Você e eu
Uma dor que sinto em minha alma, faz me adoecer de tristeza.
Como eu queria você perto. Só para mim. Preciso tanto de ti.
Não sei mais sorrir, não sei mais ser eu sem você.
Como te quero , preciso tanto de ti.
Amor cure esta dor de sua ausência.
Como te quero e preciso de ti ....
E nessas andanças, entre eu e você. Me entregava muito mais vestido de você, do que me visitar e acompanhar a minha vontade trêmula, que o cotidiano me alertava. O tempo passava pelas ruas e nunca consegui me vestir de nós!!!!!
Queria te encontrar quando estiveres, distante de você e eu distante de mim!!!! Ali na esquina, em um entardecer de outono e também nós, distante de nossa cidade...
Eu com meu próprio eu, só me preocupo em viver!! Eu com você ao lhe ver envelhecendo, enxergo minha miséria...
Ninguém liga!!! Mas não sou eu,nem você e muito menos nós... A ignorância ecoa sempre para o mesmo lado.....
Compor nunca foi o meu ponto forte!
Aliás,
Eu nunca gostei disso,
Mas quando eu encontrei você,
Me encontrei entre os versos e poesias.
E se eles enxergassem você como eu a enxergo?
E se eles enxergassem o que eu enxergo dentro dos teus olhos?
E se eles se perdessem em teus sorrisos como eu me perco?
E se todos eles te conhecessem como eu há conheço?
E se todos eles tivessem provado dos teus beijos como eu provei?
Ufa...
Que sorte a minha não é?
Eu chamo você de vida e você também me chama de vida
Confortavelmente me encaixo entre seus abraços
Perdidamente eu fico entre os gatilhos dê nossos olhares meu bem
Entre os beijos e desejos da alma
Tudo que eu quero é você
Então segure a minha mão e deixe acontecer naturalmente
Um amor faz sofrer
Dois amor faz chorar
Daqui pra frente somos eu e você
Ó Filha de iemanjá
Eu tenho medo de morrer e deixar o mundo
Pois se eu morrer o mundo pode se acabar
Meu coração anda batendo por você amor
Eu vou compor essa canção pra você escutar.
Eu desejo você todos os dias,
Todos os dias após eu ter conhecido você
Estamos tão distante
A distância entre nós, é semelhante a 384.400km
A mesma distância entre a "Terra e a Lua"
As vezes, eu faço companhia para a Lua
Quando na verdade,
É para você que eu gostaria de fazer companhia.
Droga, que injustiça! Não acha?
As vezes, eu penso em dar um basta em tudo que sinto,
Mas a emoção ao desejar você todos os dias falam mais alto,
E eu me sinto um covarde."
Se você permitir, eu sangro teu nome em cada linha da minha pele. Deixo que a dor vire alívio e o amor, penitência. Porque amar você, nesse estado febril, já não é escolha — é instinto. E instinto não se cura, apenas se obedece.
Se você quiser, eu me desfaço em névoa e me misturo ao ar que você respira. Eu desejo entrar em seus pulmões e invadir sua corrente sanguínea, para circular em ti, ser parte tua, até que meu nome se torne tua febre e minha ausência, tua doença.
