Voce foi meu Pecado

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⁠Se o que eu digo ressoa em você, é meramente porque somos galhos da mesma árvore.

Disciplina e constância: "A motivação faz você começar, mas é a disciplina e a constância diária que levam você ao topo."
Daniel Alves Pena

Força interior: "Você é muito mais forte do que as dúvidas que tentam te parar. Confie no processo e continue avançando."
Daniel Alves Pena

⁠Status, o preço a ser pago

Você perdeu sua alma, sua honra, negociou seus valores, vendeu a dignidade, ficou sem moral, sem respeito

Está nu perante si mesmo e vestido de finos trajes para agradar os outros, mas não sabe que por dentro és pobre e infeliz

O fato de você ser alguém legal não ti impede de me fazer algum mal, mesmo não sendo intencional!

É fácil dizer para alguém não ter apego material quando você tem tudo!
É fácil dizer para alguém que é só uma fase ruim quando você nunca passou por ela!
É fácil criticar e julgar alguém apenas por ser sincero quando na verdade o seu desejo era dizer o mesmo mas por covardia, status ou interesse você se cala e aceita que defequem sobre seus ouvidos!

Não se compare com ninguém, apenas me diga uma coisa:
como você se vê?
Sua incapacidade está apenas em sua mente, no fundo, você sabe que é capaz, apenas parou para ouvir aqueles que esperam o seu fracasso.
Volte ao seu propósito, eu sei que você chegará, se não parar mais para ouvir quem almeja sua queda!
Não se engane, os que tentam ti parar e desanimar, estão mais perto do que parece, afaste-se do que ti prende e ti sufoca...

⁠Quando Você Não Valoriza a Sua Vida. A vida Não te da uma Segunda Chance

Não se preocupe Com sua parte Física Se Preocupe com sua parte emocional

Quando Voçê se preocupa Com sua parte ⁠Emocional Voçê Também está Se preocupando Com a sua parte Física

⁠Se Você não se preocupa com a sua vida pra que Quer Viver?

Se você esmaga uma barata sob o sapato, o mundo aplaude em silêncio: herói anônimo, salvador do asco, executor do invisível inimigo que rasteja nas sombras da cozinha. Ninguém chora pela carapaça estalada, pelo corpo achatado que some no lixo. É justiça prática, vingança contra o repulsivo, o que fede e contamina. Mas mate uma borboleta — ah, que crime! Suas asas iridescentes, pintadas pela alquimia da natureza, tremem no ar como um verso de Mallarmé. Esmagá-la é vandalismo contra a beleza, profanação do frágil milagre que dança no jardim. De herói a vilão em um piscar de antenas. Eis o enigma: o julgamento não reside na morte, mas no estético que a encobre. A barata é o feio encarnado ,crocante, marrom, legionária das trevas, merecedora do extermínio por sua mera existência. A borboleta, em contrapartida, é o belo efêmero, embaixadora do verão, cujo voo evoca a alma poética que lateja em nós. mata-la fere nossa própria sensibilidade, como se o sangue colorido manchasse o quadro da vida. Aqui começa a tirania do olhar: a moral não julga atos, mas aparências. O que repele é punível; o que encanta, sagrado. Essa dicotomia revela o abismo humano: vestimos a ética com roupas de nosso gosto. O herói mata o monstro disforme; o monstro, ele próprio, devora a flor alada. Filósofos como Kant sussurraria sobre o sublime no terror da barata, enquanto Nietzsche riria da fraqueza que poupa a borboleta por vaidade. No fim, somos prisioneiros do espelho: o que é belo absolve, o feio condena. E assim, entre o estalo da barata e o adeus da asa, ergue-se o tribunal supremo, não da razão, mas da retina.

Em um mundo onde tudo se transforma e o tempo escorrega pelas mãos, o que eu sinto por você é um ponto fixo, um farol que me guia na escuridão. O seu olhar é o lugar onde eu me encontro, e o seu abraço é o porto seguro de onde eu nunca mais desejo partir.
_Enzo Ruchell_

Eu queria ser como você
Um pequeno tolo a ser
Está dança não é para dois
Mas você continua a se mover
A tintura com a chuva se expurga
Escorre para longe, e mais longe
Continuas, esturga
Até não saber mais onde

catching lightning


Eles não avisam quando vem.


Você pode passar uma vida inteira olhando para o céu e nunca estar no lugar certo, na hora certa, com os olhos voltados para cima. Pode ouvir trovões de longe, assistir tempestades pela janela, ver o céu se partir em luz durante alguns segundos e ainda assim nunca tocar naquilo. Porque ser atingido por um raio não é apenas difícil. É quase absurdo.


E talvez seja por isso que algumas pessoas parecem tempestades.


Elas chegam sem pedir licença, iluminam alguma coisa dentro da gente que estava há muito tempo no escuro e, quando a gente percebe, já não sabe mais se estava procurando por elas ou se apenas teve a sorte improvável de estar olhando para o céu no instante certo.


Foi assim que algumas histórias começaram.


Não com grandes promessas. Não com a certeza de que durariam para sempre. Às vezes começaram apenas com dois desconhecidos em uma festa aleatória, numa química absurda descobrindo que conseguiam conversar por horas, rir das mesmas coisas, encontrar abrigo um no outro e, sem perceber, transformar dias comuns em lembranças que o tempo teria dificuldade de apagar.


E então veio a parte que ninguém conta nas histórias de amor.


O futuro.


Porque amar alguém enquanto tudo está dando certo é quase fácil. Difícil é continuar acreditando quando a vida começa a colocar quilômetros, silêncio, mudanças e versões diferentes de vocês mesmos no caminho.


É aí que a dança começa.


Não aquela dança perfeita dos filmes, em que ninguém erra o passo e os dois sabem exatamente para onde ir.


A verdadeira.


Aquela em que um avança enquanto o outro hesita.


Em que às vezes alguém pisa no pé.


Em que uma mão se solta por alguns segundos e, ainda assim, existe alguma coisa dentro dos dois procurando o caminho de volta.


Então te pergunto


“Can I have this dance?”


Nunca foi apenas sobre uma dança.


É quase como perguntar


Você ainda segura minha mão mesmo sem saber onde isso termina?


Você ainda confia em mim quando a música muda?


Se eu tropeçar, você fica?


E talvez a resposta mais bonita não seja uma promessa de eternidade.


Talvez seja simplesmente:


eu não sei.


Mas ainda quero dançar.


Porque ninguém sabe.


Ninguém que ama de verdade recebe um mapa mostrando onde aquela história vai terminar. Não existe garantia de que duas pessoas permanecerão iguais enquanto a vida acontece ao redor delas. Não existe contrato contra a distância, contra o tempo, contra os erros ou contra aquilo que cada um ainda precisa aprender sozinho.


Existe apenas a escolha de continuar dando um passo.


Depois outro.


E outro.


Até perceber que, de alguma maneira, os dois já atravessaram uma parte enorme da música.


Talvez por isso encontrar alguém seja tão raro.


Não raro como encontrar alguém bonito.


Não raro como encontrar alguém que goste das mesmas músicas, tenha os mesmos planos ou consiga preencher perfeitamente os espaços vazios.


Raro como um raio.


Porque existem bilhões de pessoas.


Milhares de encontros possíveis.


Centenas de histórias que poderiam ter acontecido.


E, entre todas essas possibilidades, duas pessoas específicas precisam nascer na mesmo época(4 ANOS NÃO É NADA), cruzar os mesmos caminhos, dizer certas palavras, estar disponíveis naquele instante, olhar uma para a outra de determinada maneira e reconhecer alguma coisa que talvez nem saibam explicar.


A probabilidade de ser atingido por um raio é pequena.


Mas menor ainda talvez seja a chance de encontrar alguém que, depois de tudo, ainda consiga fazer você olhar para trás e pensar


“Como é que, entre tanta gente no mundo, foi justamente você?”


E é aí que a história deixa de parecer coincidência.


Não porque o destino tenha garantido um final.


Mas porque algumas pessoas são importantes demais para serem explicadas apenas pela estatística.


Talvez algumas apareçam para ficar.


Talvez outras apareçam para ensinar.


Talvez algumas precisem ir embora para que a gente compreenda o tamanho do espaço que ocupavam.


E talvez existam aquelas histórias que não cabem em nenhuma dessas categorias.


Histórias que terminam sem realmente parecer terminadas.


Que continuam existindo em pequenas coisas: uma música, uma lembrança, uma frase, uma cidade distante, uma noite qualquer em que o passado bate a porta sem avisar, você sabe que eu não mordo, né?


E então a gente entende que o tempo não apaga tudo.


Às vezes ele apenas muda a maneira como carregamos.


Eu não sei onde essa música termina.


Talvez ninguém saiba.


Mas existe alguma beleza em admitir isso.


Porque talvez amar alguém nunca tenha sido sobre saber se chegaremos ao último acorde.


Talvez tenha sido sobre olhar para a pessoa ao lado, estender a mão e perguntar novamente, mesmo depois de tudo:


“Can I have this dance?”


E se ela aceitar, não importa quantos passos já foram errados.


Não importa quantas vezes a música tenha parado.


Não importa quantos quilômetros existam entre um lugar e outro.


A gente começa de novo.


Devagar.


Sem prometer que nunca vamos cair.


Apenas lembrando que, quando duas pessoas realmente querem continuar dançando, elas não precisam conhecer o próximo passo.


Precisam apenas confiar que, quando ele chegar, haverá uma mão esperando pela outra.


E talvez seja isso que torna algumas histórias tão improváveis.


Não o fato de terem acontecido.


Mas o fato de, entre todos os raios que poderiam nunca ter caído, um ter escolhido exatamente aquele pedaço do céu.

O importante é que, enquanto alguns pensam em te derrubar, você pensa em subir cada vez mais e mais, até chegar a uma altura em que eles não vão mais te alcançar. Continue!

Estilo é como herpes, você tem ou não.

O TEMPO É O MARTELO DAS CAUSAS QUE VOCÊ NÃO PODE RESOLVER.

​Se você tratar a mulher como trata um homem, é considerado misógino; se tentar tratá-la com cavalheirismo e provisão, é chamado de machista.

A minha vida mudou radicalmente quando você partiu para sempre! É devastador não te ter mais aqui!

Certifique-se de que o que o outro sente por você é tão forte quanto o que você sente por ele. Se for diferente, quer um conselho? não se arrisque!