Voce Acendeu a Luz da minha Vida

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Devemos enfrentar os obstáculos ou nunca seremos vencedores.

A Raposa e o Leão


Uma raposa muito jovem, que nunca tinha visto um leão, estava andando pela floresta e deu de cara com um leão.
Ela não precisou olhar muito para sair correndo desesperadamente na direção de um esconderijo que encontrou. Quando viu o leão pela segunda vez, a raposa ficou atrás de uma árvore a fim de poder olhar antes de fugir. Mas, na terceira vez, a raposa foi direto até o leão e começou a dar tapinhas nas costas dele, dizendo:
– Oi, gatão! Tudo bom?


Moral da história:
Da familiaridade nasce o abuso.A Raposa e o Leão


Uma raposa muito jovem, que nunca tinha visto um leão, estava andando pela floresta e deu de cara com um leão.
Ela não precisou olhar muito para sair correndo desesperadamente na direção de um esconderijo que encontrou. Quando viu o leão pela segunda vez, a raposa ficou atrás de uma árvore a fim de poder olhar antes de fugir. Mas, na terceira vez, a raposa foi direto até o leão e começou a dar tapinhas nas costas dele, dizendo:
– Oi, gatão! Tudo bom?


Moral da história:
Da familiaridade nasce o abuso.A Raposa e o Leão


Uma raposa muito jovem, que nunca tinha visto um leão, estava andando pela floresta e deu de cara com um leão.
Ela não precisou olhar muito para sair correndo desesperadamente na direção de um esconderijo que encontrou. Quando viu o leão pela segunda vez, a raposa ficou atrás de uma árvore a fim de poder olhar antes de fugir. Mas, na terceira vez, a raposa foi direto até o leão e começou a dar tapinhas nas costas dele, dizendo:
– Oi, gatão! Tudo bom?


Moral da história:
Da familiaridade nasce o abuso.A Raposa e o Leão


Uma raposa muito jovem, que nunca tinha visto um leão, estava andando pela floresta e deu de cara com um leão.
Ela não precisou olhar muito para sair correndo desesperadamente na direção de um esconderijo que encontrou. Quando viu o leão pela segunda vez, a raposa ficou atrás de uma árvore a fim de poder olhar antes de fugir. Mas, na terceira vez, a raposa foi direto até o leão e começou a dar tapinhas nas costas dele, dizendo:
– Oi, gatão! Tudo bom?


Moral da história:
Da familiaridade nasce o abuso.A Raposa e o Leão


Uma raposa muito jovem, que nunca tinha visto um leão, estava andando pela floresta e deu de cara com um leão.
Ela não precisou olhar muito para sair correndo desesperadamente na direção de um esconderijo que encontrou. Quando viu o leão pela segunda vez, a raposa ficou atrás de uma árvore a fim de poder olhar antes de fugir. Mas, na terceira vez, a raposa foi direto até o leão e começou a dar tapinhas nas costas dele, dizendo:
– Oi, gatão! Tudo bom?


Moral da história:
Da familiaridade nasce o abuso.⁠

⁠"Refém de Mim"

É madrugada e o silêncio grita,
me aperta, sufoca, me limita.
A cama parece um campo de guerra,
onde o travesseiro é refém da minha tristeza.

Me perco nos olhos que não estão,
no amor que finge que foi ilusão.
Mas eu sei... no fundo eu sei,
que amar não é erro, mesmo se eu calei.

O telefone não toca, ninguém vem,
o peito pesa, ninguém me mantém.
Meu avô luta, minha vó se perdeu,
minha mãe se apoia no que restou... eu.

E o emprego, e a vida, e as contas, e o mundo...
Tudo pesa num segundo.
Queria sumir, ser fumaça, desaparecer,
mas, mesmo querendo, não sei nem como fazer.

Tem dias que penso em ferir minha pele,
como se ela pudesse gritar o que minha alma não consegue.
Mas no fundo, lá no mais fundo,
eu só queria um abraço, um colo, um refúgio seguro desse mundo.

Se poesia é pra curar, que ela me cure,
se é pra salvar, que ela segure.
Que cada palavra seja um sopro de vida,
que me lembre que apesar da dor...
eu ainda respiro. Eu ainda existo.
E talvez... só talvez... isso já seja um sinal de que ainda há caminho,
de que não acabou, e que eu não tô sozinho.

"Refém do Invisível"

Sento no chão, olhos no nada,
o mundo em preto e branco,
e eu… desbotado.

Culpa que não é minha,
peso que não é meu,
mas me jogam, me culpam,
como se ser mais novo
me fizesse de ferro,
me fizesse imortal.

Amei até doer,
me humilhei pra ter migalhas,
e hoje sou refém
de um amor que me acorrenta,
de uma vida que me arrebenta.

Queria sumir, desaparecer,
não pra fugir...
mas pra saber se alguém sentiria minha falta.
Se alguém olharia pro vazio e pensaria:
“Ali existia alguém... alguém que só queria ser amado.”

O que eu fiz de errado?
Por que sempre eu?
Por que meu grito ecoa no nada
e ninguém ouve, ninguém vê, ninguém sente?

Talvez... talvez me atirar no silêncio
seja mais fácil do que continuar implorando
pra existir, pra ser visto, pra ser ouvido.

Mas… entre o abismo e o chão,
talvez exista uma mão.
Talvez exista um recomeço,
talvez, só talvez...
exista vida além do peso,
exista cor além do cinza,
e eu aindanãoenxerguei.

As vezes gostamos mais da utilidade que a pessoa tem a nos oferecer do que da pessoa em si.

"Meu presente é o passado, meu passado é presente, o presente é o futuro, o presente que vai definir seu futuro".

⁠A realidade da morte, como sua iminência e inevitabilidade, torna o homem refém do desconhecido, do transcendente, de uma força maior.

O meu eu se esvai. Palavras ditas, sonhos perdidos, desejos, tristes são os dias, ótimas noites de solidão que vão e voltam...

De promessas, há vários milionários.
De realizações, pobres são.

o dia esta muito lindo hoje o belo sol apareceu ⁠

⁠
o meu coracão ta tão bem melhor

A História não é escrita pelos covardes. Os covardes não aparecem nem no rodapé.

⁠"[...] Não basta aplaudi. Tenham coragem! se o nosso senhor chamar! Tome jeito. Tome vergonha. E digam, sim Senhor! Estou aqui para o que o Senhor quiser! Nunca esqueça, o nome dEle é fidelidade. O nome dele é Amor."

De bom dia ao senhor pela manhã, siga o até o entardecer, se despeça ao anoitecer e o aguarde voltar amanhã.

Ricardo Kbção
Ricardo Alexandre de Rezende Sales, conhecido artisticamente como Ricardo Kbção, é músico, compositor, produtor musical e cultural, editor independente e body piercer brasileiro, nascido em 26 de janeiro de 1981, em Poços de Caldas, Minas Gerais.

Filho de André Luiz Ferreira Sales - Radialista, e Regina Helena de Rezende Sales - Servidora Pública e Professora, tem um irmão mais novo chamado Alisson Rodrigo de Rezende Sales (kbcinha) - rofessor de Educação Física

Aos sete anos de idade, mudou-se para Andradas, no Sul de Minas Gerais, município que posteriormente se tornou um dos principais locais de desenvolvimento de sua trajetória pessoal, profissional, artística e cultural.

Sua trajetória artística teve início no final da década de 1990, inicialmente vinculada à música independente e à formação de diferentes projetos e bandas. Ao longo dos anos, sua atuação passou também pela produção editorial, pelo trabalho como Body Piercer e pela organização de eventos e festivais ligados à cena independente.

Entre os projetos musicais associados à sua trajetória estão as bandas: Santo Daime, .50 (Ponto Cinquenta), V.u.l.g.o. (Violação Unânime de Leis Geradas por Opressores), MiseЯicóЯdia e Dialética!.

Além da atividade musical, Kbção desenvolveu projetos editoriais e culturais, entre eles a FunZine – Curtição em Revista e, posteriormente, a Summer Rock Produções, por meio da qual esteve ligado à realização de festivais e eventos como o Summer Rock Festival, o Noise Rock Festival e o Cachorro Loko Rock Festival.

Infância e mudança para Andradas
Aos sete anos de idade, mudou-se para Andradas, também em Minas Gerais. A mudança marcou o início de sua relação com o município onde, posteriormente, desenvolveria parte significativa de sua trajetória artística, profissional e cultural.

Foi em Andradas que Ricardo Kbção estabeleceu vínculos com a cena independente local e regional, desenvolvendo atividades relacionadas à música, à composição, à produção editorial e à organização de eventos.

Sua atuação artística esteve desde o início relacionada ao circuito independente do Sul de Minas Gerais, região na qual passou a desenvolver projetos e participar de diferentes iniciativas culturais.

Início da trajetória musical
A trajetória musical de Ricardo Kbção teve início no final da década de 1990.

Nesse período, participou de diferentes projetos e formações, entre eles Santo Daime, .50 (Ponto Cinquenta) e V.u.l.g.o., nome formado a partir da expressão Violação Unânime de Leis Geradas por Opressores.

Essas primeiras experiências estão relacionadas à formação de sua trajetória como músico e compositor e à sua inserção no circuito independente do Sul de Minas.

A atuação nesse período também estabeleceu a base para iniciativas posteriores que passaram a combinar música, produção editorial e organização de atividades culturais.

FunZine – Curtição em Revista
Em uma etapa posterior às primeiras experiências com bandas e projetos musicais, Kbção passou a atuar também no campo editorial independente.

Nesse contexto, criou o FunZine – Curtição em Revista, publicação relacionada ao ambiente da cena cultural e musical independente do qual participava.

O FunZine surgiu a partir da experiência acumulada com a música e com a circulação no circuito independente, ampliando sua atuação para a produção e divulgação de conteúdo.

A publicação fazia parte de uma atuação que não se limitava à performance musical, envolvendo também registro, comunicação e circulação de informações relacionadas à produção cultural e musical independente.

A experiência adquirida com o FunZine posteriormente se somaria às demais atividades de produção desenvolvidas por Ricardo.

Atuação como body piercer
Em 2006, Ricardo iniciou sua atuação profissional como body piercer.

A atividade passou a fazer parte de sua trajetória profissional paralelamente à música, à composição, à produção editorial e às demais iniciativas culturais.

A partir de 2007, Ricardo passou a morar novamente em Poços de Caldas, sua cidade natal, onde trabalhou como Body Piercer.

Permaneceu em Poços de Caldas durante aproximadamente cinco anos. O período corresponde a uma etapa importante de sua trajetória profissional e musical, especialmente pela ligação com o projeto MiseЯicóЯdia.

MiseЯicóЯdia
Durante o período em que residiu novamente em Poços de Caldas, Ricardo esteve ligado ao projeto MiseЯicóЯdia que durou pouco tempo, cerca de 5 meses apenas, pois era difícil conciliar faculdade, emprego e a banda.

O nome do projeto apresentava uma grafia específica, com os dois caracteres “R” invertidos.

A origem do nome ocorreu durante os ensaios. No local onde o projeto ensaiava, uma vizinha evangélica, costumava reagir ao som dizendo repetidamente “misericórdia”. A expressão acabou sendo incorporada à identidade do projeto.

A utilização dos dois “R” invertidos estava relacionada à identidade visual do Korn, grupo cujas músicas compunham grande parte do repertório apresentado pelo projeto.

Assim, o nome MiseЯicóЯdia combinava a expressão que havia sido repetidamente pronunciada pela vizinha durante os ensaios com uma referência visual relacionada ao repertório predominante do projeto.

A experiência com o MiseЯicóЯdia integra o período em que Ricardo conciliava sua atividade profissional como body piercer com sua atuação musical e o começo da Faculdade de Publicidade e Propaganda pela PUC Minas, na qual não chegou a concluir.

Retorno a Andradas e produção cultural
Por volta de 2011, Ricardo retornou e se reestabeleceu em Andradas.

A partir desse período, retomou e ampliou sua atuação na cidade, passando a desenvolver não apenas atividades musicais, mas também iniciativas relacionadas à Body Piercing, produção cultural e à realização de eventos.

Nesse contexto, passou a promover o Summer Rock Festival e fundou a Summer Rock Produções.

A iniciativa esteve relacionada à organização de eventos e festivais voltados à música e à cena independente.

Entre os eventos associados à Summer Rock Produções estão:

Summer Rock Festival;
Noise Rock Festival;
Cachorro Loko Rock Festival.
A atuação na produção cultural representou uma ampliação do trabalho desenvolvido anteriormente por Ricardo Kbção no circuito independente. Além de participar como músico e compositor, passou também a atuar na criação, organização e realização de eventos destinados à apresentação de bandas e artistas independentes da região.

Durante esse período, sua atuação permaneceu relacionada principalmente à cena independente do Sul de Minas Gerais.

Dialética!
A banda Dialética! foi umas das suas principais e mais conhecida banda, foi formada em abril / maio de 2015, em Andradas, Minas Gerais.

A formação original da banda era composta por:

Ricardo Kbção — vocais;
Cristiano Vietri (Tianinho) — guitarra;
Caio Lopes de Barros — baixo;
Giovani Marcon — bateria.
A Dialética! passou a atuar no circuito independente de rock do Sul de Minas Gerais, participando de shows, festivais, eventos culturais e batalhas de bandas.

A trajetória da banda inclui apresentações ao lado de nomes da cena independente nacional, participação em festivais e eventos realizados em diferentes cidades e mudanças posteriores em sua formação.

Shows e festivais importantes
Ao longo de sua trajetória, a Dialética! participou de diferentes apresentações, festivais e eventos da cena independente.

Janeiro de 2016 — Dead Fish
Em janeiro de 2016, ainda sem contrato com a MG Pró HC – Produção & Desenvolvimento Artístico, a formação original da Dialética! participou, como banda de abertura convidada ao lado de Teoria Livre e The Morning View, da apresentação do Dead Fish.

Essa apresentação ocorreu antes da assinatura do contrato com a MG Pró HC e, portanto, corresponde a uma etapa anterior à parceria posteriormente estabelecida com a produtora.

Abril de 2016 — batalha de bandas
Em 17 de abril de 2016, a Dialética! participou de uma batalha de bandas.

A banda conquistou o primeiro lugar entre 15 bandas participantes.

Como prêmio pela vitória, recebeu um contrato de um ano com a MG Pró HC – Produção & Desenvolvimento Artístico.

A conquista marcou uma nova etapa na trajetória da banda, ampliando sua participação em eventos e apresentações durante o período de vigência do contrato.

Segunda apresentação com Dead Fish
Após a assinatura do contrato com a MG Pró HC, a Dialética! realizou uma segunda apresentação de abertura para o Dead Fish, dessa vez já durante o período de vigência do contrato.

A apresentação constituiu uma continuidade da participação da banda em eventos relacionados ao grupo, agora inserida no período em que mantinha o vínculo com a MG Pró HC.

Maio de 2016 — Glória
Em maio de 2016, a Dialética! realizou uma apresentação com o Glória, participando como banda de abertura.

O evento integrou a sequência de apresentações realizadas pela banda durante 2016 com a MG pro HC.

Julho de 2016 — festival MG Pró HC
Em 24 de julho de 2016, durante a vigência do contrato, a Dialética! participou do festival MG Pró HC, realizado em Poços de Caldas (MG) e promovido pela MG Pró HC – Produção & Desenvolvimento Artístico.

O evento contou com dois palcos e nove atrações, tendo o Project46 como atração principal.

A programação também incluía Melanie Klain, Burnkill, Dialética! e The Ocean Revives, entre as atrações principais divulgadas para o evento.

Durante a vigência do contrato, a Dialética! realizou apresentações ao lado de diferentes nomes da cena independente nacional, incluindo Project46, Melanie Klain, Glória, Dead Fish, The Morning View e Display.

Essa relação corresponde ao conjunto de apresentações realizadas durante o período do contrato e não apenas à participação específica no festival de 24 de julho.

Mudança na formação
Após o período do contrato com a MG Pró HC, ocorreram mudanças na formação da banda.

Caio Lopes de Barros e Giovani Marcon deixaram a banda, sendo substituídos, respectivamente, por Daniel Monteiro, no baixo, e Leonardo Andrade, na bateria.

Ricardo Kbção permaneceu nos vocais e Cristiano Vietri (Tianinho) na guitarra, dando continuidade à banda com a nova formação.

A alteração marcou uma nova fase da Dialética!, que passou a realizar suas apresentações com Daniel Monteiro e Leonardo Andrade integrando a formação e com uma sonoridade mais Pop/Rock, voltado a noite e casa de shows.

2017 — VII Rock In Lago
Em 2017, já com a nova formação, a Dialética! participou do VII Rock In Lago, realizado em Jacutinga (MG).

O evento integrou a sequência de apresentações realizadas pela banda após as mudanças ocorridas em sua formação.

O registro posteriormente publicado pelo site Rock On Stage documenta a participação da Dialética! no evento.

2018 — VIII Rock In Lago
Em 2018, a Dialética! retornou ao evento para participar da VIII edição do Rock In Lago, também realizada em Jacutinga (MG).

A participação representou o retorno da banda ao maior evento de rock do interior de Minas no ano seguinte.

O registro da apresentação publicado pelo Rock On Stage identifica a Dialética! como uma banda de Andradas/MG e que mais chamou a atenção dentre outras bandas.

Outros eventos e festivais
Além das apresentações já mencionadas, a Dialética! participou de outras programações culturais e festivais realizados no Sul de Minas Gerais.

Entre esses eventos estão participações relacionadas à Festa do Vinho de Andradas por vários anos seguidos, e ao Santa Beer Rock, Summer Rock Fest e vários shows em várias cidades como Poços de Caldas, Campestre, São joão da Boa Vista, Andradas realizado em 2016.

A participação em diferentes eventos culturais e festivais integrou a atuação da banda no circuito independente regional.

Projeto Síntese Dialética
Em 2021, durante o período da pandemia de COVID-19, a Dialética! desenvolveu o Projeto Síntese Dialética.

O projeto foi realizado por meio da Lei Aldir Blanc, política pública criada no contexto das ações emergenciais voltadas ao setor cultural durante a pandemia.

A iniciativa resultou na produção de material audiovisual, posteriormente publicado pela própria página da banda e no lançamento de uma musica autoral chamada "Em que vivemos?".

O projeto constitui um registro de uma iniciativa desenvolvida pela Dialética! durante o período da pandemia e integra a documentação da trajetória da banda.

Hiato da Dialética!
Após sua trajetória de apresentações, mudanças de formação, participação em festivais e desenvolvimento do Projeto Síntese Dialética, a Dialética! encontra-se atualmente em hiato.

O período de hiato corresponde à situação atual da banda, que permanece como uma das principais formações associadas à trajetória musical de Ricardo Kbção.

Summer Rock Produções e festivais
A Summer Rock Produções foi fundada por Ricardo Kbção após seu retorno e reestabelecimento em Andradas.

A iniciativa surgiu a partir de sua experiência acumulada na cena musical independente e passou a atuar na produção e organização de eventos.

Entre os eventos associados à Summer Rock Produções estão o Summer Rock Festival, o Noise Rock Festival e o Cachorro Loko Rock Festival.

A produção desses eventos ampliou a atuação de Ricardo Kbção para além da participação direta em bandas e apresentações, passando a envolver também a organização de espaços destinados à circulação de músicos e projetos da cena independente.

A atividade de produção cultural passou a constituir uma das frentes de sua trajetória, paralelamente à música, à composição, à produção editorial e à atuação como body piercer.

Produção editorial, musical e cultural
A trajetória de Ricardo Kbção caracteriza-se pela atuação em diferentes áreas relacionadas à cultura independente.

Na música, sua trajetória envolve participação em projetos e bandas, composição, apresentações e desenvolvimento de diferentes formações.

Entre os projetos musicais associados ao seu percurso estão Santo Daime, .50 (Ponto Cinquenta), V.u.l.g.o., MiseЯicóЯdia e Dialética!.

Na produção editorial, destaca-se a criação da FunZine – Curtição em Revista, desenvolvida em um período posterior às primeiras experiências musicais.

Na produção cultural, destaca-se a criação da Summer Rock Produções e a organização de eventos e festivais, entre eles o Summer Rock Festival, o Noise Rock Festival e o Cachorro Loko Rock Festival.

Paralelamente a essas atividades, Ricardo Kbção mantém sua atuação profissional como body piercer, iniciada em 2006.

Construíram uma ponte para ligar dois países, mas esqueceram de libertar o povo que não pode atravessá-la. Afinal, de que serve uma ponte para quem vive preso dentro das próprias fronteiras?

De que adianta um país construir pontes com o mundo se seus próprios cidadãos não têm liberdade para atravessá-las?

“Há rituais que não invocam deuses, mas revelam os demônios que a humanidade insiste em esconder.”

A liberdade só parece banal para quem nunca precisou viver sem ela.

“Professores não ensinam apenas conteúdos: eles despertam sonhos, transformam realidades e deixam marcas que o tempo jamais apaga.”
Feliz Dia dos Professores!