Voce esta Mudando minha Vida

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Sempre faça o que te dá vida, autenticidade e prazer. Não ligue para o que os outros vão pensar.


Você prefere fazer o que ama, mesmo sem apoio… ou viver algo forçado por validação externa e, no final, se sentir vazio e sem alma?

“O amor abre caminhos que o perfeccionismo fecha, e a vida começa a fluir quando o coração decide parar de se cobrar e começar a se acolher.”

Aproveitar a vida


Am G
A vida é agora
Am G
Não deixe o tempo ir embora
Am G
Olhe La fora
Fm
O sol já se pois
G
O sol já se pois


C G
O que eu quero, é aproveitar a vida
Am
Realizar meus desejos
Fm
Antes da despedida


C G
O que eu quero, é aproveitar a vida
Am
curtir minhas conquistas
Fm
Antes que fechem as cortinas


Am G
Todo dia um roteiro
Am G
Nossa vida é arte
Am G
Cada um com sua parte
Fm
E vão levando assim
G
E vão levando assim


C G
O que eu quero, é aproveitar a vida
Am
Realizar meus desejos
Fm
Antes da despedida


C G
O que eu quero, é aproveitar a vida
Am
curtir minhas conquistas
Fm
Antes que fechem as cortinas


Am G
Não perca um só instante
Am G
Do que é relevante
Am G
O tempo é constante
Fm
Quando vê já se foi
G
Quando vê já se foi


C G
O que eu quero, é aproveitar a vida
Am
Realizar meus desejos
Fm
Antes da despedida


C G
O que eu quero, é aproveitar a vida
Am
curtir minhas conquistas
Fm
Antes que fechem as cortinas


Am G
Já chega de holofotes
Am G
Não quero essas curtidas
Am G
Quero viver a vida
Fm
e ser o melhor de mim
G
o melhor de mim


C G
O que eu quero, é aproveitar a vida
Am
Realizar meus desejos
Fm
Antes da despedida


C G
O que eu quero, é aproveitar a vida
Am
curtir minhas conquistas
Fm
Antes que fechem as cortinas

⁠Não confunda “deixar a vida seguir seu curso” com ser acomodado.

⁠A vida é uma viagem cheia de malas.

A falta que sentimos do que ainda não vivemos…

Em muitos momentos da vida, acreditamos estar sentindo falta de alguém.
Mas, se formos honestos e silenciosos o suficiente para observar, perceberemos que não é exatamente da pessoa que sentimos falta.

Sentimos falta da história que começamos a escrever com ela.

Não é ausência.
É interrupção.

A mente humana tem uma capacidade extraordinária de projetar futuros. Antes mesmo que algo exista de fato, o cérebro já ensaiou diálogos, construiu rotinas, imaginou casas, viagens, pertencimento. Criou uma narrativa inteira — sem que nada disso tenha acontecido no mundo real.

A neurociência chama isso de simulação prospectiva.
O cérebro antecipa experiências para se preparar para elas.
Mas, emocionalmente, ele não diferencia tão bem o que foi vivido do que foi apenas imaginado com intensidade.

Por isso, quando algo não se concretiza, não sofremos apenas pela perda de alguém.
Sofremos pela perda de um caminho inteiro que já havia sido aceito internamente como destino.

É o luto do que não aconteceu.

E esse luto é silencioso, porque não há memórias suficientes para justificar a dor.
Há apenas expectativas que não encontraram lugar na realidade.

Mas existe uma segunda camada, ainda mais sutil.

Quando aquilo que imaginamos não se realiza — principalmente quando depende do outro — o cérebro muda de estado. Ele sai do campo do vínculo e entra no campo da conquista.

O que antes era afeto passa a ser desafio.

Isso acontece porque o sistema de recompensa do cérebro, regulado principalmente pela dopamina, não responde apenas ao prazer de ter algo. Ele responde, sobretudo, à possibilidade de obter algo que ainda não foi alcançado.

A ciência chama isso de erro de previsão de recompensa.

Nós nos tornamos mais motivados quando:
• quase conseguimos,
• quando há incerteza,
• quando não está garantido.

O desejo cresce na ausência.
Não porque aquilo seja mais valioso, mas porque ainda não foi resolvido.

Assim, o que parecia amor, às vezes era ativação.

Não era a pessoa que nos prendia.
Era o estado interno de busca.

Quando conquistamos, o cérebro reduz esse impulso — porque aquilo já não exige esforço, já não representa novidade, já não carrega tensão.
E então confundimos estabilidade com perda de interesse.

Na verdade, são sistemas diferentes operando:

O da conquista busca intensidade.
O do vínculo busca continuidade.

Um produz excitação.
O outro produz construção.

Se não soubermos distinguir, passamos a vida tentando reviver o primeiro, incapazes de permanecer no segundo.

Por isso, muitas vezes, queremos mais aquilo que não temos do que aquilo que já está presente.
Não porque seja melhor.
Mas porque o cérebro foi desenhado para perseguir, não para repousar.

E é aqui que mora o equívoco.

Relacionamentos não são metas a serem atingidas.
São realidades a serem habitadas.

Metas terminam quando são alcançadas.
Vínculos começam exatamente aí.

Quando entendemos isso, algo muda.

Percebemos que não estamos tentando esquecer alguém.
Estamos apenas ensinando o cérebro a encerrar uma simulação que continuava rodando sozinha.

Não precisamos lutar contra o sentimento.
Precisamos retirar a energia da projeção.

O que não aconteceu não precisa ser resolvido.
Precisa apenas deixar de ser continuado dentro de nós.

E, pouco a pouco, o desejo deixa de ser urgência.
A ausência deixa de ser falta.
E a mente, que antes insistia em terminar uma história imaginada, aprende a voltar para aquilo que está vivo — agora, concreto, imperfeito, mas real.

Porque maturidade emocional talvez seja exatamente isso:

Parar de confundir intensidade com verdade.
E escolher, conscientemente, aquilo que cresce com o tempo — não aquilo que apenas nos acende por um instante.

Todas as transformações pelo qual um indivíduo passa ao longo da vida, leva-o de certa forma à uma única conquista: Autoconhecimento.

Flávia Abib

"Guarde o seu coração, pois dele depende toda a sua vida. Cuide do seu interior para não tropeçar no exterior."


inspirado em Provérbios 4:19-23

"Da vida, levamos o que sentimos — e deixamos no mundo o que foi fácil mostrar, guardando o que mais doeu calar."

A vida se deixa amar por quem não perde a coragem de tentar mais uma vez.

A vida floresce quando a gente escolhe não se abandonar.

⁠Tentando
Levo a vida tentando ser forte, valente e imensamente prudente. Tento entender o porquê de cada decepção, de cada lágrima derramada, da dor e separação. Motivos que me fazem sofrer e não encontro explicação.

A mulher é tão imprescindível à vida de um homem viril, tal como tomate para os tomates.

Eu tenho os olhos de ver a vida nascer em cada manhã com cheiro de bogari e casa limpa,
As vezes é preciso pisar firme nas crueldade dos outros, de todos seus sons crueis. Mas definitivamente, é imperdoável não perdoar.
As vezes, eu preciso apenas dançar uma música como a Dama de vermelho, rasgar o rascunho da letra e escrever outro verso. Eu escrevi.
E há quem diga que o que escrevo não tem nada haver comigo. Lina Veira
Lina Veira
Poesias minhas

O modo operandi vida é pura alienação porém, auto-avalie-se constantemente para uma averiguação mental positiva!

A cruz escreveu uma história de vida e amor ao próximo.

Fazer aniversário não é apenas comemorar mais um ano de vida. É também refletir e agradecer por tudo que você que alcançou até agora. Você teve um ano de mais sabedoria, mais amor, mais sorrisos e mais alegrias. Aprenda com tudo que você passou e desfrute de todo este crescimento.

Rios e lágrimas fazem parte da nossa vida.

Gerar a vida é como a alquimia, transformando o chumbo da mortalidade no ouro da presença.

Parceria é amor, é respeito, é estar lado a lado na estrada da vida. É construir um espaço onde ambos podem crescer e aprender, apoiando-se mutuamente em cada passo da jornada. Essa conexão se baseia na confiança, na comunicação e na empatia, criando um laço forte que resiste às adversidades.

Em uma verdadeira parceria, celebramos as vitórias juntos e encontramos força nas dificuldades. É um compromisso de estar presente, ouvindo e compreendendo as necessidades do outro. Essa união torna a caminhada mais leve e significativa, enriquecendo nossas experiências e nos ajudando a enfrentar os desafios com mais coragem e esperança.