Voce foi Melhor Tio do Mundo

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Você não está apenas tentando recuperar autoestima, sonhos e sentido.
Está aprendendo a tornar-se um lugar seguro para a própria existência.

Tatue o nome de alguém que você queira esquecer.
De preferência num lugar onde o verão a denuncie, onde o espelho a encontre primeiro e a camisa jamais consiga mentir.
Escolha uma tinta resistente, dessas que sobrevivem ao sal, às madrugadas, e aos discursos que fazemos quando juramos ter seguido em frente.
Tatue o nome de alguém que você queira esquecer.
Depois viva.
Colecione cidades. Troque de mesa, de estação, de calendário.
Aprenda idiomas suficientes para dizer adeus sem parecer ferido.
Ainda assim, numa esquina qualquer da memória, o nome continuará ali, feito fronteira desenhada em mapa antigo.
Tatue o nome de alguém que você queira esquecer.
Há pessoas que partem.
Há pessoas que ficam.
E há aquelas mais perigosas: as que partem e ficam.
O tempo, esse cambista desonesto, troca paixão por distância, e distância por silêncio;
mas raramente devolve o valor exato das coisas.
Por isso alguns amores terminam como impérios:
não por falta de grandeza,
mas pelo excesso dela.
Tatue o nome de alguém que você queira esquecer.
Porque um dia você acordará sem lembrar daquela voz um pouco rouca por conta do cigarro,
sem lembrar do perfume,
sem lembrar dos cílios, das unhas longas,
e daquele cabelo com um desenho que parecia sempre mudar quando você olhava de novo.
Sem lembrar da última mentira
ou do último beijo.
Mas bastará a pele respirar sob a luz
para que a cicatriz leia em voz alta
aquilo que a memória finalmente havia aprendido a calar.
Descobrirá, tarde demais,
que tinta não guarda pessoas.
Guarda sentenças.
E não existe crueldade maior
do que transformar um corpo vivo
no túmulo de alguém
que continua respirando em outro peito.
Tatue o nome de alguém que você queira esquecer.
Então ame de novo.
Beije outras bocas.
Durma em camas onde nunca pronunciaram esse nome.
E, ainda assim, toda vez que alguém tocar exatamente aquele pedaço da sua pele, será ela quem responderá primeiro.
Porque certas loucuras
não são feitas para durar.
São feitas para durar em nós.
E a tatuagem,
essa jamais foi uma homenagem.
Foi a forma mais elegante
que o desespero encontrou
de nunca mais esquecer.
Depois viva.
Cruze fronteiras onde ninguém saiba pronunciar o nome dela.
Perca-se em estradas que terminam no mar.
Descubra que o pôr do sol muda de país, mas continua encontrando o mesmo pedaço da sua pele.
Haverá fotografias.
Numa delas você estará sem camisa, rindo em alguma praia do Uruguai, com a impressão de que finalmente venceu.
E ela talvez deslize o dedo pela tela, ache bonita a paisagem, inveje a liberdade daquele homem, sem perceber que a resposta para tudo o que viveram estava escrita no seu peito, naquela mesma fotografia.

(Ele literalmente tatuou o nome dela no peito)

Algumas tocarão a tatuagem com curiosidade.
— Quem foi?
Você acenderá outro cigarro, olhará a fumaça subir como quem assiste uma cidade desaparecer ao longe e responderá qualquer mentira suficientemente bonita.
Porque existem perguntas
que não merecem a verdade.
...
Então ame de novo.
E ame direito.
Cometa o erro de acreditar outra vez.
Deixe que outra boca percorra exatamente o lugar onde um dia você decidiu condenar a sua pele.
Talvez ela beije as letras sem saber que beija um fantasma.
Talvez diga que a tatuagem é bonita.
E nunca descubra que algumas obras de arte foram feitas no exato instante em que o artista perdeu a razão.
...
Porque certas loucuras não são feitas para durar.
São feitas para atravessar países, colecionar hotéis, sobreviver a novos corpos, a novas camas, a novos nomes.
Até que um dia você perceba a perversidade mais refinada do destino:
já não sente falta dela.

388🙏🌹MENSAGEM DE MIM PARA VOCÊ

Poxa vida hein…! Quinze anos, que coisa maravilhosa,
eu aqui, você aí e a saudade machucando, sei que nesse
momento você deve estar percebendo e sentindo com alegria a minha presença, bem pertinho de você, te acariciando, te abraçando, passando pra você vibrações de amor e carinho, aliviando assim a dor da espera, a dor da saudade que
machuca a ambos, mas Deus é justo, sabemos que um dia
nos encontraremos matando assim a dor da saudade, estou
feliz vendo você feliz, teu caminho é sempre iluminado pela luz do Senhor, e eu fico radiante de alegria vendo você aí completando 15 anos, tão bonita, tão linda, tão maravilhosa e firme no caminho de Deus, não estou a teu lado em vida, mas estarei sempre presente em espírito na alegria ou na tristeza, com a permissão de Deus, iluminando assim o teu
caminho, Viva a vida sempre assim minha filha, te amei, te amo e sempre te amarei, fica com a minha alegria, os meus afetos e a minha saudade, seja sempre você mesma como você é, que a luz de Cristo esteja sempre em teu caminho.

Paz..! Da paz..! Sou Eu, teu Pai herói... 🌹🙏BOM DIA FAMÍLIA. Ayache Vidal.

392🙏🌹"Você está sintonizado no bem ou no mal? Como está a sua frequência? É muito importante ter vibrações de luz no dia a dia. O amor é curador, o perdão é libertador e, aí, a paz brota no nosso viver e então tudo floresce.
Esses distúrbios que vivemos hoje no Brasil e em vários países, como conflitos armados, crimes, violência, corrupções e, na geopolítica, regimes totalitários, opressores e ditadores, perseguições políticas, crueldades e maldades ao extremo, tirania e prisões arbitrárias que ocorrem no Brasil e em países subjugados por regimes totalitários já ultrapassados, que a história já nos mostrou e que muitas vidas foram ceifadas, destruindo lares sem medirem consequência alguma. E tudo é noticiado pela mídia falada e escrita e redes sociais, com o crime organizado no topo do poder político, infiltrados no judiciário e nas instituições públicas em geral, num total desmando que destrói nações que dominam, onde a corrupção impera, principalmente nas forças de segurança que deveriam alicerçar a paz e proteger o povo de bem. E isso alimenta as trevas com vibrações ruins, destrutivas, e nem sequer percebem o que fazem, pois já foram tragados, abraçados pelas trevas...🌹🙏
BOM DIA FAMÍLIA.
Ayache Vidal"

376🙏🌹Como vão às suas vibrações, você está sintonizado no bem ou no mal? Na alegria ou na tristeza? na luz ou na escuridão? É muito importante ter nossa sintonia com a luz, no amor, caridade e perdão sem nutri sentimentos ruins, principalmente a raiva, rancor e ódio, somos levados após o desencarne para mundos no qual estamos sintonizados, de acordo com nossas tendências teremos luz ou sombras, são às leis divinas... Atraídos por nossos pensamentos e traídos por falsas promessas e desinformaçoes, quando buscamos "a verdade que libertar" ensinada por Jesus a dois mil anos, nos mostrou Jesus que o despertar da consciência é o caminho, a morada de Deus está dentro de nós, n'alma, no pensamento, no coração é essa a verdade, a fé, às religiões é apenas um detalhe...🌹🙏BOM DIA FAMÍLIA. Ayache Vidal.

351🙏🌹Amor divino.... deixe que ele te abrace, que te afogue, deixe que transborde em você assim a paz virá, cultive-o em você, esse amor é curador, compartilhem com o seu próximo, com aqueles que você ama, esse sublime sentimento nos edifica, deixei que faça parte do teu viver, cure-se e curaras aqueles que estão carentes, e assim a luz divina te abraçara...🌹🙏 BOM DIA FAMÍLIA. Ayache Vidal

O Tribunal que Carregamos Dentro de Nós

Você já reparou que explicamos o comportamento dos outros pelo caráter e o nosso próprio pelas circunstâncias?
Quando erramos, quase sempre encontramos uma explicação. Estávamos cansados, preocupados, com problemas demais na cabeça. Foi um dia difícil. Perdemos a paciência porque chegamos ao nosso limite. Respondemos mal porque alguma coisa dentro de nós já vinha doendo havia muito tempo.
Mas quando é o outro quem erra, curiosamente, as circunstâncias desaparecem.
Ele não estava cansado: ele é grosseiro.
Ela não estava passando por um momento difícil: ela é complicada.
Ele não cometeu um erro: ele é irresponsável.
Ela não perdeu a paciência: ela é arrogante.
Para nós, contexto.
Para os outros, caráter.
Talvez exista dentro de cada um de nós um pequeno tribunal onde ocupamos, ao mesmo tempo, lugares muito diferentes. Quando somos os acusados, queremos que todas as provas sejam examinadas, que nossa história seja conhecida, que nossas dores sejam consideradas. Mas quando o outro ocupa o banco dos réus, muitas vezes queremos apenas uma sentença rápida.
É estranho como conhecemos profundamente as razões dos nossos próprios erros e quase nunca conhecemos as razões dos erros alheios.
Sabemos das noites em que não dormimos.
Das preocupações que carregamos.
Das palavras que engolimos.
Das perdas que ninguém percebeu.
Das batalhas que enfrentamos silenciosamente.
Mas do outro conhecemos apenas o instante em que ele cruzou o nosso caminho.
E, ainda assim, julgamos uma vida inteira por alguns minutos.
Talvez seja essa uma das grandes injustiças das relações humanas: queremos ser compreendidos pela nossa história, mas frequentemente compreendemos os outros apenas pelo comportamento que tiveram conosco.
Não significa aceitar tudo.
Compreender não é permitir que alguém nos machuque repetidamente, nem transformar falta de respeito em desculpa. Existem comportamentos que precisam de limites e pessoas das quais precisamos manter distância.
Mas existe uma diferença enorme entre estabelecer um limite e decretar quem alguém é.
Porque uma atitude pode revelar muito sobre uma pessoa, mas nem sempre revela a pessoa inteira.
Talvez devêssemos fazer uma pergunta antes de condenar alguém:
“E se eu conhecesse as circunstâncias?”
Talvez aquele silêncio tivesse uma história.
Talvez aquela impaciência viesse de uma dor.
Talvez aquela distância escondesse uma batalha que nunca nos foi contada.
E talvez, algumas vezes, não houvesse explicação nenhuma capaz de justificar o comportamento.
Ainda assim, a pergunta teria servido para alguma coisa: impedir que nossa primeira impressão se transformasse imediatamente em verdade absoluta.
No fundo, maturidade talvez seja aprender a usar a mesma medida.
Se queremos que considerem nossas circunstâncias antes de julgarem nosso caráter, precisamos oferecer aos outros pelo menos a possibilidade de também possuírem circunstâncias que desconhecemos.
Porque todos nós carregamos capítulos que ninguém leu.
E talvez o mundo se tornasse um pouco mais humano se, antes de escrevermos a sentença sobre alguém, tivéssemos a humildade de admitir:
eu vi o comportamento, mas não conheço a história inteira.

Você não pode escapar de sua própria mente.

Eu não pedi que você ficasse.
Há um momento exato em que o amor deixa de ser tragédia
e passa a ser apenas clima.
Como garoa em roupa esquecida no varal.
Como cheiro de cigarro preso no banco de um carro antigo.
Como aquela dor de cabeça que já não preocupa ninguém
porque aprendeu a morar no corpo.
Você arrumava as coisas lentamente
e eu pensei, com uma serenidade quase ofensiva:
ela finalmente cansou de mim.
Não de mim inteiro —
isso seria grandioso demais —
mas desse homem pela metade
que chega do hospital cheirando antisséptico e cidade,
que fala de literatura latino-americana
como quem tenta salvar alguma dignidade do mundo,
que coleciona moedas estrangeiras
porque nunca conseguiu pertencer completamente ao próprio país.
Escorei no Renault noventa e um.
O carro estalava baixo, esfriando o motor,
como um animal velho respirando durante o sono.
Acendi um tabaco ruim.
Misturei mate uruguaio no fumo.
Não por boemia.
Nem estética.
Por superstição.
Alguns homens rezam.
Outros adulteram o cigarro.
Você passou por mim sem dizer nada
e eu gostei disso.
As grandes despedidas são profundamente constrangedoras.
Ninguém deveria transformar amor falido em espetáculo.
Pensei em Manuel Bandeira olhando janela de pensão barata.
Pensei em Benedetti entendendo tarde demais
que Montevidéu sempre foi uma maneira elegante de sofrer.
Pensei em Clarice,
naquela coisa terrível dela de perceber a alma das coisas
até quando elas já estavam mortas.
E então percebi uma coisa pequena,
quase ridícula:
eu tinha sobrevivido tempo demais.
Sobrevivi aos problemas.
Às cobranças que pareciam ser infinitas.
À vergonha de pedir ajuda.
À escola sugando meus últimos gestos humanos.
À fumaça.
À exaustão.
À sensação humilhante de fracassar devagar.
Sobrevivi até mesmo à esperança,
o que talvez seja a forma mais adulta de tristeza.
Você abriu o portão.
O barulho do ferro ecoou na rua vazia
como ecoam certas decisões irreversíveis:
sem dramaticidade,
apenas definitivas.
Eu poderia dizer que ainda te amava.
Mas seria inútil.
O amor, às vezes, não acaba.
Ele apenas perde utilidade prática.
Então fiquei ali,
encostado naquele Renault cansado,
fumando um cigarro adulterado com erva estrangeira,
olhando você ir embora
como quem observa um país desaparecer pelo retrovisor.
Sem raiva.
Sem poesia suficiente.
Sem salvação.
Só aquela melancolia fronteiriça
dos homens que aprenderam tarde
que viver também é perder território.

⁠Quanto mais você se autolimita, menos se desenvolve.

Se você possui uma inteligência ou um nível de consciência elevado, precisa compreender que nem todos estão preparados para ouvir o que você enxerga com clareza e que muitos preferirão uma mentira confortável a uma verdade inconveniente.

“A coragem sustenta você diante do medo.
A ousadia o move apesar dele.


É dessa união que o sucesso deixa de ser um sonho para se tornar realidade.”

“O sentido da vida não é deixar algo para quando você partir… é viver tão profundamente que nada precise permanecer.”

Abrir mão das antigas certezas cria o intervalo perfeito de presença, onde você deixa de ser quem era e começa, em silêncio, a se tornar quem veio para ser.

⁠OBRIGADA TEMPO!

Você PASSOU...

...e me ENSINOU.

Tem batalha que liberta.
É quando você diz não pra quem te diminui.
É quando você corta o que te prende.
É quando você escolhe sua paz ao invés da aprovação dos outros.
Essa dói no começo, mas cura pra sempre.

Fuja do clichê, se quer ser realmente você

A lei civiliza a força quando consegue dizer ao poder: até aqui você pode ir, daqui em diante começa o outro.

Todas as vezes que encontro a saudade ela fala de você.

Você vai ver eu me afastar na mesma intensidade que cheguei! Vai até tentar me segurar, mas eu estarei longe, longe das suas mãos, longe o bastante pra não me alcançar mas.