Voce esta Mudando minha Vida

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“A Dignidade Não Está Nos Pensamentos, Mas Nas Atitudes!”

Para quem está do lado de fora: A maior lição de nobreza que um ser humano pode praticar é o respeito ao solo sagrado que é a dor alheia. Sentimentos não são descartáveis. Se você não tem a capacidade de ser abrigo, não finja ser o teto. Deixe o espaço livre para que o tempo cure ou para que alguém com a estrutura certa chegue para somar. A colheita da vida é implacável: o cuidado que você nega hoje ao coração do outro é a solidão que baterá à sua porta amanhã.Para você que está com o coração ferido: O seu erro nunca foi acreditar; o erro foi de quem não soube receber o seu ouro e o tratou como cascalho. Pegue de volta toda a coragem que você gastou com quem não merecia e use-a para blindar a sua própria história. A sua vulnerabilidade é a sua maior força, mas ela só deve ser mostrada a quem já provou, com atitudes consistentes na chuva e no sol, que merece pisar no seu jardim. Aprenda a se retirar de onde o amor é um jogo, porque você é o prêmio, não o jogador.

Um indivíduo do qual não consegue perceber quem está à sua volta e só olha para si, é típico de um narcisista. A alienação impede um desenvolvimento intelectual socialmente; a fragilidade traz o medo do envelhecimento, onde a busca em sentir-se aprovado pelos demais é constante, típico de uma mercadoria e, consequentemente, o egoísmo estético o faz olhar apenas para o próprio umbigo, ao ponto do corpo se tornar o único horizonte relevante do sujeito, infelizmente.

Quem não está bem consigo mesmo, das duas uma: se isola ou acaba procurando guerra com alguém. Como diria Hobbes, "O homem é o lobo do homem".

A pior distância não é o afastamento físico, mas o desdém de quem está ao seu lado e não faz a menor questão de te enxergar.

Em silêncio eu cresço, porque o meu apoio está em Deus.
@keylak.holanda

A versão que eu deveria ser está em Cristo e a versão que não consegue tem meu nome.

Nem toda oportunidade deve ser multiplicada. Existem oportunidades cujo valor está justamente em permanecerem raro na sua disponibilidade tal qual o diamante

Charles Eugenio

Na frase "Vendi a BR Distribuidora", há um sujeito oculto! Qual é ou onde está o sujeito?

⁠Quando Deus
está no comando
dando a direção....
O coração fica feliz!

A cura do mundo está em nós.

Chega de Margens
Ainda estou me acostumando com ela em pleno 62/63— esta versão de mim que parece uma evolução silenciosa, metade caos, metade clareza e, de alguma forma, ainda intencional. Ela é nova, mas também… não é. Mais como um despertar. A próxima fase do por vir. Eu não percebi que escolher ser imperfeito eventualmente se tornaria parte do por vir. E agora que ela está aqui, ela não anda na ponta dos pés. Ela (idade/mente) não pergunta se é demais. Ela simplesmente chega — crua, firme, despreocupada — como se estivesse esperando que eu parasse de me moldar em formas que deixavam todos os outros confortáveis. E quando ela avança, ela não apenas sobe ao palco — ela o preenche, como se finalmente se lembrasse de que nunca deveria ter vivido à margem da própria vida. Ela permanece ali com essa certeza silenciosa, daquela que não precisa provar nada, daquela que faz você perceber que ela nunca foi o problema — o espaço é que era pequeno demais e me fazia me preocupar, me sentir pressionado. E talvez seja essa a parte que ainda estou aprendendo: que tenho permissão para viver uma vida que me encaixe. Que não preciso me retrair para ser compreendido. Que posso querer mais espaço sem sentir que estou pedindo demais. Não se trata de me tornar alguém novo — trata-se de finalmente me permitir ser quem eu sempre tentei proteger. E é isso que estou aprendendo agora: tenho permissão para crescer (ainda da tempo) além dos limites de quem eu costumava ser. Não preciso me retrair para ser compreendido e nem preciso que alguém me compreenda se esse alguém pretende caber na mesmice do cotidiano orientado por “influencer´s. Posso querer uma vida que me encaixe sem me desculpar por isso. Não se trata de me tornar alguém novo — trata-se de finalmente me permitir ser eu mesmo. E quanto mais me permito crescer, mais percebo o quanto eu me reprimia sem nem notar. Quantas vezes tentei me tornar mais fácil de carregar, mais fácil de entender, mais fácil de amar. Mas não farei mais isso. Nesta idade, a idade do pôr do sol da vida, estou aprendendo a me aceitar como sou — não como um projeto, não como um problema, mas como uma pessoa que merece o espaço que preciso conquistar. Há uma estabilidade nisso. Uma espécie de confiança tranquila que eu não sabia que podia ter. E é nisso que me apego agora — na compreensão de que não preciso me diminuir para me manter amistoso. Posso crescer – ainda que nesta idade o corpo encolha e se curve - sem me perder. Posso ocupar espaço sem sentir que estou tirando algo de alguém. Esta versão de mim não é uma partida; é um retorno – talvez seja isso, quando envelhecemos, retornamos para quem fomos um dia, quando crianças puras. Uma expansão. Uma acomodação na vida que venho construindo silenciosamente. Pela primeira vez, parece menos que estou me desvencilhando de quem eu era e mais que finalmente estou me tornando quem sempre fui.

O CICLO QUE NINGUÉM VÊ
Há uma folha desenhada sobre a madeira velha deste balcão. Não está realmente aqui. Está apenas na minha cabeça, entre um copo de uísque barato, a fumaça de um cigarro que insiste em sobreviver e o silêncio que os bêbados confundem com paz.
A vida inteira cabe numa folha.
Ela nasce verde, arrogante, convencida de que o vento é liberdade. Dança porque acredita que escolheu dançar. Depois aprende que era apenas o galho decidindo por ela. Mais tarde, o tempo amarela suas certezas, rouba o brilho, seca suas vaidades e, por fim, a entrega ao chão, onde ninguém mais olha.
Engraçado... fazemos exatamente o mesmo.
Neste bar há homens falando sobre carros que nunca comprarão, mulheres sorrindo para pessoas que jamais amarão e jovens planejando futuros que venderão na primeira promoção de estabilidade. Todos parecem ocupados demais para perceber que estão envelhecendo enquanto discutem banalidades.
A correnteza não faz barulho.
Ela apenas leva.
Leva os sonhos, a curiosidade, a coragem de dizer "não". Leva aquele impulso infantil de observar uma chuva, ouvir um disco inteiro, sentir o cheiro da madeira molhada ou reparar como a fumaça desenha fantasmas sob a luz amarela do teto.
As pessoas chamam isso de amadurecer.
Eu chamo de desistir.
Não falo da resistência dos heróis estampados nos livros. Essa costuma render medalhas e discursos. Falo da resistência silenciosa, quase invisível: a de não acreditar em todas as mentiras que vendem como felicidade; a de não transformar a própria existência numa fila de boletos, relógios e domingos ansiosos; a de continuar enxergando beleza numa folha caída enquanto o resto do mundo só enxerga sujeira para ser varrida.
Porque morrer não começa quando o coração para.
Começa quando deixamos de notar os detalhes.
Quando o café perde o aroma, o abraço vira protocolo, o beijo vira rotina e a janela deixa de ser uma moldura para o mundo e passa a ser apenas vidro.
Olho para o fundo do copo. O gelo já desapareceu, como desaparecem tantas coisas sem pedir licença.
A folha da fotografia teve uma vida inteira. Nasceu, brilhou, alimentou a árvore, envelheceu e caiu. Nunca fingiu ser outra coisa.
Nós, ao contrário, passamos décadas fingindo viver.
E talvez seja essa a tragédia mais elegante da espécie humana: não a morte, mas a facilidade com que entregamos nossa vida à correnteza, chamando de destino aquilo que foi apenas falta de coragem para abrir os olhos.
No fim da noite, o garçom apaga as luzes. A fumaça desaparece. O balcão continua ali, velho como sempre.
E, em algum lugar, outra folha começa a nascer.
Tomara que ela aproveite melhor o vento do que nós.

Onde está que não te sinto?
Onde está que não te vejo?

Vou crescer.
Vou mudar.
E se doer, que doa.
Mas que seja a dor de quem está nascendo de novo.

Deixo no passado
o que não me acrescenta.
As palavras tortas,
as meias verdades,
o peso que não era meu.

E se acham que estão me derrubando,
que pensem.
Porque eu já entendi:
opinião alheia não paga meu aluguel,
não cura minha ferida
e não constrói meu futuro.

A partir de hoje eu escolho leveza.
Escolho quem me soma.
Escolho conversas que curam.
Escolho eu.

E quem não entendeu,
ficou pra trás.

⁠"A paz que ofereço diz quem eu sou. A paz que o outro rejeita diz onde ele está." — ChatGPT (Siger), em conversa com Régis.

⁠É amor que eu estou buscando, Mas de um tipo belo e inaudito que não está no mundo.

⁠Onde não há nada, lá está Deus.

"Quando a fogueira está muito alta, é hora de começar a apagar pelas beiradas."

O ser humano não busca apenas sobreviver; busca compreender quem é aquele que está vivendo.