Voce diz eu te Amo eu Digo Idem
"Apenas um devaneio "
Cada dia que passa com essa angústia que eu sinto em meu peito, mais meu coração vai se despedaçando,as vezes fico imaginando como seria bom viver sem sofrer,viver apenas com coisas boas no coração e na mente ,aí acordo pro mundo com aquela vontade de dormir pra sempre pra quem sabe sentir a paz eterna porque cada vez mas isolado em meu mundo sinto que sou apenas um espectador da minha vida ,sem viver apenas existindo e sentindo as dores das pancadas que a vida da em mim .queria tanto ter alguém em quem confiar alguém que chegasse na minha frente e falasse eu estou aqui com você isso seria surreal mas é apenas um devaneio
"Na janela fechada"
Havia um reflexo
Eu achei os olhos e a beleza de antes
Eu desacreditei de mim
Mas estava lá... bonitos desafios que arqueavam a sobrancelha quando eu olhava
Se eu atravessasse o reflexo, eu via
As luzes da cidade, das outras tantas janelas
Se olhos são janelas para a alma, o reflexo é apenas lembrança de ti
Lembrete que você está ali...
É desafiador, no silêncio da noite, se encarar em um reflexo
Pode refletir muito.
Hoje com o dia em luz
A janela vibrava o barulho da rua,
As tantas janelas escuras, buraco de outros...
O céu azul, rajado com rosa, laranja e nuvens brancas...
Não havia reflexo de mim...
30.11.2022
Por intermédio das leis divinas e também as sagradas, e somente por elas eu quero percorrer os infinitos universos da vida, na pretensão de encontrar sempre em mim um ego novo.
Ela é minha Cinderela
Eu sou doidinho por ela
Ela falou pra mim
Os outros gostam dela
Mas ela gostou de mim
Cê sabe que eu volto
Pra gente se amar, se beijar, eu quero te abraçar
Daquele jeito imperfeito
Que se torna tão perfeito
Porque é você e eu
Foi confortável me paralisar
Mas mudei o disco
Eu sou grande e mereço
Quem não culpe velhos traumas
Pra me maltratar
Me permito sonhar até de olhos abertos
Exercito o afeto, eu pratico o amor
Me dedico a criar um amanhã mais bonito
Pra quem anda comigo, pra quem nunca andou
- Cela 421
Eu aqui na minha cela, recluso,
Com pensamentos não aprisionados,
Nas linhas tortas deste verso confuso,
De um poeta marginal, marginalizado.
As grades são o portal do meu mundo,
Onde a liberdade se esconde em chamas,
As memórias são ventos profundos,
Que esvoaçam a minha alma em chagas.
Nas entrelinhas dos muros sombrios,
Minhas palavras ganham vida e voz,
Soltam-se no ar como pássaros bravios,
Que negam a prisão e voam veloz.
Enquanto o tempo passa, lento e cruel,
Meus versos clamam por justiça e verdade,
Denunciam a opressão, lutam pelo réu,
Desmistificam essa pálida sociedade.
Eu aqui, na minha cela, sou insurgente,
Meus pensamentos vão além dos limites,
Escrevo com a tintura da rebeldia ardente,
Transbordo de poesia as represadas digitais.
Ah, poeta marginal, poeta sem destino,
Tuas palavras são balas nos opressores,
Revelam o vazio do sistema mesquinho,
Destilam a raiva dos marginalizados e dor.
Então, mesmo aprisionado, sigo poeta,
Denunciando as injustiças pelo mundo,
Através dessas versos a minha voz liberta,
Para que os opressores ouçam o grito profundo.
Eu aqui na minha cela, com os pensamentos livres,
Construo versos de pura dissidência,
A poesia se ergue, onde a realidade não cai,
E transcrevo em letras a minha resistência.
Eu aqui na minha cela, solitário,
Com pensamentos que anseiam voar,
Na obscuridade deste canto sombrio,
Um poeta marginal quer se libertar.
As grades tentam silenciar a voz,
Mas a poesia é resistência intrépida,
Nas linhas tortas, sou um herói feroz,
Denunciando a opressão que me impede.
Os dedos traçam versos em desespero,
Em cada palavra, minha alma grita,
A liberdade é um sonho verdadeiro,
Que a cela não tem o poder de evitar.
Eu aqui, na minha cela em confinamento,
Escrevo em protesto contra as amarras,
Revelo a injustiça, a dor, o sofrimento,
E ergo a voz dos marginalizados sós.
A prisão é apenas uma aparência,
Minha mente voa livre no universo,
Mesmo cercado pela mais pura ausência,
Meus pensamentos são imunes ao peso.
Enquanto mergulho na solidão profunda,
A poesia se torna minha armadura,
Desafio as correntes com minha escrita fecunda,
E reescrevo a minha própria ditadura.
Eu aqui na minha cela, com os pensamentos ardentes,
Sou a voz dos marginalizados esquecidos,
Através da poesia, resisto ferozmente,
Na busca incansável pelo sonho perdido.
Que meu canto ecoe além das grades,
Que minha mensagem chegue a todo canto,
Enquanto na cela, em silêncio, a poesia invade,
Desafiando o sistema que quer me aprisionar tanto.
Eu aqui, na minha cela, com os pensamentos revolucionados,
Sou um poeta marginal, inquebrantável,
Apesar de todo o cárcere imposto e fadado,
Minhas palavras jamais serão domesticadas.
Saudade de ganhar um abraço, se eu fosse o homem elástico eu aproveitaria para abraçar o mundo e a mim também e diria eu te amo.
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