Voce foi Melhor Tio do Mundo

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Na igreja você pode falar que o mundo foi criado em 6,7 dias .... mais na escola você deve responder corretamente.

Poema do Relicário

De todas as pessoas do mundo
você foi a que sempre ficou comigo.
Você foi minha força, meu abrigo.
Foi que me fez voar e quem me segurou.

Foi a saudade nos dias de chuva.
Foi as lágrimas dos dias ruins.
Foi minha força quando quis parar.
Foi o que faltava no pedaço de mim.

Foi quem eu chamei quando sofria a noite.
Foi quem se fez luz quando escurecia.
Foi minha bússola quando perdi o norte.
Você somente foi quando eu sempre queria.

Você foi a calma de uma tempestade.
E foi a tempestade quando precisou.
Você me protegeu quando não era nada.
E quando eu não tinha nada, só você ficou...

E com tanta gente nesse mundo, a minha escolha foi querer você.

A maior alegria do mundo foi ter conhecido você, não só pelo que você é, mais pela felicidade que me proporciona.

⁠O mundo lhe oferece conforto, mas você não foi feito para o conforto, você foi feito para a grandeza.

Papa Bento XVI

Nota: Trecho modificado de outro pensamento do Papa Bento XVI.

Mãe, o dia em que você nasceu foi para trazer mais cor a este mundo! Pessoas como você são tão raras de encontrar, pois são verdadeiras e lutam pelo que acreditam. Odeiam injustiças, fofocas e são sinceras como ninguém! Falsidade nunca fez parte da sua vida, pois só com olhares eu sei tudo o que está pensando! Hahahah! Confesso que, muitas das vezes, preferia não ler tanto o seu pensamento! Rs...

Mãe, infelizmente, pessoas como você têm grande tendência a serem magoadas e até mesmo humilhadas, pois as pessoas só aguentam as suas próprias sinceridades. Mas você, como ninguém, sabe levantar a cabeça, colocar força nas pernas e continuar seguindo com dignidade. Pois nada te convence ao contrário daquilo que você acredita!

O que mais me orgulho é que você me ensinou a ser como você! Saber recomeçar com dignidade, mesmo que isso te custe muitas lágrimas! Mãe, você é a pessoa mais sensível e mais forte que conheço!

Nos ensinou a andar com as próprias pernas, a correr atrás do nosso futuro, a não depender de você em nada nesta vida, mesmo que fiquemos longe. Todas as vezes que estamos juntas, quase sempre, é pelo simples fato de querer tê-la sempre por perto! Parabéns! Você merece todo amor do mundo! Seja forte, mais forte, em todos os momentos! Eu te amo!

⁠Ficar com você, foi como se o mundo fizesse sentido novamente
Depois de muito tempo de Dor e Sofrimento
Foi como se o Sol aparecesse depois de 5 anos de Chuvas e Tempestades
Não foi amor a primeira vista, mas teve um determinado momento que eu olhei pra você, e simplesmente soube
Que poderia me apaixonar por você
Você é tão doce, tão atencioso, tão carinhoso
E essas são as qualidades que toda mulher, procura em um homem
Sei que sou muito insegura, chata, mas tenho um coração de ouro
Eu gostei muito de ficar com você, de te beijar, eu poderia só te beijar a noite toda
Sou imatura e fui muito grossa com você, mais uma vez, te peço desculpas
E se você sentir no seu coração, que podemos tentar novamente
Estarei te esperando, porquê você vale a pena, vale o risco de ter o coração e a alma dilacerada mais uma vez

- 03 de Novembro de 2022

⁠As vezes me pergunto se foi eu que fiz você se perder nesse mundo sem confiança ou se apenas foi um resultado de nossa distancia.
Sinto falta da sua sinceridade que me fazia acreditar que em nós existia verdade.

Meu mundo mudou, o tempo parou, você tomou conta do meu coração

E foi tanto amor que meu sonho acordou de volta pra vida
O tempo passou, você me deixou, parece que a vida não quer
mais viver
Porque a noite mais linda do mundo vivi com você

Limão com Mel (banda)

Nota: Trecho da música A noite mais linda.

Foi por meio das brincadeiras que eu dizia todas as verdades do mundo. Nem sei se você percebia, mas sempre dava um sorriso enorme. E aquilo bastava.

E foi quando você observou de longe
Que entendeu a verdade
O mundo mudou
E passou a se olhar, de perto
E não gostou mais do que viu de longe
Mas aprendeu a amar o que viu em si

"Tenha compaixão por quem você foi. Você aprendeu a perdoar o mundo com a sabedoria que adquiriu, mas nega essa mesma graça ao único prisioneiro que só você tem a chave para libertar. Seja gentil consigo."

Você se foi,
e o silêncio se tornou mais pesado que o mundo.
Os olhos tentavam segurar o que já se ia,
as mãos, impotentes, deixavam escapar o que amavam.
Ficou o eco das palavras não ditas,
e eu, sozinho, aprendendo que despedida
é carregar a ausência e ainda seguir.
K.B

Gente como você que pensa, questiona, se incomoda com o mundo e com a ética nunca foi feita pra viver confortável. Foi feita pra viver intensamente e com significado.
Às vezes dói.
Mas é justamente isso que prova que você está vivo.

Amar você foi como escrever a poesia mais bonita do mundo em uma língua que você nunca se interessou em aprender.

Porque no meio de um mundo barulhento, você foi silêncio. Um silêncio que dizia tudo. Eu te vi e algo em mim... se reorganizou. Não foi escolha. Foi inevitável. Porque algumas conexões não precisam de lógica — só acontecem. E é isso que dizem sobre almas gêmeas, certo? Que elas se reconhecem antes mesmo de se conhecerem. Que elas se pertencem. Eu nunca acreditei nisso, até você.
Nos apaixonamos não por vontade, mas por falta. A falta de algo que a gente nem sabia que precisava até olhar nos olhos da pessoa certa. Ou errada. Ou perfeita demais pra caber em qualquer definição segura. A gente ama porque precisa se sentir inteiro. E você me fez acreditar que era possível.
Mas então veio o vazio. A ausência. Saudade?
Não. Não é só saudade. É abstinência. Do seu cheiro, do seu toque, do seu caos que fazia sentido. Ou parecia fazer. Você foi embora, mas ficou. Em cada canto. Em cada pensamento. Em cada pensamento de seguir em frente.
E eu me pergunto, toda noite, você ainda me ama?
Será que sente falta? Será que lembra da gente como eu lembro? Porque eu tento esquecer, mas não consigo. Porque amar você foi o que me fez crescer. E se tudo que fiz foi errado... foi pelo amor certo. O seu.
Então, no fim de tudo, eu volto à pergunta que nunca cala:
Por que você?
Porque sempre foi você. Desde o primeiro olhar. Desde antes do primeiro toque. Porque no meio de um mundo inteiro... Nós nos encontramos


E agora, dizem que é hora de... seguir em frente.
É, eu sei, as pessoas gostam de ouvir isso, não é? Achar que a dor vai embora só porque você diz isso em voz alta. Acontece que as palavras são apenas isso — palavras. E eu... bem, eu sou bom com palavras. Eu sei como fazer parecer que estou bem. Como fazer parecer que já não ligo mais.
Como se o coração entendesse comandos. Mas não é assim que funciona, é? Seguir em frente não é sobre andar... é sobre deixar pra trás. Esquecer. Apagar. Enterrar.
Você.
E como eu poderia fazer isso? Como se apaga alguém que se tornou sua vida? Como se esquece do sorriso que fazia você se esquecer de todos os problemas, o riso que fez sentido onde só havia ruído?
Você foi o começo. O meio. E, mesmo que tenha ido embora, ainda é o fim de tudo que veio depois.
Mas, se sou honesto, eu não esqueci de você. Não é fácil esquecer. Mas quem realmente esquece, não é? A memória de tudo que compartilhamos, tudo o que fizemos, permanece. E eu sou grato por isso. Grato por ter experimentado o que é verdadeiramente sentir. Porque, no fim das contas, são as experiências que moldam a gente. Você me moldou. Não da forma que eu imaginava, mas de um jeito que, de alguma forma, me ensinou a ser mais... real.
E isso, por mais doloroso que tenha sido, valeu a pena. Mesmo que eu nunca tenha sido capaz de seguir completamente em frente, eu me tornei alguém diferente. Alguém que agora sabe que a dor, a saudade, o vazio — tudo isso pode coexistir com o crescimento. Pode coexistir com o agradecimento.
Você fez parte de uma parte importante de mim, e talvez isso seja o suficiente. Não sei se um dia vou realmente esquecer. Mas aprendi que não preciso disso. Não agora. O importante é que eu aprendi a valorizar o que ficou. Eu realmente agradeço. Porque sem você, sem o que vivemos, sem o que me fez sentir, eu nunca teria chegado a esse ponto. O ponto onde posso olhar para tudo e dizer: 'Eu estou bem.'.

Você, homem ou mulher, foi ensinado a temer o fim do mundo como se ele fosse um evento externo, espetacular, definitivo. Um clarão no céu, uma guerra final, um colapso irreversível. Desde cedo, você aprende a olhar para fora em busca de sinais de destruição, enquanto ignora o desgaste silencioso que acontece dentro. Toda vez que crises se acumulam, que conflitos armados explodem, que economias entram em colapso, alguém repete o mesmo anúncio antigo: agora é o fim. E você quase acredita, porque essa narrativa poupa você de olhar para a parte mais incômoda da verdade.



O mundo não está acabando. O que está em curso é outra coisa, mais lenta, menos cinematográfica e muito mais íntima. É a progressiva desconexão do ser humano consigo mesmo. É a normalização da indiferença, a substituição do pensamento pela reação automática, o abandono da responsabilidade pessoal em nome de sistemas, ideologias ou sobrevivência imediata. Você chama isso de caos global, mas o nome mais preciso é erosão interna.



A Terra permanece. Ela sempre permaneceu. Antes de você existir, ela já assistia a civilizações inteiras nascerem, prosperarem e desaparecerem. Ela viu impérios que se diziam eternos virarem ruínas turísticas. Ela testemunhou religiões dominantes se tornarem notas de rodapé na história. Nada disso a abalou. O planeta não depende da sua organização social, da sua moeda ou da sua narrativa de progresso. Quem depende é você.



Quando você diz que o mundo está acabando, você está falando, sem perceber, da falência de um modo de viver que já não se sustenta. Você está falando da exaustão de um modelo que exige produtividade sem sentido, relações descartáveis, competição constante e anestesia emocional. Você sente o peso disso no corpo, mesmo que não saiba nomear. Sente no cansaço crônico, na ansiedade difusa, na sensação de estar sempre correndo atrás de algo que nunca chega.



O anúncio do fim do mundo se repete porque ele funciona como uma válvula de escape psicológica. Se tudo vai acabar, então nada precisa ser profundamente revisto. Se o colapso é inevitável, você se isenta de responsabilidade. Você pode continuar vivendo no automático, repetindo padrões herdados, adiando escolhas difíceis. O apocalipse vira uma desculpa elegante para a inércia.



Mas observe com atenção. Geração vai, geração vem. Sempre houve guerras. Sempre houve fome. Sempre houve injustiça. O que muda não é a existência do conflito, mas a forma como você se relaciona com ele. Hoje, você consome o sofrimento como conteúdo. Você assiste à destruição em tempo real, entre um vídeo curto e outro, sem metabolizar nada. A dor vira ruído. A tragédia vira estatística. E você segue, cada vez mais distante da própria sensibilidade.



Esse distanciamento não acontece de uma vez. Ele é construído em pequenas concessões diárias. Você aceita um trabalho que te esvazia porque precisa pagar contas. Depois aceita silenciar valores para manter estabilidade. Em seguida, normaliza relações rasas porque não tem energia para profundidade. Quando percebe, você não sabe mais o que sente, apenas reage. Não é o mundo que está em ruínas. É o seu contato consigo.



A ideia de que o mundo vai acabar também carrega um desejo oculto. O desejo de que algo externo resolva o que você não quer enfrentar. Um colapso total dispensaria decisões individuais. Não seria mais preciso escolher com consciência, sustentar limites, rever prioridades. Tudo seria varrido de uma vez. Esse desejo não é consciente, mas ele existe. Ele nasce do cansaço de viver sem sentido.



Só que o mundo não colabora com essa fantasia. Ele continua girando, indiferente às suas previsões apocalípticas. Enquanto você espera o fim, a vida segue exigindo presença. O tempo continua passando. O corpo continua envelhecendo. As escolhas continuam acumulando consequências. Não há pausa cósmica para quem está confuso.



O que realmente está em crise é a forma como você foi ensinado a existir. Uma forma baseada em comparação constante, medo de ficar para trás e uma busca incessante por validação externa. Você mede valor por desempenho, sucesso por visibilidade, felicidade por aparência. Esse modelo adoece porque ignora algo básico: você não é uma máquina de produzir resultados. Você é um ser humano que precisa de coerência interna.



Quando essa coerência se rompe, tudo parece um fim. Relações desmoronam. Profissões perdem sentido. Crenças se mostram frágeis. Você chama isso de colapso civilizacional, mas é também um colapso de identidade. Quem sou eu sem os papéis que desempenho? Quem sou eu sem as promessas que me venderam? Essas perguntas assustam mais do que qualquer guerra distante.



O discurso do fim do mundo também mascara uma recusa em amadurecer. Enquanto você acredita que tudo está prestes a acabar, você se mantém numa posição infantil diante da existência. Espera que algo maior decida por você. Espera que líderes, sistemas ou catástrofes definam o rumo. A maturidade começa quando você aceita que não haverá resgate coletivo. Haverá apenas escolhas individuais feitas em contextos imperfeitos.



Isso não significa negar a gravidade dos problemas reais. Guerras matam. Crises econômicas destroem vidas. Sistemas são injustos. Tudo isso é concreto. Mas nada disso elimina a sua responsabilidade sobre como você vive, pensa e se relaciona. Você pode estar em um mundo caótico e ainda assim escolher lucidez em vez de anestesia. Pode escolher consciência em vez de cinismo.



A Terra não pede que você a salve. Ela não depende da sua angústia. Quem precisa de cuidado é você. Cuidado no sentido mais radical da palavra. Atenção honesta aos seus padrões. Às narrativas que você repete sem questionar. Às crenças que te mantêm pequeno enquanto fingem te proteger.



O verdadeiro apocalipse não vem com sirenes. Ele acontece quando você abandona a capacidade de sentir, refletir e agir com integridade. Quando você terceiriza sua consciência. Quando você se convence de que não há alternativa, mesmo sem ter explorado nenhuma profundamente. Esse fim não vira manchete, mas ele molda uma vida inteira.



Você não precisa esperar que o mundo melhore para começar a se reorganizar internamente. Essa espera é outra armadilha. A história mostra que o mundo raramente oferece condições ideais. Mesmo assim, pessoas lúcidas existiram em todas as épocas. Não porque eram otimistas, mas porque eram responsáveis por si.



Geração vai, geração vem, e a Terra permanece. O que muda é o nível de presença com que cada ser humano atravessa seu tempo. Você pode atravessar este momento repetindo o coro do fim, ou pode atravessá-lo como alguém que decidiu parar de fugir de si. Não é uma decisão confortável, mas é uma decisão adulta.



Este texto não existe para te acalmar. Existe para te lembrar de algo que você já sabe, mas evita encarar. O mundo não vai acabar para te poupar do trabalho interno. Ele vai continuar, exigente, indiferente, fértil. E você terá que escolher se vai seguir se perdendo em narrativas de desastre ou se vai recuperar o fio da própria consciência.



Não há promessa de redenção coletiva. Não há final épico. Há apenas a possibilidade diária de alinhar pensamento, ação e responsabilidade. Isso não salva o mundo. Mas impede que você desapareça de si mesmo enquanto ele segue existindo.



E talvez seja isso o que realmente importa.

Conhecer você foi como reaprender a enxergar o mundo: cores que antes eram opacas voltaram a vibrar, um coração antes frio encontrou abrigo, e na delicadeza da sua presença, nessa quase inexplicável Basorexia descobri que o extraordinário existe, às vezes, em uma única pessoa.

Você se foi desse mundo...
do nosso mar...
do nosso amar...
para longe ...
muito longe...
para além do meu olhar
mergulhado no teu...


Deve existir um ângulo
nas páginas do mistério
entre a vida e a morte
onde os meus versos escritos
possam alcançar a tua leitura ...


✍©️#MiriamDaCosta

⁠Você nunca foi uma tela em branco. Desde o primeiro conceito que compreendeu acerca do mundo, cada experiência inscreveu traços que não se apagam. Você é acúmulo — de memórias, padrões, cicatrizes, insights. É, ao mesmo tempo, uma obra feita e inacabada.