Voce Acendeu a Luz da minha Vida
Pequeno
Acalme-se pequeno... Venha ver o pôr do sol
Mesmo minha agitada alma
Ali se põe calma
Feito um girassol...
Deite na grama verde, feito teu olhar
E contraste-se com o vento
Do mundo temos todo o tempo
Quanto puder imaginar...
Enlace minha mão na tua
E ao fechar os olhos, deixe-se acariciar.
Convido-te a esperar a lua
E mais tarde, quem sabe a jantar...
Como uma canção a terminar. Um violão que não se consegue afinar. Assim é minha definição sobre mim...
“Com minha consciência, conquistei o universo e tornei-me Deus! E hoje, como Deus declaro-me novamente um mero ser humano”
Na minha fraca e questionável opinião, nem a maioria pode impor a força, suas convicções à minoria... Tal qual as minorias não tem esse direito de fazê-lo à maioria. Sob risco de atropelarmos a "Democracia". Será que você foi capaz de entender o que eu quis dizer???
Na minha fraca e questionável opinião, o “Humano” já é bastante desprovido de querer bem. Só que de uns tempos para cá, não se contentando, entrou em um processo de desumanizar-se. Agora, não se dando por satisfeito está se coisificando. Então! O que podemos esperar para o futuro?
Naqueles olhos encontrei minha paz
no sorriso a minha felicidade
nas palavras a esperança
no toque a paixão.
Naquele corpo encontrei aconchego
no seu cheiro, devoção
no coração encontrei o amor
nela... encontrei-me.
Na minha robusta e inquebrantável opinião, minha linha de raciocínio por vezes fica completamente desalinhada com a realidade.
Já ouvi as seguintes frases, se referindo a minha pessoa:
- Chame aquele menino ali pra mim!
- Chame aquele garoto ali pra mim!
- Chame aquele moço ali pra mim!
- Chame aquele rapaz ali pra mim!
- Chame aquele homem ali pra mim!
- Chame aquele senhor ali pra mim!
Agora!Chame aquele velhinho ali pra mim! Não ouvirei não, já estarei surdo. Husahsuahuas!
Não deixe, ó Pai, que os meus pecados passados, que foram por ti perdoados, destruam a minha esperança futura, nem a minha paz presente.
Curto manifesto:
Quero exercer minha liberdade ao escolher a beleza que é ficar de boa, na mórbida companhia de tantas pessoas acolhedoras sedentárias.
Pelo direito de morrer de câncer nos ossos!
Pelo direito de envelhecer mais rápido!
Afinal, quem deseja viver em um mundo onde não há escadas rolantes o suficiente para todos?
Avante!, lutemos!!
mas antes, uma pausa para o lanche.
Inundo minha mente vazia de palavras. E do nada se fez um texto. E de tanto nem tem mais jeito. Uma mente colonizada já é metrópole e segue pelo imperialismo de outras mentes.
E quando eu escrever
Eu vou tranca minha porta
E fechar a minha janela
Porque a conexão que vem lá de fora
Passa uma borracha em tudo de bom
Que tem dentro de mim.
Morte minha querida! Ou nem tanto, ingrata!
Morreu, faleceu, bateu a caçuleta, cadáver, banquete de vermes, foi-se!, Partiu para melhor, empacotou, sono eterno, mumificou, defunto, desencarnou, acabou, abotoar o paletó, escafedeu-se, bater as botas, sumiu, game over...
Oh! Morte sua querida! Talvez nem tanto sua ingrata!
Age sorrateiramente no silêncio de seus dias, ou melhor, de meus dias,de nossos dias. Com suas vestes morbidas e sua foice. Sua mesquinha, traiçoeira, sempre trapaceando, usando de golpes baixos para com todos...Vigarista mesma!
Olhando por outro ângulo, como tudo na vida e no tempo existe sempre dois lados, você nao é de toda verdade tão traiçoeira não! Não mesmo!
Seu trabalho é nobre. Realiza podemos dizer "uma limpeza" "renovação", a serviço da humanidade...
Associada ao barqueiro da morte que realiza a travessia em troca de duas moedas, para a purificação dos mortais.
Medo de você? Não! De jeito nenhum. Afinal, não é perdendo que se ganha?
Morte minha querida, agora eu entendo porque muitos estão a te procurar, então foges! O problema é a ampulheta né? As areias do tempo! O tic tac do relógio!
Tudo no seu devido tempo, fração de segundos...
A vida dita suas regras, rígidas, mas não tão inflexível. Medo de você? Não! Medo do tempo! Da finitude! Do barqueiro! Você, suas vestes, sua foice, tudo mera ilustração daquilo que se transforma na melhor amiga da humanidade por assim dizer.
Só me resta falar-lhe, continue com seu belo trabalho, minha amiga e doce traiçoeira...
A rua é minha escola, e foi nela que tudo eu
Aprendi, o ser humano é todos hipócritas, um
Pior que o outro, que a cada momento se
Contradiz.
Quando eu parar escrever meus amigos é o fim
O fim do meu amor, o fim da minha dor
É melhor assim doendo
Como vocês vão chorar?
Se eu não estiver aqui escrevendo?
Quero ficar longe de tudo que me perturba, que rouba a minha paz. Acredito que a distância me fará bem, assim ficarei tranquila e calma.
Gyza
Minha mãe natureza
Minha mãe natureza, tão perfeita e misteriosa!
Sou sua filha, minha mãe natureza,
Tu és a mais bela de todas as mães.
Gyza
Uma taça de vinho tinto por favor
Nada é tão amargo quanto minha tristeza
A fumaça do cigarro sobe
E ele vai se diminuído em minha mesa
A garrafa do vinho vai secando,
A brasa do cigarro se vai com o vento
Meu amor foi pra você
Somente um passa tempo
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