Voce esta Guardada em meu Coracao
Os teus lindos olhos
médio-orientais
e castanhos intensos
capturaram o meu
interesse como o voo
de um meteoro
cruzando a atmosfera,
e fizeram-me flutuar
por um momento
aqui na minha terra.
Inebriada pelo brilho
hipnotizante desta
prodigiosa Supernova,
resolvi não arriscar
ao menos por enquanto,
e entregar o desejo
nas mãos do destino.
Moramos longe eu sei,
mas algo me diz que
mesmo sem a gente
se falar moramos
dentro um do outro,
pois em ti encontrei
um raro e fino tesouro,
se o nosso encontro
for muito mais
que uma promessa
para dias de Sol
ou para noites de luar,
o quê tiver de ser: será.
Saber que me tens por tua
e o teu desejo é o meu,
há algo muito além de Marte
orbitando ao redor da Lua.
Veio a tempestade e as tuas
palavras me tocaram
como serenata no balcão
e mexeram com a emoção.
Saber que me quer sempre
mesmo trabalhando muito,
quem sabe um dia o nosso
encontro de fato acontece.
Ouvir tua voz, as fotos ver
e rever, e reler que me quer:
é o quê tem me mantido
sempre com alta temperatura.
Passou a terrível tempestade
e o diálogo de hoje a tarde
virou mais um poema,
e entre nós já é primavera.
És o meu hipnótico
secreto que me põe
em delírio de amor
certo mesmo sem
nenhum diagnóstico,
e assim te carrego.
Há dança dos astros
nos nossos quadris,
no olhar os sinais
que só os apaixonados
fazem por merecer,
a viração das horas
hão de nos pertencer.
És o meu único ilustre
cidadão do meu peito,
Galáxia do Cata-Vento,
te amo além do tempo
que nos coloca todo
o dia à prova e rebento.
Os arquitetados beijos
em reserva especial
permanecem do jeito
como devem estar,
para plenos serem
quando você chegar
numa linda noite de luar.
Mexe com meu
selvagem instinto,
Quero demais
teu amor faminto.
Sonho contigo
secreto e divino,
Noite quente
acabando o frio.
Mexe meu amor
o tempo todo,
Quero você
intenso comigo.
Ritmo de Bolero
em noite de chuva,
Quero tua cintura
levando à loucura.
Marte, a Lua e Urano
sob a luz de Starburst
os três dançando,
os astros te trazendo.
Mexe muito comigo
o teu aroma sendo
o protegido recinto:
quero amar sem medo.
Não adiantou dizer
Por mais de duas
Vezes que não
Quer o meu mal:
Nada tens a querer.
Quem diz ter
Causa na vida
Deve olhar
Bem adiante
Sem pausa
Buscando a
Real chance.
O seu egoísmo,
Que não deixa
Enxergar o 'porquê'
Da bandeira erguida,
Virou uma tentativa
De me fazer retraída.
Quem diz ser em prol
Da liberdade não
Deve escolher
Seletivamente
A quem defender,
E ainda mais
Se o motivo
For o mesmo
Em nome da Pátria
Não deve se render.
Balneário Barra do Sul, relicário
Balneário Barra do Sul,
meu precioso relicário,
Te levo no meu peito
sacrário em no segredo
pintado de azul sagrado.
Rodeio Poemário do Vale
Tu és o meu poemário
perfeito que levo
em mim o tempo todo,
Rodeio poemário do Vale
és o meu recanto de paz,
de aconchego e de liberdade.
Apiúna poema,
a tua fragrância de tangerina
é o meu aroma predileto
onde o céu é o teto.
Apiúna poema,
o teu aroma inunda
de ternura os sentidos,
És o poema perfeito
e rincão paradisíaco.
Apiúna poema,
esta cidade me anima,
a inspiração é locomotiva
rumo a Festa da Tangerina.
Em todas
as estações
hei de te
amar por
cada canto,
E espalharei
o meu pranto:
Suramérica
minha terra
de sanções
e mil traições.
Destino incerto
para Milagro,
Jorge, Miguel
e tantos,
não contamos
mais Modesto,
Só de lembrar
me desespero,
De ver o mundo
de concreto,
Nada irá apagar.
Com lágrimas
por causa do
mar boliviano
que foi subtraído,
Nem para o mar
brasileiro não há
mais redenção,
Querem a tal
dessalinização,
Triste está o
meu coração.
Na minha Pátria
o desespero
mesmo vem
sob o efeito
cascata por
parte de quem
ignora o povo,
a crise fiscal
e atropela por
leviandade
acordos firmados.
Botuverá dos Ribeirões
No Rio Itajaí-Mirim és
o meu destino eternamente,
Unidos pelas correntezas
da vida simplesmente,
Minha linda, Botuverá,
te amo perpetuamente!
Na palma da mão de Deus
está escrita os seus afluentes,
Como sou a poetisa
deste Médio Vale do Itajaí,
eu consegui ler que
que Ele nos ama simplesmente.
E no final da História seremos
o nosso amor eternamente.
No Ribeirão Cristalina
encontrei o teu amor
a poesia da minha vida,
És a Botuverá infinita
que já estava prevista
prá ser para toda a vida.
No Ribeirão do Sessenta
tu já era mais que um poema,
e eu ainda não estava atenta...,
Botuverá és minha fortuna,
o teu amor sempre compensa
e tudo o quê vale a pena.
No Ribeirão Porto Franco,
sempre foi motivo para lembrar
o porquê de eu te amar tanto,
Posso navegar a noite toda
e andar por cada pedaço teu,
que jamais desta vida eu me canso.
No Ribeirão da Gabiroba,
te vejo a cada dia mais próxima,
Porque no fundo, linda Botuverá,
somos uma inseparável História.
No Lageado Alto e no Baixo
de ti jamais me separo,
Só de ouvir o teu nome,
o meu coração fica disparado
e nestes ribeirões deixei
o poemário um dia ocultado
No teu Ribeirão do Ouro,
minha Botuverá valiosa,
declaro para devidos fins
que o seu valor é de poemário
e acima está de qualquer tesouro.
Não sei mais como
falar ao meu povo,
estou o desconhecendo,
ele luta por um projeto
de poder e ignora que
vive bem abaixo dele.
Não foi por falta de luta,
falei tanto e constatei
que ninguém me escuta,
onde foi que eu errei?
Não foi por falta de aviso,
mas quando alertei que
o sentimento pátrio havia
se esvaziado já imaginava
de que estávamos em risco,
e a democracia em perigo.
Não sei o quê fazer,
antecipo o meu desterro,
e a única coisa que fica
deste presente é o medo.
Não sei o quê fazer,
só sei que povo que
não age com civilidade
entre si colabora para
que tiranos se instalem
e se perpetuem no poder.
Não sei por onde começar:
mas sei que terei de algum
dia na minha vida recomeçar,
mistério do tempo samovar.
Campos Novos da Minha Vida
Campos Novos da minha vida,
por ti o meu peito faz romaria.
Campos Novos do meu destino,
amo o teu povo gentil e amigo.
Na Cachoeira do Boita descobri
que tu me conquistaste, te elegi
e amo estar vivendo aqui.
Campos Novos do meu destino,
em mim fizeste um celeiro.
Campos Novos da minha vida,
das capelas, igrejas e Santuário.
Dá lembrança daquilo que sou
merecedora no Galpão Caipora Viu
a emoção que tu por mim sentiu.
Campos Novos dos meus caminhos
no Galpão Crioulo tu me leva para
ser feliz cantando e dançando,
Campos Novos eu te amo!
Dá para sentir até do Mirante
da Ferradura o abraço gigante
dado pelo Rio do Peixe.
Campos Novos dos mais deliciosos
sabores por ti morro de amores.
Campos Novos dos lindos parques
tu vales por todos os teus lugares.
Contigo aprendi a ser Ponte de Ferro
e também a ser na vida Ponte Pênsil,
Porque te amar é destino certo; agradeço sempre o teu amor sincero.
Capinzal Celeste
És presente do Imperador,
espírito farroupilha perene
e ainda tens o meu amor.
Capinzal da minha vida,
celeste és sem dúvida filha
do magnífico Rio Uruguai.
És beijo do Rio do Peixe
e as araucárias do destino
tu abriga e de louvor és digna.
Capinzal torrão celeste
da Bela e Santa Catarina,
ao teu povo entrego toda poesia.
Wittmarsum
Wittmarsum, adorada,
és o meu torrão poético
da nossa Pátria amada.
Descanso dos guerreiros
no jardim do príncipe,
Minha poesia sublime,
Nova África e estrela azul
talvez que amo a cada
dia mais mês a mês.
Wittmarsum, adorada,
és o meu torrão de ternura
da nossa Pátria amada.
Com apego as origens,
garra e união aqui
no nosso Vale Europeu
ergueram cidade
nesta Pátria sagrada
onde vive a liberdade.
Wittmarsum, adorada,
és o meu torrão de paixão
da nossa Pátria amada.
Reverencio a sua gente
que sabe ser acolhedora,
a Natureza embaladora
e os teus sabores bem
postos na mesa e tudo
aquilo que fostes, és e serás.
Wittmarsum, adorada,
és o meu torrão amor
da nossa Pátria amada.
Domingo
Domingo meu domingo
dia para virar para
o lado quando se acorda
e continuar dormindo,
E da realidade fingir
um pouco que está fugindo.
Poetisa Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
assim eu sempre sou,
do Norte até o meu Sul,
de Leste só Oeste,
Escrevo para fazer
da rotina algo que preste.
Dionísio Cerqueira
Balançam as araucárias
do meu destino aqui
no Extremo Noroeste,
Dionísio Cerqueira
cidade poema das três
heróicas fronteiras
que fica nesta Pátria
profunda e Brasileira.
Minha jóia preciosa
do Vale de Peperiguaçu,
Dionísio Cerqueira
não há outra como tu
nestes Caminhos da Fronteira.
Minha dádiva divina
da Mãe Natureza,
Dionísio Cerqueira
das Cachoeiras do Assentamento
e do Toldo nelas venho, sinto
e me entrego ao teu amor tremendo.
Fraiburgo
Fraiburgo originária tu fostes
das araucárias do meu destino
e alcançaste com tuas macieiras
a prosperidade e ergueste cidade
de gente amável e acolhedora.
Fraiburgo das fazendas
tu fostes a primeira batalha
da Guerra do Contestado
no Taquaruçu e tornastes
terra de muitas lendas.
Fraiburgo do 'Campo da Dúvida'
por causa da divisa,
Fraiburgo da minha adorada,
tu és certeza inequívoca
e amor para a vida inteira.
Fraiburgo certeza gostosa
da minha vida e delícia
do Meio-Oeste de Santa Catarina,
tu és ternura e joia fina
que traz sempre o sabor da alegria.
Frei Rogério
As araucárias do meu
destino ainda estão por aí,
A História da Guerra do Contestado
ainda vive no teu nome
escolhido em homenagem
ao religioso que fez
o povo ficar acalmado.
As cerejeiras imigrantes
do mares e ares te enfeitam
como joias da coroa
etua gente europeia,
brasileira e japonesa
ergueram uma cidade
que repleta de beleza
que cativa com toda a gentileza.
O Parque do Sino da Paz
relembra o quê é mais caro,
raro, precioso e necessário;
E diante da Casa Octogonal
reflito toda a rota percorrida:
Só sei que encontrei a minha
cidade aqui em Santa Catarina.
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