Voce foi Melhor Tio do Mundo

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NÃO IMPORTA MESMO

Não importa se já tinha terminado;
O importante foi o que foi vivido.

Não importa com quem essa pessoa está; O importante é com quem você está agora.

Não importa se os seus fantasmas da memória vão te perturbar;
O importante é fazer uma boa oração.

Não importa se com quem ela esteja é tão bom ou tão ruim; O importante é que a pessoa com quem você está é maravilhosa para você.

Não importa se você a viu no shopping acompanhada;
O importante é que sem você ela viu que o perdeu.

Não importa a dor; O importante é que logo passa.

Não importa o frio na barriga;
O importante é beber um suave café quente.

Não importa, nada mais importa, além do importante; você mesmo!! Sua crença!! Seus anseios!! Sua dádiva!! Sua felicidade!! Seu novo amor.

É assim que eu, René Góis me sinto por ter lhe visto ontem em um shopping.
(23/12/2015)

Inserida por GoisDelValle

⁠Não sei se foi possível mais aconteceu

Inserida por jeeh_santos

⁠Quem sou eu

Sou alguém que não saber o que é o amor.
Sou um menino sonhador
sou alguém que foi rejeitado pelas pessoas
É esse sou eu

Inserida por jeeh_santos

⁠Qual foi a maior dor que eu sentir foi o amor?

Inserida por jeeh_santos

⁠Gostaria apenas de apagar toda a insegurança dela, fazer ela perceber que ela não foi o insuficiente para mim, que ela me amou da forma correta, mas ela preferiu achar que não me ama como eu a amo, ela preferiu me deixar ir, ou ir embora, porque não se sente digna do meu amor… eu gostaria apenas de a fazer perceber que ela era tudo para mim, queria poder dizer que eu a amo, independente das inseguranças ou bloqueios dela… tudo que eu faço, me faz lembrar dela… se eu pudesse voltar no tempo, eu abraçaria mais naquele dia, e diria que a amo quantas vezes fossem necessárias…

Inserida por jeeh_santos

⁠Eu escolhi o fim, mas quando ele se foi... por que pareceu tão errado? O vazio e o silêncio que ficaram após a partida dele me sufocam, e eu tento, de toda maneira, achá-lo. Disseram que isso ia passar, mas, depois de tanto tempo, ainda dói, e eu estou desesperada, porque o rosto dele já não é tão nítido assim... O perfume dele... qual era mesmo? Minha mente está apagando, mas meu coração já decidiu que vai guardá-lo para sempre. Porque é suportável amá-lo aqui, melhor do que perdê-lo novamente e para sempre.

Inserida por jeeh_santos

⁠(Um anjo que foi devolvido antes da hora)

Até hoje lembro dele e tenho certeza que nunca vou esquecer.
Da sua passagem aqui na terra sendo o meu primo.
Seu sorriso e a sua vontade infinita de estar sempre mostrando-lhe ao mundo.
Não vou esquecer dos momentos com ele e do seu coração bom.

Sua compaixão e o seu jeito alegre me fizeram vários momentos bons.
Ele foi a verdadeira imagem de um anjo pra min.
Estava sempre partilhando da sua alegria com os da sua volta.
Embora nem todos esses os valorizasse de coração.

Mas acho que Deus sentiu a sua falta lá no céu.
Porque o chamou de volta apenas 19 anos depois de tê-lo mandado.
Acho que entendo Deus pois a presença daquele anjo todos iriam querer.
Ele se foi muito cedo mas me fez muito feliz nesse curto período de tempo.

Inserida por Kaique_The_Hilarious

Há vezes que acho que no ponto de vista científico a humanidade foi um grande erro de cálculo, sua existência é totalmente acidental e super estimada. Não somente somos desnecessários para o planeta, como somos péssimos hóspedes, a possuir a mais fantástica habilidade de construir e que por fim, vota pela destruição. Do ponto de vista religioso, fazer o que né? Deus vê potencial no ser humano, por isso ele é Deus e e eu sou um cara comum que só consegue ver o quanto desperdiçamos nosso potencial.

Inserida por MatheusHoracio

Nada é por acaso.
Não acredite no que foi posto
No que é imposto
No que for oposto.

No opositor
No enganador
Os deuses não escarnecem
Pelo teu pavor.

Não tema
A caneta, a espada ou a pena
Homem de força
Moça pequena.

O destino escrito na areia
Areia de praia, que o mar varre.
Bate no peito, escreve tua história
Não pare, não deixe que alguém te barre.

Suas paixões, seus desejos
Seu amor e prazer.
Traga para si o infinito
Que o finito, por escrito, impuseram a você.

Inserida por MatheusHoracio

"Meu maior erro foi oferecer uma vida que julgava perfeita, quando o perfeito na vida está nos erros, nas imperfeições. Ofereci algo sem o peso, sem consequências, e esqueci que são essas consequências que nos dão o medo e a coragem pra arriscar todas as boas cartas que temos na mão."
Ela pausou seu pensamento dito, olhou menos para o chão, como de costume, mais para os olhos. Decidiu que aquela mochila de arrependimentos não poderia ser o seu fardo e escolheu largar. Ele que nunca gostou de carregar peso, só se aproximou com mais um passo. "Perder tempo pra que né?". O beijo trouxe todas as palavras não ditas, antes mesmo da cerveja esquentar. Ganhariam e perderiam tempo juntos, nas filas, nas praças, no ônibus.

Inserida por MatheusHoracio

A insensatez de todo homem consiste na crença de que tudo que foi, pode ser novamente. Um erro comum. Se algo termina por um grande erro, está fadado a sempre terminar pelo mesmo erro, eternizando um looping de agonia para duas almas. O amor é um sentimento inteiro. Nada surge, permanece e se estende por estradas fragmentadas, pelo mesmo motivo que carros se quebram em asfaltos falhos e gastos. E quando as vielas cinzas do amor se tornam rotina, e a presença um do outro se mantém pela mera formalidade do medo de se estar só, então o sentimento em si já perdeu. Não há nada mais deprimente que o desamor, o sentir pela aparência, pela ideia de que os outros pensarão coisas ruins, escarnecendo, e debochando. Se só aquele que vive a situação sente o pulsar do sangue na garganta, como se os arames farpados o esmagasse em cada ''eu te amo'' dito no vazio. E em sua amargura, amarguram uns aos outros, e em suas feridas, ferem uns aos outros. E meditam sobre os próximos vinte ou trinta anos no fundo de uma garrafa, ou no filtro chamuscado dos cigarros amargos. Acreditam no que não há mais, e erroneamente constroem as paredes do seu inferno pessoal, onde a paz de um beijo, de um abraço torna-se o chicote dos carrascos e o lamento dos condenados.

Inserida por MatheusHoracio

Somente uma maldade terrível e inominável foi capaz de reunir nações, povos e mentes que tinham total diferença umas das outras em prol do bem comum. É uma infelicidade do homem só segurar a mão dos irmãos quando olhamos o fundo do abismo, e não em momentos melhores.

Inserida por MatheusHoracio

Tenho mil coisas no coração que provavelmente apodrecerão com ele no final. Tudo que senti, foi unicamente e exclusivamente meu.

Inserida por MatheusHoracio

A palavra de ordem sempre foi a "parcimônia". A medida certa de tudo que tá disposto a dar e fazer por alguém. Sempre amar na mesma medida, e responder o carinho na mesma quantidade. É impossível ser feliz quando é o único que se doa ao máximo.

Inserida por MatheusHoracio

⁠É uma poesia aos olhos. O amor sempre foi, sempre será. É bonito ver as pessoas correrem atrás de presentes, pessoas jovens e até mais velhas. Seria de uma natureza ranzinza e amargurada dizer que isso não nos comove, ou que não trás a beleza da vida em si. É claro que para mim é apenas mais um dia, como foi ontem, como será amanhã. Mas gentilmente eu brindo tudo que é recíproco, e toda beleza natural que rodeia o amor, os gestos, e o carinho eterno de quem ama, e por amor se casa, e vive uma vida junto de quem, independente de idade, sempre será aquela namorada.

Inserida por MatheusHoracio

O Trem das Cinco e Quinze

Na Suíça, os trens são pontuais como o bater de um relógio de cuco. Foi às cinco e quinze da tarde, precisamente, que ela entrou no vagão carregando uma mala de rodinhas desengonçada e um livro sob o braço. Ele já estava lá, sentado próximo à janela, com os olhos perdidos nos Alpes que desfilavam como pinceladas brancas e cinzas. O sol de inverno, baixo e pálido, fazia o lago de Zurique cintilar à distância, como um espelho quebrado.

Ele a viu primeiro tropeçar no degrau do trem, recuperar o equilíbrio com uma risada abafada pelo cachecol vermelho. Ela se sentou diagonalmente a ele, dois assentos de distância. Entre eles, apenas o silêncio alpino e o leve rangido do trem nos trilhos. Até que, em algum momento após St. Gallen, ele perguntou, em um alemão hesitante, se ela sabia a que horas chegariam a Lucerna. Ela respondeu em inglês, com sotaque francês: "Você fala como quem decorou as frases de um manual ontem à noite". Ele riu, confessando que era brasileiro, um arquiteto em fuga de um projeto mal resolvido no Rio. Ela, por sua vez, era belga, pianista, voltando de um concerto em Viena onde havia tocado Chopin para uma plateia de casacos de pele e suspiros contidos.

No vagão-restaurante, dividiram uma garrafa de vinho branco suíço tão seco quanto o humor dela. Ele falou de linhas retas e concreto; ela, de escalas menores e metrônomo. Quando o trem atravessou um túnel, a escuridão os uniu mais do que a luz: naquele breu repentino, suas mãos se encontraram sobre a mesa de mármore, e nenhum dos dois soube dizer quem havia se movido primeiro.

Em Lucerna, desceram juntos, embora ela devesse seguir para Bruxelas e ele para Milão. Na plataforma número 3, sob o relógio que marcava sete e quarenta e três, ele lhe deu um cartão de visita rabiscado com o número de um hotel em Veneza. Ela lhe entregou uma partitura improvisada no verso de um mapa de trem, com notas que subiam e desciam como os trilhos que os haviam levado até ali. Prometeram escrever, ligar, encontrar-se na primavera. O beijo foi breve — um sopro de vapor no ar gelado —, mas suficiente para que, anos depois, ambos ainda se perguntassem se o gosto daquele momento havia sido de vinho, neve derretida ou simplesmente de *quase*.

Ele seguiu para o sul, onde o concreto de seus projetos ganharia raízes. Ela voltou ao norte, onde as teclas do piano a esperavam, frias e pacientes. Escreveram-se por um tempo, cartas que levavam semanas para cruzar a Europa, até que uma delas se perdeu no correio de Berna, e a outra, por orgulho ou cansaço, nunca foi reenviada.

Anos mais tarde, numa estação em Genebra, ele reconheceria uma melodia ao piano distante — *Nocturne op. 9 nº 2* — tocada por mãos que já não usavam anel. Sentado num banco, deixaria o trem das cinco e quinze partir sem ele, paralisado pela doce crueldade de um destino que os reunia apenas em segundas estrelas, estações erradas, e em todas as versões não vividas daquela tarde nos Alpes, onde o amor foi tão preciso quanto um horário de trem, e tão fugaz quanto o vapor de seu hálito misturando-se ao frio.

Inserida por MatheusHoracio

⁠Foi cortando pedaços do meu coração que preenchi os vazios do seu.

Inserida por RobsonFortunato970

⁠Dei todo meu amor a uma pessoa, foi rejeitado. Lancei-o ao ar, o vento espalhou por vários lugares. Alcançou pessoas sedentas. Hoje tenho uma parte de mim espalhado por vários corações.

Inserida por RobsonFortunato970

⁠Não intitulo de sucesso aquilo que foi conquistado pisando em pessoas, ao invés de pisar em degraus.

Inserida por RobsonFortunato970

⁠José, o sonhador, foi jogado num poço para morrer.Depois foi preso e posteriormente tornou-se governador. Independentemente do que você esteja enfrentando. Nunca pare de sonhar!

Inserida por RobsonFortunato970