disso impede ou torna um sentimento, um desejo ou uma relação menos digna, menos real, menos válida e, muito menos, menos verdadeira. O amor não vê gênero, classe, cor da pele, o valor que se tem guardado no banco e nem a aparência. O amor apenas é, e não tem como fugir dele. Ainda que tente, o máximo que conseguirá é a tristeza e o arrependimento de não ter vivido o que era seu por direito, assim como a tristeza de uma vida falsa, camuflada e dominada por medos inúteis.
A vida no armário não é vida, assim como fugir do que sente não apaga o sentir, apenas o amplia. Como mostra a psicanálise há séculos, tudo o que reprimimos cresce. A sombra, que é tudo aquilo que escondemos, muitas vezes até de nós mesmos, devora aqueles que tentam, com todas as forças, reprimi-la. É como uma mola que você aperta e, fatalmente, terá que soltar em algum momento, só que, ao invés das suas mãos e possivelmente também os seus braços, machucará a sua alma, e esses cortes podem nunca cicatrizar.
- Marcela Lobato

1601
"Falar em Pecado (dos Outros), em Salvação (para os Outros) e em Seguir Deus (como eles dizem seguir) é fácil e cômodo para certas pessoas. Quero ver aceitarem quem pensa diferentes delas!"

3334 📜 Continuo de olho na Comida de Outro. Isso é Pecado? Eu Peco? Algum 'Especialista' em Deus e em Jesus para me esclarecer? Agradeço!

"O pecado está na maldade.
Se não tem maldade não tem pecado!"
Haredita Angel
10.06.16

⁠Se Deus abominasse os Pecadores e não o Pecado, certamente não haveria Arrependimento passível de Perdão.


Pode parecer uma inversão sutil, mas profunda o bastante para revelar o quanto a esperança humana estaria condenada desde o princípio.


Se o erro definisse o ser, e não apenas o seu agir, então cada falha seria uma sentença definitiva, cada queda um veredito irreversível.


Não haveria espaço para recomeços, nem sentido em reconhecer a própria culpa, pois o arrependimento não encontraria eco — apenas rejeição.


Mas há algo de profundamente restaurador na ideia de que o pecado é reprovado, não o pecador.


Isso separa o erro da essência, a falha da identidade.


Permite que o ser humano, mesmo em sua imperfeição, não seja reduzido ao pior de si.


É essa distinção que sustenta a possibilidade de transformação — não como um apagamento do passado, mas como um ressignificar do presente.


Arrepender-se, então, deixa de ser um ato de desespero e passa a ser um movimento de retorno.


Um reconhecimento de que, apesar das escolhas equivocadas, ainda há um caminho de volta.


E que — o Céu é uma escolha possível!


E o perdão, longe de ser uma absolvição barata, torna-se um convite à mudança genuína, à reconstrução interior.


Talvez o maior perigo esteja justamente em fazer o oposto: quando nós, humanos, passamos a condenar, a desumanizar pessoas em vez de atitudes.


Quando rotulamos, descartamos e definimos o outro por seus erros, nos colocamos na contramão daquilo que dizemos acreditar.


Criamos um mundo onde ninguém pode mudar, porque ninguém é visto além da própria falha.


No fim, a possibilidade do Perdão não revela apenas algo sobre o Divino, mas expõe também um desafio profundamente humano: aprender a olhar para si e para o outro com a mesma medida de Misericórdia que tanto desejamos receber.

⁠Felizes os que aprendem a separar o pecado do pecador, pois estes jamais odiarão o que mais importa para Deus: o Ser Humano.


Há uma diferença bastante sutil — e profundamente transformadora — entre condenar um ato e rejeitar uma pessoa.


Quando essa linha tênue se apaga, o julgamento deixa de ser sobre falhas e escolhas e passa a ser sobre existências.


E, nesse ponto, já não há justiça, há apenas soberba disfarçada de virtude.


Separar o pecado do pecador não é relativizar o erro, nem suavizar suas consequências.


É reconhecer que ninguém se resume ao pior gesto que já cometeu, aos próprios olhos ou aos alheios.


É entender que, por trás de toda falha, existe uma história, uma fragilidade, uma humanidade que nos espelha muito mais do que gostaríamos de admitir.


O ódio é sempre uma simplificação…


Ele reduz o outro a um rótulo confortável, que nos poupa do esforço de compreender.


Amar — ou ao menos não odiar — exige muito mais: exige coragem para enxergar complexidade onde preferiríamos ver certezas, exige humildade para lembrar que também erramos, ainda que em medidas diferentes ou menos visíveis.


Talvez o verdadeiro desafio não seja apontar o erro, mas fazê-lo sem desumanizar quem erra.


Porque, no momento em que passamos a odiar o outro, deixamos de perceber que o que nos conecta a ele é maior do que aquilo que nos separa.


No fim, separar o pecado do pecador é menos sobre o outro e mais sobre quem escolhemos ser diante dele.


É decidir se seremos juízes implacáveis ou consciências lúcidas.


É optar entre retroalimentar o ciclo do desprezo ou interrompê-lo com lucidez e compaixão.


E essa escolha, silenciosa e diária, diz muito mais sobre nós do que sobre qualquer erro alheio.

O pecado é igual a um blecaute que nos tolhe, priva totalmente da luz que nos guia, ilumina, abençoa!

Inserida por servamara

Já que a maça é para muitos o fruto do pecado!
"Original de Adão e Eva"
Vou usar o artifício da "Branca de Neve"
No teu beijo acordar!

Inserida por RetalhosdaNanda