Voce esta Mudando minha Vida
Ser decepcionado por alguém é uma experiência que todos enfrentam em algum momento da vida. A primeira vez costuma ser inesperada, quase como um choque. A decepção chega de surpresa, porque ainda acreditamos na imagem que criamos da pessoa. Na segunda vez, já não há o mesmo espanto: é um aviso. Um sinal claro de que algo não está em equilíbrio. Porém, quando a mesma situação se repete mais de duas vezes, já não estamos mais diante de um simples erro do outro, mas diante de uma escolha nossa.
É duro admitir, mas a insistência em permanecer em um ciclo de decepções revela mais sobre o que aceitamos do que sobre o que nos fazem. Quando alguém mostra repetidamente quem é e ainda assim escolhemos ficar, a dor que sentimos deixa de ser apenas consequência do comportamento alheio. Passa a ser também o resultado de nossa permissão silenciosa. Nesse ponto, não se trata mais apenas do outro, mas do limite que colocamos , ou não colocamos em nossa vida.
Decepções que se repetem são lições não aprendidas. Elas carregam a mensagem de que precisamos olhar para dentro de nós mesmos, identificar o porquê de tolerarmos atitudes que ferem, e entender que não merecemos menos do que respeito e verdade. Continuar em um vínculo que machuca é como insistir em uma porta que já demonstrou estar fechada. A cada tentativa, a frustração aumenta, e o coração se desgasta.
É natural querer acreditar que as pessoas mudarão, mas a transformação não acontece pelo nosso desejo. Cada um só muda quando reconhece a própria necessidade. Enquanto isso não ocorre, a escolha de permanecer se torna um fardo que carregamos sozinhos. Por isso, compreender o valor do “basta” é um ato de coragem. Ele não representa desistência, mas sim a defesa da própria dignidade.
O coração pede, em silêncio: “me escolha desta vez”. Escolher-se significa priorizar a própria paz, mesmo que isso implique deixar para trás quem gostaríamos que tivesse ficado. É doloroso, mas também libertador. Quando aceitamos que não temos controle sobre os atos do outro, mas temos total controle sobre o que permitimos em nossa vida, damos um passo rumo ao amadurecimento.
A repetição da decepção serve como um espelho. Mostra-nos nossas próprias fragilidades, nossos medos de estar só, nossas esperanças insistentes. Mas também nos convida a romper o ciclo, a reescrever a história a partir de uma decisão consciente. Afinal, permanecer onde não há reciprocidade é se condenar a reviver a mesma dor inúmeras vezes.
Aprender a se escolher é, portanto, uma prática de amor-próprio. É entender que a verdadeira lealdade deve começar dentro de nós. Quando decidimos dar prioridade ao que nos faz bem, abrimos espaço para relações mais saudáveis, autênticas e respeitosas.
Ser decepcionado não é o fim. É um chamado para enxergar a verdade, para aprender sobre limites e para crescer. A vida não se resume àqueles que nos ferem. Pelo contrário, ela se expande quando entendemos que merecemos vínculos mais sinceros. E, quando escolhemos a nós mesmos, não perdemos , ganhamos de volta a liberdade de viver em paz.
Por André Luiz Santiago Eleuterio.
A internet inventou um padrão de vida que quase ninguém vive e fez todo mundo se sentir fracassado por não alcançá-lo.
ANDRÉ LUIZ SANTIAGO ELEUTÉRIO
A incerteza e a esperança do amanhã
A vida nos oferece dois caminhos que caminham lado a lado: a incerteza do amanhã e a esperança de vivê-lo.
Não sabemos o que o futuro nos reserva. Fazemos planos, sonhamos, imaginamos encontros, conquistas, recomeços e tantas histórias bonitas que ainda gostaríamos de viver. Entretanto, não temos sequer a certeza de que estaremos aqui para testemunhar tudo aquilo que planejamos.
E, mesmo assim, esperamos.
Esperamos viver dias melhores, conhecer pessoas, realizar sonhos, descobrir novos caminhos e escrever capítulos que ainda não existem. A esperança talvez seja justamente isso: continuar acreditando na possibilidade de um amanhã que não nos foi prometido.
A vida é frágil e imprevisível, mas isso não precisa nos impedir de sonhar. Pelo contrário, talvez seja justamente a consciência de que o tempo é incerto que torne cada possibilidade tão preciosa.
Não sabemos se viveremos todas as histórias que imaginamos. Mas enquanto houver vida, podemos continuar esperando por elas, fazendo planos e caminhando em direção ao que desejamos.
Porque viver também é isso: não ter certeza do amanhã, mas ainda assim guardar no coração a esperança de que ele trará lindas histórias para contar.
A vida parecia bem mais simples, quando todas as categorias já estavam bem definidas. Deus era o mocinho, o Estado a ordem; e eu o vilão.
João 10:28
E dou-lhes a vida eterna, e nunca hão de perecer, e ninguém as arrebatará da minha mão.
O mesmo Deus que me salvou é poderoso para me guardar até o fim
Salmos 63:3
O teu amor leal é melhor do que a vida! Por isso, os meus lábios te exaltarão.
“Antes perder tudo nesta vida do que viver sem o amor de Deus!”
Passamos a vida tentando vencer a sombra, sem perceber que ela só quer ser ouvida.
Quando a reconhecemos e a integramos, o que era dor se torna força, e o que era medo se transforma em consciência.
Todo ser humano tem um instinto de eternidade, por isso, o seu desejo de encontrar o sentido da vida aponta para Jesus.
Jesus é a ponte para a reconciliação do homem com Deus, levando-o a viver eternamente com o Pai.
A vida é como se estivéssemos numa tempestade, sopra o vento, corre a água e leva todos os acúmulos por ela nos dado!
A diferença é só uma.
Se passar por todas essas intempéries e não absorvermos nada…
Viver terá sido apenas choro, reclamação ,arrependimento e lamentação.
Não permita que os problemas de amanhã roubem a paz que ainda existe em hoje. A vida não exige que você carregue o peso de todos os dias de uma só vez; ela só pede que você encontre forças para atravessar o dia que está diante de você. Respire, confie e siga. Porque, às vezes, a maior vitória não é resolver tudo o que nos aflige, mas silenciar o caos dentro de nós e descobrir que, mesmo sem ter todas as respostas, ainda podemos encontrar paz no caminho.
Há cicatrizes que não pertencem às feridas desta vida, mas a um passado sem lembranças, onde fomos alguém, amamos alguém e perdemos aquilo que ainda hoje não sabemos nomear.
A doença é um aviso de que estamos dirigindo o carro da nossa vida pela estrada errada, e geralmente esta estrada se chama "desequilíbrio". Por isso não há cura verdadeira sem mudança de estrada, sem uma conversão da nossa parte. Desacelere o carro da sua vida, faça uma parada.
Reflita sobre seus caminhos, sem nenhum propósito de se culpar pelo que tem feito. O objetivo é torná-lo consciente pelas escolhas que tem feito, estimulando-o a tomar uma nova estrada que o levará ao destino da saúde e da felicidade.
Livro: O médico Jesus
Deixe o passado..
Na vida de cada um de nós existe um passado.
Certamente todos têm uma história onde passaram por momentos
bons e por situações difíceis, pois a vida é uma mescla
de coisas boas e outras, digamos assim, mais difíceis.
O que não podemos fazer é vivermos presos ao passado,
vivendo de recordações. A vida segue e o passado não volta.
Não há como reviver o momento passado, pois cada um
é único em nossas vidas. Podemos sim usar o que vivemos
no passado como experiência para um futuro melhor.
Tenha o passado sido bom ou ruim deve ficar para trás.
Devemos prestar atenção no momento presente,
pois o futuro depende do que fizermos hoje.
Portanto, agradeçamos a Deus pelo passado que nos enriquece
de experiências e nos faz crescermos,
e fechemos essas páginas de nossa história,
para que possamos abrir uma nova página,
de um novo começo no dia de hoje.
Cada dia é uma oportunidade que temos de
fazermos uma nova história. Reflitamos!
Na aventura da vida, a maior a que mais nos transforma é o amor. Não o amor comum, representado e sim o Amor Maior, aquele quando a pessoa muda espontaneamente motivada por algo maior do que ela e compreende melhor o mundo e as coisas.
Nitsche
A vida na verdade é muito simples. O que damos, recebemos.
O que pensamos sobre nós torna-se verdade para nós. Acredito que todos, inclusive eu mesmo, somos os responsáveis por tudo em nossas vidas, desde o melhor até o pior. Cada pensamento que temos está criando nosso futuro. Cada um de nós cria suas experiências através dos pensamentos e emoções.
Os pensamentos que temos e as palavras que falamos criam nossas experiências.
”Pensar com elevação e viver com simplicidade” é a melhor fórmula para uma vida feliz. Mantenha os pensamentos elevados, pois o poder da mente é grande.
A compulsão de querer controlar a vida alheia, é fruto do nosso orgulho. O ser amadurecido não controla, mas sim coopera com o amor e com a liberdade das leis naturais.
Para ser bom mestre não é preciso fazer seguidores ou discípulos, nem mesmo possuir cortejos ou comitivas, mas simplesmente fazer com que cada ser descubra em si mesmo o seu próprio guia. Não devemos ditar nossas regras aos indivíduos, mas fazer com que eles tomem consciência de seus valores internos (senso, emoções e sentimentos) e passem a usá-los sempre que necessário. Essa a função dos que querem ajudar o progresso espiritual dos outros.
Os indivíduos portadores de uma personalidade orgulhosa se apoiam em um princípio de total submissão às regras e costumes sociais, bem como o defendem energicamente. Utilizam-se de um impetuoso interesse por tudo aquilo que se convencionou chamar de certo ou errado, porque isso lhes proporciona uma fictícia “cartilha do bem”, em que, ao manuseá-la, possam encontrar os instrumentos para manipular e dominar e, assim, se sintam ocupando uma posição de inquestionável autoridade. Quase sempre se autodenominam “bem intencionados” e sustentam uma aura de pessoas delicadas, evoluídas e desprendidas, distraindo os indivíduos para que não percebam as expressões sintomáticas que denunciariam suas posturas de severos críticos, policiais e disciplinadores de consciências.
A compulsão de querer controlar a vida alheia é fruto do nosso orgulho.
O ser amadurecido tem a habilidade perceptiva de diagnosticar os processos pelos quais a evolução age em nós; portanto, não controla, mas sim coopera com o amor e com a liberdade das leis naturais. Muitos de nós convivemos com criaturas que tentam cuidar do nosso desenvolvimento espiritual, impondo controle excessivo e disciplina perfeccionista, não respeitando, porém, os limites de nossa compreensão e percepção da vida.
São “censuradores morais”, incapazes de compreender as dificuldades alheias, pois não entendem que cada alma apenas pode amadurecer de acordo com seu potencial interno. Não julguemos, com nossos conceitos apressados, as pessoas e os acontecimentos à nossa volta; antes, aguardemos com calma e façamos uma análise mais profunda de cada situação. Assim agindo, poderemos avaliar melhor todo o contexto vivencial.
Nosso orgulho quer transformar-nos em super-homens, fazendo-nos sentir heroicamente estressados, induzindo-nos a ser cuidadores e juízes dos métodos de evolução da vida excelsa e, com arrogância, nomear os outros como desprezíveis, ociosos, improdutivos e inúteis. Poderemos “agir no processo” de formação e progresso das criaturas, nunca “forçar o processo” ou criticar seu andamento.
Comportamentos como a crítica moralista, o desejo de reformar os outros e o controle do que se deve ou não fazer, revelam os traços de caráter dos indivíduos orgulhosos e ainda distanciados da autêntica cooperação no processo de evolução, que não os deixam perceber o que ocorre na intimidade das criaturas.
Nada é inútil no universo. A divindade age sem cessar em solicitude e consideração a cada uma de suas criaturas e criações.
O progresso da humanidade é inevitável. Todos estamos progredindo e crescendo, ainda que, algumas vezes, não nos apercebamos disso.
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