Voce esta se Achando a Dona da Verdade
... o que rotulamos
como 'caos', na verdade, não nos
assedia como uma força devastadora;
porém, como um movimento renovador —
um caminhar, por vezes íngreme, entre o
perecível que nos desafia e aprimora
e o imperecível que nos emancipa
e eterniza!
... num cenário de
apreensivas distorções e incertezas,
como este, falar a verdade tornou-se a
mais repugnante das violações; visto que
ainda são poucos os capazes de
minimamente compreendê-la
e vivê-la!
... os que se proclamam
perfeitos e intocáveis são, na verdade,
os mais negligentes e ociosos; tomados
de uma soberba que despreza o que,
por meio de uma postura naturalmente
comedida e autocrítica, chancelaria
seusespíritos!
... se possível,
que ao menos por hoje
celebres a Verdade: respira!
Pois, ao respirares, testemunharás
em ti a maisextraordinária
das verdades:
a vida!
... a Verdade,
caríssimos, limita-se a dois advérbios
sobremodo enfáticos, absolutos e simples:
sim e não — considerando que tudo o que
viola tal conformidade não passa de
mero falatório ou
vista grossa!
... o que,
por vezes, te provoca
é o que,em verdade, te desperta
e aclara —e,mesmo que repudies tão indigestaintromissão, ela surge para te
lembrar de que, nãoobstante os haveres
que te propiciao mundo, estás fadado
aosvoos mais altos e
expansivos!
... quando
um princípio se revela
bem à frente em relação ao
nosso discernimento, na verdade,
é o nosso discernimento que
está atrasado em relação
a ele!
... a verdade essencial
pacientemente transmitida e
vivida por Jesus, o Cristo, em tempo
algum, estampou o impositivo veredicto
do 'faça isto', e sim um sensato apelo
ao 'pense nisto'!
Quem sustenta a verdade, mesmo quando ela lhe custa, preserva a consciência; quem a abandona para preservar conveniências, perde muito mais do que aquilo que pretendia salvar.
Há dois caminhos diante de nós: um exige coragem para sustentar a verdade, o outro exige compromisso para sustentar a escolha. Em ambos, o que realmente importa é aquilo que estamos dispostos a não trair.
A verdade
Por que Jesus morreu? Por dizer a verdade! Quando o sumo sacerdote lhe perguntou "És tu o filho de Deus"? Jesus Cristo respondeu " Eu sou"! "E vereis, o filho do homem, assentado a direita do todo poderoso. E vindo sobre as nuvens do céu"! Então o sumo sacerdote rasgou as suas vestes. E disse: " para que necessitamos de mais testemunhas? Vós ouviste a blasfémia. Que vos parece? Todos o consideraram, réu de morte"! Foi então que alguns, começaram a cuspir nele, a cobrir -lhe o rosto, a dar-lhe murros...
O sumo sacerdote conhecia as escrituras de Daniel, que a profecia do "Ancião de Dias" confirmava esta verdade. Mesmo assim, por a verdade o mataram. Também em actos mataram Estêvão que disse: " vejo o céu aberto e o filho do homem assentado à direita de Deus..."! Estêvão morreu pela verdade!
A verdade é o eco inevitável que o silêncio devolve com perspicácia, uma afronta à máscara das aparências e um furo no olho da água que desfaz o veredito inescapável de que o mundo que inventamos só existe em nós.
Reno Fioraso
'Ideias próprias evita polarização de donos da verdade. Recolha o melhor de ambos. Reflita! Crie uma ideia própria. Não seja alienado ou alienada.'
“Todos os caminhos levam ao lar.”
Verdade, mas não em um sentido linear, não como um meio para um fim.
O lar não é um destino encontrado no limiar do tempo.
A verdade é o reconhecimento sem caminhos do que é.
Não apenas um reconhecimento, mas simplesmente as gargalhadas existenciais que surgem quando a busca desmorona o sujeito buscador e o caminho se aniquila.
“Todos os caminhos levam a lugar nenhum” tem um tom melhor de verdade.
A maioria dos ensinamentos espirituais objetiva a verdade que o deixa preso na dualidade sutil de sujeito/objeto.
A mente o ama, pois é diviso em sua própria natureza.
Tudo o que ela faz é conceituar o absoluto.
Ele evoca um assunto de um acontecimento contínuo e diz
"este sou eu,
o resto não é"
como pegar uma onda do oceano ... fofo, mas impossível na realidade.
A maioria dos ensinamentos lança a ilusão de um caminho que obscurece o verdadeiro olhar do supremo e o deixa engolido pela inquietação envolvente da linearidade - a imitação da chegada.
E mais cedo cada caminho que você trilhar será deixado abandonado,
mais frequentemente julgado por tê-lo enganado.
Você então atesta seu caminho recém-descoberto.
"Esse é o novo caminho. Eu encontrei o caminho."
Então, por que ensinar?
não ensine.
Simplesmente compartilhe o que mexe com sua alma, humildemente.
Minha descrição favorita de um verdadeiro professor é transmitida pelas palavras de Laozi
“ele/ela ensina sem um ensinamento, para que as pessoas não tenham nada a aprender”
A verdade não precisa de caminho nem de ponteiro.
É o dedo e a lua, pois nunca houve distância entre sua existência aparente.
A verdade se manifesta em todas as coisas.
Mesmo objetos inanimados tentam nos revelar Deus.
Para saborear a verdade irrevogavelmente,
todos os caminhos ou a ilusão deles devem desaparecer,
toda conceituação deve ser abandonada,
... incluindo o mito do "eu".
Existe realmente um caminho certo
A LIBERDADE ESPIRITUAL
Para muitas pessoas religiosas ou espirituais, isso pode ser uma verdade difícil de engolir.
A verdadeira iluminação não é o que realmente queremos. Não é nem um pouco emocionante, mas é totalmente comum.
Apesar disso, a maior parte da espiritualidade é construída sobre a busca do extraordinário.
Altos níveis de frequência não o levam necessariamente a experiências "espirituais".
Na verdade, altos níveis de frequência destroem a própria ilusão de que existe algo como uma experiência “espiritual”.
Na cultura contemporânea da nova era, o materialismo espiritual é abundante - ou seja, as pessoas agora têm uma nova droga chamada busca da verdade.
É importante entender que não há nada de errado com nenhuma dessas coisas.
Se você é levado a buscar algo mais elevado, então algo está empurrando você, levando-o a algum lugar.
Se você segui-lo até sua conclusão natural, ele revelará seu verdadeiro caminho no final.
Para algumas pessoas, buscar é um caminho direto para a transcendência, mas para outras serve simplesmente como uma distração que as afasta ainda mais de sua verdadeira natureza.
A Vitimização impede o buscador espiritual de seguir seu impulso até sua conclusão natural. Ele faz isso identificando-se com a forma do ensino, ou com o professor, ou com o próprio caminho. Portanto, vemos três categorias básicas de pessoas em um caminho espiritual - aquelas que estão presas pela estrutura de um determinado ensinamento, aquelas que estão presas pelo poder magnético de um professor particular e aquelas que estão presas por sua própria compulsão constante de ser um turista espiritual.
Todas essas três armadilhas espirituais são estágios autênticos de qualquer caminho que acabará levando à verdadeira liberdade, mas todas as três também se disfarçam como a própria liberdade. Estes são alguns dos níveis mais sutis da Sombra da Vitimização.
A verdadeira liberdade não tem nada a ver com a forma como gastamos nosso tempo no plano material.
A verdadeira liberdade não é um efeito. É uma espécie de espaço sempre em expansão que surge espontaneamente dentro de você quando você passa a entender o quão profundamente você foi vitimizado por suas próprias crenças centrais.
REDES SOCIAIS - REDES ESPIRITUAIS
Na verdade, amamos e odiamos a rede simultaneamente, mas acima de tudo somos viciados nela, assim como somos viciados em todo grande drama.
Dentro do seu mundo dos sonhos e sob a rede, seu maior desejo é expresso.
Sob a rede, você pode viver o seu sonho - você pode voar, dançar, chorar, sofrer e, acima de tudo, amar.
E, no entanto, seu amor dentro da rede é um amor profundamente limitado, um amor que nunca escapa dos limites de suas próprias ilusões. Sob a rede, você se apaixona ou se desapaixona - de qualquer forma, você permanece vítima de suas projeções, expectativas e, inevitavelmente, de suas decepções.
Às vezes, você afunda na melancolia e toda a sua força vital parece parar - sua própria respiração fica mais fraca.
Em outras ocasiões, você voa em uma mudança repentina de humor e seu coração bate mais rápido e sua respiração enche seu peito a ponto de estourar.
Isso é o que acreditamos ser a liberdade.
Entre os extremos, as melodias dão lugar às cadências; mudanças de tempo dão lugar a frases, notas, trinados, pausas e todo tipo de sentimento concebível.
Descobri que o amor de verdade dói, mas não aprisiona. Não cria cárceres emocionais, não rompe limites saudáveis, nem sequestra a paz de quem ama.
Ele nasce de uma maturidade silenciosa, daquela que compreende que amar não é possuir, mas cuidar. É uma espécie de fé depositada em quem enxergamos de verdade, para além das aparências, reconhecendo tanto a luz quanto a sombra que habitam o outro.
E, justamente por vê-lo inteiro, escolhemos potencializá-lo.
Há pessoas que, simplesmente por existirem, mudam tudo. Trazem consigo algo que beira carinho, ninho, presença. Tornam-se cuidado, cumplicidade e abrigo, tanto naquilo que possuem quanto naquilo que lhes falta.
Porque o amor maduro não ama apesar das faltas; ama também através delas.
E talvez seja essa a sua forma mais bonita: quando duas incompletudes deixam de exigir perfeição uma da outra e passam, juntas, a construir paz.
Estou cansado de conversar apenas com meus pensamentos e transformar minha verdade em silêncio.
Também não quero ser visto como caos só por dizer o que penso. É só isso.
Não podemos passar o que ainda temos de vida assumindo responsabilidades que não são nossas em nome de uma aliança. A vida pede parceria, não sobrecarga. Pede reconhecimento, não teatro. Pede que o significado de um para o outro seja visto sem máscaras, sem fuga, sem deboche, sem a covardia elegante de fingir que nada aconteceu.
É isso que dita o ritmo da escolha.
Porque permanecer não pode ser apenas resistir. Permanecer precisa ter presença, reciprocidade e verdade.
No fim, o amor não se mede pelo quanto alguém suporta calado, mas pelo quanto duas pessoas conseguem se enxergar sem transformar a dor do outro em ameaça.
Ôxe, cabra...
Tu só vai amadurecer de verdade
quando parar de perguntar só:
“Eita, isso aqui me dá prazer?”
e começar a perguntar, com o juízo sentado na cadeira:
“Que tipo de homem eu tô virando
com essas recompensa que eu vivo correndo atrás?”
Porque prazer, meu fi,
até vento em porta velha faz barulho.
Mas maturidade mesmo
é saber se aquilo que tu persegue
tá te fazendo homem inteiro
ou só menino grande
com fome usando roupa de adulto.
Conselhos do tempo para
uma borboleta,
Aquilo que lhe parece ser uma prisão
É na verdade sua proteção.🦋🦋
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