Voce esta Guardada em meu Coracao
Alguém...
Sempre quis alguém do meu lado.
Alguém pra me ouvir.
Alguém pra eu escutar.
Alguém pra dividir as atenções
Alguém pra eu tirar do serio
Alguém pra me acalmar.
Alguém pra me ligar e dizer só um oi
Alguém pra eu ligar e dizer que também te amo.
Alguém pra chorar comigo
Alguém pra sorrir sem motivos
Alguém pra tratar minhas dores
Alguém pra correr perigo depois da meia noite
Alguém sempre disposta a me ajudar.
Alguém com amor de sobra pra depositar
Alguém em que eu possa confiar
Alguem um tanto sem noção, pra dividir comigo a imperfeição.
Alguém que não liga pra riqueza do dinheiro.
Mas faz questão da fortuna da reciprocidade.
Alguém pra enfrentarmos juntos a maldade.
Alguém disposto a seguir um destino com tranquilidade.
Alguém...
Saudade da época que meu dever de casa era "cortar e colar" ou "ligue os pontinhos"............sinifff!
mel
Versos de ódio
Eu respirei por 16 anos
Já estava na hora
De alguém tirar o meu fôlego
Você desperdiçou ar por 16 anos
Já estava na hora
De alguém te sufocar
Eu dormi por 16 anos
Já estava na hora
De alguém tirar o meu sono
Você causou insônias por 16 anos
Já estava na hora
De alguém te por para dormir
Por 16 anos, eu vivi, sorri
Chorei, dormi, respirei
Chegou minha hora de amar
Por 16 anos, você viveu, sorriu
Dormiu, desperdiçou ar, fingiu
Chegou a hora de alguém te apagar.
Lua ,sua linda...ilumina minha noite..ilumina minha vida...
Teus raios prateados banham meu rosto e acariciam meus cabelos...
As estrelas a tua volta,enciumadas com tua travessura,piscam,piscam e correm pelo ceu claro num corre-corre de crianca...numa ciranda la no alto..e nem mesmo o grito que foge de meus labios de alegria e contentamento conseguem acalmar tamanha festa!!
Se hoje fosse nosso ultimo dia...se fosse meu ultimo dia...o que teria deixado de legado??Uma reflexao que se faz necessaria...Nao ha porque dar mais do que esta ao nosso alcance porque ha um momento em que tudo que poderiamos ter demosntrado de amor,atencao,carinho,respeito,aprendemos...Valores sao adquiridos em nossa caminhada...
Nascemos em processo de aprendizagem para toda uma vida...ninguem nasce pronto!E dependendo do que escolhemos ter como norma nesta caminhada,seremos lembrados apos nossa passagem...E estamos continuamente aprendendo...
Entao a pergunta que nao quer calar:Faremos falta?Nossos valores foram transmitidos?O que eu fiz pelo outro?Como amei?Serei uma lembranca agradavel?terei deixado uma historia,uma caminhada que possa me orgulhar e que poderia ser contada por alguem?Fui solidario?Confraternizei?Fui presenca?Marquei minha passagem?
Fica a questao...
Urge pensar!!
Fogo de amor
Na madrugada fria e silenciosa,
Rolo na cama com meu corpo nu,
Acordo com o calor do seu corpo,
E tudo parece estar em chamas.
Sinto sua pele suada colada na minha,
Seus lábios quentes e úmidos,
Minha língua dançando em sua boca,
Um balé divino de calor e de paixão.
O suor do meu corpo pinga sobre o seu,
Sinto seu coração na batida mais forte do meu,
Corações disparados, corpos colados,
Me enrolo loucamente em seus cabelos.
Minhas mãos percorrem sua pele ardente,
Minha boca desvenda sabores quentes,
A respiração é ofegante e cadenciada,
No ritmo alucinante do sangue em suas veias.
Aos meus ouvidos só gemidos e sussurros,
Barulhos ardentes de amor e paixão,
E no calor insano dos seus braços,
Chego ao ápice da minha loucura.
Estou deitado sozinho na minha cama,
Meu corpo molhado, meu sono abalado,
Na minha mente só você e a paixão que me consome,
E os momentos felizes ao seu lado.
Trova do vento que passa
Pergunto ao vento que passa
notícias do meu país
e o vento cala a desgraça
o vento nada me diz.
Pergunto aos rios que levam
tanto sonho à flor das águas
e os rios não me sossegam
levam sonhos deixam mágoas.
Levam sonhos deixam mágoas
ai rios do meu país
minha pátria à flor das águas
para onde vais? Ninguém diz.
Se o verde trevo desfolhas
pede notícias e diz
ao trevo de quatro folhas
que morro por meu país.
Pergunto à gente que passa
por que vai de olhos no chão.
Silêncio -- é tudo o que tem
quem vive na servidão.
Vi florir os verdes ramos
direitos e ao céu voltados.
E a quem gosta de ter amos
vi sempre os ombros curvados.
E o vento não me diz nada
ninguém diz nada de novo.
Vi minha pátria pregada
nos braços em cruz do povo.
Vi minha pátria na margem
dos rios que vão pró mar
como quem ama a viagem
mas tem sempre de ficar.
Vi navios a partir
(minha pátria à flor das águas)
vi minha pátria florir
(verdes folhas verdes mágoas).
Há quem te queira ignorada
e fale pátria em teu nome.
Eu vi-te crucificada
nos braços negros da fome.
E o vento não me diz nada
só o silêncio persiste.
Vi minha pátria parada
à beira de um rio triste.
Ninguém diz nada de novo
se notícias vou pedindo
nas mãos vazias do povo
vi minha pátria florindo.
E a noite cresce por dentro
dos homens do meu país.
Peço notícias ao vento
e o vento nada me diz.
Quatro folhas tem o trevo
liberdade quatro sílabas.
Não sabem ler é verdade
aqueles pra quem eu escrevo.
Mas há sempre uma candeia
dentro da própria desgraça
há sempre alguém que semeia
canções no vento que passa.
Mesmo na noite mais triste
em tempo de servidão
há sempre alguém que resiste
há sempre alguém que diz não.
Última Página
Vou deixar este livro. Adeus.
Aqui morei nas ruas infinitas.
Adeus meu bairro página branca
onde morri onde nasci algumas vezes.
Adeus palavras comboios
adeus navio. De ti povo
não me despeço. Vou contigo.
Adeus meu bairro versos ventos.
Não voltarei a Nambuangongo
onde tu meu amor não viste nada. Adeus
camaradas dos campos de batalha.
Parto sem ti Pedro Soldado.
Tu Rapariga do País de Abril
tu vens comigo. Não te esqueças
da primavera. Vamos soltar
a primavera no País de Abril.
Livro: meu suor meu sangue
aqui te deixo no cimo da pátria
Meto a viola debaixo do braço
e viro a página. Adeus.
Enquanto eu o olhava com lascivia, ele libidinosamente escrevia seus desejos no meu corpo. Entre uma rima e outra trocavamos beijos apaixonados, até que nos embriagamos com o gosto dionisíaco de nossos bocas . E exaustos, nos abandonamos um no outro, pela madrugada afora.
Meu filho é um oceano, onde às vezes sinto que me afogo por não saber nadar. É tão belo em seu azul infinito, porém no mesmo lugar onde reina beleza e calma também há tempestade e perigosos monstros marinhos. Às vezes observo meu reflexo nas suas águas e vejo que o monstro sou eu.
Mesmo que sozinho; preciso encontrar o meu caminho
pois o meu espírito perdido, já não suporta mais ser ferido
Nem por mim e nem por mais ninguém.
Meu sonho sempre foi voar,
assim pra bem longe,
sem um rumo.
Eu sonho todas as noites que estou voando pra bem longe,
bem longe dessa tal realidade.
Os sonhos dentro de mim estão tão vivos quanto uma chama que nunca se apaga.
As luzes de um sonho impossível no real,
mas tão real quando não estou aqui,
então posso voar pra bem longe e ser feliz todas as noites.
..."Hoje me peguei relembrando meu passado que as vezes doeu demais e as vezes fui feliz demais, mas não sinto falta dele, hoje sinto que posso fazer do meu presente o melhor de mim, para que no meu futuro, eu não me lembre do que estou passando com dor e sim com a alegria de ter ultrapassado as barreiras que a vida me impôs e ter alcançado algo que jamais pensei que poderia alcançar a A Serenidade , O Amor Próprio e Paz de espiríto!"...
Pensando em buscar lavadeiras e propor meu corpo ao invés de lençóis, minhas crises existenciais ao invés dos cânticos, e uma dose de batidas em pedras áridas ao invés das pancadas da vida.
Meu conflito é sempre dois sentimentos,
Um me diz te quero, o outro me diz cuidado
Sobrevivo na esperança que um deles fagocite o outro
Eu elegi quinta- feira como meu dia preferido, mesmo preferindo a sexta, porque era na quinta que eu o via, que ele me cumprimentava e eu correspondia com um sorriso. Passei a amar as terças, porque era nas terças-feiras que ele conversava comigo por longos minutos até o ônibus parar em seu destino e ele me acenar um adeus. Coloquei as quartas-feiras em um altar, porque era nas quartas que ele me beijava, dizia que me amava, me cobria de elogios e promessas me dizendo um "até logo" cheio de segundas intenções. E eu odiava as segundas- feiras, porque era tudo cinza e sem graça sem a presença dele ali, como se nada tivesse importância e perdesse o tom, o sabor, a cor. E agora eu prefiro as segundas porque não preciso vê-lo, porque na segunda o coração não dói, porque não preciso me fingir distraída para não vê-lo quando ele passa, porque na segunda eu consigo respirar aliviada. Porque na segunda-feira, de algum modo, o coração não sangra.
Podem dizer que meu olhar é de desconfiado. Mas talvez, seja que eu tenha recebido motivos para isso, e tenha aprendido a confiar desconfiando.
POEMA INEFÁVEL
Em um desejo fecundo o instante
Como o etéreo lume do meu corpo,
No rútilo semblante do meu rosto.
E inerte como o tempo de meu pranto.
Em um momento estéril e obstante,
Em seu corpo ausente e encantador,
E de arte e beleza dois amantes
A presente chama e seu calor.
Submerso momento criador
Indizível e obstante amor,
Onde existe o belo e a presente dor.
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