Voce Acendeu a Luz da minha Vida

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REFLEXÃO PARA VIDA

Se a lei da vida for igual à lei da morte, é necessário que todos se esforcem para crescer com soluções de Valores Únicos.
Às vezes, temos que agir como se fôssemos únicos para o bem comum.

O contrário, é uma questão de tempo.


1 Coríntios 13:4-7

⁠Desistir leva a muito menos felicidade na vida do que perseverança e esperança.

Inserida por pensador

⁠Tudo aquilo de que viveste e de que vives é uma mentira, um embuste, que oculta de ti a vida e a morte.

Inserida por pensador

No grande circo da vida somos artistas, fazemos malabarismos, viramos cambalhota, às vezes até conseguimos tirar uns coelhos da cartola, porem, para muitos, nosso papel principal é ser PALHAÇO!
A grande virtude do palhaço, não é fazer palhaçada e servir de motivo de risos para muitos, mas sim trazer a alegria, o sorriso e gerar felicidade para todos!
O importante é não deixar que o ‘show’ acabe!

Inserida por pedro_fabio_ribeiro

⁠Após a morte, não suportou, devolveu as moedas, tirou a própria vida, pois não encontrou dignidade para continuar a viver. Hoje muitos continuam a trai-lo, buscam formas de receber mais moedas, vivendo como dignos, declaram a sua jactância.

Inserida por pedro_fabio_ribeiro

⁠" Viva a vida com um pouco de tempero "

Inserida por RubensViannaFilho

O INVENTÁRIO DE NÓS


Por Marco Arawak


Há períodos da vida em que parece que alguém entrou em nossa casa enquanto dormíamos e mudou algumas coisas de lugar. Tudo continua reconhecível, mas já não encontramos facilmente aquilo que procuramos.


Uma lembrança surge onde não deveria estar.


Uma ausência ocupa um espaço antes insignificante.


Uma antiga certeza perde a posição que tinha dentro de nós.


Talvez o desencanto comece assim: não como uma ruptura, mas como a percepção de que aquilo que sustentava nossa maneira de compreender o mundo já não permanece intacto.


Carregamos conversas, escolhas, desilusões, expectativas frustradas e vínculos que mudaram de forma. Nem sempre sabemos imediatamente o que fazer com tudo isso.


Algumas lembranças permanecem próximas; outras tentamos esconder. Mas aquilo que não nomeamos continua participando de nós.


Por isso, chega um momento em que precisamos examinar o que carregamos. Não para transformar cada experiência em ensinamento, mas para distinguir o que ainda nos pertence daquilo que mantemos apenas por hábito.


Aceitar que certas relações se afastaram, que alguns projetos terminaram e que nem tudo pode ser corrigido pela nossa vontade não significa considerar justo o que aconteceu.


Significa reconhecer os limites do nosso controle.


Talvez escrever seja uma maneira de realizar esse inventário. A palavra aproxima o que estava confuso, dá contorno ao que permanecia sem nome e permite olhar para uma experiência sem aumentá-la nem diminuí-la.


Reorganizar não é apagar. É escolher o destino de cada coisa. Algumas lembranças permanecem; outras perdem a centralidade.


Há sentimentos que precisam ser compreendidos antes de serem deixados para trás.


Há vínculos que encontram outra forma de existir.


Há portas que já não precisamos manter abertas.


Maturidade talvez tenha menos relação com esquecer do que com aprender a distribuir o peso do que vivemos. O desencanto pode permanecer na história sem determinar quem somos. Uma ausência pode ser reconhecida sem transformar-se em vazio permanente. O passado pode continuar verdadeiro sem ocupar sozinho o presente.


Também precisamos, às vezes, do silêncio. Quando o ruído diminui, surgem perguntas que evitamos enquanto tentávamos corresponder às expectativas alheias: o que ainda faz sentido?


O que mantenho apenas por receio de perder?


O que realmente pertence à minha história?


Nem sempre encontramos respostas. Mas perguntar já modifica nossa relação com o que vivemos.


Talvez coragem seja justamente isso: não viver sem receio, mas não permitir que ele decida sozinho o que permanece.


Não somos obrigados a transformar toda despedida em explicação, nem todo encerramento em começo. Algumas coisas precisam apenas ser reconhecidas e encontrar seu lugar na nossa história.


No fim, continuar não significa reconstruir quem éramos antes. Significa compreender que também somos feitos das escolhas que fazemos diante do que nos aconteceu.


Talvez esse seja o verdadeiro inventário de nós:


o que recebemos,
o que nos atravessou,
o que deixamos partir e
o que, conscientemente, decidimos conservar.


Não somos apenas o conjunto do que nos aconteceu. Somos também a maneira como damos destino ao que aconteceu.

Inserida por marco_antonio_arawak

O INVENTÁRIO DE NÓS


Por Marco Arawak


Há períodos da vida em que entramos em nós mesmos e percebemos que alguma coisa mudou de lugar. As mesmas lembranças continuam ali, os mesmos afetos, as mesmas marcas, mas já não sabemos exatamente onde guardamos cada coisa. Uma ausência se torna maior do que esperávamos. Uma antiga certeza perde o brilho. E aquilo que parecia definitivo revela, sem alarde, que também estava de passagem.


Talvez o desencanto não comece quando alguma coisa termina. Talvez comece quando já não conseguimos olhar para o que aconteceu com os mesmos olhos.


Carregamos palavras que ficaram por dizer, encontros que não chegaram ao destino imaginado, escolhas que ainda nos visitam de vez em quando e expectativas que a realidade não soube acolher. Algumas lembranças permanecem próximas. Outras se afastam para regiões menos visíveis da memória. Nem por isso deixam de participar de quem nos tornamos.


Chega um momento em que precisamos olhar para esse acervo íntimo sem a pressa de julgá-lo. Não para transformar cada acontecimento em lição, nem para encontrar uma explicação onde talvez ela não exista. Apenas para perceber o que ainda tem sentido e o que continuamos carregando porque nunca paramos para escolher.


Nem tudo o que recebemos precisa ser conservado. Nem tudo o que perdemos precisa ser recuperado. Há vínculos que mudam sem desaparecer completamente, projetos que terminam antes de cumprir o que prometiam e pessoas que continuam importantes mesmo depois de deixarem de caminhar ao nosso lado.


Há experiências para as quais não encontramos reparação.


Com o tempo, encontramos outra maneira de lembrá-las.


Aceitar isso não significa considerar justo tudo o que aconteceu. Significa reconhecer que a nossa vontade não governa o tempo, os outros, nem aquilo que já passou. Existe uma liberdade silenciosa em parar de pedir ao passado aquilo que ele não pode devolver.


Talvez escrever comece nesse ponto. Não quando compreendemos tudo, mas quando encontramos palavras para permanecer diante do que vivemos sem fingir que foi diferente. A escrita não desfaz o passado. Apenas nos permite olhá-lo de outro lugar.


Às vezes, isso basta.


O que parecia absoluto ganha contorno. O que permanecia confuso encontra um nome. E aquilo que ocupava quase todo o pensamento começa, pouco a pouco, a perder o tamanho que tinha.


Reorganizar não é apagar.


É escolher.


Algumas lembranças merecem permanecer perto. Outras podem descansar mais longe. Há sentimentos que precisam ser compreendidos antes de serem deixados para trás. Há vínculos que encontram outra forma de existir. Há portas que, depois de algum tempo, já não precisamos manter abertas.


Maturidade talvez tenha menos a ver com esquecer do que com aprender a não entregar ao passado o governo do presente. Uma lembrança pode continuar viva sem ocupar tudo. Uma ausência pode ser reconhecida sem se transformar em destino. Aquilo que nos marcou pode permanecer verdadeiro sem decidir, sozinho, quem ainda podemos ser.


Às vezes precisamos nos afastar do ruído. Não para fugir, mas para escutar o que pensamos quando ninguém está falando por nós.


É nesse intervalo que algumas perguntas aparecem: o que ainda faz sentido? O que continuo sustentando apenas por receio de perder? O que escolhi de fato e o que simplesmente aprendi a carregar?


Nem sempre encontramos respostas. Algumas perguntas permanecem durante anos, mudando de significado conforme nós mesmos mudamos. Talvez isso também seja amadurecer: aceitar que nem tudo precisa ser resolvido para deixar de nos confundir.


Talvez coragem seja não viver sem receio, mas não permitir que ele escolha sozinho o que permanece.


Por isso, nem toda despedida precisa transformar-se em explicação. Nem todo encerramento precisa anunciar um começo. Algumas coisas simplesmente terminam.


E talvez seja suficiente reconhecer que existiram.


Continuar também não significa voltar a ser quem éramos antes. Há acontecimentos que modificam nossa maneira de olhar, de escolher, de permanecer e de partir. Depois deles, a antiga disposição das coisas já não volta exatamente ao lugar.


Então aprendemos outra maneira de estar no mundo.


Não necessariamente mais fácil. Nem sempre melhor.


Apenas nossa.


Talvez seja essa a parte mais silenciosa do amadurecimento: compreender que não somos somente aquilo que recebemos da vida, mas também aquilo que fazemos com o que recebemos.


Esse é o inventário de nós: as presenças que nos formaram, as ausências que nos modificaram, os encontros que permaneceram, os desencontros que nos ensinaram limites, aquilo que deixamos partir e aquilo que, apesar de tudo, escolhemos conservar.


No fim, não somos apenas o que nos aconteceu.


Somos também a maneira como aprendemos a viver depois.


E talvez, quando já não precisamos esconder o que fomos nem transformar o passado em monumento, quando algumas lembranças deixam de pedir explicações e certas ausências já não exigem respostas, possamos olhar para tudo o que ficou sem orgulho e sem culpa.


Não para dizer que tudo valeu a pena.


Mas para reconhecer que tudo isso fez parte de nós.


E que ainda existe, dentro de nós, alguma coisa que não estava no inventário.


A escolha do que fazer com o que vem depois.

Inserida por marco_antonio_arawak

O INVENTÁRIO DE NÓS


Por Marco Arawak


Há períodos da vida em que parece que alguém entrou em nossa casa enquanto dormíamos e mudou algumas coisas de lugar. Tudo continua reconhecível, mas já não encontramos facilmente aquilo que procuramos. Uma lembrança surge onde não deveria estar. Uma ausência ocupa um espaço antes insignificante. Uma antiga certeza perde a posição que tinha dentro de nós.


Talvez o desencanto comece assim: não como uma ruptura, mas como a percepção de que aquilo que sustentava nossa maneira de compreender o mundo já não permanece intacto.


A casa continua de pé.


Somos nós que já não sabemos exatamente como habitá-la.


Carregamos conversas, escolhas, desilusões, expectativas frustradas e vínculos que mudaram de forma. Nem sempre sabemos imediatamente o que fazer com tudo isso. Algumas lembranças permanecem próximas; outras tentamos esconder. Mas aquilo que não nomeamos continua participando de nós, às vezes de maneiras que só percebemos muito tempo depois.


A memória também tem seus quartos sem luz.


Por isso, chega um momento em que precisamos examinar o que carregamos. Não para transformar cada experiência em ensinamento, nem para encontrar uma explicação para tudo, mas para distinguir o que ainda nos pertence daquilo que mantemos apenas porque nunca paramos para escolher.


Há coisas que permanecem conosco sem jamais terem sido escolhidas.


Aceitar que certas relações se afastaram, que alguns projetos terminaram e que nem tudo pode ser corrigido pela nossa vontade não significa considerar justo o que aconteceu. Significa reconhecer os limites do nosso controle e começar a fazer as pazes com aquilo que não podemos modificar.


Nem toda ausência pede preenchimento.


Algumas pedem apenas reconhecimento.


Talvez escrever seja uma maneira de realizar esse inventário. A palavra aproxima o que estava confuso, dá contorno ao que permanecia sem nome e nos permite olhar para uma experiência sem aumentá-la nem diminuí-la. Escrever não muda o que aconteceu. Muda, às vezes, o lugar de onde conseguimos olhar para o que aconteceu.


E há coisas que só se tornam compreensíveis quando encontram linguagem.


Reorganizar não é apagar. É escolher o que merece permanecer perto, o que pode ser guardado mais longe e o que já não precisa ocupar nossa atenção.


Algumas lembranças permanecem.


Outras perdem a centralidade.


Não porque tenham deixado de existir, mas porque deixaram de governar.


Há sentimentos que precisam ser compreendidos antes de serem deixados para trás. Há vínculos que encontram outra forma de existir. Há portas que, depois de algum tempo, já não precisamos manter abertas.


Nem tudo o que se fecha precisa ser lamentado como perda.


Às vezes, fechar também é uma forma de cuidado.


Maturidade talvez tenha menos relação com esquecer do que com aprender a distribuir o peso do que vivemos. O desencanto pode permanecer na história sem determinar quem somos. Uma ausência pode ser reconhecida sem transformar-se em vazio permanente. O passado pode continuar verdadeiro sem ocupar sozinho o presente.


O que aconteceu não precisa desaparecer para deixar de ocupar o centro.


Também precisamos, às vezes, do silêncio. Não necessariamente para encontrar respostas, mas para escutar aquilo que o ruído costuma encobrir. Quando diminuímos a pressa de corresponder às expectativas alheias, algumas perguntas começam a aparecer.


É curioso como, quando tudo silencia, certas verdades fazem menos barulho e dizem mais.


O que ainda faz sentido?


O que mantenho apenas por receio de perder?


O que realmente pertence à minha história?


Nem sempre encontramos respostas. Algumas perguntas permanecem conosco durante anos, mudando de significado à medida que nós também mudamos. Mas perguntar já altera alguma coisa. Devolve à consciência aquilo que o hábito havia decidido por nós.


Há perguntas que não querem uma resposta imediata.


Querem tempo.


Talvez coragem seja justamente isso: não viver sem receio, mas não permitir que ele escolha sozinho o que permanece.


O receio pode bater à porta.


Não precisa receber as chaves.


Não somos obrigados a transformar toda despedida em explicação, nem todo encerramento em começo. Algumas coisas simplesmente terminam. E talvez precisemos apenas reconhecer que existiram.


Nem todo fim precisa de uma última palavra.


Às vezes, o silêncio é a única forma honesta de encerrá-lo.


No fim, continuar não significa reconstruir quem éramos antes. Há experiências que mudam nossa maneira de olhar, de escolher, de permanecer e de partir. Depois delas, a antiga disposição das coisas já não volta exatamente ao lugar.


Então aprendemos a viver de outra maneira.


Não necessariamente mais fácil.


Apenas mais nossa.


Talvez seja essa a parte mais silenciosa do amadurecimento: compreender que também somos feitos das escolhas que fazemos diante do que nos aconteceu.


O passado nos oferece matéria.


Mas não deveria escrever sozinho o que somos.


Esse é o verdadeiro inventário de nós: o que recebemos, o que nos atravessou, o que deixamos partir e o que, conscientemente, decidimos conservar.


Nem tudo merece permanecer.


Nem tudo precisa ser esquecido.


Há uma diferença entre carregar uma lembrança e continuar vivendo dentro dela.


No fim, não somos apenas o conjunto do que nos aconteceu. Somos também a maneira como damos destino ao que aconteceu.


E talvez seja justamente aí que alguma coisa se abre.


Não uma resposta.


Não uma promessa.


Apenas a possibilidade de continuar, levando conosco aquilo que ainda reconhecemos como nosso e deixando para trás, sem culpa, aquilo que já cumpriu o seu tempo.


Porque, às vezes, amadurecer não é acrescentar mais alguma coisa àquilo que somos.


É finalmente saber o que podemos deixar de carregar.

Inserida por marco_antonio_arawak

Se o meu sorriso te incomodar. Não deixe escurecer, porque minha luz cegará a todo aquele que jamais se viu diante de tanto brilho.

Inserida por douglasmeloideias

Gotas de inspiração


Abro minhas mãos para o mundo
Ofertando um feixe de luz.
As gotas da última chuva,
Incidindo sobre as palmas
Destas mãos em oferta,
Descerram pequenino arco-íris
Que, num arco sobre o mundo
Colore as paletas dos artistas.

COSTA, Sergio Diniz da. Etéreas: meus devaneios poéticos. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2012.



O cerne e o rosto

Velho rosto
Vetusto cerne;
Há em ambos
Linhas do tempo.

Na vida vegetativa
O tempo sulca a inconsciência;
Na vida humana
Sulca o tempo a consciência.

Em cada face
As linhas contam anos:
No cerne resplandece a Terra;
No rosto resplandece Deus!

COSTA, Sergio Diniz da. Etéreas: meus devaneios poéticos. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2012.


Revelação

Quis um dia palpar nuvens
Represar lágrimas do céu
Prender raios de sol;
As nuvens se desfizeram
As lágrimas o chão secou
Os raios a noite levou.

Quis um dia cantar a liberdade
Ensaiar o bailado dos pássaros
Voar o voo do condor;
A liberdade bailou com os pássaros
O condor voou com as nuvens.

Quis um dia sonhar com Deus;
Acordei e vi somente o homem,
Mas, vendo apenas o homem,
Vi também a mão de Deus!

COSTA, Sergio Diniz da. Etéreas: meus devaneios poéticos. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2012.


ESTRADAS

Sou viajante peregrino
Em terra de todos
E de ninguém;
Viandante do pó
Andarilho da esperança
Caminheiro das estradas
Buscando...

Ao acalento do sol
Ao frescor das chuvas
Ao canto da natureza
Caminho entre hinos da vida.

Romeiro dos templos humanos
Contemplo maravilhas
E misérias,
Na confusa amálgama
Dos pensamentos.

As estradas as conquisto
Com minhas pegadas ocres.
Deixo em cada curva
Pedaços de histórias:
Planto cruzes
Colho dúvidas
Recolho restos
Junto fragmentos.

Sou viajante peregrino
Apoiado no bastão
De minha vivência.
Andante solitário,
Buscando...

Inserida por SergioDiniz001

Na vida passamos por muitas dificuldades, privações e provações mas você sabia que para cada uma delas existe um propósito divino? E que com elas aprendemos o propósito e significado da vida mortal e de nossa existência? Muitas vezes na vida nos perguntaremos o porquê com nós e qual é o propósito disso, mas o que não podemos fazermos é duvidarmos dos propósitos de Deus. Sendo Deus o criador e consumador da fé e de nossa existência, podemos e devemos confiarmos nele, na maioria das ocasiões são as dificuldades que predominam em nossa vida, mas como disse antes devemos confiarmos que Deus tem um proposito para que permita que essas coisas aconteçam conosco, e podemos confiar que ele já providenciou u

m livramento e virá ao nosso encontro para nos livrar de todas as dificuldades, segue alguns questionamentos frequentes e dicas para auxiliadores que possamos fazer-nos e algumas dicas a respeito de cada um deles:



Incentivo para auxiliadores em todas as ocasiões: Como cristãos precisamos ajudarmos essas pessoas a voltarem a viver com Jesus, porque graças a sua expiação temos o dom do arrependimento em nossas vidas e podemos ter uma reconciliação com nosso Deus.

Mesmo aquelas pessoas que não perderam sua fé, mas fazem esse tipo de questionamentos, precisam de nosso auxilio, e novamente, como discípulos dele, nossa responsabilidade e servirmos nosso próximo, darmos forças a ele e ajudarmos ele a se reencontrar no caminho estreito e apertado e retornar a ele, e se esse nosso irmão não se perdeu precisamos demostrar nosso amor por essa pessoa, fortalecer ela e servi-la.

palavras: ocasiões, enfrentaremos, discípulos



Porque comigo? É muito fácil nos fazermos essa pergunta, em diversas ocasiões de nossa vida mortal, mas como disse anteriormente Deus, o pai do céu, tem um propósito para cada dificuldade que enfrentaremos em nossa existência. E como discípulos fiéis de seu Filho amado precisamos confiarmos nele, ouvirmos seus conselhos, obedecermos a eles e segui-los, porque dai descobriremos o propósito de nossa existência. A maioria das pessoas que não praticam sua fé, muitas vezes acabam se rebelando contra Deus e perdendo a fé, e elas precisam retornar a ter sua comunhão com Jesus.
Pessoas decepcionadas: Quando alguém se frusta em um relacionamento, de qualquer tipo, é bastante normal ela se decepcionar, e daí ela se fecha e só se abrirá com alguém que ela confia ou com um profissional psicologo/psiquiatria, e muitas vezes esse é um processo longo para curar suas feridas. Mas meu querido existe um médico, que pode curar suas feridas, um ser que está e sempre estará ao seu lado, você até pode deixa-lo mas ele jamais te deixará. Ele quer cuidar de você e esse "remédio" serve para qualquer tipo de sofrimento, então se achegue a ele e ele vai te curar e te restaurar por intermédio do seu sangue e seu amor, e então ele promete que poderemos ser perfeito nele(Moroni 10:32).


Questionamentos sobre os Propósitos da Vida, 20/05/2020, Citações Élder Elder Bergmann Thiagofb-Thi e Ministério Vinde á Cristo Élder Bergmann



DEPOIS CONTINUO, MENSAGEM PODERÁ SER MODIFICADA MAS NUNCA SERÁ RETIRADO O QUE JÁ FOI ESCRITO.

Inserida por ElderBergmannThi

Nada mais sublime e honroso do que pessoas do bem que compartilham com humildade a vida lado à lado ..
Sem estrelismo e sem autoimaginar melhor que o outro...
À isso chamo de LUZ INTERIOR

Medite de dia, de tarde e de noite e então verás que a vida é tão simples e que nós mesmos somos nossos próprios gigantes.

Um brinde a vida que nos desafia!
Um brinde as pessoas que nos possibilitam evoluir, sejam elas, agregadoras de luz ou de pontos de escuridão em nossos caminhos, afinal, por mais que não percebamos, às vezes, até o caos é preciso, nos faz evoluir.

Ser mulher é ter no útero o dom da vida e no peito o milagre da amamentação

⁠Ando descrente, impotente, sem forças, sem alento, a vida um tormento... Quero me livrar do desânimo, encontrar meu ânimo, encontrar a luz....

⁠Eu sei que a vida poderia ser mais fácil, tenha fé que ela será, principalmente para quem tem olhos bonitos para visualizar a luz em meio a tantas escuridões...😉

⁠Mesmo em um tempo difícil, nublado e de chuva, é preciso caminhar, pois a vida é para ser vivida de forma plena. Mesmo que o Sol se esconda por alguns dias, a Luz da estrela que ilumina a vida vai resplandecer em breve em um maravilhoso amanhecer...

a escuridão mostra as luzes em sua vida.

Inserida por principeauror